terça-feira, 5 de julho de 2011

PORTUGAL - A VILA DE ALMEIDA

AS INVASÕES FRANCESAS EM PORTUBAL

AGUEIRO - PERIGO NAS PRAIAS

MUITO IMPORTANTE PARA QUEM GOSTA DE PRAIA E ESSENCIALMENTE DE MAR !!!!!

Vem no tempo próprio...

Agueiro, o que é?

Quando decide ter um contacto com a água do mar, nem se apercebe que um perigo mortal o espreita silenciosamente, ele é quase invisível ao olhar, mas está lá à espera da próxima vítima que pode jamais chegar a casa nesse dia. Refiro-me aos Agueiros.

Um agueiro pode ceifar uma ou várias vidas em minutos, sabe-se de histórias em que tanto morreu a vítima como seu pretenso salvador, ainda que muitos sabiam bem nadar, mas nada puderam fazer contra tais correntes submersas.

Mas afinal o que é um AGUEIRO?

"A costa portuguesa é perigosa. Tem correntes muito fortes e forma agueiros. As pessoas são enroladas e lançadas para fora. A maioria dos banhistas entra em pânico e, em vez de se deixar levar pela corrente até terra, luta contra ela, acabando por perder a força e ser arrastado pelo mar"

Estes "agueiros" são conhecidos por "Rip Current" ou "corrente de retorno", perigosos fenómenos da costa Atlântica portuguesa que ceifam muitas vidas em cada época balnear e mesmo para além dela. São correntes de retorno que variam em tamanho, largura, profundidade, forma, velocidade e potência.

O que fazer se for "apanhado" por uma destas correntes submarinas?

NÃO RESISTIR - Aconselha-se os banhistas a não resistir ao agueiro. Deve-se tentar nadar em diagonal à direcção da corrente, de forma a ser arrastado lateralmente e não para o interior do mar.

É que norma geral, o agueiro leva a pessoa para longe da costa (inevitavelmente para fora de pé) e não para o FUNDO. Sem pânico aperceberemos dessa corrente que nos afasta da praia e que entre 5 a 50 metros para lá da rebentação, o agueiro vai diminuir de intensidade até se dissipar. Pode a pessoa aflita pedir socorro, enquanto vai boiando à superfície e acenando com os braços.

Esta informação pode salvar uma vida – a sua, a dos seus filhos ou entes queridos.

Se vai à praia este ano, consulte mais detalhes sobre este perigo, no site do Instituto de Socorros a Náufragos.

CONCERTO 48º ANIVERSÁRIO - CORAL LUÍSA TODI

Concerto 48º Aniversário - 1ª Apres. pública - Coral Luísa Todi‏
 
No próximo Sábado, dia 09, pelas 21:30 horas, na Igreja de S. Sebastião-Setúbal, o Coral Luísa Todi (adulto) apresentará o Concerto Comemorativo do 48º Aniversário da sua Primeira Apresentação Pública. Neste Concerto, o Coral Luísa Todi voltará a apresentar a Missa Brevis, de Jacob de Hann, desta vez acompanhada ao piano por Cândido Fernandes, sendo o Coral dirigido, como habitualmente, pela Maestrina Gisela Sequeira.

Apareça, leve um amigo e divulgue!

Coral Luisa Todi
Rua Carlos Ferreira, 15
2900 - 025 Setúbal

Telef/fax 265 57 21 90
coralluisatodi@gmail.com - www.coralluisatodi.org

O DRAMA SALVADOR CAETANO/ANGÉLICO VIEIRA

VALE A PENA MEDITAR UM POUCO SOBRE A "COMUNICAÇÃO SOCIAL" EXISTENTE.

Angélico Vieira não resistiu ao brutal acidente de viação que sofreu e acabou de falecer. A geração "Morangos com Açúcar" já tem o seu mártir.

Para o caso não interessa nada que o carro circulasse na via pública sem seguro, ou que a maioria dos ocupantes não tivesse colocado o cinto de segurança.

Também parece não interessar a ninguém saber a que velocidade ia a viatura ou se condutor apresentava excesso de álcool ou drogas no sangue. Ninguém falou disso. A comunicação social em peso preferiu a exploração do efeito emocional e ficou por aí.

Mais ou menos na mesma altura morreu o empresário Salvador Caetano. É verdade que o senhor tinha 85 anos e estava doente, mas a histeria mediática à volta do desaparecimento do jovem artista Angélico Vieira, por contraste com a discrição da notícia da morte do empresário nos órgãos de informação dá-nos um excelente retrato da ordem de valores da sociedade actual.

Por aqui se vê que um jovem cantor e actor é muito mais importante do que um homem que subiu na vida a pulso, construiu um império industrial, contribuiu para a produção da riqueza nacional e deu emprego a milhares de pessoas.

Por aqui se vê que para muita gente é mais importante uma novela de duvidosa qualidade, com adolescentes, do que construir fábricas, criar empregos no país e dar pão a inúmeras famílias.

Apesar de tudo entendo muito bem a reacção dos adolescentes neste caso. A culpa desta inversão de valores nem sequer é deles. É da geração anterior, dos pais, que os educaram assim. Para a diversão e não para o trabalho.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

NO REGRETS_(Sem arrependimentos) BY JANEY CUTLER

video

GOVERNO VAI CORTAR ENTRE MIL E 1500 FREGUESIAS


Governo vai cortar entre mil e 1500 freguesias

por Sónia Cerdeira, Publicado em 04 de Julho de 2011

Autarcas já foram convocados para reuniões com o governo. Troika pediu redução "significativa" de municípios e de freguesias.

O governo pretende cortar entre mil e 1500 freguesias no país na reestruturação da administração local que vai levar a cabo, apurou o i. Porém, o PSD deve evitar mexer no número de municípios, um ponto mais sensível e que ficou em cima da mesa depois da passagem da troika por Portugal. O Memorando de entendimento entre Portugal, Bruxelas e o FMI prevê a redução significativa do número de câmara municipais e juntas de freguesia até Julho de 2012. No seu programa, o PSD é muito mais moderado.

Além disto, o governo prepara-se ainda para reduzir o número de eleitos locais, reorganizar o sector empresarial local e passar algumas competências municipais para um nível supramunicipal, sabe o i. O executivo quer ter os objectivos da reforma autárquica definidos até ao final do ano e para isso já convocou para as próximas semanas as primeiras reuniões com a Associação Nacional de Municípios e com a Associação Nacional de Freguesias.

Contudo, o governo não mostra vontade de avançar com um dos pontos que mais desconforto causam aos autarcas, a redução do número de câmaras. O programa do executivo não vai tão longe como o Memorando de entendimento com a troika, que diz especificamente que "existem actualmente 308 municípios e 4259 freguesias. Até Julho de 2012, o governo desenvolverá um plano de consolidação para reorganizar e reduzir significativamente o número destas entidades". No seu programa, o governo fala apenas na promoção de "um acordo político alargado que viabilize uma reorganização do mapa administrativo visando a optimização e racionalização do número de órgãos autárquicos". Questionado sobre esta diferença, o secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa, Paulo Júlio, não quis para já adiantar pormenores sobre como a reorganização administrativa local será concretizada, mas adiantou que "o programa da troika é para cumprir". "O Memorando deixa espaço à abordagem e visa sobretudo a redução da despesa pública que vai ser considerada no nosso plano. A reforma administrativa do ponto de vista político é essencial", afirma ao i. O secretário de Estado considera que não pode "haver cegueira na abordagem": "Nada será feito de cima para baixo e há a preocupação de envolver os vários actores. A mentalidade terá de ser aberta, sem preconceitos, e tudo está em cima da mesa. Mas não se pretende fazer cortes cegos."

Em Maio, na apresentação do seu livro "Crónicas de Um Autarca", Paulo Júlio, então presidente da Câmara Municipal de Penela, considerava que a redução dos municípios (a começar pelos mais pequenos) seria um passo contrário à melhoria das condições das populações e que é o poder local, porque está mais próximo das pessoas, que melhor as pode ajudar a compreender as suas necessidades. Este sábado, já como secretário de Estado, Paulo Júlio abordou o tema da reforma administrativa, referindo que tem de haver uma diferenciação entre os territórios do Interior e os grandes centros urbanos.

lisboa é modelo No início deste ano, PS e PSD já se entenderam quanto à redução de freguesias em Lisboa, que passam de 53 para 24. O corte teve por base um estudo que levou em conta aspectos como a população, a história ou o planeamento e o urbanismo das freguesias da capital. A ideia é agora aplicar este mesmo modelo a todo o país no que diz respeito às freguesias urbanas, como já era defendido pelo anterior governo. Porém, as juntas de freguesia com baixa densidade demográfica terão uma abordagem diferente daquela que foi aplicada em Lisboa e será discutida com as associações. Quanto à redução do número de municípios, o governo não quer avançar já para essa hipótese, apesar de ter presente, apurou o i, que os cerca de 70 a 80 municípios com problemas estruturais têm de ser alvo de uma reforma urgente.

A ideia-base é que o municipalismo seja mais centrado, podendo até tornar-se uma alavanca de crescimento económico nos pontos do território com menos densidade populacional.

O sector empresarial local é outro dos pontos em que o governo quer mexer, de modo a reduzir despesas. Dentro de duas semanas será terminado um relatório sobre o sector que depois será analisado e tido em conta, na hora de decidir a reorganização da administração local.

FERNANDO NOBRE RENUNCIA AO MANDATO DE DEPUTADO DO PSD

PSD certo de que Fernando Nobre renuncia ao mandato
por João Pedro HenriquesHoje

Faltou ao debate do Programa do Governo e na bancada espera-se que o deputado já não volte.

Fernando Nobre faltou aos dois dias do debate do programa de Governo, alegando doença, mas na convicção de vários dirigentes da bancada do PSD, que o reafirmam ao DN, o mais provável que já não volte, estando-se a preparar para renunciar ao mandato.

Confirmando-se, será, no essencial, o concretizar da ameaça que fez pouco depois de se ter sabido (em 10 de Abril passado) que aceitara ser o cabeça-de-lista do PSD em Lisboa mas com a condição de ser também o deputado indicado pelo partido para candidato a presidente da Assembleia da República: se perdesse esta eleição renunciaria ao mandato. Em 20 de Junho, primeiro dia da nova legislatura, o Parlamento reuniu e Nobre foi a votos. Precisava de, no mínimo, 116 votos favoráveis para ser eleito presidente da AR. Falhou. Na sequência da sua não eleição, Nobre - que o DN tentou, em vão, contactar - garantiu que continuaria deputado.

PSD confirma renuncia de Nobre ao cargo de deputado
por Dinheiro VivoHoje

Fernando Nobre, cabeça de lista do PSD por Lisboa, já enviou ao PSD a carta em que renuncia ao cargo de deputado, segundo informação do secretário da mesa da Assembleia da República, Duarte Pacheco.

O pedido de renúncia do cabeça de lista do PSD por Lisboa nas últimas legislativas foi enviado na sexta-feira e surge depois de o nome de Fernando Nobre ter sido vetado por duas vezes para a presidência da Assembleia da República.

O pedido de renúncia era já esperado pelo PSD.

FERNANDO NOBRE A MAIOR FRAUDE POLÍTICA DO PSD

A MAIOR LAVANDARIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR! SERÁ?


A MAIOR LAVANDARIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR !

Artigo de Opinião de Giles Lapouge

A Suíça estremece.

Zurique alarma-se.

Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes.

Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo.

Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.

O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama.

O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.

A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco.

O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos.

Os suíços, então, passaram os nomes.

E a vida bancária foi retomada tranquilamente.

Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado.

Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!

O banco protestou.

A Suíça está temerosa.

O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.

Mas como resistir?

A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.

Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido.

O segredo bancário suíço não é coisa recente.

Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714.

No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.

Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.

Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.

E não se trata apenas do UBS.

Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira.

O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.

Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.

Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.

O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental.

Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...

Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi?

Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Máfia Russa?

Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?

Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?

Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?

Tudo lá ficou para sempre e em segredo...

Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.

Na mini cúpula europeia que se realizou em Berlim, (em preparação ao encontro do G-20 em Londres), França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.

"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.

No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias.

Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.

Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.

Hoje, estamos em crise.

Viva a crise!!!

Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido.

Hoje ele é presidente.

É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.

Nos anos 30, os americanos conseguiram caçar Al Capone.

Sob que pretexto?

Fraude fiscal !!!

Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!»

Haja coragem! Grande Obama. Era bom que tivesse o apoio necessário de outros países.
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A educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis de arrastar; fáceis de governar, mas impossíveis de escravizar.

(Henry Peter)