segunda-feira, 26 de setembro de 2011
EUROPEUS, SÃO PRECISOS GRITOS DE REVOLTA
No último dia 12 de março a Itália festejava os 150 anos de sua criação, ocasião em que a Ópera de Roma apresentou a ópera Nabuco de Verdi, símbolo da unificação do país, que invocava a escravidão dos Judeus na Babilônia, uma obra não só musical mas também, política à época em que a Itália estava sujeita ao império dos Habsburgos (1840).
Sylvio Berlusconi assistia, pessoalmente, à apresentação, que era dirigida pelo maestro Ricardo Mutti. Antes da apresentação o prefeito de Roma, Gianni Alemanno - ex-ministro do governo Berlusconi,
discursou, protestando contra os cortes nas verbas da cultura, o que contribuiu para politizar o evento.
Como Mutti declararia ao TIME, houve, já de início, uma incomum ovação, clima que se transformou numa verdadeira "noite de revolução" quando sentiu uma atmosfera de tensão ao se iniciar os acordes do coral "Va pensiero" o famoso hino contra a dominação. Há situações que não se pode descrever, mas apenas sentir; o silêncio absoluto do público, na expectativa do hino; clima que setransforma em fervor aos primeiros acordes do mesmo. A reação visceral do público quando o côro entoa - "Ó minha pátria, tão bela e perdida Ao terminar o hino os aplausos da plateia interrompem a ópera e o público se manifesta com gritos de "bis", "viva Itália", "viva Verdi".
Não sendo usual dar bis durante uma ópera, e embora Mutti já o tenha feito uma vez em 1986, no teatro La Scala de Milão, o maestro hesitou pois, como ele depois disse: "não cabia um simples bis; havia de ter um propósito particular".
Dado que o público já havia revelado seu sentimento patriótico fez com que o maestro se voltasse no púlpito e encarasse o público, e com ele o próprio Berlusconi.
Fazendo-se silêncio, pronunciou-se da seguinte forma, e reagindo a um grito de "longa vida à Itália" disse RICCARDO MUTTI:
"Sim, longa vida à Itália mas... [aplausos]. Já não tenho 30 anos e já vivi a minha vida, mas como um italiano que percorreu o mundo, tenho vergonha do que se passa no meu país. Portanto aquiesço ao vosso pedido de bis para o Va Pensiero. Isto não se deve apenas à alegria patriótica que senti em todos, mas porque nesta noite, enquanto eu dirigia o côro que cantava "Ó meu pais, belo e perdido", eu pensava que a continuarmos assim mataremos a cultura sobre a qual assenta a história da Itália. Neste caso, nós, nossa pátria, será verdadeiramente "bela e perdida". [aplausos retumbantes, inclusive dos
artistas da peça] Reina aqui um "clima italiano"; eu, Mutti, me calei por longos anos.
Gostaria agora...nós deveriamos dar sentido a este canto; como estamos em nossa casa, o teatro da capital, e com um côro que cantou magnificamente e que é magnificamente acompanhado, se for de vosso agrado, proponho que todos se juntem a nós para cantarmos juntos."
Foi assim que Mutti convidou o público a cantar o Côro dos Escravos.
Toda a ópera de Roma se levantou... O coral também se levantou. Vê-se, também, o pranto dos artistas.
Foi um momento magnífico na ópera!
Um momento intenso e de grande emoção para os apaixonados pela liberdade!
AGORA NÃO DEIXEM DE VER E OUVIR PELO LINK ABAIXO
http://www.youtube.com/embed/G_gmtO6JnRs
Sylvio Berlusconi assistia, pessoalmente, à apresentação, que era dirigida pelo maestro Ricardo Mutti. Antes da apresentação o prefeito de Roma, Gianni Alemanno - ex-ministro do governo Berlusconi,
discursou, protestando contra os cortes nas verbas da cultura, o que contribuiu para politizar o evento.
Como Mutti declararia ao TIME, houve, já de início, uma incomum ovação, clima que se transformou numa verdadeira "noite de revolução" quando sentiu uma atmosfera de tensão ao se iniciar os acordes do coral "Va pensiero" o famoso hino contra a dominação. Há situações que não se pode descrever, mas apenas sentir; o silêncio absoluto do público, na expectativa do hino; clima que setransforma em fervor aos primeiros acordes do mesmo. A reação visceral do público quando o côro entoa - "Ó minha pátria, tão bela e perdida Ao terminar o hino os aplausos da plateia interrompem a ópera e o público se manifesta com gritos de "bis", "viva Itália", "viva Verdi".
Não sendo usual dar bis durante uma ópera, e embora Mutti já o tenha feito uma vez em 1986, no teatro La Scala de Milão, o maestro hesitou pois, como ele depois disse: "não cabia um simples bis; havia de ter um propósito particular".
Dado que o público já havia revelado seu sentimento patriótico fez com que o maestro se voltasse no púlpito e encarasse o público, e com ele o próprio Berlusconi.
Fazendo-se silêncio, pronunciou-se da seguinte forma, e reagindo a um grito de "longa vida à Itália" disse RICCARDO MUTTI:
"Sim, longa vida à Itália mas... [aplausos]. Já não tenho 30 anos e já vivi a minha vida, mas como um italiano que percorreu o mundo, tenho vergonha do que se passa no meu país. Portanto aquiesço ao vosso pedido de bis para o Va Pensiero. Isto não se deve apenas à alegria patriótica que senti em todos, mas porque nesta noite, enquanto eu dirigia o côro que cantava "Ó meu pais, belo e perdido", eu pensava que a continuarmos assim mataremos a cultura sobre a qual assenta a história da Itália. Neste caso, nós, nossa pátria, será verdadeiramente "bela e perdida". [aplausos retumbantes, inclusive dos
artistas da peça] Reina aqui um "clima italiano"; eu, Mutti, me calei por longos anos.
Gostaria agora...nós deveriamos dar sentido a este canto; como estamos em nossa casa, o teatro da capital, e com um côro que cantou magnificamente e que é magnificamente acompanhado, se for de vosso agrado, proponho que todos se juntem a nós para cantarmos juntos."
Foi assim que Mutti convidou o público a cantar o Côro dos Escravos.
Toda a ópera de Roma se levantou... O coral também se levantou. Vê-se, também, o pranto dos artistas.
Foi um momento magnífico na ópera!
Um momento intenso e de grande emoção para os apaixonados pela liberdade!
AGORA NÃO DEIXEM DE VER E OUVIR PELO LINK ABAIXO
http://www.youtube.com/embed/G_gmtO6JnRs
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
ESTE GATO AINDA VAI LER "TAMBWE, A UNHA DO LEÃO"
NOVO ROMANCE DE
ANTÓNIO OLIVEIRA E CASTRO
*
TAMBWE, A UNHA DO LEÃO
*
A PARTIR DE HOJE NAS LIVRARIAS.
FAÇA A SUA ENCOMENDA SEM DESPESAS DE REMESSA EM
A 23 de Setembro nas livrarias - Tambwe - A unha do leão de António de Oliveira Castro e Nuno David (ilustr.). De Lisboa a Luanda, seguindo por Paris e por bases aéreas bem guardadas na Rússia e na África do Sul, Tambwe é uma longa viagem sacudida por geografias contrastantes e pelos solavancos da descolonização e do fim da Guerra Fria. É também o percurso interior do protagonista numa Angola atormentada pela guerra. Romance de vida e de morte, só uma partitura de Brahms parece estar como energia redentora quando, na noite tropical, se abrem as portas da prisão de Luanda. Um romance de leitura compulsiva.
"MÁ GOVERNANÇA" LEVA MOODY`S A BAIXAR "RATING" DA MADEIRA
"Má governança" leva Moody's a baixar 'rating' da Madeira
Económico com Lusa
23/09/11 04:24
A agência de notação financeira justifica o ‘downgrade’ com os problemas na gestão do governo e a "fraca execução orçamental".
Em comunicado divulgado ontem à noite, a Moody's informa que baixou hoje o 'rating' de longo prazo da Madeira do nível B1 para o nível B3, acrescentando que mantém as perspectivas de um novo corte.
O corte da notação financeira da Madeira surge no mesmo dia em que Alberto João Jardim admitiu que a dívida da região deve rondar os cinco mil milhões de euros, apontando que "é mais ou menos a do Metro do Porto".
A Moody's esclarece que a revisão em baixa da notação da Região Autónoma da Madeira "reflecte as [suas] preocupações sobre a má governança e gestão da região, bem como sobre a sua fraca execução orçamental", evidenciadas pelo Ministério das Finanças num comunicado de imprensa que aponta "graves irregularidades" no reporte do orçamento da região.
"A Madeira falhou ao reportar cerca de 1,2 mil milhões de euros (aproximadamente 130% das receitas anuais da região) em responsabilidades comerciais ao longos dos últimos anos", refere a agência de notação financeira.
"Dada a magnitude das quantias encobertas, acreditamos que a Madeira vai continuar a viver pressões orçamentais por algum tempo, uma vez que absorver essas responsabilidades nos seus orçamentos deverá levar vários anos", considera a Moody's.
Ao incluir estas responsabilidades - para as quais a região não tem fundos - nas contas da dívida da região, "o 'stock' da dívida directa e indirecta da Madeira iria aumentar mais de cinco vezes até ao fim de 2011".
A Moody's alerta ainda que as necessidades elevadas de financiamento da região dificilmente serão feitas através de obrigações ou de empréstimos de longo prazo a um preço razoável.
Sublinhando o "sentimento actual do mercado em relação à emissão portuguesa [de títulos de dívida] ", a Moody's considera "essencial o apoio do Governo Central na resolução deste problema".
TODOS ESTES HOMENS, RESPONSÁVEIS PELAS DÍVIDAS DO PAÍS, DEVIAM SER PRESOS!
Jardim admite que dívida deve rondar cinco mil milhões
Económico com Lusa 23/09/11
A Moody's cortou o 'rating' da Madeira.
Alberto João Jardim afirmou que a dívida regional "é uma coisinha de nada no meio de todas".
Numa entrevista à RTP-Madeira, o cabeça de lista do PSD às eleições legislativas de 9 de Outubro anunciou que o secretário regional do Plano e Finanças vai apresentar nos próximos dias "isso tudo, onde o dinheiro foi gasto".
Para Jardim, a dívida regional "tem que ser tratada nas mesmas condições que a dívida do País", apontando que "é mais ou menos a do Metro do Porto, cinco mil e tal milhões" de euros.
O governante madeirense anunciou que o secretário (regional das Finanças, Ventura Garcês) vai apresentar "isso tudo e onde o dinheiro foi gasto, para ficar tudo clarinho antes das eleições", tendo noutro momento referido que seria "mesmo antes de Bruxelas, mesmo antes do primeiro-ministro, antes das eleições".
Jardim reafirmou que a acusação de que ocultou dados sobre a situação financeira às entidades competentes "é uma mentira que foi lançada", que tem sido aproveitada pela comunicação social, sendo que o ministro da Finanças e primeiro-ministro "acreditaram na versão do INE" [Instituto Nacional de Estatística].
"Não houve ocultação, porque quando ficou pronto foi entregue. Não há ocultação, porque os senhores, pela boca do secretário regional do Plano e Finanças, vão saber o volume total que está a acabar de ser apurado, antes mesmo de Bruxelas ter o volume total de divida, tudo, desde o cesto dos papéis, da Empresa de Electricidade, tudo" sublinhou.
O líder do PSD-Madeira voltou a salientou que optou por "aumentar a dívida" para fazer obra e evitar que a economia da região parasse, refutando as criticas de despesismo, realçando que que "o futuro da região estaria comprometido se não tivesse feito" o que fez.
Jardim esclareceu que no comício da Ponta do Sol, disse: "Se por acaso - saiu mal - se o Governo da Republica apanhava que tínhamos estado ainda a acertar com os bancos e com os credores para então apurar de facto os números que se iam dar, tinha mais um pretexto para o senhor Teixeira dos Santos fazer o que fez uma vez à Madeira, com base de ter também um défice em qualquer coisa, tirar dinheiro", um caso que ficou resolvido em tribunal.
"Como já estávamos com falta de dinheiro, outra ripada do governo socialista então é que dava cabo de tudo".
O governante insular criticou também os critérios do INE, considerando que este caso não passa de "uma ‘revanche'", dada forma como divulgou a situação, porque o governo da Madeira já tinha protestado formalmente, porque mudavam "consoante as vontades do Governo Socialista".
Admitiu ainda estar disponível, num cenário hipotético de perder a maioria nas eleições, a fazer coligação com o CDS na região.
"O CDS seria o parceiro ideal, até para ficarmos conjugados, mas está a pôr aqui uma conjuntura que não me passa pela cabeça", frisou.


O bokassa-das-ilhas passou a ter um estatuto de inimputável.É quase um criminoso comum, o que se vai passar a seguir vai-nos dar boas indicações sobre a vergonha a que chegou o país.
Só bejo palhaçada PSD !!!
...Deixem-me ver se entendemos todos bem....numa semana são 500 milhões, dois dias depois 800 milhões...4 dias depois 1,6 mil milhões, dois dias depois 5 mil milhões, o CDS fala já em 7 mil milhões (relembro que o BPN estabilizou nos 6 mil milhões) , e a cereja em cima do bolo....é referido que o buraco do metro do Porto é igual ao da Madeira, 7 mil milhões!
PORQUE SERÁ QUE AINDA NÃO SE FALOU NAS PARCERIAS PUBLICO PRIVADAS???!!!!!!! ESTÁ VISTO QUE A "BURACAGEM" SERÁ MUITO SUPERIOR A ESTES VALORES E VAMOS FICAR TODOS A PEDIR PARA PAGAR A ESTES LADRÕES!
O sr. Alberto nunca devia pertencer ao conselho de Estado. A Madeira está toda esburacada, sim tem obra feita, buraco retunda,retunda buraco retundaburaco.Só que as Pessoas não entendem é que veio Milhões e muitos Milhões para as obras, mas o dinheiro evaporou. Este homem comentou que aí no Continente tem Gente que ganhou muito dinheiro na política. Aqui na Madeira conheço deputados que quando foram para a Assembleia nem carro tinham. Hoje são Milionários
A própria oposição em Portugal ajuda a toda esta situação!
A oposição em Portugal não existe!
Pouco falta para os portugueses perderem todos os direitos e passarem a ser escravos dos senhores feudais, outra vez.
As notícias todos os dias a todas as horas não se cansam de falar da crise:
para quê?
para os portugueses se habituarem à ideia e apenas protestarem co o vizinho do lado...E DEPOIS FICA TUDO NA MESMA
OS MEDIA EM PORTUGAL ESTÃO TOTALMENTE CONTROLADOS PELO PODER, POR ISSO A RTP TEM SALÁRIOS MÉDIOS DE 40.000€
POR ISSO OS CANAIS PRIVADOS PERTENCEM AOS PARTIDOS DE DIREITA
NÃO VIVEMOS EM DEMOCRACIA NENHUMA!
Ah! outra coisa. Antes de escreverem, informem-se com quem realmente sabe, o real significado da palavra "buraco". Sendo uma expressão que envolve enorme responsabilidade, não é aquilo que os jornais fazem passar. Se se conseguirem informar, tudo bem; se não conseguirem, se assim entenderem, façam como eu; estejam quietos.
"Benito" Jardim faz ameaças em público para desmascarar as sociedades secretas para chantagear o "Poder"
Zangam-se as comadres descobrem-se as verdades!
Que País é este onde vivemos?
Meus amigos. Têm um rendimento de 1.000,00 mês. Mas, porque, alguns têm maior olhos que barriga gastam 6.000,00, Sem dar por isso, têm uma dívida de 5.000,00. Pergunto, roubaram alguma coisa? Isto quer dizer que, quando, sistematicamente, vejo aqui chamar ladrões a determinadas personalidades, é preciso ter muito cuidado. Bom , isso não quer dizer que não exista um desviosito de vez em quando e que, no final, resulte uma quantia elevada.
Há 12 anos que passo férias na Madeira/ Porto Santo. ACABOU!!!!!! Enquanto esse senho lá estiver, NÃO PONHO LÁ OS PÉS. Os madeirenses têm de ser responsabilizados por elegerem esse abutre. BOICOTEM A MADEIRA.
Continua a festa. De manhã desmente o que disse na tarde do dia anterior. Um eminente escritor português escreveu: a verdade está no vinho. Os desmentidos não são para levar a sério, são tentativas de maquilhar os estragos resultantes dos estados de euforia.
DEMITAM-SE....!
Se os conselheiros de estado incluem Dias Loureiros e Albertos Joãos, NÂO ESTARÁ NA ALTURA DE FAZERMOS UM NOVO 25 de ABRIL ??
Dívida acumulada de CINCO MIL MILHÕES de euros, mais milhão menos milhão! QUE É ISSO? Uma "coisinha de nada", sobretudo quando serão todos os portugueses a pagá-la!! Mais outro vigarista para o quadro de desonra dos políticos vigaristas deste país! Alberto J Jardim estará mano a mano com o outro hiper-vigarista dest apís, o famigerado José Sócrates!
ESPANHA - A CLASSE POLÍTICA
Campaña para acabar con los privilegios de los políticos en España .
Miércoles, 12 de Enero de 2011 13:29 Edgar Sánchez Agulló
Una plataforma web en Internet ha iniciado una curiosa campaña con la recogida global de firmas con el nada desdeñable objetivo de poner fin a los privilegios de que goza nuestra clase política actual. La meta, conseguir 500.000 apoyos para poder presentar una iniciativa legislativa popular en el Congreso de los Diputados, tal y como establece nuestra Constitución, y algo que ya se puso en práctica con la famosa, y no exenta de polémica, resolución con el tema taurino en Cataluña.
"¿Por qué los españoles tenemos que cotizar durante más de 20 años cobrando una ridícula pensión y los políticos con 7 años solo de cotización cobrando el máximo? ¿Es justo?" Se preguntan, entre otras, los impulsores de esta peculiar iniciativa.
Un diputado del Congreso cobra 3.126,52 € al mes de salario base -prosiguen- a lo que hay que añadir 1.823,86 € si el parlamentario no fue elegido por Madrid y 870,56 € si es electo por Madrid. Es decir, que un diputado gallego en el Congreso cobra como mínimo 4.950 €, un sueldo que puede aumentar en función del trabajo que desempeña en la Cámara Baja.
Sus señorías tiene derecho a unos complementos en el caso de que pertenezcan a una mesa –hay 38–, que también varían en función del cargo que ocupa en ellas (presidente, vicepresidente, secretario, etc). También hay complementos en caso de ser portavoz de un grupo parlamentario (1.978 € en gastos de representación y 1.052 € de libre disposición).
Por ejemplo, el complemento del presidente por ser un miembro de mesa es de 3.605,38 € –superior al sueldo base, a lo que se añaden los gastos de representación (3.915,16 €) y de libre disposición (3.210,08 €).
En total, el presidente de una mesa en el Congreso dispone, entre sueldo base, indemnización y complementos, de 14.727,7 € al mes (si fue elegido por Madrid) y de 15.681 € al mes (si procede de fuera de Madrid).
* Las dietas quedan exentas del fisco (y no son bajas precisamente).
* En el caso de diputados y senadores, éstas suponen entre el 21% y el 31% de su remuneración total.
* El 49% del sueldo del parlamentario gallego no se declara.
Campaña de recogida de firmas para acabar con los privilegios políticos, PINCHA AQUÍ
Para los que quieran saber más y firmar en apoyo a la causa,
http://noalossueldosdelospoliticos.blogspot.com/
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
TAMBWE, A UNHA DO LEÃO - NAS LIVRARIAS DIA 23
TAMBWE - O NOVO ROMANCE DE ANTÓNIO OLIVEIRA E CASTRO
OU PEÇA DIRECTAMENTE em www.gradiva.pt À EDITORA GRADIVA
NOVO ROMANCE DE ANTÓNIO OLIVEIRA E CASTRO COM ILUSTRAÇÕES DE NUNO DAVID - Um livro de leitura compulsiva.
Tambwe
www.gradiva.pt
De Lisboa a Luanda, seguindo por Paris e por bases aéreas bem guardadas na Rússia e na África do Sul, Tambwe é uma longa viagem sacudida por geografias contrastantes e pelos solavancos da descolonização e do fim da Guerra Fria. É também o percurso interior...
... Um livro de leitura compulsiva.
Ver mais
À VENDA NAS LIVRARIAS NO PRÓXIMO DIA 23
OU PEÇA DIRECTAMENTE em www.gradiva.pt À EDITORA GRADIVA
NOVO ROMANCE DE ANTÓNIO OLIVEIRA E CASTRO COM ILUSTRAÇÕES DE NUNO DAVID - Um livro de leitura compulsiva.
Tambwe
www.gradiva.pt
De Lisboa a Luanda, seguindo por Paris e por bases aéreas bem guardadas na Rússia e na África do Sul, Tambwe é uma longa viagem sacudida por geografias contrastantes e pelos solavancos da descolonização e do fim da Guerra Fria. É também o percurso interior...
... Um livro de leitura compulsiva.
Ver mais

www.gradiva.pt
Livraria Online da Editora Gradiva. Novidades, promoções, descontos substanciais sobre o preço de loja, entregas gratuitas em Portugal. Venda de livros através de servidor seguro para todo o Mundo. Disponíveis capítulos online para leitura.
A HERANÇA DA LÍNGUA PORTUGUESA NA ÁSIA
Escrito por Marco Ramerini
Tradução feita por Márcia Siqueira de Carvalho
A língua portuguesa foi, nos séculos XVI, XVII e XVII , a língua dos negócios nas costas do Oceano Índico, em função da expansão colonial e comercial portuguesa. O português foi usado, naquela época, não somente nas cidades asiáticas conquistadas pelos portugueses, mas também por muitos governantes locais nos seus contatos com outros estrangeiros poderosos (holandeses, ingleses, dinamarqueses, etc).
No Ceilão, por exemplo, o português foi usado para todos os contatos entre os europeus e a população nativa; vários reis do Ceilão falavam fluentemente esta língua e nomes portugueses eram comuns na nobreza. Quando os holandeses ocuparam a costa do Ceilão, principalmente sob as ordens de Van Goens, eles tomaram medidas para parar o uso da língua portuguesa. Porém, ele estava tão entranhado entre os habitantes do Ceilão que até mesmo as famílias dos burgueses holandeses começaram a usar a língua portuguesa. Em 1704, o governador Cornelius Jan Simonsz falava que : "se você fala português no Ceilão, você é entendido em todo lugar".
Também na cidade de Batávia, capital da Holanda Oriental (atual Jakarta), o português foi a língua falada nos séculos XVII e XVIII. As missões religiosas contribuíram para esta grande expansão da língua portuguesa. Isto porque desde que as comunidades se convertiam ao catolicismo, elas adotavam o português como língua materna. Também as missões protestantes (holandeses, dinamarqueses, ingleses ...) que trabalharam na Índia foram forçados a usar o português como a língua de evangelização.
A língua portuguesa também influenciou várias línguas orientais. Muitas palavras portuguesas foram incorporadas por vários idiomas orientais, como as da Índia, do suaili, malaio, indonésio, bengali, japonês, os várias do Ceilão, o tetum de Timor, africâner da África do Sul, etc.
Além disso, onde a presença portuguesa era preponderante ou mais duradoura, cresceram as comunidades de "casados" e "mestiços" que adotaram uma variedade de língua mãe: uma espécie de Creoule português.
O que restou hoje é muito pouco. Entretanto é interessante notar que, neste sentido, existem pequenas comunidades de pessoas espalhadas por toda a Ásia que continuam a usar o "creoule" português, embora não tenham mais contatos com Portugal, em alguns casos, durante séculos. Outro aspecto interessante é que durante o período mais importante da presença portuguesa na Ásia, não havia mais do que 12.000 a 14.000 portugueses, incluindo os religiosos.
Comunidades que falam Português na Ásia (Azul: Comunidades que falam Português atualmente na Ásia. Vermelho: Comunidades que falavam o Português na Ásia)
AS COMUNIDADES QUE FALAM PORTUGUÊS ATUALMENTE:
Malaca, Malásia: (Portuguese Settlement, Praya Lane, Bandara Hilir). Cerca de 1000 pessoas falam esta espécie de "creole" (Papia Kristang). Cerca de 80 % dos antigos habitantes da colonia portuguesa em Malacca falam Kristang, que também é falado atualmente em Singapora e Kuala Lumpur. Kristang é muito parecido com o malaio local na sua estrutura gramatical, mas 95% do seu vocabulário deriva do português. Não muito tempo tempo atrás o português também era falado em Pulau Tikus (Penang) mas agora é considerado extinto. A comunidade eurasiana tem 12.000 membros na Peninsula Malaia. Activo é MPEA (Malacca Portuguese Eurasian Association) e SPEMA (Secretariat of the Portuguese/Eurasian Malaysian Associations) com 7 associações dos seus membros em Alor Star, Penang, Perak, Malacca (MPEA), Kuala Lumpur, Seremban e Johor Baru. Ha também em Singapura uma associaçao Eurasiatica. Malaca se separou do domínio português em 1641.
Korlai, Índia: (perto de Chaul). Cerca de 900 pessoas falam o creole português e esta comunidade tem a sua igreja chamada: "Igreja de Nossa Senhora do Monte Carmelo" Chaul se separou do domínio português em 1740.
Damão, Índia: (Damão Grande ou Praça, Campo dos Remédios, Jumprim, Damão da Cima). Cerca de 2000 pessoas falam esta espécie de Creole Português. Damão se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Ceilão (Sri Lanka): [Burgueses Portugueses em Batticaloa (Koolavaddy, Mamangam, Uppodai, Dutch Bar, Akkaraipattu); Trincomalee (Palayuttu); comunidades Kaffir de Mannar e Puttalam ]. Atualmente é apenas usado entre as 250 famílias em suas casas em Batticaloa até 1984. Muitos emigraram para a Austrália. Ainda há 100 famílias em Batticaloa e Trincomalee e cerca de 80 famílias Afro-Sinhalese (Kaffir) em Puttalam. Quase extinta. Em Batticaloa existe o Clube de Recreio"Shamrock" or "Batticaloa Catholic Burgher Union". Ha uma pequena comunidade de descendentes portugues na aldeia de WahaKotte (circa 7°42'N. - 80°36'E) (Centro do Sri Lanka, seis quilometros de Galewala estrada entre Galewala e Matale), eles são Catolicos Romanos, mas são acerca de dois geracão que Creole Português não é falado. Ceilão se separou do domínio português em 1658.
Macau: Cerca de 2.000 pessoas fala o português como sua primeira língua, e perto de 11.500 como sua segunda língua. Apenas poucas mulheres idosas falam o Macauense um Creole Macau-Português. O "Instituto Cultural de Macau" e a "Fundação do Oriente" estão funcionando. Existe também um canal de TV e vários jornais voltados inteiramente para o português. Macau em 20 de Dezembro de 1999 voltou a fazer parte da China. Hong Kong: Centenas de pessoas falam o Macauense. Quase todas são emigrantes de Macau. Nunca foi colonia portuguesa.
Goa, Índia: O idioma português está desaparecendo rapidamente de Goa. Atualmente ele é falado por um pequeno setor das famílias mais abastadas e apenas 3 a 5 % da populaçãio continua falando-o (estima-se de 30.000 a 50.000 pessoas). Atualmente 35% da população de Goa são imigraantes de outros estados indianos. Nas escolas da Índia ele é ensinado como a terceira língua (não obrigatória). Existe um departamento de Português na Universidade de Goa, mas a "Fundação do Oriente" e a Sociedade de Amizade Indo-Portuguesa ainda estão em funcionamento. O último jornal em língua protuguesa foi publicado na década de 80. Em Panaji muitos cartazes em português ainda são visíveis em lojas, edifícios públicos, etc. Goa se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Diu, Índia: Aqui o idioma creole protuguês está quase extinto. Diu se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Timor Leste: Os que falavam o português em 1950 não ultrapassavam a 10.000 pessoas e em 1974 apenas 10% a 20% da população. Em 1975: O Timor Leste tinha 700 000 habitantes dos quais : 35 a 70 000 sabiam ler e escrever em português e 100 a 140 000 podiam falar e entender esta língua. Até1981, o português foi a língua da Igreja de Timor, quando foi substituído pelo Tetum. Entretanto ele é comumente usado como idioma de negócios na cidade de Dili. O português permaneceu como a língua da resistência anti-Indonésia e de comunicação externa da Igreja Católica. O português criole de Timor (Português de Bidau) hoje está praticamente extinto. Ele é falado próximo a Dili, Lifau e Bidau. Indonesia invadiu o Timor Leste em 1975. Entretanto, nenhuma nação reconheceu esta anexação militar. Timor Leste tornou-se um estado independente, 20 de maio de 2002. A lingua oficial de Timor-Leste está o português.
Flores, Indonésia: (Larantuka, Sikka) Aqui o português sobrevive nas tradições religiosas e na comunidadeTopasses (os descendentes dos homens portugueses com as mulheres nativas) utilizam-no nas suas preces. Aos sábados, as mulheres de Larantuka rezam o rosário numa forma corrompida de português. Na área de Sikka, no Leste de Flores, muitas pessoas são descendentes de portugueses e ainda (???) usam esta língua. Existe uma Confraria chamada de "Reinja Rosari". Portugal retirou-se em 1859.
ATÉ POUCOS ANOS ATRÁS, COMUNIDADES QUE FALAVAM O PORTUGUÊS EXISTIAM EM:
Ceilão (Sri Lanka): (O Creole Português era falado pela comunidade burguesa holandesa) Até o início do século XX, o creole português era falado pelos membros desta comunidade. Até depois da Segunda Guerra Mundial, os católicos do Sri Lanka, em Colombo se reuniam nas missas faladas em português (como a igreja de Santo Antônio, em Dematagoda). Após a segunda metade deste século, parte destes católicos tão antigos começaram a freqüentar missas em grupos cada vez menores nas igrejas católicas na cidade (Dematagoda, Hulftsdorp, Kotahena, Kotte, Nugegoda e Wellawatte). Embora era uma língua falada, o português estáva perdendo rapidamente a sua importância original nos serviços religiosos nas igrejas católicas (sendo substituído pelo inglês mais moderno e mais procurado).
Jakarta-Batavia-Tugu, Indonésia: (um subúrbio de Jakarta). Aqui, até o início do século XX uma espécie de português corrompido ainda era falado pela população cristã em Tugu. O último habitante que falava creole morreu em 1978. Nunca esteve sob domínio de Portugal.
Cochim, Índia: (Vypeen). Desapareceu nos últimos 20 anos. A comunidade portuguesa/hindu (2.000 pessoas) frequenta a velha igreja de Nossa Senhora da Esperança. Portugal retirou-se de Cochim em 1663.
Bombaim or do Norte, Índia: (Baçaim, Salsette, Thana, Chevai, Mahim, Tecelaria, Dadar, Parel, Cavel, Bandora-Badra, Govai, Morol, Andheri, Versova, Malvan, Manori, Mazagão) Em 1906, este Creole foi, depois do Ceilão, o dialeto indo-português mais importante. Em1906 ainda existia perto de 5.000 pessoas que falavam o Creole Português como,língua materna, e 2.000 estavam em Bombaim e Mahim, 1.000 estavam em Bandora, 500 em Thana, 100 em Curla, 50 em Baçaim e 1.000 em outras vilas. Não existia, naquela época, escolas em creole-português e as classes mais ricas substituiram-no pelo inglês. (Costa, Dalgado).
Coromandel, Índia: (Meliapore, Madras, Tuticorin, Cuddalore, Karikal, Pondicherry, Tranquebar, Manapar, Negapatam…..) Na costa de Coromandel, os descendentes dos portugueses são geralmente conhecidos como "Topasses", eram católicos e falavam o creole português. Com a chegada do domínio inglês na Índia, eles começaram a falar a língua inglesa em lugar do português e também alglicizaram seus nomes. Atualmente fazem parte da comunidade aurasiana. Em Negapatam, em 1883, ainda existiam 20 famílias que falavam o indo-português. (Schuchardt, Dalgado)
DESAPARECEU JÁ HÁ MUITOS ANOS:
Solor & Adonara, Indonésia: Solor, Adonara (Vure)
Ilha de Java -Batávia, Indonésia: (comunidade holandesa de Batávia, Mardijkers) Os Mardijkers são os descendentes dos antigos escravos de Malacca, Bengal, Coromandel, Malabar, que foram convertidos ao Protestantismo quando libertados. Eles falavam uma espécie de creole-português e eram o ramo principal da comunidade portuguesa da Batávia. Depois da conquista holandesa de Malacca e do Ceilão eles cresceram consideravelmente. Em 1673, foi construída uma igreja protestante, para a comunidade portuguesa na Batávia e depois, no século XVII, uma segunda igreja foi construída. Em 1713, esta comunidade tinha cerca de 4.000 membros. < Lopes > Até 1750, o português foi a primeira língua na Batávia, porém, depois o malaio passou a dominar. Em 1808, o reverendo Engelbrecht celebrou a última missa em português. Em 1816, a comunidade portuguesa foi incorporada pela comunidade malaia. Também entre as famílias holandesas da Batávia, a língua portuguesa foi intensamente usada até 1750, apesar dos esforços do Governo Holandês contra o seu uso.
Mangalore, Índia: Mangalore.
Cannanore, Índia: Cannanore.
Bengala, Índia-Bangladesh: (Balasore, Pipli, Chandernagore, Chittagong, Midnapore, Hugli……) A língua portuguesa foi, nos séculos XVII e XVIII, a "lingua franca" em Bengala. Depois de 1811, o português era usado em todas as igrejas cristãs (católicas e protestantes) de Calcutá. No início do século XX, apenas umas poucas famílias falavam uma forma corrompida de português misturadas com muitas palavras da língua inglesa. (Campos)
Moluccas, Indonésia: (Ternate, Ambon, Banda, Makasar) Ternateno, um creole Português que foi falado nas ilhas de Ternate e West Halmahera, atualmente está extinto. Ambon, aqui o português sobrevive na língua actualmente falada o Malayu-Ambom, o que contem cerca de 350 termos de origem portuguesa.
Nas costas da Índia, existiam cerca de 44 comunidades onde o português era falado.
Tradução feita por Márcia Siqueira de Carvalho
A língua portuguesa foi, nos séculos XVI, XVII e XVII , a língua dos negócios nas costas do Oceano Índico, em função da expansão colonial e comercial portuguesa. O português foi usado, naquela época, não somente nas cidades asiáticas conquistadas pelos portugueses, mas também por muitos governantes locais nos seus contatos com outros estrangeiros poderosos (holandeses, ingleses, dinamarqueses, etc).
No Ceilão, por exemplo, o português foi usado para todos os contatos entre os europeus e a população nativa; vários reis do Ceilão falavam fluentemente esta língua e nomes portugueses eram comuns na nobreza. Quando os holandeses ocuparam a costa do Ceilão, principalmente sob as ordens de Van Goens, eles tomaram medidas para parar o uso da língua portuguesa. Porém, ele estava tão entranhado entre os habitantes do Ceilão que até mesmo as famílias dos burgueses holandeses começaram a usar a língua portuguesa. Em 1704, o governador Cornelius Jan Simonsz falava que : "se você fala português no Ceilão, você é entendido em todo lugar".
Também na cidade de Batávia, capital da Holanda Oriental (atual Jakarta), o português foi a língua falada nos séculos XVII e XVIII. As missões religiosas contribuíram para esta grande expansão da língua portuguesa. Isto porque desde que as comunidades se convertiam ao catolicismo, elas adotavam o português como língua materna. Também as missões protestantes (holandeses, dinamarqueses, ingleses ...) que trabalharam na Índia foram forçados a usar o português como a língua de evangelização.
A língua portuguesa também influenciou várias línguas orientais. Muitas palavras portuguesas foram incorporadas por vários idiomas orientais, como as da Índia, do suaili, malaio, indonésio, bengali, japonês, os várias do Ceilão, o tetum de Timor, africâner da África do Sul, etc.
![]() |
Além disso, onde a presença portuguesa era preponderante ou mais duradoura, cresceram as comunidades de "casados" e "mestiços" que adotaram uma variedade de língua mãe: uma espécie de Creoule português.
O que restou hoje é muito pouco. Entretanto é interessante notar que, neste sentido, existem pequenas comunidades de pessoas espalhadas por toda a Ásia que continuam a usar o "creoule" português, embora não tenham mais contatos com Portugal, em alguns casos, durante séculos. Outro aspecto interessante é que durante o período mais importante da presença portuguesa na Ásia, não havia mais do que 12.000 a 14.000 portugueses, incluindo os religiosos.
Comunidades que falam Português na Ásia (Azul: Comunidades que falam Português atualmente na Ásia. Vermelho: Comunidades que falavam o Português na Ásia)
AS COMUNIDADES QUE FALAM PORTUGUÊS ATUALMENTE:
Malaca, Malásia: (Portuguese Settlement, Praya Lane, Bandara Hilir). Cerca de 1000 pessoas falam esta espécie de "creole" (Papia Kristang). Cerca de 80 % dos antigos habitantes da colonia portuguesa em Malacca falam Kristang, que também é falado atualmente em Singapora e Kuala Lumpur. Kristang é muito parecido com o malaio local na sua estrutura gramatical, mas 95% do seu vocabulário deriva do português. Não muito tempo tempo atrás o português também era falado em Pulau Tikus (Penang) mas agora é considerado extinto. A comunidade eurasiana tem 12.000 membros na Peninsula Malaia. Activo é MPEA (Malacca Portuguese Eurasian Association) e SPEMA (Secretariat of the Portuguese/Eurasian Malaysian Associations) com 7 associações dos seus membros em Alor Star, Penang, Perak, Malacca (MPEA), Kuala Lumpur, Seremban e Johor Baru. Ha também em Singapura uma associaçao Eurasiatica. Malaca se separou do domínio português em 1641.
Korlai, Índia: (perto de Chaul). Cerca de 900 pessoas falam o creole português e esta comunidade tem a sua igreja chamada: "Igreja de Nossa Senhora do Monte Carmelo" Chaul se separou do domínio português em 1740.
Damão, Índia: (Damão Grande ou Praça, Campo dos Remédios, Jumprim, Damão da Cima). Cerca de 2000 pessoas falam esta espécie de Creole Português. Damão se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Ceilão (Sri Lanka): [Burgueses Portugueses em Batticaloa (Koolavaddy, Mamangam, Uppodai, Dutch Bar, Akkaraipattu); Trincomalee (Palayuttu); comunidades Kaffir de Mannar e Puttalam ]. Atualmente é apenas usado entre as 250 famílias em suas casas em Batticaloa até 1984. Muitos emigraram para a Austrália. Ainda há 100 famílias em Batticaloa e Trincomalee e cerca de 80 famílias Afro-Sinhalese (Kaffir) em Puttalam. Quase extinta. Em Batticaloa existe o Clube de Recreio"Shamrock" or "Batticaloa Catholic Burgher Union". Ha uma pequena comunidade de descendentes portugues na aldeia de WahaKotte (circa 7°42'N. - 80°36'E) (Centro do Sri Lanka, seis quilometros de Galewala estrada entre Galewala e Matale), eles são Catolicos Romanos, mas são acerca de dois geracão que Creole Português não é falado. Ceilão se separou do domínio português em 1658.
Macau: Cerca de 2.000 pessoas fala o português como sua primeira língua, e perto de 11.500 como sua segunda língua. Apenas poucas mulheres idosas falam o Macauense um Creole Macau-Português. O "Instituto Cultural de Macau" e a "Fundação do Oriente" estão funcionando. Existe também um canal de TV e vários jornais voltados inteiramente para o português. Macau em 20 de Dezembro de 1999 voltou a fazer parte da China. Hong Kong: Centenas de pessoas falam o Macauense. Quase todas são emigrantes de Macau. Nunca foi colonia portuguesa.
Goa, Índia: O idioma português está desaparecendo rapidamente de Goa. Atualmente ele é falado por um pequeno setor das famílias mais abastadas e apenas 3 a 5 % da populaçãio continua falando-o (estima-se de 30.000 a 50.000 pessoas). Atualmente 35% da população de Goa são imigraantes de outros estados indianos. Nas escolas da Índia ele é ensinado como a terceira língua (não obrigatória). Existe um departamento de Português na Universidade de Goa, mas a "Fundação do Oriente" e a Sociedade de Amizade Indo-Portuguesa ainda estão em funcionamento. O último jornal em língua protuguesa foi publicado na década de 80. Em Panaji muitos cartazes em português ainda são visíveis em lojas, edifícios públicos, etc. Goa se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Diu, Índia: Aqui o idioma creole protuguês está quase extinto. Diu se separou do domínio português em Dezembro de 1961.
Timor Leste: Os que falavam o português em 1950 não ultrapassavam a 10.000 pessoas e em 1974 apenas 10% a 20% da população. Em 1975: O Timor Leste tinha 700 000 habitantes dos quais : 35 a 70 000 sabiam ler e escrever em português e 100 a 140 000 podiam falar e entender esta língua. Até1981, o português foi a língua da Igreja de Timor, quando foi substituído pelo Tetum. Entretanto ele é comumente usado como idioma de negócios na cidade de Dili. O português permaneceu como a língua da resistência anti-Indonésia e de comunicação externa da Igreja Católica. O português criole de Timor (Português de Bidau) hoje está praticamente extinto. Ele é falado próximo a Dili, Lifau e Bidau. Indonesia invadiu o Timor Leste em 1975. Entretanto, nenhuma nação reconheceu esta anexação militar. Timor Leste tornou-se um estado independente, 20 de maio de 2002. A lingua oficial de Timor-Leste está o português.
Flores, Indonésia: (Larantuka, Sikka) Aqui o português sobrevive nas tradições religiosas e na comunidadeTopasses (os descendentes dos homens portugueses com as mulheres nativas) utilizam-no nas suas preces. Aos sábados, as mulheres de Larantuka rezam o rosário numa forma corrompida de português. Na área de Sikka, no Leste de Flores, muitas pessoas são descendentes de portugueses e ainda (???) usam esta língua. Existe uma Confraria chamada de "Reinja Rosari". Portugal retirou-se em 1859.
ATÉ POUCOS ANOS ATRÁS, COMUNIDADES QUE FALAVAM O PORTUGUÊS EXISTIAM EM:
Ceilão (Sri Lanka): (O Creole Português era falado pela comunidade burguesa holandesa) Até o início do século XX, o creole português era falado pelos membros desta comunidade. Até depois da Segunda Guerra Mundial, os católicos do Sri Lanka, em Colombo se reuniam nas missas faladas em português (como a igreja de Santo Antônio, em Dematagoda). Após a segunda metade deste século, parte destes católicos tão antigos começaram a freqüentar missas em grupos cada vez menores nas igrejas católicas na cidade (Dematagoda, Hulftsdorp, Kotahena, Kotte, Nugegoda e Wellawatte). Embora era uma língua falada, o português estáva perdendo rapidamente a sua importância original nos serviços religiosos nas igrejas católicas (sendo substituído pelo inglês mais moderno e mais procurado).
Jakarta-Batavia-Tugu, Indonésia: (um subúrbio de Jakarta). Aqui, até o início do século XX uma espécie de português corrompido ainda era falado pela população cristã em Tugu. O último habitante que falava creole morreu em 1978. Nunca esteve sob domínio de Portugal.
Cochim, Índia: (Vypeen). Desapareceu nos últimos 20 anos. A comunidade portuguesa/hindu (2.000 pessoas) frequenta a velha igreja de Nossa Senhora da Esperança. Portugal retirou-se de Cochim em 1663.
Bombaim or do Norte, Índia: (Baçaim, Salsette, Thana, Chevai, Mahim, Tecelaria, Dadar, Parel, Cavel, Bandora-Badra, Govai, Morol, Andheri, Versova, Malvan, Manori, Mazagão) Em 1906, este Creole foi, depois do Ceilão, o dialeto indo-português mais importante. Em1906 ainda existia perto de 5.000 pessoas que falavam o Creole Português como,língua materna, e 2.000 estavam em Bombaim e Mahim, 1.000 estavam em Bandora, 500 em Thana, 100 em Curla, 50 em Baçaim e 1.000 em outras vilas. Não existia, naquela época, escolas em creole-português e as classes mais ricas substituiram-no pelo inglês. (Costa, Dalgado).
Coromandel, Índia: (Meliapore, Madras, Tuticorin, Cuddalore, Karikal, Pondicherry, Tranquebar, Manapar, Negapatam…..) Na costa de Coromandel, os descendentes dos portugueses são geralmente conhecidos como "Topasses", eram católicos e falavam o creole português. Com a chegada do domínio inglês na Índia, eles começaram a falar a língua inglesa em lugar do português e também alglicizaram seus nomes. Atualmente fazem parte da comunidade aurasiana. Em Negapatam, em 1883, ainda existiam 20 famílias que falavam o indo-português. (Schuchardt, Dalgado)
DESAPARECEU JÁ HÁ MUITOS ANOS:
Solor & Adonara, Indonésia: Solor, Adonara (Vure)
Ilha de Java -Batávia, Indonésia: (comunidade holandesa de Batávia, Mardijkers) Os Mardijkers são os descendentes dos antigos escravos de Malacca, Bengal, Coromandel, Malabar, que foram convertidos ao Protestantismo quando libertados. Eles falavam uma espécie de creole-português e eram o ramo principal da comunidade portuguesa da Batávia. Depois da conquista holandesa de Malacca e do Ceilão eles cresceram consideravelmente. Em 1673, foi construída uma igreja protestante, para a comunidade portuguesa na Batávia e depois, no século XVII, uma segunda igreja foi construída. Em 1713, esta comunidade tinha cerca de 4.000 membros. < Lopes > Até 1750, o português foi a primeira língua na Batávia, porém, depois o malaio passou a dominar. Em 1808, o reverendo Engelbrecht celebrou a última missa em português. Em 1816, a comunidade portuguesa foi incorporada pela comunidade malaia. Também entre as famílias holandesas da Batávia, a língua portuguesa foi intensamente usada até 1750, apesar dos esforços do Governo Holandês contra o seu uso.
Mangalore, Índia: Mangalore.
Cannanore, Índia: Cannanore.
Bengala, Índia-Bangladesh: (Balasore, Pipli, Chandernagore, Chittagong, Midnapore, Hugli……) A língua portuguesa foi, nos séculos XVII e XVIII, a "lingua franca" em Bengala. Depois de 1811, o português era usado em todas as igrejas cristãs (católicas e protestantes) de Calcutá. No início do século XX, apenas umas poucas famílias falavam uma forma corrompida de português misturadas com muitas palavras da língua inglesa. (Campos)
Moluccas, Indonésia: (Ternate, Ambon, Banda, Makasar) Ternateno, um creole Português que foi falado nas ilhas de Ternate e West Halmahera, atualmente está extinto. Ambon, aqui o português sobrevive na língua actualmente falada o Malayu-Ambom, o que contem cerca de 350 termos de origem portuguesa.
Nas costas da Índia, existiam cerca de 44 comunidades onde o português era falado.
BRASIL - AULA DE HISTÓRIA
AULA DE HISTÓRIA
Em 1918, já no final da 1ª Guerra Mundial, nossos navios receberam ordens dos ingleses para seguirem para Gibraltar, tendo ocorrido na rota alguns incidentes.
Em 1918, já no final da 1ª Guerra Mundial, nossos navios receberam ordens dos ingleses para seguirem para Gibraltar, tendo ocorrido na rota alguns incidentes.
O Almirante Frontin fora alertado pra tomar cuidado, pois o encouraçado Britânia, designado para acompanhar a flotilha brasileira, tinha sido afundado em rota por um submarino e havia um alerta de presença de submergíveis na área.
Desta forma, foi com muita tensão que navegamos, o que pode ser a explicação para as confusões que ocorreram.
A primeira e mais conhecida foi a 'Batalha das Toninhas', quando um cardume desses mamíferos foi confundido com o rastro de um periscópio, fazendo com que o navio Bahia disparasse seus canhões contra "os submarinos alemães".
Agora veja o vídeo anexo e a performance do professor......
Agora veja o vídeo anexo e a performance do professor......
DEVOLUÇÃO DOS PRÉMIOS FRAUDULENTOS
Devolução dos Prémios fraudulentos
Eis uma oportuna e muito responsável iniciativa. Mas a seguir, parece-me, torna-se necessário o desenvolvimento de assembleias, onde se discutam e aprovem soluções de âmbito regional e nacional, com vista à organização de um MOVIMENTO de ampla participação popular, que defina princípios correctivos para a sociedade portuguesa, consagre a participação popular nas grandes decisões que lhe digam respeito, consagre o princípio da fiscalização do INTERESSE PÚBLICO, e se manifeste com suficiente capacidade para pressionar a adopção das medidas necessárias.
Os PORTUGUESES têem que se manifestar com seriedade e maturidade política, e esta ocasião não parece de desperdiçar.
POR FAVOR LEIAM E VAMOS TODOS COLABORAR A BEM DA DIGNIDADE NACIONAL
Como é do conhecimento geral, tem-se agora tornado público as ciclópicas dívidas à Banca Financeira, de certas (quase todas) Empresas Públicas como, p.ex., REFER, TAP, METRO, CARRIS, etç., e isto
porque não conseguem mais financiamento.
Estas grandes dívidas estavam no segredo dos deuses. Agora já não podem mais ser escondidas.
Acontece que ao longo dos anos, os Administradores (grandes cérebros) foram recebendo anualmente repugnantes Prémios Milionários pelos 'excelentes desempenhos'.
Está na hora! ...Vai ser agora!
O 'Movimento Geração à Rasca' deverá organizar uma Petição ao Governo para que sejam devolvidos todos os fraudulentos prémios recebidos pelos administradores das Empresas Públicas que acumularam prejuízos ao longo da sua existência, ou pelo menos desde 2000.
TODOS PELA DEVOLUÇÃO DOS PRÉMIOS!!!
Tal como o Teixeira fez à maioria dos pobres Portugueses, mais ou menos incautos (penhorando impiedosamente os seus parcos recursos e lares) agora é a hora de exigir aos Sacadores do Estado a devolução (com ou sem penhora) dos valores sacados.
Caso o Governo não satisfaça esta Petição, será ser organizada uma Manifestação Nacional, junto da Assembleia da Republica em dia a determinar.
NOTA: E porque não dizer "O Movimento gerações à rasca" deverá organizar uma "guerra" para que estes pulhas que nos governam e se governam, bem como os seus afilhados e padrinhos (os boys), parem de roubar e de sacar o que nos pertence.....
Eis uma oportuna e muito responsável iniciativa. Mas a seguir, parece-me, torna-se necessário o desenvolvimento de assembleias, onde se discutam e aprovem soluções de âmbito regional e nacional, com vista à organização de um MOVIMENTO de ampla participação popular, que defina princípios correctivos para a sociedade portuguesa, consagre a participação popular nas grandes decisões que lhe digam respeito, consagre o princípio da fiscalização do INTERESSE PÚBLICO, e se manifeste com suficiente capacidade para pressionar a adopção das medidas necessárias.
Os PORTUGUESES têem que se manifestar com seriedade e maturidade política, e esta ocasião não parece de desperdiçar.
POR FAVOR LEIAM E VAMOS TODOS COLABORAR A BEM DA DIGNIDADE NACIONAL
Como é do conhecimento geral, tem-se agora tornado público as ciclópicas dívidas à Banca Financeira, de certas (quase todas) Empresas Públicas como, p.ex., REFER, TAP, METRO, CARRIS, etç., e isto
porque não conseguem mais financiamento.
Estas grandes dívidas estavam no segredo dos deuses. Agora já não podem mais ser escondidas.
Acontece que ao longo dos anos, os Administradores (grandes cérebros) foram recebendo anualmente repugnantes Prémios Milionários pelos 'excelentes desempenhos'.
Está na hora! ...Vai ser agora!
O 'Movimento Geração à Rasca' deverá organizar uma Petição ao Governo para que sejam devolvidos todos os fraudulentos prémios recebidos pelos administradores das Empresas Públicas que acumularam prejuízos ao longo da sua existência, ou pelo menos desde 2000.
TODOS PELA DEVOLUÇÃO DOS PRÉMIOS!!!
Tal como o Teixeira fez à maioria dos pobres Portugueses, mais ou menos incautos (penhorando impiedosamente os seus parcos recursos e lares) agora é a hora de exigir aos Sacadores do Estado a devolução (com ou sem penhora) dos valores sacados.
Caso o Governo não satisfaça esta Petição, será ser organizada uma Manifestação Nacional, junto da Assembleia da Republica em dia a determinar.
NOTA: E porque não dizer "O Movimento gerações à rasca" deverá organizar uma "guerra" para que estes pulhas que nos governam e se governam, bem como os seus afilhados e padrinhos (os boys), parem de roubar e de sacar o que nos pertence.....
HUMOR EM TEMPO DE CRISE - O DISCURSO DE PEDRO PASSOS COELHO.
O discurso de Passos Coelho......
Passos Coelho está a fazer um dos seus famosos discursos:
- E a partir de agora temos de fazer mais sacrifícios!
Ouve-se uma voz na multidão:
- Trabalharemos o dobro!
Passos continua:
- E temos de entender que haverá menos alimentos!
A mesma voz:
- Trabalharemos o triplo!
Passos prossegue:
- E as dificuldades vão aumentar!
- Trabalharemos o quádruplo!
Passos vira-se para o chefe da segurança e pergunta:
- Quem é esse idiota que vai trabalhar tanto?
- O coveiro! - respondeu.
A ATRACÇÃO TURÍSTICA DO BURACO DA MADEIRA
2011/09/19Mónico Pedro 2 Comments

As agências de viagens estrangeiras aproveitam o recente protagonismo da Madeira nos media internacionais para lançar novos pacotes especiais para a observação do buraco financeiro da Região. Depois da observação de cetáceos, da contemplação de jardins e do birdwatching, os tour operators acreditam ter descoberto um novo mercado.

As agências de viagens estrangeiras aproveitam o recente protagonismo da Madeira nos media internacionais para lançar novos pacotes especiais para a observação do buraco financeiro da Região. Depois da observação de cetáceos, da contemplação de jardins e do birdwatching, os tour operators acreditam ter descoberto um novo mercado.
“O interesse tem sido enorme”, diz-nos um responsável, que não quis ser identificado para não entregar o ouro ao bandido. “Para além das qualidades que já todos lhe reconhecem, como a natureza e o fogo de artifício na passagem de ano, a Madeira tem uma nova atração que é quase única no Mundo: um Buraco Colossal!” Para este alto quadro de uma das maiores agências mundiais, “não há outro lugar onde se possa observar, em simultâneo, um gigantesco fogo de artifício no céu e um colossal buraco no chão!”
Um especialista em turismo afirma que o importante agora é saber capitalizar, complementando a oferta à volta do buraco. “Repare, isto é tudo uma questão de criatividade e know how. O Buraco Colossal é só o começo… É a âncora! À volta dele, temos de promover mais oferta do mesmo género, de modo a fixar este tipo de turista.”
Outro agente de viagens concorda e diz que será muito fácil fazê-lo: “A Madeira tem, de facto, inúmeras atrações que permitem apresentar uma oferta completa aos nossos clientes. Com um Buraco Colossal, um circo no parlamento e uma classe política recheada de dinossauros e marionetas, isto pode ser melhor do que a EuroDisney!”
2 Comments → “Agências de Viagens lançam pacotes para observação do Buraco da Madeira”
O OUTRO LADO DA LÍBIA
SISTEMA DE IRRIGAÇÃO AGRÍCOLA
Como sempre, convém ver o outro lado da moeda.
O que os Media NÃO vão mostrar:
I - KADDAFI, POR PIOR QUE SE QUEIRA CONSIDERAR OU JULGAR,
TEMOS QUE REFERIR E DAR A CONHECER QUE A ONU CONSTATOU EM 2007, O SEGUINTE:
1 - Maior Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África ;
2 - Ensino gratuito até à Universidade;
3 - 10% dos alunos universitários estudam na Europa, EUA, etc... e com tudo pago;
4 - Ao casar, o casal recebe até 50.000 US$ para adquirir seus bens;
5 - Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus. Equipamentos de última geração, etc...;
6 - Empréstimos pelo Banco estatal sem juros;
7 - Inaugurado em 2007, maior sistema de irrigação do mundo, que vem tornando o deserto (95% da Líbia) em fazendas produtoras de alimentos.;
E assim vai....(ou ía)
II - PORQUE DETONAR A LÍBIA ENTÃO?....
Três (3) principais motivos:
1 - Possuir o seu petróleo, de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas;
2 - Fazer com que todo mar Mediterrâneo fique sob controle da NATO. Só falta agora a Síria;
3 - E, provàvelmente, um dos maiores motivos, é que o Banco Central Líbio não é atrelado ao sistema mundial Financeiro.
As suas reservas são toneladas de ouro, dando cobertura ao valor da moeda, o dinar, e desatrelado das flutuações do dólar.
O sistema financeiro internacional ficou possesso com Kaddafi, por ter apresentado e quase conseguir, que os países africanos formassem uma moeda única desligada do dólar.
III - O QUE É O ATAQUE HUMANITÁRIO PARA LIVRAR O POVO LÍBIO:
1 - A NATO comandada pelos EUA, já bombardearam as principais cidades Líbias com milhares de bombas e mísseis que são capazes de destruir um quarteirão inteiro. Os prédios e infra estrutura de água, esgoto, gás e luz estão sèriamente danificados;
2 - As bombas usadas contem DU (Uranio depletado) tempo de vida 3 bilhões de ano (causa cancer e deformações genéticas);
3 - Metade das crianças líbias estão traumatizadas psicológicamente por causa das explosões que parecem um terremoto e racham as casas;
4 - Com o bloqueio marítimo e aéreo da NATO, principalmente as crianças sofrem com a falta de remédios e alimentos;
5 - A água já não mais é potável em boa parte do país. De novo as crianças são as mais atingidas;
6 - Cerca de 150.000 pessoas por dia, deixam o país através das fronteiras com a Tunísia e o Egito. Vão para o deserto ao relento, sem água nem comida;
7 - Mesmo que o bombardeio terminasse hoje, cerca de 4 milhões de pessoas estariam precisando de ajuda humanitária para sobreviver: Água e comida.
De uma população de 6,5 milhões de pessoas.
Em suma: O bombardeio "humanitário", acabou com a nação líbia. Nunca mais haverá a nação Líbia. Foram varridos do mapa.
SIMPLES ASSIM, COMO SE ESSAS VIDAS NADA REPRESENTASSEM..., A FAVOR DE UMA LIBERDADE QUE SÓ OS EUROPEUS E AMERICANOS CONHECEM, E QUANDO LHES CONVÉM.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
APAREÇA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NO PRÓXIMO DIA 23
Lembra-se de ter assinado a petição em referência?
Vai a debate no plenário da AR no próximo dia 23 de Setembro: Apareça se puder!
E a propósito : ASSUNÇÃO ESTEVES : Reformada aos 42 anos!
Será que a actual presidente da Assembleia da República acumula a reforma com o vencimento de presidente da AR?
Estará certo os políticos reformarem-se antes do 65 anos e manterem-se no activo em acumulação de vencimentos e funções, privadas e públicas?
ALEMANHA, RAINHA DAS DÍVIDAS
Alemanha, rainha das dividas
Quem pagou os estragos do Hitler?
Convém relembrar a História....e chatear também um pouco os alemães…
Alemanha "rainha das dívidas" publicado 21 Junho 2011
A chanceler alemã, Angela Merkel Michael Kappeler
Quem pagou os estragos do Hitler?
Convém relembrar a História....e chatear também um pouco os alemães…
Alemanha "rainha das dívidas" publicado 21 Junho 2011
A chanceler alemã, Angela Merkel Michael Kappeler
O historiador Albrecht Ritschl evoca hoje em entrevista ao site de Der Spiegel vários momentos na História do século XX em que a Alemanha equilibrou as suas contas à custa de generosas injecções de capital norte-americano ou do cancelamento de dívidas astronómicas, suportadas por grandes e pequenos países credores.
Ritschl começa por lembrar que a República de Weimar viveu entre 1924 e 1929 a pagar com empréstimos norte-americanos as reparações de guerra a que ficara condenada pelo Tratado de Versalhes, após a derrota sofrida na Primeira Grande Guerra. Como a crise de 1931, decorrente do crash bolsista de 1929, impediu o pagamento desses empréstimos, foram os EUA a arcar com os custos das reparações.
A Guerra Fria cancela a dívida alemã
Depois da Segunda Guerra Mundial, os EUA anteciparam-se e impediram que fossem exigidas à Alemanha reparações de guerra tão avultadas como o foram em Versalhes. Quase tudo ficou adiado até ao dia de uma eventual reunificação alemã. E, lembra Ritschl, isso significou que os trabalhadores escravizados pelo nazismo não foram compensados e que a maioria dos países europeus se viu obrigada a renunciar às indemnizações que lhe correspondiam devido à ocupação alemã.
No caso da Grécia, essa renúncia foi imposta por uma sangrenta guerra civil, ganha pelas forças pró-ocidentais já no contexto da Guerra Fria. Por muito que a Alemanha de Konrad Adenauer e Ludwig Ehrard tivesse recusado pagar indemnizações à Grécia, teria sempre à perna a reivindicação desse pagamento se não fosse por a esquerda grega ficar silenciada na sequência da guerra civil.
À pergunta do entrevistador, pressupondo a importância da primeira ajuda à Grécia, no valor de 110 mil milhões de euros, e da segunda, em valor semelhante, contrapõe Ritschl a perspectiva histórica: essas somas são peanuts ao lado do incumprimento alemão dos anos 30, apenas comparável aos custos que teve para os EUA a crise do subprime em 2008. A gravidade da crise grega, acrescenta o especialista em História económica, não reside tanto no volume da ajuda requerida pelo pequeno país, como no risco de contágio a outros países europeus.
Tiram-nos tudo - "até a camisa"
Ritschl lembra também que em 1953 os próprios EUA cancelaram uma parte substancial da dívida alemã - um haircut, segundo a moderna expressão, que reduziu a abundante cabeleira "afro" da potência devedora a uma reluzente careca. E o resultado paradoxal foi exonerar a Alemanha dos custos da guerra que tinha causado, e deixá-los aos países vítimas da ocupação.
E, finalmente, também em 1990 a Alemanha passou um calote aos seus credores, quando o chanceler Helmut Kohl decidiu ignorar o tal acordo que remetia para o dia da reunificação alemã os pagamentos devidos pela guerra. É que isso era fácil de prometer enquanto a reunificação parecia música de um futuro distante, mas difícil de cumprir quando chegasse o dia. E tinha chegado.
Ritschl conclui aconselhando os bancos alemães credores da Grécia a moderarem a sua sofreguidão cobradora, não só porque a Alemanha vive de exportações e uma crise contagiosa a arrastaria igualmente para a ruína, mas também porque o calote da Segunda Guerra Mundial, afirma, vive na memória colectiva do povo grego. Uma atitude de cobrança implacável das dívidas actuais não deixaria, segundo o historiador, de reanimar em retaliação as velhas reivindicações congeladas, da Grécia e doutros países e, nesse caso, "despojar-nos-ão de tudo, até da camisa".
Fátima Doelinger
PARA QUEM VIVIA ILUDIDO
Para quem vivia iludido
Tribunal absolve Oliveira e Costa e Dias Loureiro
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/tribunal-absolve-oliveira-e-costa-e-dias-loureiro
Juíza considera tribunal comum incompetente para apreciar acção do BPN contra Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo.
NOTA: Você ainda pensava que os políticos podem ser condenados? Estava profundamente enganado. Desiluda-se. São imunes e impunes.
Mas tenha cuidado. Você pode ir parar à pildra, por uma pequena falha de poucos euros.
Tribunal absolve Oliveira e Costa e Dias Loureiro
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/tribunal-absolve-oliveira-e-costa-e-dias-loureiro
Juíza considera tribunal comum incompetente para apreciar acção do BPN contra Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo.
NOTA: Você ainda pensava que os políticos podem ser condenados? Estava profundamente enganado. Desiluda-se. São imunes e impunes.
Mas tenha cuidado. Você pode ir parar à pildra, por uma pequena falha de poucos euros.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)




























REFER – 9 MIL MILHÕES
METRO DE LISBOA – 5,5 MIL MILHÕES
PARQUE ESCOLAR – 4,5 MIL MILHÕES
CP – 3,8 MIL MILHÕES
METRO DO PORTO – 2,5 MIL MILHÕES
ALQUEVA – 1,2 MIL MILHÕES
ESTRADAS DE PORTUGAL – 1000 MILHÕES
RTP – 1000 MILHÕES
CARRIS – 600 MILHÕES
BPN – 1800 MILHÕES DE EUROS
BPN – 2ª REMENDO – 4,6 MIL MILHÕES “ E AINDA NÃO ACABOU”
BPP – 400 MILHÕES DE EUROS
SUBMARINOS – 769,3 MIL MILHÕES
SUBMARINOS II – 63,6 MIL MILHÕES
“DERRAPAGEM DO ORÇAMENTO” SUBMARINOS – 215,2 MIL MILHÕES DE JUROS..
OS CASOS FREEPORT ETC. ETC.