sexta-feira, 29 de abril de 2011

A CHEGADA DOS PORTUGUESES AO JAPÃO


Chegada dos Portugueses ao Japão

Os Portugueses chegaram ao Japão em 1543. O Japão era conhecido desde o tempo de Marco Polo, que lhe chamou Cipango. Mas foram efetivamente os portugueses os primeiros europeus a chegar ao Japão. Põe-se ainda hoje a questão de saber quem foram esses primeiros portugueses: se Fernão Mendes Pinto (autor de Peregrinação) fazia parte deles, ou se foram António Peixoto, António da Mota e Francisco Zeimoto. O que é certo é que comerciantes portugueses desde logo começaram a negociar com o Japão. A partir de 1550, o comércio com o Japão passou a ser um monopólio, sob chefia de um capitão-mor. Como em 1557 os portugueses se estabeleceram em Macau, na China, isso vai ajudar o comércio com o Japão, principalmente de prata.
Os missionários desde o início vão entrar também no Japão. É em 1549 que chegam os primeiros, entre eles São Francisco Xavier, que progressivamente vão penetrando pelo Japão, chegando a Nagasáqui em 1569, que foi doada aos Jesuítas em 1580. E entre 1582 e 1590 realiza-se a primeira embaixada do Japão à Europa. Em 1587 dá-se uma reviravolta na posição de proteção aos missionários, sendo os Jesuítas expulsos.
O contacto entre as duas civilizações deixou marcas duradouras. A língua portuguesa foi, no início, o meio de comunicação dos estrangeiros com o Japão. Ainda hoje há inúmeros vocábulos de origem portuguesa. Foi com os portugueses que entrou no Japão a imprensa de tipos metálicos, sendo um missionário português quem escreveu a primeira gramática da língua japonesa. Foram também os portugueses que introduziram no Japão as armas de fogo, além de novos conhecimentos nos domínios da medicina, astronomia, matemática, além de ensinarem a arte da navegação dos portugueses.

Portuguese Suicide Squad " Os Forcados Portugueses"

QUANTO CUSTA O HOMEM DE PEDRO PASSOS COELHO: FERNANDO NOBRE?



Fernando Nobre: quanto custa um vaidoso ?
Daniel Oliveira (http://www.expresso.pt/)

11 de abril de 2011

Fernando Nobre vai ser cabeça de lista do PSD no circulo de Lisboa. Contra um homem de convicções - mesmo que não sejam as minhas - como Ferro Rodrigues, o PSD aposta num ziguezagueante populista. O ex-candidato estava no mercado e Passos Coelho pagou o preço que lhe foi pedido: dar-lhe a presidência da Assembleia da República. As contas foram de merceeiro: Nobre vale 600 mil votos. Errado. Se os votos presidenciais nunca são transferíveis para legislativas, isso é ainda mais evidente neste caso. Todas as vantagens competitivas de Nobre desapareceram quando ele aceitou este lugar.

O PSD vai perder mais do que ganha. Porque este convite soa a puro oportunismo. Porque quando Fernando Nobre começar a falar o PSD vai ter de se virar do avesso para limitar os danos. Porque a esmagadora maioria dos eleitores de Nobre nem com um revólver apontado à cabeça votará em Passos Coelho. Porque ele afastará eleitorado que desconfia de gente com tanta ginástica política.

Quem também não fica bem na fotografia é Mário Soares, que, na última campanha, por ressentimento pessoal, alimentou esta candidatura. Fica claro a quem ela serviu. Agora veio o agradecimento.

Quanto a Fernando Nobre, é tudo muito banal e triste. Depois da campanha que fez, este é o desfecho lógico. Candidatos antipartidos, que tratam todos os eleitos como suspeitos de crimes contra a Pátria - ainda não me esqueci quando responsabilizou Francisco Lopes pelo atual estado de coisas, apenas porque é deputado - e que julgam que, por não terem nunca assumido responsabilidades políticas, têm uma qualquer superioridade moral sobre os restantes acabam sempre nisto. A chave que usam para abrir a porta da sala de estar do sistema é o discurso contra o sistema. Não querem "tachos", dizem eles, certos de que todos os eleitos apenas procuram proveitos próprios. Eles são diferentes. Depois entram no sistema para mudar o sistema, explicam. E depois ficam lá, até vir o próximo com o mesmo discurso apontar-lhes o dedo. É tudo tão antigo que só espanta como tanta gente vai caindo na mesma esparrela.
Quem tem um discurso sem programa, sem ideologia, sem posicionamento político claro e resume a sua intervenção ao elogio da sua inexperiência política tem sempre um problema: só é diferente até perder a virgindade. E quando a perde fica um enorme vazio. Porque não havia lá mais nada. Porque a política não se faz de bons sentimentos, faz-se de ideias, projetos e programas políticos. Ideias, projetos e programas que resultam do pensamento acumulado pela experiência de gerações, que se vai apurando no confronto e na tentativa e erro. A tudo isto chamamos ideologias. Quem despreza a ideologia despreza o pensamento. Quem despreza o pensamento despreza a política. Quem despreza a política dificilmente pode agir nela com coerência e dignidade.
Para além do discurso contra os políticos, este político teve outra bandeira: as suas preocupações sociais. Nada com conteúdo. Para ele bastava mostrar o seu currículo de ativista humanitário. E a quem aceita ele entregar a sua virginal e bondosa alma? Ao candidato a primeiro-ministro mais liberal que este País já conheceu. Não sou dos que acham que toda a gente tem um preço. Mas ficámos a saber qual é o de Fernando Nobre: um lugar com a dimensão da sua própria vaidade.

Tudo isto tem uma vantagem: é uma excelente lição de política para muita gente. Quem diz que não é de esquerda nem de direita, quem tem apenas a sua suposta superioridade moral como programa e quem entra no combate político desprezando quem há muito o faz nunca é de confiança. Um dia terão que se decidir. E Nobre decidiu-se: escolheu a direita liberal em troca das honras de um lugar no Estado. Na hora da compra, os vaidosos têm uma vantagem: saem mais baratos. Não precisam de bons salários ou de negócios. Basta dar-lhes um trono e a sensação de que são importantes. Vendem a alma por isso.


A RAZÃO DO PRETENSO "AMOR" DE WASHINGTON POR LUANDA



A razão do pretenso «amor» de Washington por Luanda

PETRÓLEO: o que aproxima os EUA a Luanda

Angola continua a ser um parceiro económico estratégico dos EUA. Washington precisa do «ouro negro» angolano. Como contrapartida, Luanda precisa do seu apoio junto de instituições financeiras internacionais. Pelo meio, há a destacar a importância das relações entre Angola e os EUA que passam (também) pela segurança energética global, segurança alimentar global, bem, como a segurança e estabilidade regionais. Por isso, a promessa de trazer Barack Obama ao nosso país proximamente não é de todo inocente. Ou não fossem os interesses económicos a fórmula encontrada pelos norte-americanos para lidar com o nosso país.


Aos 29 dias do pretérito mês, o Executivo acreditou, finalmente, o sétimo embaixador dos Estados Unidos da América (EUA) em Angola: Christopher J. McCullen.



Na sua primeira entrevista concedida ao «Jornal de Angola», o diplomata norte-americano assegurou que vai invocar «argumentos fortes » para trazer o quadragésimo quarto presidente da nação mais poderosa do mundo ao nosso país: Barack Hussein Obama II.
Ufano e (muito) pouco convincente na sobredita entrevista ao «JA», Christopher J. McCullen
disse que a vinda do actual presidente dos EUA depende de «vários factores». Apesar de
não o ter dito explicitamente, o que se pode inferir das ideias do novo representante diplomático dos EUA, Christopher J. McCullen, é que a Administração Obama deixaria de olhar de soslaio para Angola, caso fenómenos como a Transparência, Boa Governação, respeito pelos
Direitos Fundamentais e alternância política regular passassem ocupar lugares cimeiros
na agenda política do Executivo.
O condicionamento velado de Christopher J. McCullen faz jus às teorias segundo as quais
os norte-americanos não dão «ponta sem nó», por um lado, e que, por outro, forjam pretensas
relações de amizades para estar de olhos e, destarte, salvaguardar os seus interesses políticos e
económicos (mais económicos, que políticos) em Angola. A vinda de Barack Obama a Luanda,
caso se efective nos próximos tempos, representará um ganho para a diplomacia angolana
e marcará, assim, uma nova era nas relações bilaterais entre Angola e os EUA.
As diligências para uma possível visita do presidente estadonunidense ao nosso país, começaram a ser feitas há mais de 24 meses por Assunção dos Anjos, predecessor de George Chicoty, actual ministro das Relações Exteriores, quando este deslocou-se à capital norte-americana, onde Angola continua a ser um parceiro económico estratégico dos EUA. Washington precisa do «ouro negro» angolano. Como contrapartida, Luanda precisa do seu apoio junto de instituições financeiras internacionais. Pelo meio, há a destacar a importância das relações entre Angola e os EUA que passam (também) pela segurança energética global, segurança alimentar global, bem, como a segurança e estabilidade regionais. Por isso, a promessa de trazer Barack Obama ao nosso país proximamente não é de todo inocente. Ou não fossem os interesses económicos a fórmula encontrada pelos norte-americanos para lidar com o nosso país.
Dirigida pessoalmente pelo presidente José Eduardo dos Santos, o Executivo desencadeou,
no início da década de 90, uma intensa actividade política e diplomática que, no dia 19 de
Maio de 1993, culminou no reconhecimento de Angola pelos EUA. O jornalista José Patrício
era o «pivot» entre Luanda e Washington.
Na altura, José Patrício chefiava a Missão Permanente de Angola junto da Organização
dos Estados Americanos (OEA) e tinha a missão de trabalhar para a normalização das relações entre Angola e os EUA.
Tal reconhecimento diplomático esteve intimamente associado às negociações que levaram à
entrada da «Exxon Corporation Company» no sector petrolífero em Angola, através da filial
«Esso». O Departamento de Estado discutiu com a «Exxon» e com a empresa angolana Sonangol um «auxílio suplementar» de USD 350 milhões.
O petróleo angolano representa cerca de 7 por cento das importações americanas de combustível bruto, ou seja o triplo do que se importava do Kuwait no início dos anos 90. Os
EUA compram cerca de 75 por cento das exportações angolanas de petróleo. Aquando da sua
visita a Angola em 1998, Millard Arnold, ministro conselheiro para o Comércio dos EUA, afirmou que os investimentos americanos neste país rondavam já os quatro bilhões de dólares.
Foi em 1998 que se registou o maior número de visitas oficiais americanas a Angola, não só porque os acordos de Lusaca tinham falhado e tinha sido tomada a decisão de apoiar internacionalmente o Governo do MPLA, mas também porque estavam em jogo as concessões petrolíferas para os novos 4 Blocos.
Embora a «Elf Aquitaine» seja a operadora dos Blocos 3 e 17 (dois dos blocos mais produtivos
até ao momento), as companhias americanas, nomeadamente a «Chevron», têm também atingido níveis de rentabilidade bastante elevados. A «Elf» e a «Chevron» detêm 85 por cento do total da produção actual.
Na realidade são as companhias americanas que dominam.
Dos já 30 Blocos concessionados, as petrolíferas americanas são operadoras em 10. Nos Blocos 31, 32, 33 e 34, os concessionados em 1999, a «BP/Amoco» é a operadora do 31, a ELF do 32, a «Esso» do 33. O Bloco 34 é composto por um consórcio entre a «Norsk Hydro», a «Shell», a «Sonangol» e a «Chevron».
Para além dos ganhos políticos que Angola pode auferir por conceder este espaço de intervenção às petrolíferas americanas, obtendo um apoio norte-americano na arena internacional, não se podem menosprezar outro tipo de ganhos. Como alguém em Angola
dizia: «nós analisamos qual a companhia petrolífera que apresenta melhores condições para
ganhar o concurso, mas é o poder político que, em função dos interesses nacionais por eles definidos, decide».
Assim, a «Chevron», a «Texaco », a «Exxon», a «BP/Amoco » e a «Mobil», à semelhança
de outras companhias a operar em Angola, têm optado por campanhas de charme junto do
Executivo angolano. Todas têm realizado investimentos na área social, não só por convicção própria ou por exigência da Lei das concessões, mas em prol da boa convivência política. A «Fundação AMOCO», por exemplo, já investiu em Angola cerca de USD três milhões em projectos diversos, não ligados à exploração petrolífera. ■
(Artigo publicado no Semanário Angolense, edição 413, da autoria de Ral Soares)


CONVITE EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE ARTES



Convite para a Inauguração da Exposição Colectiva de Artes‏

Exmo(a). Sr(a).,



No âmbito da III edição da Bienal das Culturas Lusófonas, junto remetemos o convite para a Inauguração da Exposição Colectiva de Artes.

Agradecemos que divulgue aos seus contactos.



Os melhores cumprimentos,



Isadora Oliveira/DSC

Divisão de Cultura, Turismo e Património

Câmara Municipal de Odivelas

Telefone: 219320800

Correio eletrónico: ioliveira@cm-odivelas.pt

O PODER CORROMPE



FERNANDO NOBRE UM HOMEM CONFUSO




Fernando Nobre, o não praticante






O candidato presidencial e fundador da AMI inscreveu-se em 1993, mas nunca pagou as quotas. Não obstante, a Causa Real conta com ele

O candidato presidencial e fundador da AMI, Fernando Nobre, é um dos mais de dez mil portugueses filiados na Causa Real. Nobre filiou-se em Lisboa no início de 1993, mas nunca chegou a pagar qualquer quota. Nem a primeira. “Continua a ser nosso filiado”, disse ao Expresso uma fonte da Real Associação de Lisboa, onde Nobre tem a sua ficha de inscrição. “Nunca nos comunicou a sua desistência, nem veio levantar o boletim de filiação. Portanto, ainda consta dos nossos ficheiros”. Simpatizante do regresso de um regime monárquico para Portugal e filiado há 17 anos, Fernando Nobre manifestou-se indisponível para falar ao Expresso sobre o assunto. Há muito anos que o candidato à mais alta magistratura do Estado se assumiu como simpatizante. Já em Fevereiro, numa entrevista dada à revista “Sábado”, Fernando Nobre confirmou ter pertencido à Causa Real, mas diria também que agora era apenas simpatizante, acrescentando: “A História de Portugal não começou em 1910. Temos quase nove séculos de Historia. Vamos apagar oito e olhar para os últimos 100 anos?”.

Apesar desta filiação. Nobre afirmou mais recentemente em entrevistas ao “DN” e à TSF que era uma inverdade ser monárquico. É sim republicano. A verdade é que a sua inscrição como filiado da Causa Real se mantém intacta e jamais foi reclamada.

Fernando Nobre é também presidente da Assembleia Geral (com o mandato suspenso) do Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), um organismo de reflexão que é assumidamente “simpatizante de uma monarquia democrática”, referiu ao Expresso Mendo Castro Henriques, presidente da instituição. O instituto tem, aliás, no pretendente ao trono o seu presidente de honra e dos seus órgãos sociais fazem parte outros monárquicos, como o arquiteto Ribeiro Telles ou Diana Álvares Pereira de Melo, duquesa de Cadaval.

Fernando Nobre partilha também o gosto por ideais maçónicos da mais importante corrente portuguesa, o Grande Oriente Lusitano (GOL). A iniciação de Nobre aconteceu em Viseu.

Fonte: Expresso nº 1972 de 14 de Agosto de 2010, p. 15

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO-NÃO ME PARECEU NADA CARO



quinta-feira, 28 de abril de 2011

ÁLVARO SANTOS PEREIRA, PROFESSOR DA SIMON FRASER UNIVERSITY, CANADÁ




Estudo do Economista Álvaro Santos Pereira, Professor da Simon Fraser University, no Canadá.


Portugal tem hoje 349 Institutos Públicos, dos quais 111 não pertencem ao sector da Educação. Se descontarmos também os sectores da Saúde e da Segurança Social, restam ainda 45 Institutos com as mais diversas funções.

Há ainda a contabilizar perto de 600 organismos públicos, incluindo Direcções Gerais e Regionais, Observatórios, Fundos diversos, Governos Civis, etc.) cujas despesas podiam e deviam ser reduzidas, ou em alternativa - que parece ser mais sensato - os mesmos serem pura e simplesmente extintos.

Para se ter uma noção do despesismo do Estado, atentemos apenas nos supra-citados Institutos, com funções diversas, muitos dos quais nem se percebe bem para o que servem.

Veja-se então as transferências feitas em 2010 pelo governo para estes organismos:


ORGANISMOS............. DESPESA (em milhões de EUROS)

Cinemateca Portuguesa.............. 3,9

Instituto Português de Acreditação............... 4,0

Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos............. 6,4

Administração da Região Hidrográfica do Alentejo....................... 7,2

Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias ...................................7,4

Instituto Português de Qualidade................................ 7,7

Administração da Região Hidrográfica do Norte.......................... 8,6

Administração da Região Hidrográfica do Centro .................9,4

Instituto Hidrográfico......................... 10,1

Instituto do Vinho do Douro........................ 10,3

Instituto da Vinha e do Vinho...................... 11,5



Instituto Nacional da Administração............... 11,5

Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural................. 12,3

Instituto da Construção e do Imobiliário.................. 12,4

Instituto da Propriedade Industrial........................ 14,0

Instituto de Cinema e Audiovisual............... 16,0

Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional.............. 18,4

Administração da Região Hidrográfica do Algarve............... 18,9

Fundo para as Relações Internacionais................. 21,0

Instituto de Gestão do Património Arquitectónico................ 21,9

Instituto dos Museus.................. 22,7

Administração da Região Hidrográfica do Tejo.................... 23,4

Instituto de Medicina Legal............... 27,5

Instituto de Conservação da Natureza................ 28,2

Laboratório Nacional de Energia e Geologia................ 28,4

Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu.............. 28,6

Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público............... 32,2

Laboratório Militar de Produtos Farmacêuticos................. 32,2

Instituto de Informática................. 33,1

Instituto Nacional de Aviação Civil................. 44,4

Instituto Camões................ 45,7

Agência para a Modernização Administrativa............. 49,4

Instituto Nacional de Recursos Biológicos............. 50,7

Instituto Portuário e de Transportes Marítimos............ 65,5

Instituto de Desporto de Portugal.............. 79,6

Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres........... 89,7

Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana............ 328,5

Instituto do Turismo de Portugal............... 340,6

Inst. Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação............ 589,6

Instituto de Gestão Financeira............... 804,9

Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas............... 920,6

Instituto de Emprego e Formação Profissional................. 1.119,9

TOTAL......................................................................... 5.018,4


- Se se reduzissem em 20% as despesas com este - e apenas estes - organismos, as poupanças rondariam os 1000 milhões de ¤, e evitava-se a subida do IVA.

- Se fossem feitas fusões, extinções ou reduções mais drásticas a poupança seria da ordem dos 4000 milhões de ¤, e não seriam necessários cortes nos salários.

- Se para além disso mais em outros tantos Institutos se procedesse de igual forma, o PEC 3 não teria sequer razão de existir.



CHUVA SEM ÁGUA

video

AI QUE SAUDADES DOS AMIGOS DO ANTIGAMENTE


Oi, amiga... amigo!!!

Amanhã dia 29 de Abril (sexta-feira), aproveitando a estadia do nosso ex-colega da ECVF "LUIS ABEGÃO", lembras-te dele?... ( actualmente vive no Canadá). O pessoal vai dar um daqueles almoços à Angolana no restaurante Tamariz à Ilha de Luanda, e vão estar presentes:

Luis Abegão
Tó Oliveira
Victor Garcez
Xila
Aires do Rosário
Zéca Liberato
Angélico Bonfim
Maximino Correia
Armando Alves
Romeu Galiano
Zéca Martins
Ivo
Ângelo Nunes

Um grande abraço de saudades e bom convívio no vosso almoço do dia 30 em Coimbra e, que o espírito da ECVF não morra!...enquanto houver um ECVF, seja em que continente for.


O GOGO DA PROFESSORA DE INGLÊS CEBOLEIRO

Japan - Memoirs of a Secret Empire 1of18 (Japão - Memórias de um Império...

As Maravilhas de Portugal no Mundo - Mosteiro de São Bento, Brasil @ RTP...

ANGOLA - OS EQUÍVOCOS DO PRESIDENTE DO MPLA




Justino Pinto de Andrade
1. O presidente do MPLA discursou perante o seu Comité Central, na reunião preparatória
do próximo Congresso e fez declarações que não podem ser deixadas sem resposta, pelas repercussões que tiveram sobre a nossa sociedade. Neste texto, vou debruçar-me somente sobre algumas questões, sobretudo as que têm um carácter mais político.
Para uma melhor compreensão, e sempre que possível, socorrer-me-ei da apresentação das
suas palavras e, depois, passarei a comentá-las.
2. Sobre os primórdios da constituição dos novos Estados em África, José Eduardo dos Santos
assinalou o facto de, em vários países, os processos revolucionários terem culminado com “a organização de Estados ou sistemas políticos de partido único, em que a base do sistema económico era o capitalismo de Estado erigido na base de um conjunto de empresas
do Estado”. E prosseguiu: “Nalguns casos, como foi o nosso,o processo revolucionário teve carácter de classe e levou à tentativa de configuração de uma ditadura democrático-revolucionária, com um sistema de governo socialista baseado no plano económico único
e na direcção centralizada da economia”. De seguida, reconheceu que qualquer um dos modelos falhou, pois “não foram capazes proporcionar o exercício das liberdades e garantias fundamentais e o advento da prosperidade económica e social”.
3. É bom que, finalmente, JES tenha reconhecido que, durante quase duas dezenas de anos,
dirigiu uma “ditadura”, embora a tenha ornamentado com a expressão “democrático-revolucionária”. Na realidade, o regime que JES herdou de Agostinho Neto, e que depois dirigiu entusiasticamente, foi somente uma ditadura, pois suprimiu todas as vozes políticas
dissonantes e não deixou sequer espaço para a organização da sociedade civil. As únicas organizações aceites eram aquilo a que, pomposamente, chamavam de “as correias de transmissão do partido”, diga-se, do MPLA.
4. É bom, também, que JES tenha reconhecido o falhanço do seu e do outro modelo que refere,
e, sobretudo, que tenha dito agora, publicamente, que eles aprisionaram “o exercício das liberdades e garantias fundamentais”. Em consequência, tornaram-se num obstáculo ao desenvolvimento económico e social. Assim, e apenas por este facto, está pois declarado
que a causa do nosso actual subdesenvolvimento tem que ser partilhada pelo passado colonial,
pela guerra civil e pelas opções políticas erradas daqueles que nos governaram. Logo, por JES que nos governa já lá vão 32 anos.
5. Faz também alusão a uma suposta “revolução pela democracia representativa e a economia
de mercado em quase todo o continente africano”. Intriga-me esta constatação quando é sabido
que, no caso de Angola, a passagem à democracia representativa foi sempre apresentada como tendo sido uma verdadeira “doação” do MPLA e não como o fruto da conjugação de esforços de forças opositoras com a pressão da sociedade civil emergente. Nunca me pareceu que o MPLA tenha conduzido uma qualquer “revolução”, dado que os protagonistas do partido único e da ditadura foram, afinal, os mesmos que, depois, vestiram as vestes “democráticas”.
6. De um dia para o outro, os arautos do partido único alteraram o seu discurso teórico. De
um dia para o outro, os mesmos de antes passaram a defender o que antes condenavam com enorme veemência (e até reprimiam com acentuada violência) e, de seguida, iniciaram uma frenética cavalgada para se colocarem na vanguarda do capitalismo que diziam odiar… Mas, infelizmente, já tinham provocado o descalabro da nossa economia e desarticulado o alicerces da nossa sociedade…
7. JES fala ainda numa “alternância democrática” promovida nos novos regimes instalados em
África. É suposto que não estaria a falar em Angola. É suposto que não estaria a referir-se a
países onde os presidentes e os seus partidos políticos ganham eleições com mais de 80% dos
votos e se eternizam no poder por dezenas de anos. Isso não é típico das democracias, mas,
sim, do modelo soviético de triste memória…
8. Para haver alternância democrática tem que haver uma verdadeira democracia e não as
mascaradas democráticas que se foram consolidando nos últimos anos. Por norma, em África, as forças políticas no poder procuram, sim, manter uma aparência democrática, torpedeando todas as regras de jogo que permitem que haja alternância democrática.
São poucos os países africanos em que a regra não seja essa. De tal modo que a nossa organização continental, a União Africana, já se transformou num espaço em que, há dezenas de anos, se reúnem amigos de velha data…
9. É verdade, como diz JES, “Hoje há uma certa confusão em África”. Mas, já não é verdade
que haja quem queira “trazer essa confusão para Angola”.
10. Talvez ele não tenha percebido, mas eu esclareço: A confusão que existe em África não está
a pôr em causa regimes democráticos nem presidentes genuinamente democratas. A confusão
que se instalou em alguns países africanos resulta, sim, do facto de haver quem pense que o poder lhe foi outorgado como se fosse um dote pessoal e transmissível para os seus descendentes, ou para quem lhes interesse. É assim em África, é assim também no Médio
Oriente. Se ainda subsistirem dúvidas, procuremos então no mapa o país democrático que esteja, neste momento, a ser objecto de uma revolução democrática. São as ditaduras que estão ser questionadas e, por isso, quem por elas nutrir simpatias é porque a carapuça lhe serviu…
11. Dizer que os lutadores pela democracia nesses países são “os oportunistas, os intriguistas e
os demagogos” e que, afinal, eles “querem enganar aqueles que não têm o conhecimento da verdade” não é justo. E torna-se espantoso vindo da boca de quem se apresenta como dirigente de um país democrático. O correcto seria ouvirmos da boca de JES manifestações de solidariedade para com os democratas desses países e, porque não, também, para com
os do seu próprio país.
12. Pelo que percebi, JES mostrou alguma incomodidade perante a expansão das redes
sociais e pelas manifestações públicas que não sejam de louvor e/ou bajulação. Na realidade, as chamadas redes sociais são um fenómeno da nossa época e que tanto podem ser usadas para o
bem como para a prática de actos inconvenientes. Porém, é um erro transformá-las no inimigo a abater. O que temos de abater é o silêncio imposto pelo medo e pela chamada “lei da rolha”. O que temos de abater é o desrespeito pelos direitos fundamentais dos cidadãos, entre os quais está, claramente, o direito à informação e à manifestação.
13. O direito à manifestação está consagrado na Constituição da República e a lei ordinária que
lhe é dedicada não obriga a sua autorização. Não pode, por isso, o presidente do MPLA transformar- se no porta-voz dos poucos angolanos que julgam que a manifestação de sinal contrário deve ser reprimida.
14. Agora já entendo porquê que os Governadores Provinciais abusam do direito de impedir
toda a manifestação que não tenha como objectivo louvar e/ou bajular.
15. Sinto que não me resta espaço para comentar as outras matérias que o presidente do MPLA
abordou no seu discurso. Talvez seja possível fazê-lo numa próxima ocasião.





(ARTIGO PUBLICADO NO SEMANÁRIO ANGOLENSE EDIÇÃO 413, da autoria de Justino Pinto de Andrade)

CARTA DE ANTÓNIO CAPUCHO AO PSD CASCAIS



Carta de António Capucho ao PSD Cascais 21 de Abril, 2011



A carta foi escrita a 13 de Abril e enviada por email. Começa por contar o telefonema de Passos Coelho, na véspera.


Caros amigos e Companheiros,

Tenho a obrigação moral e política de transmitir o seguinte ao Presidente e Vice-Presidentes do PSD-Cascais, ao Presidente da Câmara e aos Vereadores do PSD.

Fui ontem perguntado telefonicamente pelo Presidente do PSD sobre a minha disponibilidade para encabeçar uma lista à Assembleia da República e ser proposto para uma Vice-Presidência deste órgão de soberania.

Acrescentou que seria ele a encabeçar a candidatura ao Conselho de Estado, eventualmente Pinto Balsemão seria o segundo e depois se veria a possibilidade de me acrescentar à lista. Neste âmbito, referi-lhe a minha plena concordância com tais opções e que não levanto qualquer problema se ficar de fora, designadamente se o PSD tiver outra situação para acolher, seja a Manuela Ferreira Leite, o Luís Marques Mendes, ou outra personalidade de projecção equivalente.

Quanto à Assembleia, recusei liminarmente apresentar-me às eleições se não tivesse subjacente a candidatura à respectiva Presidência, salvo se fosse entendido que um dos militantes que antes referi seria mais apropriado para o efeito. Mas não poderia aceitar ser Vice-Presidente de Fernando Nobre por uma questão de coerência. Se o Partido deseja a minha candidatura ao Parlamento não pode ignorar - desculpem a imodéstia - que fui Vice-Presidente do Parlamento Europeu, Ministro dos Assuntos Parlamentares e Líder Parlamentar, para além de todos os outros cargos que o meu curriculum atesta. Fui cabeça de lista em Setúbal e em Faro, ganhei eleições para o Parlamento Europeu contra o PS com João Cravinho, e obtive por três vezes mais de 50% dos votos nas eleições para a Câmara de Cascais.

Consequentemente, não aceito a minha secundarização face a alguém que não tem curriculum político minimamente comparável, sem ignorar, porém, as qualidades pessoais e o resultado eleitoral que conseguiu, mas que não me parece transferível para o PSD em termos significativos.

Assim, esclareci o Dr. Passos Coelho que, sem prejuízo da minha amizade pessoal com Fernando Nobre e até de lhe ser devedor de várias atenções (vai transferir para Cascais a sede da AMI e integrou a Comissão de Honra da minha candidatura), tenho reservas sobre o convite que lhe foi dirigido para encabeçar a lista de Lisboa e, muito em especial, discordo vivamente do convite para presidir à Assembleia da República.

Fernando Nobre é uma personalidade representativa da sociedade civil muito estimável e que admiro, nomeadamente pelo trabalho que tem desenvolvido na AMI, mas inconsistente politicamente, como abundantemente demonstrou na última campanha eleitoral e as televisões já começaram a evidenciar impiedosamente, relembrando algumas afirmações comprometedoras e as incoerências em que está a cair.

Nomeadamente penosa é a afirmação peremptória de que nunca seria candidato à Assembleia da República, invocando então razões de coerência e de independência. Por outro lado, não podemos esquecer que Fernando Nobre foi o mandatário da candidatura do BE ao Parlamento Europeu, nem podemos ignorar as posições deste Partido contrárias à União Europeia! Como é que agora pode integrar as listas de um Partido que defende a integração europeia, e ser proposto para segunda figura do Estado, sem que isso seja tomado como mais uma grave contradição e incoerência? Acresce que, durante a campanha presidencial, o candidato Fernando Nobre abundou nas críticas demagógicas e virulentas ao Presidente da República e aos Partidos.

De resto, tenho as maiores dúvidas que a inclusão de Fernando Nobre nas listas do PSD se traduza numa mais-valia eleitoral. Pelo contrário: o cidadão comum olha para esta operação como uma 'caça ao voto' e creio que a generalidade dos eleitores que nele apostaram estão à nossa esquerda e são críticos dos Partidos. Serão provavelmente poucos os que vão acompanhar o candidato nesta transumância. Basta atentar nas redes sociais bem como nos fóruns das televisões e das rádios, para concluirmos sobre a hostilidade muito generalizada à candidatura legislativa. Não é por acaso que a página de Fernando Nobre no Facebook foi encerrada... Os próximos dias vão provavelmente confirmar este crescendo crítico também nas nossas hostes, facto que me leva a acreditar que, com Fernando Nobre, é negativo o saldo entre os que captamos de novo para as listas do PSD e o conjunto dos nossos tradicionais apoiantes que se afastam, indignados com a opção em causa.

E não se diga que tenho qualquer reserva de fundo quanto ao alargamento das nossas listas a independentes representativos da sociedade civil. Ao longo da minha carreira política sempre me pronunciei nesse sentido e levei à concretização de muitas situações em conformidade, não só para a Assembleia, como para as Autarquias e até o Governo da República. Mas este caso é manifestamente desajustado e excessivo!

Mas, mais grave e chocante é o inexplicável compromisso de candidatar Fernando Nobre à Presidência da Assembleia (candidatura cujo desfecho está longe de ser garantido, mesmo com uma maioria parlamentar do PSD). Estamos a falar da segunda figura do Estado, que pode ser chamado em qualquer momento a substituir o Presidente da República, caso em que teríamos um político sem preparação e anti-europeísta no cargo cimeiro do Estado. Estamos a falar de um cargo que, para além das funções meramente protocolares, exige uma experiência parlamentar sólida (não é por acaso que sempre foram eleitos para o efeito personalidades com larga e consistente experiência política e parlamentar). Por outro lado, proporcionar a Fernando Nobre um mandato na Presidência da Assembleia, significa catapultá-lo para a candidatura seguinte à Presidência da República. Se ele decidir avançar, o PSD estará então em condições de lhe negar o apoio?

Provavelmente não, depois de o ter apoiado para segunda figura do Estado... E mesmo que o PSD decida apoiar outro candidato, com perfil mais adequado para suceder a Cavaco Silva, é evidente que terá pela frente em Fernando Nobre um adversário forte, por nós promovido.

Concedendo que é irreversível a inclusão como cabeça de lista de Lisboa, pergunto-me se, em lugar da polémica candidatura à Presidência da Assembleia, não seria mais adequado a abertura para uma pasta da área social no Governo e/ou a candidatura ao Conselho de Estado?

Qualquer das soluções adequa-se melhor ao perfil de Fernando Nobre!

Ainda estaremos a tempo deste ajustamento? Creio que o próprio Fernando Nobre, após conhecimento das reacções adversas que se multiplicam, nomeadamente vindas daqueles que nele confiaram, talvez queira repensar a situação!

Em suma, o PSD, preterindo militantes prestigiados e com perfil muito mais adequado para a Presidência da Assembleia, acolhe nas suas listas em lugar de destaque e com perspectivas de promoção a segunda figura do Estado, uma personalidade independente sem perfil adequado, muito polémica, sem consistência nem coerência política e de duvidosa atractividade eleitoral, tudo com o pretexto de alargar as listas a independentes e dar voz a um prestigiado representante da sociedade civil. Poucos serão os eleitores que acolhem esta justificação e muitos serão os que simplesmente classificam a operação como uma lamentável 'caça ao voto'.

Não posso pactuar com esta opção nem deixar-me subalternizar depois de tudo o que fiz nos passados 37 anos ao serviço do meu País e do PSD.

Prefiro ficar de fora.

Sem embargo, formulo votos sinceros de grande sucesso à candidatura do PSD à Assembleia da República. Tudo farei para que Pedro Passos Coelho seja o próximo Primeiro-Ministro de Portugal.

Com um abraço amigo,

António d' Orey Capucho


NEM MAIS UM CÊNTIMO PARA A AMI



Organograma da AMI..........ou a visão monárquica do personagem que Passos Coelho deseja ver na Presidência da Assembleia da Republica............

Quando é que poderemos acreditar em alguem?.........

Isto é que são pessoas “Nobre”(s) no organograma da AMI (já para não falar na mulher do Fernando Nobre que é a Luisa Nemésio - Directora Geral Adjunta:):

http://www.ami.org.pt/media/pdf/OrganogramaAMI.pdf

TRATAR-SE-Á DE ALGUMA AGÊNCIA DE EMPREGO FAMILIAR?????????????

PARA A A.M.I. nem mais UM CÊNTIMO..................



AL-JAZEERA E UMA MULHER CORAJOSA

video

HUMOR EM TEMPO DE CRISE




Uma senhora foi para a maternidade para ter dois bebés: 1 rapaz e 1 rapariga gémeos.
Em homenagem a sua terra ela chamou a menina de Madeira e o menino de João Jardim.
O Dr. Alberto João Jardim, ao saber da notícia, foi visitar a mãe e bebés.
Ao chegar, a Sra. estava a dar peito ao menino e o Sr. Jardim tenta agradecer pela linda ideia dos nomes.
A Sra. interrompe-o e diz baixinho: Chiiiiuuuu!!! Se a Madeira acorda o João Jardim não mama mais...

Homens da Luta - Fernando


Homens da Luta atacam Fernando Nobre
por Dn.pt14 Abril 2011


Primeiro foi Sócrates. Depois Miguel Sousa Tavares. Agora é a vez de Fernando Nobre. A melodia de "Fernando", dos ABBA" serve de inspiração a uma letra que fala de tachos.

Fernando Nobre cancelou a conta do Facebook depois das reacções negativas que começaram a ser lá escritas com o anúncio, no domingo, de que seria cabeça-de-lista do PSD por Lisboa e candidato do partido a presidente da Assembleia da República. Mas contra o Youtube e os Homens da Luta nada pode fazer.

O ex-candidato independente à presidência da República é o alvo de uma nova música do grupo que venceu o Festival da Canção. Um tema que usa a melodia de "Fernando", dos ABBA" e que fala num "tacho bastante tentador" e numa mudança que "não dá para crer".

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Aguaviva: poetas andaluces, versión original

Adriana - Apresentação do Novo Álbum - Auditório do Montepio - 17 de mar...

UM AVISO AOS POLÍTICOS DO PSD, CDS E PS:Max Keiser: Governo Irlandês escravo da máquina de terror FMI !

PETIÇÃO - FIM DA ATRIBUIÇÃO DE PENSÕES



Fim da atribuição, antes dos 65 anos, das pensões de reforma aos detentores de cargos públicos e políticos, bem como da sua acumulação.

Fim da atribuição, antes dos 65 anos, das pensões de reforma aos detentores de cargos públicos e políticos, bem como da sua acumulação para Presidente da República; Presidente da Assembleia da República; Primeiro Ministro, e pretendo assinar esta petição.


http://www.peticaopublica.com/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2010N3117

ÁLVARO CUNHAL



Posição do artigo

· 25 Abr 2011

· Edição Público Lisboa

· Maria José Oliveira

“O PCP nunca tentou fazer um golpe” e Álvaro Cunhal “nunca quis fazer uma revolução socialista em Portugal”


O projecto do PCP incluía um capitalismo regulado, a manutenção de Portugal na NATO e da propriedade privada. É o que conclui a historiadora Raquel Varela
“No 25 de Novembro aquilo que o PCP controlava e que poderia ter levado a uma ruptura de guerra civil recebe ordens para recuar”

Nos primeiros dias de Maio de 1974, Mário Soares reúne-se com diplomatas britânicos e informa-os de que o Partido Comunista Português (PCP) tem obrigatoriamente de integrar o Governo Provisório. Se tal não acontecesse, Álvaro Cunhal poderia exigir eleições imediatas e o PCP venceria as legislativas. É o partido político mais bem organizado, com cerca de dois mil militantes, preparadíssimo para os actos eleitorais, argumenta Soares, notando que, no executivo, os comunistas seriam imprescindíveis para o controlo do movimento social.

PEDRO CUNHARaquel Varela defende que o PC queria era estar num governo com o PS

Em carta, o embaixador norteamericano em Bona justifica às autoridades do seu país a necessidade, sublinhada pelo fundador do PS, de partilhar o poder com o PCP: “Soares avançou duas razões para a inclusão dos comunistas no Governo: primeiro, como o novo Governo era nomeado em vez de eleito, achava-se que se os comunistas não entrassem no Governo iam pressionar para eleições livres imediatas; segundo, os próximos meses iam ser decisivos para o Governo lidar com os inúmeros problemas de Portugal e seria muito melhor ter os comunistas a partilhar responsabilidades pelos sucessos e falhanços do seu Governo do que estarem numa posição crítica.”

Revolução fora dos planos

Para Raquel Varela, historiadora e autora do livro A História do PCP na Revolução dos Cravos (Bertrand), onde se podem ler alguns dos registos da jornada europeia de Soares (depositados nos National Archives, na Grã-Bretanha), o temor do líder socialista não sustenta a ameaça de uma tomada de poder pelo PCP. Porque os comunistas nunca o quiseram – nem no período imediatamente após o 25 de Abril, nem em Novembro de 1975. “Nunca existiu o risco de o PCP tomar o poder em Portugal. Esse argumento é desmentido pela documentação, mas foi utilizado pelo PS para aliarse aos sectores mais reaccionários da sociedade, nomeadamente a hierarquia da Igreja e das Forças Armadas”, afirma a investigadora, que justifica os alertas transmitidos por Soares com “a necessidade de existir um Governo de frente popular na transição para o regime democrático”.

A recusa do PCP em lutar por uma revolução socialista, optando politicamente por um projecto de capitalismo regulado, sem exigir a saída de Portugal da NATO e o fim da propriedade privada, é um dos elementos-chave do livro de Raquel Varela, versão editada da sua tese de doutoramento em História Política e Institucional no ISCTE (Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa). A História do PCP na Revolução dos Cravos é uma análise, amplamente documentada e detalhada, das estratégias e das políticas do PCP durante os 19 meses que distaram entre a Revolução e o 25 de Novembro de 1975, quando um golpe militar encerrou o período revolucionário.

É precisamente a partir da investigação sobre este dia, ou melhor sobre as posições tomadas pelo PCP nesta data, que Raquel Varela chega à conclusão de que a tese sobre a ambição dos comunistas de formarem um Governo PCP na Europa Ocidental do pós-guerra não passa de um mito. “Os próprios documentos soviéticos e norte-americanos revelam isso. O que o PCP queria era estar integrado num Governo com o PS, queria negociar lugares com os socialistas”, diz, notando que Cunhal “nunca quis fazer uma revolução socialista em Portugal”. “Defende-a, mas todo o seu argumentário é de que não há condições para a fazer. Cunhal foi-se adaptando ao rumo da revolução – o que quer em Abril de 1974 é diferente do que defende em Junho do mesmo ano. Não questionou a manutenção de Portugal na NATO num quadro de regime capitalista, mas, de acordo com a relação de forças, quis sempre ganhar o maior número de direitos para os sectores de trabalhadores.”

Varela lembra ainda que, apesar do rompimento entre PS e PCP a partir de Março de 1975, os projectos dos dois partidos, ainda que distintos, não eram antagónicos – estava excluída a equação ditadura versus democracia, capitalismo versus socialismo, considera a historiadora.

O acordo de Cunhal

Para contrariar a teoria, comummente defendida, de que o PCP liderou o golpe de 25 de Novembro ambicionando tomar o poder (tendo sido obrigado a recuar quando se confrontou com uma adversa relação de forças), Raquel Varela apresenta uma narrativa, hora a hora, dos acontecimentos vividos naquele dia. A partir da análise de um vasto número de fontes documentais, a investigadora conclui que “o PCP nunca tentou fazer um golpe no 25 de Novembro ao qual o PS, o Grupo dos Nove e os sectores mais à direita responderam com um contragolpe”. Isto porque, afirma, o que aconteceu naquele dia “estava a ser preparado desde o Verão pela direita, para pôr fim ao processo revolucionário”.

Quem era essa “direita?” “Estamos a falar do Grupo dos Nove, do PS, da hierarquia da Igreja Católica e até de alguns sectores da extrema-esquerda, como o PCTP/MRPP, que apoiou o golpe”, responde. E salienta, tal como se pode ler no seu livro, que Álvaro Cunhal, secretário-geral do PCP, foi um dos dirigentes políticos que evitaram a guerra civil. Porque precisamente no dia 25 firmou um acordo com o major Melo Antunes, do Grupo dos Nove, comprometendo-se a não resistir ao golpe militar. “Aquilo que o PCP controlava e que poderia ter levado a uma ruptura de guerra civil – os fuzileiros, a Intersindical – recebe ordens para recuar. As unidades militares de esquerda tinham mais força do que as de direita e, no entanto, não reagem a um golpe que acontece e termina sem mortos. E a única justificação para terminar sem mortos é porque o PCP acorda em não resistir”, argumenta.

Embora o encontro entre Cunhal e Melo Antunes a 25 de Novembro de 1975 esteja documentado, Varela acredita que o acordo tenha decorrido alguns dias antes do golpe que pôs fim à crise político-militar e terminou com a duplicidade de poderes nas Forças Armadas. Até porque os Nove poderiam adivinhar que as unidades militares afectas ao PCP não deixariam de responder a uma insurreição militar, como acontecera a 28 de Setembro de 1974 e 11 de Março de 1975, refere Raquel Varela.

SILVA LOPES E A EDP RENOVÁVEIS



Com novo tacho aos 77 anos‏


ELE DEVIA TRABALHAR DE BORLA... Ou então descansar....

· Decreto-Lei nº 137/2010 de 28 de Dezembro: Artigo 6º (alteração ao Artigo 78º)
· Lei nº 55-A/2010 de 31 de Dezembro: Artigo 173º.

Aos 35 anos já se é velho para trabalhar na Lusitânia, mas este com 77 é um jovem!!!

SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.

SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, de onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de várias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS, empresa do Grupo EDP.

Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pelos políticos do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.

Num país com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para níveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que, para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar (desde que não congelem o dele, claro).

Foi este artista que há um ano disse na RTP1 que os ordenados portugueses estavam 20% acima do que deveriam estar!!!!! Os dele estão seguramente 1000 ou 5000% acima da média!!! VIVA LUSITÂNIA!

ANGOLA-DISCURSO DO PRESIDENTE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS



Discurso do Presidente José Eduardo dos Santos na reunião do Comité Central



Integra do discurso proferido pelo Presidente José Eduardo dos Santos, na abertura da I Sessão Extraordinária do Comité Central do MPLA

Luanda, 15 de Abril de 2011

CAROS CAMARADAS,

Quando éramos jovens, no tempo do colonialismo, sabíamos que a luta de emancipação dos povos era conduzida através de movimentos sindicais, de partidos políticos ou de movimentos de libertação nacional, que tinham como principais animadores líderes e pessoas de grande prestígio e capacidade, muito conhecidas na sociedade.

Esses líderes tinham ideais, programas e estratégias de luta, que divulgavam para conhecimento de todos, os quais definiam claramente o inimigo e determinavam quais eram as forças aliadas.

Nessa conjuntura, que durou mais ou menos até à década de 80 do século passado, foi conduzida com êxito em África a luta de libertação nacional dos povos, que pôs fim ao colonialismo francês, britânico e português.

Na fase seguinte, vários países entraram em processos revolucionários que culminaram com a escolha do desenvolvimento não capitalista para as respectivas nações e a organização de Estados ou sistemas políticos de partido único, em que a base do sistema económico era o capitalismo de Estado erigido na base de um conjunto de empresas do Estado.

Nalguns casos, como foi o nosso, o processo revolucionário teve carácter de classe e levou à tentativa de configuração de uma ditadura democrático-revolucionária, com um sistema de governo socialista baseado no plano económico único e na direcção centralizada da economia.

Estes dois modelos não vingaram, porque não foram capazes de proporcionar o exercício das liberdades e garantias fundamentais e o advento da prosperidade económica e social.

No fim dos anos 80 e começo dos anos 90, teve início a revolução pela democracia representativa e a economia de mercado em quase todo o continente africano, seja através das chamadas ‘Conferências Nacionais Soberanas’, seja por outras vias e formas.

Desse movimento surgiram os processos democráticos que estão hoje em curso em quase todos os países em que o Presidente, o Governo e os Deputados são regularmente eleitos pelo povo.

Esses processos democráticos baseiam-se, entre outros, no princípio da alternância democrática, o que quer dizer que os dirigentes e deputados que estão a governar disputam em eleições os votos dos eleitores, com as pessoas indicadas pelos partidos da oposição, e quem conseguir a maioria desses votos ganha o direito de governar no período seguinte.

Quando os que estão no poder ganham, há continuidade. Quando os que estão na oposição ganham, há alternância democrática do poder, porque os que lá estavam saem.

Hoje há uma certa confusão em África e alguns querem trazer essa confusão para Angola.

Devemos estar atentos e desmascarar os oportunistas, os intriguistas e os demagogos que querem enganar aqueles que não têm o conhecimento da verdade. Temos que ser mais activos do que eles para vencermos a batalha da comunicação da verdade.

Nas chamadas redes sociais, que são organizadas via Internet, e nalguns outros meios de comunicação social fala-se de revolução, mas não se fala de alternância democrática.

Para essa gente, revolução quer dizer juntar pessoas e fazer manifestações, mesmo as não autorizadas, para insultar, denegrir, provocar distúrbios e confusão, com o propósito de obrigar a polícia a agir e poderem dizer que não há liberdade de expressão e não há respeito pelos direitos.

É esta via de provocação que estão a escolher para tentar derrubar governos eleitos que estão no cumprimento do seu mandato.

Eles não querem que se aplique o princípio da alternância democrática, também no nosso país, porque têm medo das próximas eleições de 2012, pois sabem que a maioria dos eleitores não vai votar a favor deles.

O que eles pretendem fazer não é a revolução. Chama-se confusão, subversão da democracia ou da ordem democrática estabelecida na Constituição da República.

Quais são os argumentos que usam? Dizem, por exemplo, que há pobreza no país.

Nunca ninguém disse que não há e esta situação não é recente. Quando eu nasci e mesmo quando os meus falecidos pais nasceram já havia muita pobreza na periferia das cidades, nos musseques, no campo, e nas áreas rurais.

Agostinho Neto falou nos seus versos da miséria extrema dos musseques, das casas de lata sem água nem luz eléctrica.

António Jacinto, outro poeta proeminente, falou do contratado, cujo pagamento era fuba e peixe seco e ‘porrada’ quando se refilava.

Foi no musseque e no campo, nesse mundo de pobreza, que a maior parte de nós nasceu, cresceu e forjou a sua personalidade.

Conhecemos a origem da pobreza em Angola. Não foi o MPLA nem o seu Governo que a criou. Esta é uma pesada herança do colonialismo e uma das causas que levou o MPLA a conduzir a nossa luta pela liberdade e para criar o ambiente político necessário para resolver esse grave problema.

Infelizmente, as guerras que assolaram o país agravaram a situação, mas se consultarmos as estatísticas veremos que, com a conquista da paz em 2002 e graças ao trabalho do nosso Governo, os índices de pobreza que estavam em cerca de 70 por cento em 2002, baixaram oito anos depois, em 2010, para cerca de 37 por cento, quase metade!

Temos um programa de luta contra a pobreza e, se continuarmos com esse ritmo de redução, esse problema deixará de existir dentro de alguns anos.

Dizem, por outro lado, que não há liberdades, mas no país surgem cada vez mais partidos políticos, associações cívicas e profissionais, organizações não governamentais (ong’s), jornais privados, rádios comunitárias, etc.

Há dezenas de anos que membros de ong’s e jornalistas dizem e escrevem o que bem entendem, chegando alguns a ofender dirigentes e o Presidente da República e membros da sua família e, que eu saiba, nenhum deles está preso!

Diz-se também que no país há corrupção, mas não há país nenhum no mundo em que não há corrupção.

De qualquer modo, o nosso Governo está a fazer esforços para combater este mal.

Na Internet, alguém pôs a circular a notícia de que o Presidente de Angola tem uma fortuna de vinte biliões de dólares no estrangeiro.

Se essa pessoa fosse honesta e séria, devia indicar imediatamente ao Departamento de Inteligência Financeira do Banco Nacional de Angola (BNA) os nomes dos bancos e os números das contas em que esse dinheiro está depositado, para que o Tesouro Nacional possa transferir esse montante para as suas contas.

Mas isso não é nem será feito porque se usa a mentira, a intriga, a desinformação e a manipulação para dividir as forças patrióticas e afastar o povo do Governo, preparando deste modo as condições para executarem os planos de colocar fantoches no poder, que obedeçam à vontade de potências estrangeiras que querem voltar a pilhar as nossas riquezas e fazer-nos voltar à miséria de que nos estamos a libertar com muito sacrifício.

Caros Camaradas,

A mensagem a levar a todos os angolanos de boa fé sobre os nossos propósitos e sobre as nossas intenções deve ser clara, para que ninguém nos afaste do nosso rumo e do nosso processo democrático.

Quando o Povo, o Partido MPLA e o Governo estão juntos, a vitória está garantida.

Nós estamos num momento de reafirmação dos compromissos assumidos nas eleições de 2008.

O Bureau Político apreciou o relatório de avaliação do cumprimento das metas indicadas no Programa Eleitoral apresentado aos angolanos.

O resultado é satisfatório, mas poderia ser muito melhor se não fosse o efeito negativo que a crise económica e financeira internacional teve na economia nacional.

Temos ainda cerca de um ano e meio de mandato e esse tempo tem de ser bem aproveitado para realizarmos o máximo possível do que resta por fazer.

O relatório acima referido já foi endossado pela Comissão Preparatória do IV Congresso Extraordinário do MPLA, que preparou os outros documentos que o Comité Central deverá submeter também à apreciação e aprovação desse Congresso.

Estão, assim, elaboradas as bases gerais da Estratégia Eleitoral do Partido e as linhas de força para o Programa de Governo do MPLA para o período 2013-2017, que serão objecto de estudo, discussão, enriquecimento e aprovação pelo IV Congresso Extraordinário.

Os assuntos referentes à lista de candidatos e aos quadros em geral que deverão integrar os órgãos eleitos do Estado, após as eleições de 2012, serão tratados pelo Comité Central logo depois do Congresso, nos termos dos Estatutos do Partido.

Desejo muitos êxitos a todos e está aberta a reunião do Comité Central.

SEXTAS-FEIRAS NO CORAL



Sextas-feiras no Coral‏
O Coral Luísa Todi, leva a efeito no próximo dia 29 de Abril (sexta-feira), a partir das 21h 30m, no bar da cave do edifício sede, mais um "Café Concerto", desta vez com o tema: "Revisitar ... Hollyood".

Venha connosco passar um serão inesquecível e traga um amigo tambem !
--
Coral Luisa Todi
Rua Carlos Ferreira, 15
2900 - 025 Setúbal

Telef/fax 265 57 21 90
coralluisatodi@gmail.com - http://www.coralluisatodi.org/

À ATENÇÃO DO FMI EM PORTUGAL



É preciso que se saiba que:

"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro,

mas os nossos gestores recebem, em média:

- mais 32% do que os americanos;

- mais 22,5% do que os franceses;

- mais 55 % do que os finlandeses;

- mais 56,5% do que os suecos"

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)


E são estas "inteligências" (?) que chamam a nossa atenção afirmando:

"os portugueses gastam acima das suas possibilidades"

ABSOLUT MOURINHO - BARÇA/REAL MADRID





Poder absoluto



La conquista de la Copa frente al Barça fue otro paso de Mourinho en su lucha por gobernar todos los aspectos del Madrid, someter a los jugadores y mandar más que el presidente
DIEGO TORRES - Madrid - 25/04/2011


"¡Esto es fútbol!", decía para justificar su renuncia al balón frente al Barça
"Aquí algunos se vuelven locos con la presión", le dijo Florentino Pérez

"Si ganáis un título, yo me quedo y a Valdano lo echan", advirtió a la plantilla

"El Barça es, en buena medida, un invento de la prensa", dice a sus ayudantes

-¡Esto es fútbol!, decía. ¡Esto es fútbol!

Los ayudantes del técnico iban resumiendo entre los miembros de la expedición la idea que había concebido su líder.

-El Barça es, en buena medida, un invento de la prensa. A la hora de competir, no es un equipo realmente solvente.

Mourinho llevaba una semana bombardeando a la plantilla con eslóganes dirigidos a convencerles de que la posesión del balón no era necesaria. Que evitar la elaboración en el mediocampo era esencial para superar la primera línea de presión azulgrana.

-¡Den un pelotazo!, repetía.

Para Mourinho, ese pase largo al punta, más o menos apresurado, era la solución final. El instrumento definitivo para desnudar las carencias del adversario y terminar con su hegemonía. Así, antes de la final de Mestalla, a lo largo de sus numerosas charlas tácticas colectivas e individuales, repitió el vocablo con ese tono místico que emplea en las alocuciones: "¡Pelotazo!".

Mourinho sabía que estaba trasladando un mensaje contracultural. Sabía que su plan de acción encontraría resistencias entre gran parte de sus futbolistas, gente orgullosa, educada en campeonatos en los que predomina la vieja creencia de que los grandes jugadores deben aspirar a tomar la iniciativa mediante el uso de la pelota porque la posesión es la clave del éxito. Por eso, tras levantar la Copa, se esforzó por recordar a todos que él tenía razón. Que hay otras maneras de jugar. Y que quien se limite a despejar balones merece ser considerado un honorable jugador de fútbol.

Los jugadores insisten en que, tácticamente, Mourinho no les enseñó nada nuevo. Ni es un sacchi ni es un guardiola, apuntan, porque para hacer funcionar a un equipo con la pelota hace falta tiempo y él promete resultados inmediatos. Aseguran que es extremadamente detallista en la confección del esquema defensivo, pero que, una vez recuperado el balón, sus consignas resultan limitadas contra equipos que se cierran atrás. Si por algo valoran los futbolistas al entrenador portugués es, primero, por su método avanzado de preparación física, siempre con el balón, con adaptaciones a las circunstancias naturales del juego. Segundo, por su intuición para detectar los puntos flacos del adversario y proponer soluciones sencillas para hurgar en ellos. Tercero, por su capacidad para convencer a la gente de que se implique en la empresa a cambio de protección. En este aspecto Mourinho deposita gran parte de su energía mental. Es la vertiente propagandística de su obra. Para completarla necesita ejercer de director de comunicación de facto y de mánager. Salvo Casillas, ningún futbolista del Madrid habla en público sin su permiso.

Sabedor de que los futbolistas son receptivos cuando saben que quien les habla controla sus carreras, el técnico acumuló poder. Desde que llegó al Madrid, Mourinho avanzó sobre prerrogativas que, hasta entonces, habían correspondido exclusivamente a los presidentes. Comenzó por pedir la renovación de Pepe. No fue escuchado. Reclamó el fichaje de Hugo Almeida. Lo ignoraron. Tras el 5-0 en el Camp Nou, empezó a dar muestras de ansiedad. El 19 de diciembre, el día de la visita del Sevilla, provocó una crisis. Antes de denunciar ante la prensa una conspiración arbitral hoja en mano, y aprovechando la presencia de un dirigente en el vestuario, escenificó una pérdida de control nervioso ante los jugadores.

-¡Vosotros decís que este es un club señor y esto es una puta mierda de club! ¡Me cago en el señorío! ¡Y ahora vais y se lo decís al presidente! ¡Ahora me voy de vacaciones y, si me queréis echar, por mí no vuelvo!

Abrumado, el presidente, Florentino Pérez, se planteó la posibilidad de destituirle. Al día siguiente, durante la comida de Navidad, cogió el micrófono y le lanzó una andanada encriptada.

-Aquí hay gente que se cree capacitada para cualquier empresa y no se da cuenta de que el Madrid es la empresa más grande. No todos están capacitados. La presión que se sufre aquí no es para todo el mundo. Algunos se vuelven locos.

Lejos de amilanarse, en la primera reunión privada que mantuvieron, Mourinho le hizo sentir la presión a su interlocutor.

-Ni yo soy el entrenador que usted esperaba ni usted es el presidente que yo creía, le dijo.

Intimidado ante la posibilidad de completar otra temporada sin títulos y persuadido por las encuestas de la fuerza de Mourinho entre los hinchas, que lo consideran un ídolo, el presidente acabó por ceder y fichó a Adebayor. Antes del derbi, Mourinho reunió a la plantilla y anunció su estrategia.

-No soy hipócrita. Al final de temporada, o se va Valdano o me voy yo. No lo puedo ni ver. Si me quedo, salvo el márketing y el baloncesto, seré el principal responsable de la gestión deportiva. Los que tenéis la llave de todo sois vosotros. Si ganáis un título, yo me quedo y a Valdano lo echan. Si vosotros perdéis, él se queda y yo me voy. De ahora en adelante, observaré quién está con el equipo y quién no.

Los líderes del vestuario se vieron en un aprieto. Uno de ellos, en una reunión, hizo la siguiente reflexión en voz alta.

-Juega con nuestra voluntad. Nos hace sus cómplices. Si corremos y ganamos títulos, le dirá al presidente que estamos con él y contra Valdano. Si tenemos un mal día, nos convertiremos en sus enemigos.

Después de años sin ganar títulos, persuadidos de la necesidad de salvar sus contratos y su prestigio, los jugadores, temerosos, se limitaron a cumplir.

La Copa lograda en Mestalla fue el primer trofeo en el historial de Florentino Pérez desde 2003. Significó la instauración del entrenador en todos los niveles. El poder absoluto para José Mourinho.

O FERNANDO NOBRE DO PSD








Fernando Nobre: O Verdadeiro Artista Português




…”partido politico nem pensar, nunca. Não peço nada, nunca pedi por isso eu não aceitarei nenhum cargo partidário nem governativo. Está assente, não volto atrás.”SIC Noticias, 28.02.2011




Não deixes de ler até o fim…. Estamos perante um homem que nunca abandona a família e pensa no seu futuro!!!


A razão porque divulgo estes elementos deve-se, exclusivamente, ao comportamento sem princípios e sem valores do Dr. Fernando Nobre. Valores que tanto proclamou, de forma arrogante, contra todos os que exerciam cargos políticos (que estão longe de serem uns santos…) que dizia contaminados pelo Poder. Falando um verdadeiro português: um aldrabão, oportunista, um pantomineiro político. Acrescento que o que está aqui em causa é só o comportamento do Dr. Fernando Nobre e não quem o convidou….porque isso é jogo político, goste-se o não dos métodos.



Tudo o que está escrito, pode encontrar-se no Relatório e Contas 2009 da AMI (site - a AMI -Tudo sobre AMI- em nºs).



Envio Estrutura Orgânica da Fundação AMI, entidade reconhecida como de interesse público e sem fins lucrativos, para que o modelo não se venha a reproduzir na futura Assembleia da República. Os dois órgãos duplicam-se entre os familiares para poupar recursos humanos, financeiros e de transportes (saem todos da mesma casa)



Conselho de Administração da AMI
Direcção Geral da AMI
Presidente
Fernando Nobre


Vice-Pres.
Leonor Nobre( irmã)


Vogal
Carlos Nobre(filho)


Secret. Geral
Luisa Nobre( mulher)


vogal
José Luis Nobre (filho)


Diretor Geral
Fernando Nobre


Diretora Geral
Adjunta
Leonor Nobre


Diretora Geral
Adjunta
Luisa Nobre


Assessora
Isabel Nobre

O Relatório e Contas é assinado por Fernando Nobre e Carlos Nobre e o Conselho Fiscal é presidido por Manuel Dias Lucas casado com Leonor Nobre, logo cunhado de Fernando Nobre.



Património
O património da família Nobre, desculpem, da AMI, em que a família Nobre se limita a gerir/controlar/avaliar/fiscalizar/avaliar/monitorizar/distribuir….
Ver Relatório Contas 2009 da AMI (pág. 87), fundação de ajuda humanitária, emergências e catástrofes e que sobrevive (?) com o apoio de entidades públicas (IPAD- Instituto Português para o Apoio ao Desenvolvimento, Autarquias , Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, ….)
É possível encontrar alguns nºs interessantes.


Activos Brutos
1. Capital em empresas associadas……………… 2.013,726 euros.
2. Aplicações financeiras em imóveis………… 1.346,896euros
3. Aplicações financeiras/obras de arte……………. 126.751euros
4. Aplicações financeiras/filatelia……………………… 656.844 euros
Subtotal ……………………………… 4 milhões 144mil e 218 euros
5. Terrenos e recursos naturais………….. 1.004.095euros
6. Edifícios……………………………… 5.858.161euros
7. Equipamento básico………………………….. 265.839euros
8. Equipamento de transporte…………….. 608.941euros
9. Equipamento administrativo……… 375.868euros
Subtotal ………………………………………………………..8.220.074euros
Total de Activos 12milhões 740 mil e 906 euros.


Como no relatório não consigo saber quanto é que o Estado Português ou as entidades públicas subsidiaram a AMI em 2009, exijo sabê-lo porque quero saber para quantos selos ou peças de arte eu contribui.

O CASACO DE PELES




http://elrellano.com/videos_online/4624/circo-roncalli.html


" Eduquemos as crianças, e não será necessário castigar os homens! " (Pitágoras)

A BUROCRACIA E O FUNCIONÁRIO PÚBLICO - 036, de Juan Fernando Andrés Parrilla y Esteban Roel García Vázquez


Digno do Fantasporto !!!
Bem na linha do David Lynch, Hitchcock, Tarantino e outros ícones do suspense e do filme negro…
Não se recomenda a menores de 16 anos, a pessoas impressionáveis ou a… funcionários públicos

E-VOX, CONCERTO NO MAEDS


E-VOX, CONCERTO NO MAEDS, SEXTA-FEIRA, 29 DE ABRIL ÀS 21H30M.
ENTRADA LIVRE
DINA PERES (VOZ)
LUÍS ALEGRIA (FLAUTA)
ALEXANDRE MURTINHEIRA E SALVADOR PERES (VIOLAS ACÚSTICAS)
POESIA NAS VOZES DE CARLOS MEDEIROS, ELISABETE CARAMELO E JOÃO COMPLETO.
PINTURA AO VIVO DE NUNO DAVID
MAEDS AVª LUÍSA TODI 62 SETÚBAL

O QUE VAI ACONTECER EM PORTUGAL COM AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES?



A melhor anedota do ano!!‏


Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica, mas o navio fedia!
O Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa!
Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir, e parte para reunir os seus homens e diz:
- Sailors, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.
- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan ... e assim prosseguiu.
Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:
- Sir, todos já trocaram de roupa.
O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.


É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER EM PORTUGAL NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

200 países, 200 anos, 4 minutos