sexta-feira, 16 de março de 2012

A NOVA ALCUNHA DO GOVERNO PORTUGUÊS


A nova alcunha do Governo

A nova alcunha do Governo é 'LÁTINHA'...

A gente anda pela rua, aponta para as portas fechadas e diz:


LÁ...... TINHA uma loja...

LÁ...... TINHA uma fábrica...

LÁ...... TINHA um armazém...

LÁ...... TINHA trabalhadores...

LÁ...... TINHA um sonho...

LÁ...... TINHA esperança...

LÁ...... TINHA uma escola...

LÁ...... TINHA um serviço de urgência...

LÁ...... TINHA esperança de dias melhores...

LÁ..... TINHA subsídios de Natal e o de férias...

MANCHESTER CITY - SPORTING DE PORTUGAL

COMO UM POVO UNIDO (EQUIPA) PODE DERROTAR A ARROGÂNCIA, A SOBERBA DOS RICOS.

JORNAL O JOGO
Futebol - Liga Europa
Sá Pinto: "Ganham as grandes equipas, não os jogadores"








Quem esperava um Sá Pinto eufórico no final do jogo com o Manchester City enganou-se. Tranquilo, o treinador do Sporting garantiu que nem a segunda parte o fez sofrer mais do que qualquer outro jogo. "Nunca perdi a confiança na equipa", disse.
Feitas as contas à eliminatória que garantiu a passagem aos quartos de final, o treinador do Sporting recordou um princípio do seu discurso. "Vale a pena acreditar. Quem ganha são as grandes equipas, não são os jogadores". E, diz, como o Sporting foi tudo o que quis, a história reserva- o lugar para este plantel. "O que conseguimos foi um feito histórico. Não podemos esquecer que esta equipa ganhou ao Manchester United por 6-2 e ao Tottenham, por 5-1. Com eles é sempre quatro ou cinco. Ganhámos o respeito do futebol europeu", concluiu.
Leões são notícia um pouco por todo o mundo
Por Redação




A passagem do Sporting aos quartos-de-final da Liga Europa teve eco um pouco por toda o mundo. Veja o que se disse sobre a presença dos leões de Alvalade na próxima fase da competição.

L’Equipe

«O Sporting surpreendeu e eliminou o Manchester City, apesar de ter perdido por 3-2. Mesmo com uma vantagem de dois golos ao intervalo, os portugueses, demasiado nervosos, perderam-se na segunda parte e quase se deixavam surpreender pelos citizens, que foram ganhando confiança».

BBC

«Manchester City saiu na Liga Europa, apesar de uma segunda parte impressionante contra o Sporting».

Guardian

O diário britânico fala numa noite apaixonante de futebol, salientando que os esforços do City, liderados por Kun Aguero, foram infrutíferos. O triunfo alcançado pelos leões do jogo da primeira mão foi decisivo, reforça o Guardian.

Globo

«City ganhou mas não levou», titula, à boa maneira brasileira, o portal Globo.

Ingleses reagem, quase conseguem vaga no fim, mas veem os portugueses fazerem a festa em Manchester.

La Tercera

O diário chileno destaca a exibição do conterrâneo Matias Fernánsdez, autor do primeiro golo do Sporting no desaire (2-3) ante o City.

«Matías Fernández marca e Sporting elimina City de Pizarro na Liga Europa».

O ex-Colo Colo apontou o primeiro golo dos portugueses, na derrota por 3-2 frente ao City. Triunfo que leva o Sporting aos quartos-de-final da competição depois do resultado favorável conseguido no encontro da primeira mão (1-0).

Telegraaf

O jornal holandês dá ênfase ao golo de Ricky Van Wolswinkel, autor do segundo do Sporting.

«Sporting deve apuramento a Van Wolfswinkel».

Graças, em parte, a um golo de Ricky Wolfswinkel, o Sporting eliminou a potência inglesa do Manchester City da Liga Europa. Depois da vitória em Lisboa por 1-0, a equipa portuguesa perdeu em Inglaterra por 3-2. Durante muito tempo, o Sporting parecia ter a eliminatória controlada. Wolfswinkel marcou aos 40 minutos o 2-0, uma margem aparentemente segura...


00:04 - 16-03-2012

HUMOR PARA O SEU FIM DE SEMANA


A HISTÓRIA JÁ É VELHA MAS CONTINUA ACTUAL

A propósito de comentadores que percebem de tudo...
 ... Voo de Lisboa para o Porto.


O famoso comentador da TV, Marcelo Rebelo de Sousa, seguia a bordo de um avião, de Lisboa para o Porto.

O lugar a seu lado estava ocupado por um garoto de uns 10 anos, natural de Amarante, de óculos, com ar sério e compenetrado.

Assim que o avião descolou, o garoto abriu um livro, mas Marcelo Rebelo de Sousa puxou conversa.

- Ouvi dizer que o voo parece mais curto se conversarmos com o passageiro do lado. Gostarias de conversar comigo?

O garoto fechou calmamente o livro e respondeu:

- Talvez seja interessante. Qual o tema que gostaria de discutir?

- Ah, que tal política? Achas que devemos reeleger Sócrates ou dar uma oportunidade ao Passos Coelho?

O garoto suspirou e replicou:

- Poderá ser um bom tema, mas, antes, gostaria de lhe colocar uma questão.

- Então manda! - encorajou o professor Marcelo.

- Os cavalos, as vacas e os cabritos comem a mesma coisa, certo? Pasto, ervas, rações. Concorda?

- Sim. - disse o professor.

- No entanto, os excrementos dos cabritos são umas bolinhas, as vacas largam placas de bosta e, os cavalos, umas bolas bem grandes... Qual é a razão para isto?

Marcelo Rebelo de Sousa pensou por alguns instantes, mas acabou por confessar que não sabia a resposta...

E o garoto concluiu:

- Então como é que o senhor se sente qualificado para discutir quem deve governar Portugal se não entende de
"merda"nenhuma?...

TIPPI

PONTE ROMANA DE ALCÂNTARA - FRONTEIRA ENTRE PORTUGAL E ESPANHA



Ponte romana de 104 D.C.

ESTA PONTE SOBRE O RIO TEJO (Tajo em Espanha ) É FRONTEIRA ENTRE PORTUGAL E ESPANHA -Do Lado de Portugal o povo de SEGURA(Castelo Branco-Capital da Provincia da Beira Baixa ) e do lado de Espanha ALCANTARA e PIEDRAS ALBAS (Cáceres) .

Essa ponte, construída pelos romanos, resiste a mais de 1900 anos e, pasmem, ainda é transitável. Quantas obras "modernas" resistirão por tanto tempo? OJBR

quinta-feira, 15 de março de 2012

ANGOLA - DEPOIS DE CHIVUKUVUKU TAMBÉM NHOCA GONÇALVES ABANDONA A UNITA

Nhoca Goncalves (amigo de Do Mpla Movimento) também comentou a actualização de estado de Do Mpla Movimento.

Nhoca escreveu: "Depois Chivukuvuku, Joaquim Icuma larga a UNITA!!
O ex-membro da Comissão Política Nacional e do Comité Permanente da Unita Joaquim Icuma, anunciou quarta-feira, no Dundo, Lunda Norte, o seu afastamento voluntário e definitivo das fileiras do partido.

Antigo ministro do Comércio no Governo de Unidade e Reconciliação Nacional (GURN), Joaquim Icuma disse ter tomado tal posição porque já não se revê na estratégia política traçada pelos actuais responsáveis do partido, "orientada para satisfazer os interesses de um grupo".

Referiu que os propósitos que o levaram a aderir à organização já não são os mesmos, tendo acusado os dirigentes daquele partido de servir os seus interesses e das suas famílias.

Explicou que, decorridas mais de três décadas de militância, chegou a conclusão de que a "Unita é um partido que fala da democracia mas que não a pratica, realçando que os interesses da maioria nacional estão ser ignorados pelos seus dirigentes".

"Aderi à Unita pensando ser um partido que realmente representasse os interesses da maioria do povo angolano e hoje cheguei a conclusão de que o propósito que defendia na Unita já não existe e achei por bem deixar o partido", afirmou.

Apontou o episódio ocorrido no ano passado, em que foi agredido pelos seus colegas em plena reunião do Comité Permanente, como outra das razões para abandonar o partido.

Com o político, abandonaram a Unita outros quatro militantes com destaque para o antigo secretário provincial da organização na Lunda Norte e membro da Comissão Política Nacional e Permanente, Pedro Naweji.

Disse não poder continuar a pertencer a um partido que não tem uma linha de conduta que pudesse atrair os seus membros para a lógica.

O representante da organização na região do Cuango, Manuel Simão, o ex-secretário provincial para administração, Nené do Nonato e o membro António Muamununga fazem igualmente parte dos dissidentes.

Militante há mais de três décadas, Joaquim Icuma representou o partido na Alemanha, onde coordenou os comités da Unita."

GOLPE MILITAR OU A "SOLUÇÃO DEVE PASSAR PELA DEMOCRACIA"?


Crise

Militares respondem a Otelo: "Solução deve passar pela democracia"

Económico com Lusa
15/03/12 10:34

O presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas disse hoje que a soberania portuguesa se está "a esvair", o que leva algumas pessoas a procurar solução nos militares, mas defendeu que a situação deve ser resolvida em democracia.

"Apesar de tudo o que se vai passando, e contrariando, infelizmente, as promessas, vamos vendo cada vez mais exemplos de muito pouco edificantes razões que levaram a esta situação em que nos encontramos", afirmou à agência Lusa Manuel Carcel.

No entanto, "diria que a democracia tem mecanismos para nos fazer ultrapassar o período que atravessamos, mal-grado isto estar a atingir uma situação em que todos, militares e população em geral, olham com muita apreensão", acrescentou.

O presidente da Associação dos Oficiais das Forças Armadas falou a propósito de declarações do coronel Otelo Saraiva de Carvalho, que, na quarta-feira à noite, considerou que só as Forças Armadas, em nome do povo, poderão resolver o problema da perda de soberania de Portugal, como a que atualmente se verifica, derrubando o Governo.

"As Forças Armadas, em muitas ocasiões ao longo da nossa História, foram a solução para outros problemas", admitiu Manuel Carcel, ressalvando, no entanto, querer "acreditar que somos capazes, num ambiente de democracia, de ultrapassar este problema".

"Mais que não seja, se assim for entendido, substituindo os governantes que hoje estão à frente dos destinos do país", referiu.

Ainda assim, Manuel Carcel deu alguma razão ao antigo "capitão de Abril" Otelo Saraiva de Carvalho.

"Efetivamente, como diz o coronel Otelo de Saraiva de Carvalho, a soberania - que é a razão de existência de um povo - cada vez mais se vai esvaindo, para desespero de todos nós", afirmou.

"Esta situação leva as pessoas em geral com quem convivo e camaradas meus a sentir a falta de uma luz ao fundo do túnel e a olhar também para os militares" à procura de uma solução, opinou.

Esta não foi a primeira vez que Otelo Saraiva de Carvalho defendeu a possibilidade de avançar para um golpe militar como resposta à situação em Portugal.

Em declarações à agência Lusa, a propósito de uma manifestação de militares que estava marcada para dia 12 de novembro do ano passado, Otelo Saraiva de Carvalho afirmou ser contra essas manifestações, mas defendeu que, se fossem ultrapassados os limites, com perda de mais direitos, a resposta poderia ser um golpe militar, que a
concretizar-se seria mais fácil do que em 1974.

Declarações que levaram um grupo de cidadãos a apresentar queixa ao Ministério Público, tendo este aberto um inquérito em janeiro passado.

Processo que Manuel Carcel considera não se justificar, considerando: "A liberdade de opinião pode acontecer com esta expressão mais viva, sem que o Ministério Público venha incomodar esse nosso camarada".

OTELO SARAIVA DE CARVALHO DEFENDE ACTUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS

Otelo defende actuação das forças armadas em nome do povo face a perda de soberania.


Por Agência Lusa, publicado em 14 Mar 2012.

O coronel Otelo Saraiva de Carvalho afirmou hoje, em Coimbra, que só as Forças Armadas, em nome do povo, poderão resolver o problema da perda de soberania de Portugal, como a que atualmente se verifica, derrubando o Governo.

Ao proferir hoje uma palestra no Instituto de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC) sobre "As Forças Armadas na Defesa da República e da Democracia Portuguesa", disse que àqueles que reclamam um novo 25 de Abril responde "sem dúvida que era necessário".

Para o "Capitão de Abril", tal como o que se passava com o governo socialista liderado por José Sócrates, com atual executivo "há esta submissão grande em relação à grande potência atual da Europa que é a Alemanha", com "uma perda de alta soberania" de Portugal.

"Esta perda de soberania é tão marcante que, foi por isso que eu disse, estão a ser atingidos limites. Quando esses limites forem ultrapassados... E aqui, nesta ligação constitucional das Forças Armadas ao povo, com as Forças Armadas ao lado do povo, em defesa do povo português, aí de facto as Forças Armadas terão que atuar", sustentou.

Para Otelo Saraiva de Carvalho essa atuação das Forças Armadas passaria por "uma operação militar que derrube o Governo que está" em funções.

"Mesmo apesar de eu saber que o Governo foi eleito. Mas foi eleito em que condições? E atualmente há satisfação dos portugueses em relação ao poder que foi eleito? E se houver outras eleições haverá satisfação? Não!", responde aquele que foi um dos protagonistas da revolução democrática do 25 de Abril, em 1974,

No seu entendimento, "quando há perda de soberania, perda de independência nacional, as Forças Armadas têm de atuar".

No início de janeiro, o Ministério Público abriu um inquérito relacionado com declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, que, numa entrevista à agência Lusa publicada em novembro, falou na possibilidade de haver um golpe militar, caso fossem "ultrapassados os limites".

Na intervenção de hoje em Coimbra, Otelo Saraiva de Carvalho considerou também que a “esperança que o 25 de Abril abriu está a morrer e está a ser passada de [certa] forma uma certidão de óbito total" àquilo que representou a revolução.

"Há uma infração permanente às disposições constitucionais por parte dos sucessivos governos e, sobretudo, que vão atingir os direitos sociais dos trabalhadores", acrescenta.

Para Otelo Saraiva de Carvalho, o que se está a passar é mais uma consequência da falta de audácia do Movimento das Forças Armadas (MFA) no período revolucionário.

"Nós, MFA, tínhamos o poder na mão, de nos afirmarmos como um país soberano, como um exemplo dado ao mundo, notável, que foi a descolonização, sem ponta de neocolonialismo nosso, no estabelecimento de relações fraternas", acentuou.

Este coronel na reserva considerou a Islândia "um caso notável" de reação popular recente.

"O povo prendeu os políticos, prendeu os banqueiros, disse que não pagava dívida nenhuma, que a culpa não era do povo, e com o poder popular emergente elegeram uma comissão para elaborar uma nova Constituição", concluiu.

O DESEMPREGADO E O VENDEDOR DE MORANGOS

"Um desempregado pede um emprego de desentupidor de banheiro na Microsoft. O diretor dos recursos humanos convoca-o para uma entrevista e uma prova prática (com um desentupidor ultra moderno).

No fim das provas lhe diz: você está contratado, me dê o seu e-mail e te mando o formulário para preencher, a data e a hora que você terá que se apresentar para trabalhar.

O homem, desesperado, responde que não tem computador e, portanto, não tem e-mail.

O Diretor de RH lhe diz então que lamenta muito, mas se não tem e-mail, isso significa que virtualmente não existe e como não existe, não pode conseguir o emprego.

O homem saí desesperado, sem saber o que fazer, com apenas 12 dólares no bolso. Decide então ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 kgs de morangos. Vendeu os morangos por quilo, de porta em porta e em menos de duas horas conseguiu duplicar o seu capital.

Repetiu mais três vezes a operação e regressou a casa com 60 dólares.

Deu-se então conta que poderia sobreviver desta maneira. Passou a sair de casa mais cedo e a regressar mais tarde e assim triplicou ou quadruplicou o seu dinheiro diariamente.

Pouco tempo depois, comprou um carrinho que depois trocou por um caminhão e mais tarde se viu dono de uma pequena frota de veículos de entrega de mercadorias.

Cinco anos depois...

O homem agora é proprietário de uma das maiores redes de distribuição alimentar dos Estados Unidos.

Pensou então no futuro da sua família, e decidiu fazer um seguro de vida. Chamou um corretor, escolheu um plano de seguro e quando terminou a conversa, o corretor lhe pediu o e-mail para lhe enviar a proposta.

O homem lhe disse então que não tinha e-mail. Mas o senhor é uma raridade diz o corretor. Não tem e-mail e conseguiu construir este império! Imagine só o que poderia ser se tivesse um e-mail.

O homem reflete e responde: seria desentupidor de banheiro na Microsoft.

Moral 1 da história:

A internet não soluciona a sua vida.

Moral 2 da história:

Se não tem um e-mail, mas trabalha muito, poderá virar milionário.

Pense e reflita:

Você está mais para desentupidor de banheiros ou vendedor de morangos?

Acredite mais em você do que no que dizem de você. Comece a vender seus morangos.

http://atitudeinterativa.blogspot.com

ALDEIAS DE PORTUGAL - O REGRESSO ÀS ORIGENS - FILME 3

FAÇA O TESTE E CONHEÇA-SE

FAÇAM O TESTE CLICANDO NA IMAGEM E DEPOIS AGUARDEM O CARREGAR DA PÁGINA E RESPONDAM ÀS 6 QUESTÕES.
SÃO CAPAZES DE TER UMA SURPRESA.


Teste japonês

A FACILIDADE COM QUE AS MULHERES ALTERAM OS PLANOS DE UM HOMEM

MAX KEISER - O HOLOCAUSTO FINANCEIRO

Max Keiser: Aproxima-se um holocausto financeiro enquanto a Alemanha ataca a Grécia
Por que aceitamos tudo o que nos está a ser imposto sem protestar, como rebanho sem capacidade de reacção?
Por que não nos manifestamos como os gregos?
Que estamos à espera para fazer uma revolução à séria?


Protestantes em Atenas confrontam-se com a Polícia, alguns deles lançam pedras e cocktails molotov. O governo de coligação grego chegou a acordo sobre o novo pacote de austeridade que os seus credores…
00:06:16
Adicionado em 11/02/2012

BLOCO DE ESQUERDA EM SETÚBAL


BLOCO PROMOVE SESSÃO PÚBLICA EM SETÚBAL PARA CELEBRAR O SEU 13º ANIVERSÁRIO

Francisco Louçã e Rosário Amaral, da concelhia de Setúbal, são os intervenientes da sessão pública que o Bloco de Esquerda promove esta sexta-feira, dia 16 de Março, na cidade sadina.

Com esta iniciativa, o Bloco assinala o 13º aniversário do movimento que mudou a esquerda e o país e assume o combate às medidas de austeridade impostas pela troika como prioridade política na luta contra o empobrecimento e a miséria a que condenaram Portugal.

Recordar Abril e reforçar a luta pelos direitos conquistados e que agora perigam é essencial.

A sessão tem lugar às 21h30, na Biblioteca Municipal de Setúbal (Avenida Luisa Tody, 188) (mapa)
Descarrega aqui o folheto e o cartaz.
Saudações Bloquistas!
Ana Sartóris
 

Bloco de Esquerda / Distrital Setúbal
setubal.bloco@gmail.com
www.setubal.bloco.org

quarta-feira, 14 de março de 2012

FINANÇAS - LADRÕES - BARRA DA COSTA

A SUBJECTIVIDADE DA ARTE

THOMAS JEFFERSON - FOI HÁ 206 ANOS

Foi há 206 anos, curioso! (E NÃO É QUE ESTÁ A ACONTECER !!!)
Em 1802 sem computadores, estatísticas e análises de mercado...
 
Quote of the Week

'I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around the banks will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered.'
Thomas Jefferson 1802


«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»
Thomas Jefferson, 1802

GAITEIROS DE LISBOA - SUBIR SUBIR

FERNANDO PESSOA, O GÉNIO

MARIA BETHÂNIA CANTA FERNANDO PESSOA

MAL MAIOR

Mal maior

A depressão e o medo apoderaram-se dos portugueses. A causa próxima do desalento generalizado é o crónico agravamento de impostos, a par da redução do valor das reformas e dos salários na função pública.

14 Fevereiro 2012

Por:Paulo Morais, Professor Universitário

Os sucessivos aumentos da carga fiscal, ao arrepio de todas as promessas em sentido contrário, vieram desacreditando progressivamente a vida política. Os cidadãos, fartos de promessas eleitorais não cumpridas, estão hoje mais vulneráveis a propostas totalitárias de consequências imprevisíveis para o regime democrático.

A nível da actividade económica, os efeitos são também muito negativos. Receosos, os consumidores retraem-se, o comércio e os serviços experimentam uma crise de que não há memória.

Esta diminuição do consumo provoca o efeito contrário ao que o estado pretenderia, perspectivando-se até a redução da colecta de IVA.

Por outro lado, o agravamento dos custos de contexto para a actividade empresarial tem levado muitos negócios à falência.

Com o encerramento de empresas, aumentam as despesas do estado com contribuições sociais.

Acresce que níveis de imposto elevados levam sempre ao crescimento generalizado da fuga ao fisco e à diminuição da receita fiscal.

O aumento de impostos, a partir de um determinado nível, é assim uma medida contraproducente.

Mas os piores efeitos do agravamento fiscal, conjugado com a diminuição dos salários e das pensões, sentem--se em termos sociais e psicológicos.

Estas medidas permitem a propagação da ideia de que se pode esperar do estado português tudo o que é negativo.

Doravante, os cidadãos e as empresas sabem que se movem num quadro fiscal que pode mudar a qualquer momento.

Não há planeamento que resista. A imprevisibilidade assusta e gera desconfiança.

Deste modo, as medidas que vão retirando direitos aos cidadãos, a pretexto de que constituem um mal menor, são afinal a causa de um mal bem maior.

Provocam este ambiente de medo e estagnação, que paralisa as empresas e angustia todo um povo.

A LÍNGUA NÃO SE MUDA POR DECRETO


A língua não se muda por decreto!

Brilhante artigo sobre "O Acordo Ortográfico".

Naufragar é preciso?

texto de João Pereira Coutinho (escritor português)

TEXTO PUBLICADO NA FOLHA DE SÃO PAULO
Começa a ser penoso para mim ler a imprensa portuguesa. Não falo da qualidade dos textos. Falo da ortografia deles. Que português é esse? Quem tomou de assalto a língua portuguesa (de Portugal) e a transformou numa versão abastardada da língua portuguesa (do Brasil)?

A sensação que tenho é que estive em coma profundo durante meses, ou anos. E, quando acordei, habitava já um planeta novo, onde as regras ortográficas que aprendi na escola foram destroçadas por vândalos extraterrestres que decidiram unilateralmente como devem escrever os portugueses.

Eis o Acordo Ortográfico, plenamente em vigor. Não aderi a ele: nesta Folha, entendo que a ortografia deve obedecer aos critérios do Brasil.
Sou um convidado da casa e nenhum convidado começa a dar ordens aos seus anfitriões sobre o lugar das pratas e a moldura dos quadros. Questão de educação.

Em Portugal é outra história. E não deixa de ser hilariante a quantidade de articulistas que, no final dos seus textos, fazem uma declaração de princípios: "Por decisão do autor, o texto está escrito de acordo com a antiga ortografia".

A esquizofrenia é total, e os jornais são hoje mantas de retalhos.
Há notícias, entrevistas ou reportagens escritas de acordo com as novas regras. As crónicas e os textos de opinião, na sua maioria, seguem as regras antigas. E depois existem zonas cinzentas, onde já ninguém sabe como escrever e mistura tudo: a nova ortografia com a velha e até, em certos casos, uma ortografia imaginária.

A intenção dos pais do Acordo Ortográfico era unificar a língua.
Resultado: é o desacordo total com todo mundo a disparar para todos os lados. Como foi isto possível? Foi possível por uma mistura de arrogância e analfabetismo. O Acordo Ortográfico começa como um típico produto da mentalidade racionalista, que sempre acreditou no poder de um decreto para alterar uma experiência histórica particular.

Acontece que a língua não se muda por decreto; ela é a decorrência de uma evolução cultural que confere aos seus falantes uma identidade própria e, mais importante, reconhecível para terceiros.

Respeito a grafia brasileira e a forma como o Brasil apagou as consoantes mudas de certas palavras ("ação", "ótimo" etc.). E respeito porque gosto de as ler assim: quando encontro essas palavras, sinto o prazer cosmopolita de saber que a língua portuguesa navegou pelo Atlântico até chegar ao outro lado do mundo, onde vestiu bermudas e se apaixonou pela garota de Ipanema.

Não respeito quem me obriga a apagar essas consoantes porque acredita que a ortografia deve ser uma mera transcrição fonética. Isso não é apenas teoricamente discutível; é, sobretudo, uma aberração prática. Tal como escrevi várias vezes, citando o poeta português Vasco Graça Moura, que tem estudado atentamente o problema, as consoantes mudas, para os portugueses, são uma pegada etimológica importante. Mas elas transportam também informação fonética, abrindo as vogais que as antecedem. O "c" de "acção" e o "p" de "óptimo" sinalizam uma correcta pronúncia.

A unidade da língua não se faz por imposição de acordos ortográficos; faz-se, como muito bem perceberam os hispânicos e os anglo-saxónicos, pela partilha da sua diversidade. E a melhor forma de partilhar uma língua passa pela sua literatura.

Não conheço nenhum brasileiro alfabetizado que sinta "desconforto" ao ler Fernando Pessoa na ortografia portuguesa. E também não conheço nenhum português alfabetizado que sinta "desconforto" ao ler Nelson Rodrigues na ortografia brasileira.

Infelizmente, conheço vários brasileiros e vários portugueses alfabetizados que sentem "desconforto" por não poderem comprar, em São Paulo ou em Lisboa, as edições correntes da literatura dos dois países a preços civilizados.

Aliás, se dúvidas houvesse sobre a falta de inteligência estratégica que persiste dos dois lados do Atlântico, onde não existe um mercado livreiro comum, bastaria citar o encerramento anunciado da livraria Camões, no Rio, que durante anos vendeu livros portugueses a leitores brasileiros.

De que servem acordos ortográficos delirantes e autoritários quando a língua naufraga sempre no meio do oceano?

José João Pereira Coutinho (Porto, 1 de Junho de 1976) é um jornalista e comentador político português.
Frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, acabando por se licenciar em História (na variante de História da Arte), pela Universidade do Porto. Prosseguiu estudos na Universidade Católica Portuguesa, onde se doutorou em Teoria e Ciência Política Contemporânea e é, actualmente, Professor Convidado.
É autor do romance Jaime e outros bichos, publicado aos dezanove anos de idade e que lhe valeu o Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro (1996). Iniciou mais tarde uma assídua colaboração na imprensa, como colunista d' O Independente (1998-2003), experiência que rendeu um livro (Vida Independente: 1998-2003, 2004), da revista Atlântico e do jornal Expresso (2004-2009). Actualmente colabora com o Correio da Manhã e com a Folha de S. Paulo (Brasil). Algumas das crónicas publicadas de 2005 a 2007 neste jornal já foram publicadas em livro (Avenida Paulista, 2007). Foi co-autor do blogue A Coluna Infame, juntamente com Pedro Lomba e Pedro Mexia, entre 2002 e 2003.

PAULO SALVADOR E AS MEMÓRIAS AFRICANAS - RÁDIO SIM

Caro amigo

Tem à sua disposiçao mais duas entrevistas das Memórias Africanas, programa da Rádio Sim (www.radiosim.pt)

Nuno Roque Silveira é alguém cujo destino se encarregou de o fazer tropeçar por terras africanas, por várias vezes e em locais diferentes. Andou na guerra, andou na paz. Nasceu por em Angola em 1940, caminhou por Moçambique, viveu em Portugal. Curiosamente ambos os países quase que o obrigaram a escrever dois livros. Um chamado “Um outro lado da guerra” e outro “lourenço Marques
.
Emídio Fernando, jornalista da TFS e autor da biografia política de Savimbi.
Na sua família, as ligações a Africa remontam ao século 19. Apesar de ter deixado a sua terra natal nos anos 80, ele manteve, ainda que por via profissional, sempre uma ligação ao continente africano.


NOVO CARTÃO. JÁ PEDIU O SEU?

segunda-feira, 12 de março de 2012

CARTOON - QUANTAS VEZES JÁ VOS APETECEU FAZER O MESMO...

video

ENTREVISTA COM O ESCRITOR MOÇAMBICANO MIA COUTO

CLIQUE AQUI: 

A ORIGEM DO "CONTO DO VIGÁRIO"

Origem do conto do Vigário

Vivia há já não poucos anos, algures, num concelho do Ribatejo, um pequeno lavrador, e negociante de gado, chamado Manuel Peres Vigário.

Da sua qualidade, como diriam os psicólogos práticos, falará o bastante a circunstância que dá princípio a esta narrativa. Chegou uma vez ao pé dele certo fabricante ilegal de notas falsas, e disse-lhe: «Sr. Vigário, tenho aqui umas notazinhas de cem mil réis que me falta passar. O senhor quer? Largo-lhas por vinte mil réis cada uma.» «Deixa ver», disse o Vigário; e depois, reparando logo que eram imperfeitíssimas, rejeitou-as: «Para que quero eu isso?», disse; «isso nem a cegos se passa.» O outro, porém, insistiu; Vigário cedeu um pouco regateando; por fim fez-se negócio de vinte notas, a dez mil réis cada uma.

Sucedeu que dali a dias tinha o Vigário que pagar a uns irmãos negociantes de gado como ele a diferença de uma conta, no valor certo de um conto de réis. No primeiro dia da feira, em a qual se deveria efectuar o pagamento, estavam os dois irmãos jantando numa taberna escura da localidade, quando surgiu pela porta, cambaleando de bêbado, o Manuel Peres Vigário. Sentou-se à mesa deles, e pediu vinho. Daí a um tempo, depois de vária conversa, pouco inteligível da sua parte, lembrou que tinha que pagar-lhes. E, puxando da carteira, perguntou se, se importavam de receber tudo em notas de cinquenta mil réis. Eles disseram que não, e, como a carteira nesse momento se entreabrisse, o mais vigilante dos dois chamou, com um olhar rápido, a atenção do irmão para as notas, que se via que eram de cem. Houve então a troca de outro olhar.

O Manuel Peres, com lentidão, contou tremulamente vinte notas, que entregou. Um dos irmãos guardou-as logo, tendo-as visto contar, nem se perdeu em olhar mais para elas. O vigário continuou a conversa, e, várias vezes, pediu e bebeu mais vinho. Depois, por natural efeito da bebedeira progressiva, disse que queria ter um recibo. Não era uso, mas nenhum dos irmãos fez questão. Ditava ele o recibo, disse, pois queria as coisas todas certas. E ditou o recibo – um recibo de bêbedo, redundante e absurdo: de como em tal dia, a tais horas, na taberna de fulano, e
«estando nós a jantar (e por ali fora com toda a prolixidade frouxa do bêbedo...), tinham eles recebido de Manuel Peres Vigário, do lugar de qualquer coisa, em pagamento de não sei quê, a quantia de um conto de réis em notas de cinquenta mil réis. O recibo foi datado, foi selado, foi assinado. O Vigário meteu-o na carteira, demorou-se mais um pouco, bebeu ainda mais vinho, e daí a um tempo foi-se embora.

Quando, no próprio dia ou no outro, houve ocasião de se trocar a primeira nota, o que ia a recebê-la devolveu-a logo, por escarradamente falsa, e o mesmo fez à segunda e à terceira... E os irmãos, olhando então verdadeiramente para as notas, viram que nem a cegos se poderiam passar.
Queixaram-se à polícia, e foi chamado o Manuel Peres, que, ouvindo atónito o caso, ergueu as mãos ao céu em graças da bebedeira providencial que o havia colhido no dia do pagamento. Sem isso, disse, talvez, embora inocente, estivesse perdido.

Se não fosse ela, explicou, nem pediria recibo, nem com certeza o pediria como aquele que tinha, e apresentou, assinado pelos dois irmãos, e que provava bem que tinha feito o pagamento em notas de cinquenta mil réis. «E se eu tivesse pago em notas de cem», rematou o Vigário «nem eu estava tão bêbedo que pagasse vinte, como estes senhores dizem que têm, nem muito menos eles, que são homens honrados, mas receberiam.» E, como era de justiça foi mandado em paz.

O caso, porém, não pôde ficar secreto; pouco a pouco se espalhou. E a história do «conto de réis do Manuel Vigário» passou, abreviada, para a imortalidade quotidiana, esquecida já da sua origem.
Os imperfeitíssimos imitadores, pessoais como políticos, do mestre ribatejano nunca chegaram, que eu saiba, a qualquer simulacro digno do estratagema exemplar. Por isso é com ternura que relembro o feito deste grande português, e me figuro, em devaneio, que, se há um céu para os hábeis, como constou que o havia para os bons, ali lhe não deve ter faltado o acolhimento dos próprios grandes mestres da Realidade – nem um leve brilho de olhos de Macchiavelli ou Guicciardini, nem um sorriso momentâneo de George Savile, Marquês de Halifax.

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Contado por Fernando Pessoa.
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(publicado pela primeira vez no diário Sol, Lisboa, ano I, nº 1, de 30/10/1926, com o título de «Um Grande Português». Foi publicado depois no Notícias Ilustrado, 2ª série, Lisboa, 18/08/1929, com o título de «A Origem do Conto do Vigário».

HUMOR EM TEMPO DE CRISE


Diz o Ministro Gaspar, ao Primeiro-ministro:

Chefe, tenho em mente mais um imposto para os funcionários públicos:
Todos aqueles que pesarem mais de 50 kg ficam sem subsídio de alimentação. O que acha??

Ó Gasparzinho! Francamente, acho peso a mais!!!
“On a long enough timeline the survival rate for everyone drops to zero"

CALÇADA PORTUGUESA


A REVOLTA ESTÁ INSTALADA



A REVOLTA ESTÁ INSTALADA!

OS SENHORES DO PODER E OS SEUS SERVENTUÁRIOS NO CRIME

E A CANALHA CALHORDA, PANDEGA E PANDORGA CONTINUA NOS POLEIROS A DISSECAR OS OSSOS DOS ESPOLIADOS E POR FIM ESCARNECIDOS E ESPEZINHADOS PELOS SENHORES DO DESPUDOR E DA RAPINA DESENFREADA.

SE A REVOLTA ESTÁ INSTALADA POIS QUE O POVO VENHA PARA A RUA MANIFESTAR A SUA INDIGNAÇÃO E REVOLTA POR ESTA POLÍTICA DA DIREITA DO PPD E PP QUE ROUBA ÀS CLASSES MÉDIA E POBRE PARA DAR AOS RICOS A QUEM, AINDA POR CIMA, NÃO PEDEM QUALQUER CONTRIBUTO PARA A RESOLUÇÃO DA CRISE.

Entre morrer de pé ou viver ajoelhado, prefiro morrer de pé !

ESTES GOVERNANTES PERSEGUEM, DISCRIMINAM E PENALIZAM
FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E OS TRABALHADORES EM GERAL

Exijo respeito e equidade na distribuição dos sacrifícios!

A REVOLTA ESTÁ INSTALADA!

Através de uma máquina de propaganda bem oleada (paga com os nossos impostos), iniciaram a campanha de desacreditação e estigmatização dos funcionários públicos e trabalhadores em geral, criando a clivagem social que hoje se verifica, agravada com as posições políticas do Presidente da República, indignas de qualquer estadista digno desse nome.
Com a preciosa ajuda dos media, comentadores e economistas neoliberais, estão a ser manipulados dados oficiais e bombardeiam os trabalhadores em geral e os do Estado com mentiras e calúnias, reduzindo a escombros a imagem e a autoestima desses trabalhadores.
Em simultâneo, congelaram salários, roubam subsídios a que têm direito inalienável (férias e Natal) e carreiras, reduziram as comparticipações da ADSE, retiraram direitos constantes dos contratos de trabalho e impuseram um absurdo sistema de avaliação (SIADAP) que impede as progressões durante 10 anos. Actualmente, na função pública, só é possível atingir o topo da carreira após 100 anos de serviço.
Enquanto isto, este governo do PPD e PP, o triste exemplo que dá aos trabalhadores castigados o desempregados e reformados é de, ele próprios e seus colaboradores/correligionários, continuarem a receber subsídios de Natal, de férias e a não contribuir para solucionar a crise.
Para além disso, aumentaram os descontos para a ADSE e CGA - transformando os trabalhadores e os do Estado nos cidadãos que mais descontam em Portugal e atiraram com muitos deles para a mobilidade especial (um sistema de desemprego encapotado).
Com tanta perseguição, em tão pouco tempo, empobreceram os funcionários públicos e os trabalhadores em geral, reduziram o poder de compra respetivo (estima-se que, com este governo da direita, a função pública e os trabalhores em geral, tenham perdido mais de 30% do poder de compra) e feito duplicar a taxa de desemprego que já ronda 1.200.000 portugueses. É OBRA!
Cortando nos salários 3,5% a 10% (média 5%), sem se importarem com a falta de equidade, com a injustiça e com a inconstitucionalidade dessa medida.
Apesar de tantos sacrifícios não resolveram os problemas do país e, POR IMPOSIÇÃO DOS BANQUEIROS, acabaram por pedir um empréstimo (resgate) de milhões de euros.
Resultado: PORTUGAL LEVOU COM A TROIKA EM CIMA, QUE ESTE GOVERNO VINHA PEDINDO QUANDO AINDA ESTAVA NA OPOSIÇÃO!
É manifesto que os sacrifícios que que estão a ser impostos às classes média e pobre, não estão a corresponder aos resultados esperados!
Derrubaram o anterior governo minoritário, prometeram mundos e fundos e, em poucos meses, transformaram a função pública e o mundo do trabalho num verdadeiro inferno.
Durante a campanha eleitoral, prometeram que não cortariam os salários dos funcionários públicos, e Passos Coelho declarou mesmo, de forma perentória, que a ideia de cortar os subsídios de férias ou de Natal era um DISPARATE. EXTRAORDINÁRIO!
Lembram-se?
Porém, assim que tomaram posse, anunciaram o corte de metade do subsídio de Natal (14.º mês) de todos os trabalhadores portugueses e pensionistas, provocando, por arrasto, mais uma redução nos vencimentos dos trabalhadores em geral e da função pública.
Passado pouco tempo, comeram mais queijo e decidiram manter o corte médio de 5% nos salários, acrescentado o tal DISPARATE aos sacrifícios já impostos. Ou seja, para além dos cortes nos salários...
DECIDIRAM ROUBAR OS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL (13.º e 14.º MESES) AOS TRABALHADORES DO ESTADO E AOS PENSIONISTAS.
Resultado: devido à crescente perda do poder de compra, aos congelamentos, ao aumento dos descontos e à redução dos salários, os funcionários públicos, em menos de um ano, perderam cerca de 30% dos seus rendimentos, e agora vão perder mais dois salários (mais14%).
Inebriados pelas suas ideias neoliberais e sempre apoiados por grupos oligarcas, não se importaram com a injustiça, com a falta de equidade e com a inconstitucionalidade das suas medidas.
Até se esqueceram que "os subsídios de Natal e de férias são inaliáveis e impenhoráveis" (redação do art.º 17.º do Decreto-Lei n.º 496/80, de 20 de Outubro, aprovado e publicado pelo Governo de Francisco Sá Carneiro).
Para se justificar, Passos Coelho veio mesmo afirmar que os funcionários públicos ganham mais do que os privados, o que, como provam estudos e dados oficiais, é mais uma mentira ostensiva e um insulto aos trabalhadores do Estado (estudos credíveis e bem fundamentados concluem precisamente o contrário).
Mais...
Miguel Relvas declarou publicamente que os 13.º e 14.º meses dos trabalhadores das câmaras municipais vão servir para pagar as dívidas das autarquias, como se agora os trabalhadores fossem obrigados a pagar do seu bolso os gastos dos municípios.
Ou seja, para este, os funcionários das autarquias vão ter de pagar, por exemplo, a construção e manutenção de escolas, a construção de vias, passeios e demais infraestruturas, os serviços de abastecimento de água ou a recolha do lixo que os outros fazem. GENIAL!
ATÉ CUSTA A ACREDITAR, MAS É VERDADE!
E ainda gozam com a nossa cara! Aprovaram recentemente o Orçamento do Estado às gargalhadas!
Decidiram, com o apoio de Cavaco Silva, alimentar a clivagem social e esmagar os funcionários públicos, mostrando sem rodeios e com total descaramento, que os direitos descritos na Constituição Portuguesa (a lei fundamental do país) só são válidos para os portugueses que trabalham no setor privado.
E não ficarão por aqui!... Brevemente vão alegar mais buracos e derrapagens para reduzir novamente os salários e eliminar quaisquer subsídios que ainda subsistam. Só vão descansar quando os funcionários públicos e trabalhadores estiverem a viver no osso e nos limites da sobrevivência, como já está acontecer com muitos portugueses que, sem trabalho,sem dinheiro para comer e, muito menos, para ir ao médico e tratar-se, acaba por morrer. Não foi por acaso que no passado mês de Fevereiro houve mais de 14.000 mortos em Portugal! Dá que pensar!...

NO MEIO, APARECEM ESTES:
Têm receitas e soluções para tudo, mas não resolvem nada.

Com uma retórica enfadonha, cheia de números e percentagens, passam a vida a defender mais cortes nos salários e mais redução no poder de compra da função pública, como se os cortes já efetuados ou anunciados não fossem suficientes.
PARA ESTES, OS TRABALHADORES EM GERAL,DO ESTADO E OS PENSIONISTAS, SÃO APENAS UMA DESPESA E UM PESO PARA O PAÍS.
Esquecem-se de que estão a falar de cidadãos e trabalhadores portugueses que ganham salários em troca do seu trabalho, que pagam os impostos respetivos (os únicos que, de certeza, não fogem ao fisco), e que, tal como os outros, têm famílias e o direito de viver em Portugal.
Medina Carreira, para além de comparar os direitos constitucionais a uma refeição indigesta, trata os funcionários públicos por "essa gente", mostrando um autentico desprezo por estes cidadãos.
Mira Amaral e Eduardo Catroga, enfim!... Esses não se cansam de pedir mais sacrifícios PARA OS OUTROS porque, eles mesmo, como sabemos, levam vida de "nababos"!!!
Ferraz da Costa, um trabalhador incansável (?), está sempre a insistir que os trabalhadores e a função pública tem de trabalhar mais, mesmo com cortes nos salários e sem os subsídios de férias e de Natal, etc. Enfim, é esta a porcaria do capitalismo selvagem que temos!!!
Mas, será que estas criaturas não sabem que a escravatura foi abolida, no Século XVIII, em Portugal e na Europa?
Há muitos outros que podiam figurar neste grupo, mas estes já são suficientes para justificar a indignação e a revolta que atualmente dominam os funcionários públicos, os pensionistas e as suas famílias.
E AINDA HÁ ESTES:
São egoístas, covardes e chicos espertos.
São cidadãos anónimos que se escondem atrás dos computadores e andam pelos fóruns online dos jornais e redes sociais da internet, emitindo opiniões depreciativas e discriminatórias sobre os funcionários públicos e trabalhadores em geral.
Inebriados pelo seu egoísmo e estupidez natural, estão convencidos que irão viver melhor à custa dos sacrifícios dos outros.
Designam os trabalhadores em geral e do Estado por "gentalha", "cambada", "escumalha", etc., e aplaudem entusiasticamente todas as medidas dos governantes, desde que, é claro, as medidas não os afetem.
Estes energúmenos egoístas são fruto de campanhas fortemente alimentadas pelo capitalismo selvagem, por Passos Coelho e por muitos comentadores dos media, por eles pagos. SÃO OS INIMIGOS DO POVO PORTUGUÊS!
Esquecem-se que foram os funcionários públicos que lhes deram assistência quando nasceram, que lhes deram instrução primária, secundária e universitária, que os socorrem, tratam e operam quando adoecem, que zelam pela segurança deles, que lhes asseguram os direitos legais e judiciais, que constroem e mantêm as infraestruturas públicas que lhes dão conforto, que lhes darão de comer se tiverem fome, que recolhem o lixo que fazem e que os protegerão ou socorrerão em caso de sinistro ou catástrofe, com risco da própria vida.
É por causa de tudo isto que estamos fartos...
É PRECISO GRITAR "BASTA"!
Os funcionários públicos são portugueses como os outros e merecem respeito.
São pessoas e cidadãos. Não são escravos de ninguém, nem estão a mais neste país.
Estes governantes estão a tirar a qualidade de vida, a dignidade, a honra e o bom nome dos funcionários públicos. Estão a destruir os serviços públicos e atirar com os seus trabalhadores para o desespero, para a fome e para a pobreza, para a miséria.
Por causa destes governantes, os trabalhadores do Estado até já DEIXARAM DE TER DIREITOS CONSTITUCIONAIS .
AGORA, A CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA - A LEI FUNDAMENTAL DO PAÍS - SÓ SE APLICA AOS PRIVADOS.
O ÚNICO GOVERNANTE QUE, ANTES DESTES, CORTOU OS SALÁRIOS DA FUNÇÃO PÚBLICA FOI OLIVEIRA SALAZAR E NÃO CHEGOU A TANTO!
Exijo respeito, justiça e equidade na distribuição dos sacrifícios!
A REVOLTA ESTÁ INSTALADA!