sexta-feira, 9 de novembro de 2012

PROFESSORES, FAÇAM-SE RESPEITAR!


LEIA AUTORES DE LÍNGUA PORTUGUESA


TAMBWE-A UNHA DO LEÃO

UM ROMANCE DE  António Oliveira e Castro

PEÇA NA SUA LIVRARIA


UMA EDIÇÃO DA GRADIVA

RÁDIO SIM - DULCE MARIA CARDOSO NAS MEMÓRIAS AFRICANAS


Dulce MAria Cardoso de Luanda a Trás-os-Montes, nova entrevista a Paulo Salvador na Rádio Sim‏

Paulo Salvador (salvadortvi@gmail.com)


Nasceu em Trás- os - Montes, na mesma cama onde haviam nascido a mãe e a avó. Tem pena de não se lembrar da viagem no Vera Cruz para Angola. Da infância guarda a sombra generosa de uma mangueira que   existia no quintal, o mar e o espaço que lhe moldou a alma. Regressou a Portugal na ponte aérea de 1975. Licenciou-se em Direito, escreveu argumentos para cinema, gastou tempo em inutilidades. Também escreveu contos. Tem fé, uma família, um punhado de amigos.
Os seus romances estão editados em França, Brasil, Argentina, Espanha, Itália e Holanda. Em Julho de 2009 recebeu o prémio da União Europeia para a Literatura.


Dulce Maria Cardoso, esteve nas Memórias Africnas, no meu programa da Rádio Sim.

Oiça a entrevista em www.recordarangola.com


 --
Paulo Salvador
Jornalista TVI
site : www.recordarangola.com

MAIS DUAS DESCOBERTAS PORTUGUESAS


1.ª descoberta
Depois de observar como trabalha a troika, conclui-se que trabalha a pilhas:
Pilha tudo.

2.ª descoberta

Sócrates, afinal, é um exemplo a seguir:
Se todos os políticos o seguissem e fossem viver para o estrangeiro...
vivia-se muito melhor em Portugal.

AS SÁBIAS PALAVRAS DE MIA COUTO


O MEDO E A LIBERDADE


ELES ESTÃO COM MEDO - A VISITA DE MERKEL A PORTUGAL


MERKEL EM PORTUGAL

PSP pede apoio às Forças Armadas para evitar "possíveis atentados terroristas".
A PSP solicitou ao gabinete do Sistema de Segurança Interna o apoio das Forças Armadas para que "o espaço aéreo fosse fechado e que as patrulhas de segurança no rio Tejo fossem reforçadas" durante a visita de Angela Merkel a Portugal na próxima segunda-feira.

A operação de segurança, segundo o Diário de Notícias, envolve já analistas de informações que estão a "monitorizar" os grupos não partidários que organizam os vários protestos que preocupam as autoridades. As tropas especiais da GNR estão de reserva e preparadas para apoiar a PSP caso seja necessário.

Trânsito condicionado

Todas as zonas a que Angela Merkel se vai deslocar - residências oficiais do primeiro-ministro e do Presidente da república e Centro Cultural de Belém - vão ser "blindadas" com perímetros de segurança com vedações e elementos policiais. Os percursos e caminhos alternativos também serão alvo de medidas de segurança reforçada.

A PSP garante que não vai haver ruas fechadas ao trânsito, mas apenas "condicionamentos pontuais durante a passagem das comitivas" nos itenerários previstos para as deslocações da chanceler alemã. Na Avenida da Índia, entre o Centro Cultural de Belém e a Presidência da República, será interdita a circulação automóvel a partir das 08:30 de segunda-feira.


CARTA ABERTA A ISABEL JONET


CARTA ABERTA
Uma canja para a Jonet

Caríssima Isabel Jonet,


gostaríamos de lhe dizer frontalmente, com o mínimo de mediações, que o nível das suas declarações é aviltante, sobretudo para aqueles com quem se diz preocupar e em nome dos quais desfruta o brunch da beneficência. Queremos dizer-lhe, antes de lhe devolver cada um dos insultos para citar nas vernissages, que o movimento que lhe escreve luta sobretudo para que ninguém se habitue ao empobrecimento. O nosso combate, todos os dias, é pelo pleno emprego e pela justa distribuição do trabalho, única via que identificamos para não ter que contar com o seu negócio a cada vez que falta capital ao mês. Fala-lhe um grupo de pessoas, jovens e menos jovens, desempregados, precários, sub-empregados, gente que se empenha quotidianamente para derrotar quem, como a senhora e a Merkel, insiste em mascarar de caridade o saque que estão a fazer às nossas vidas.

Sabemos que preside à Federação Europeia dos Bancos Alimentares Contra a Fome, posição que ocupa desde Maio de 2012, e que a sua influência aumenta na proporção da miséria nos vai impondo. Sabemos que é rica e privilegiada e nunca falou da fome com a boca vazia. Sabemos que sabe que não falta miséria para alimentar de matéria-prima a sua fábrica. Sabemos que olha para os pobres com desdenho, nojo, pena. Sabemos que na hora de fazer a contabilidade aquilo que a move é a sua canja, o seu ceviche, não o caldo dos outros.

Afirma que vamos ter que "reaprender a viver mais pobres", quando a senhora só sabe o que é viver mais rica, que "vivíamos muito acima nas nossas possibilidades" quando é sua excelência que tem vivido às nossas custas, que "há necessidade permanente de consumo, de necessidade permanente de bens para a satisfação das pessoas" quando em nenhum momento da sua vida a falta de verba lhe deu tempo para ganhar água na boca. Atira-nos à cara, com a lata da Chanceler, que os seus filhos "lavam os dentes com a torneira a correr" e que se nós "não temos dinheiro para comer bifes todos os dias, não podemos comer bifes todos os dias", quando cada vez mais o problema das pessoas é ter casa onde os filhos possam lavar os dentes e onde os bifes nunca ganharam a tradição dos que são fritos no conforto das Arcádias. Em tempos sombrios, poucos provaram o lombinho do seu talho predilecto, aquele que sempre visita com generosidade, antes dos fins-de-semana que costuma fazer com requinte, no crepúsculo alentejano.

Deixe-nos explicar que enquanto pensava que à sua volta "estava tudo garantido, alguém havia de pagar", éramos nós, os nossos pais e avós, que lhe aviavam a mesada. Perceba que a cada momento em que delira com a cegueira de que "cá em Portugal podemos estar mais pobres, mas não há miséria", abastece-se à confiança do nosso fiado e das nossas dores de barriga. Entenda, que o tamanho dos seus disparates não abafa os murmúrios da pobreza e a miséria. Deixe-nos dizer que um milhão e meio de desempregados, com a fome e a subnutrição visível das urgências dos hospitais às cantinas das escolas públicas, a cólera já sobra às páginas dos jornais do dia. Deixe-nos dizer-lhe que o tempo não é de substituir o "Estado Social" pelo "Estado de Caridade", mas de pelo menos ter tanto cuidado com os pobres como com aquilo que se diz.

Pode caluniar os nossos pais, que nem o histerismo fútil com que os brinda não a torna capaz de encontrar exemplo de quem troque a bucha pela ida ao Super-Rock. Pode gritar, sem sequer dar ao luxo do fôlego, que eles "não souberam educar os filhos", que a cada desabafo nos permite desvendar um pouco mais o véu das suas intenções, da origem do seu soldo.

O seu mundo, caríssimo Jonet, é um decalque da propaganda do Governo, um corpo torpe atirado à máfia de capatazes e dos carcereiros, aqueles que lhes têm ajudado a arranjar mais e mais margem de lucro no plano financeiro da sua pérfida empresa.

O mundo de Jonet é o mundo da classe dominante, do privilégio, da riqueza, do poder desmesurado, dos estereótipos que ajudam a lavar o sangue que lhe escorre das unhas. No mundo de Jonet, as PPPs, os submarinos, a exploração, o assalto dos governantes, são propaganda subversiva ao serviço de gente acomodada, inútil, descartável. No mundo de Jonet "não existe miséria" como "em Portugal", não é assim? Em suma, no mundo de Jonet não se vive o que é preciso para se ganhar um pingo de vergonha.

Se estiver disponível, teríamos todo o gosto em entregar-lhe esta carta em mãos.

Sem cordialidade mas com muito mais educação,

Seus detractores,

O Movimento Sem Emprego.

Próximo plenário do MSE
 Data: Quinta, 15 de Novembro de 2012, às 18:30
 Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/161816537297513/
 Local: Parque Polivalente de Santa Catarina - Calçada da Combro nº82A (Lisboa)
 No google maps: https://maps.google.com/?ll=38.710944,-9.14828&spn=0.00166,0.002411&t=m&layer=c&cbll=38.711053,-9.14817&panoid=hXrdfrI6gz1bv3AtXNMVwA&cbp=12,20.4,,1,2.24&z=19

Petição pede demissão de Isabel Jonet após declarações polémicas

Por Redação
A BOLA.PT

Uma petição pública pede a demissão da presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, na sequência das declarações polémicas de Isabel Jonet à SIC Notícias.
Em causa estão as palavras da responsável pelo Banco Alimentar, segundo as quais os portugueses teriam de empobrecer muito, depois de terem vivido acima das suas possibilidades, e teriam de «reaprender a viver mais pobres».
«Se nós não temos dinheiro para comer bifes todos os dias, então não comemos bifes todos os dias», disse Isabel Jonet. As declarações geraram um impacto negativo e polémica nas redes sociais, a contestar a posição assumida. Os mais críticos entendem mesmo que Isabel Jonet deveria demitir-se.
«Esta senhora deveria ter consciência de que o protagonismo que vem assumindo se deve, essencialmente, à generosidade dos dadores, que, muito provavelmente, desconhecem a mentalidade `caritativa´ e `salazarenta´ - no pior do que o Dr. Oliveira Salazar nos deixou - que, salvo melhor entendimento, a caracteriza», lê-se no texto da petição dirigida a Isabel Jonet, intitulado «Demita-se! O Banco Alimentar Contra a Fome merece».

Video URL: http://showdebola.pt/as-polemicas-declaracoes-de-isabel-jonet-e-a-necessidade-da-pobreza-video/


HUMOR EM TEMPO DE CRISE

Afinal,até no Céu há "buracos!
As manifestações da crise são graves.E as medidas também.São Pedro é substituído por um porteiro electrónico.
Sobre o "Director Comercial" (adivinhe quem é) pesam ameaças dedespedimento.Nossa Senhora vê as aparições serem "cortadas", pelos gastos excessivos...
Os Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael...são substituídos por Querubins(mais jovens e mais baratos!)****

CORAL LUÍSA TODI - FADO

"FADO EM CORO” ESTÁ DE VOLTA.

A última grande produção do Coral Luísa Todi, vai estar volta aos palcos e desta vez no


renovado Fórum Municipal Luísa Todi, já no próximo dia 17 de Novembro, pelas 21h 30m.

Concerto a não perder

Bilhetes já à venda no Fórum Luísa Todi.

Divulgue pelos seus contactos.

Obrigado

--
Coral Luisa Todi
Rua Carlos Ferreira, 15
2900 - 025  Setúbal
Telef/fax   265 57 21 90
coralluisatodi@gmail.com - www.coralluisatodi.com

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

ANOUAR BRAHEM - THIMAR - AL HIZAM AL DHAHBI


A REVOLTA DO POVO PORTUGUÊS

SAIR DO EURO?

"Se Portugal ficar no Euro o desemprego vai crescer"
05 Novembro 2012 | 00:01 
Miguel  Prado - miguelprado@negocios.pt
 
Consultor e especialista em temas de competitividade olha com descrença para o programa de austeridade do Governo português.
Nenad Pacek, 42 anos, é o fundador da Global Success Advisors. O consultor austríaco veio a Portugal a convite da REN dar uma palestra sobre internacionalização. Em entrevista ao Negócios sugere que Portugal teria mais a ganhar abandonando o Euro.


Queremos continuar no euro?
05/11/12 00:05 | António Costa

Sucessivamente, os governantes colocam a si mesmo e aos portugueses as perguntas erradas que, como é evidente, só poderão resultar em respostas erradas e em decisões políticas erradas.
No estado a que chegamos, no estado a que chegou a zona euro, a questão central não é se queremos ou não refundar o memorando - o que é isso? -, é se queremos continuar no euro.

Passada mais de uma década sobre a criação da moeda única, é fácil voltar atrás e dizer que não deveríamos ter embarcado no que hoje alguns - entre os quais está João Ferreira do Amaral - classificam de aventura económica que foi o euro. É fácil, mas é errado, porque o problema não é o euro, o problema foi o que os países, particularmente os do Sul, fizeram com ele. Houve, é certo, uma profissão de fé sobre a capacidade e força de um Pacto de Estabilidade que começou por ser violado pela Alemanha e pela França. Faltam mecanismos e instrumentos de controlo mútuo, que os países nunca quiseram, porque isso era o início do que se discute hoje, a partilha de mais soberania, a transferência de decisões dos parlamentos nacionais para a esfera comunitária. De uma maneira ou de outra, vamos lá parar, ou, pelo menos, aqueles que quiserem continuar a beneficiar de uma moeda e de um espaço monetário únicos, com situações de partida muito diferentes. A liberdade de um Estado acaba quando põe em causa a liberdade dos outros. A zona euro está à procura desse equilíbrio.

Portugal não soube viver no euro, não soube aproveitar as vantagens de um projecto político solidário entre os países mais ricos e os mais pobres, que transferiu milhares de milhões de euros de fundos comunitários. Não soube aproveitar uma zona monetária única que significou uma redução brutal dos juros, para o Estado, para as empresas e para as famílias. Gastámos essa almofada e as outras, as que resultaram de empréstimos dos credores que acreditavam que nenhum dos Estados do euro poderia entrar em ‘default', mesmo que tivesse as suas contas públicas e externas completamente desequilibradas. Esta crise acabou com esse mito. E nem sequer vale muito a pena insistir na tese de que a crise financeira começou nos EUA, no ‘subprime'. Isso servirá para a história. Apenas.

Agora, neste momento político e social do País, há uma pergunta-chave, que o Governo deveria ter colocado no primeiro dia em funções ou, até, antes, quando se propôs a eleições: queremos continuar no euro? É esta a questão que está subjacente à refundação do memorando de entendimento.

A resposta a esta pergunta vai dizer-nos qual é a dimensão da reforma do Estado e qual é o regime económico que queremos aceitar e estamos dispostos a fazer. Para nos mantermos no euro, temos de mudar de vida, rapidamente. Simplesmente, não será possível financiar um défice externo e um défice público sem credores que não acreditem na solvência do País, mas também não será possível reduzir esses desequilíbrios com um desemprego a crescer e uma situação social de pré-ruptura. Para reequilibrar as contas externas e públicas, é preciso outro País, outra Constituição, outro regime económico, outro contrato social. Claro, se estivermos dispostos a sair do euro, os desequilíbrios vão ter de ser corrigidos na mesma, com outras consequências, com outras receitas, e num outro tempo. Consequências, receitas e tempo piores, muito piores. Porquê? Porque agora há uma ‘troika' que nos impõe um ritmo mas garante um financiamento que paga os nossos défices, fora do euro nem isso teremos, estaremos entregues a nós próprios.

O Governo e os partidos da coligação, por um lado, e o PS, por outro, bem podem entreter-se a discutirem responsabilidades. Quem vai ficar mal na fotografia? Todos. A emergência é tão urgente que a realidade vai ultrapassá-los, e os portugueses não lhes perdoarão a incapacidade de se entenderem para reformar um Estado que não pode ser mínimo, mas tem de ser sustentável, que não pode ser um actor activo nos negócios, mas um promotor e regulador da criação de riqueza.
____

António Costa, Director
antonio.costa@economico.pt

VAMOS EXIGIR O CUMPRIMENTO DA LEI



A Lei existe, é a 34/87... querem vêr que é desta !!

Vamos exigir o cumprimento da lei!...
A Lei existe, é a 34/87... querem ver que é desta !!!
Criminalização jurídica dos actos políticos maléficos para a sociedade
noutros países.

Aqui ao lado em Espanha estão 437 políticos presos por actos desta ordem.
Em França em que a lei é mais apertada estão 236 e alguns ministros
Na Alemanha 29
 Na Inglaterra 18
 Na Holanda 12
 Na Dinamarca 31
 Etçª. Etcª. Ettçª.

E até Nos EUA estão cerca 657 presos, mas ai as leis são um pouco
diferentes.
 Agora em Portugal ZERO isto é lamentável.

Quem usa e abusa dos dinheiros públicos, politicamente ou em proveito próprio deve prestar contas
 E os tribunais devem actuar;
 É só isso que eu pretendo;
 Isto... não é populismo é justiça!

  
Eureka, afinal A Lei existe, é a 34/87!!!

 MAS SÓ 15 ANOS????   MAIS NADA???? E A MASSA????

Pode então colocar-se o Alberto João, o Sócrates, o Teixeira dos Santos, o Victor Constâncio, o Dias Loureiro, o Cavaco Silva, o Paulo Portas, etc na prisão. Porque esperamos?!

"Lei n.º 34/87, de 16 de Julho CRIMES DA RESPONSABILIDADE DE TITULARES DE
CARGOS POLÍTICOS, Artigo 14.º, Violação de normas de execução orçamental: "O titular de cargo político a quem, por dever do seu cargo, incumba dar cumprimento a normas de execução orçamental e conscientemente as viole:
a) Contraindo encargos não permitidos por lei;
b) Autorizando pagamentos sem o visto do Tribunal de Contas legalmente exigido;
c) Autorizando ou promovendo operações de tesouraria ou alterações orçamentais proibidas por lei; d) Utilizando dotações ou fundos secretos, com violação das regras da universalidade e especificação legalmente previstas; será punido com prisão até um ano."

E nos casos mais graves, que põem em perigo a Independência Nacional, como se verificou com a má gestão do Sócrates e do Teixeira dos Santos, a Lei vai mais longe:

"CAPÍTULO II - Dos crimes de responsabilidade de titular de cargo político em especial, Artigo 7.º - Traição à Pátria: "O titular de cargo político que, com flagrante desvio ou abuso das suas funções OU COM GRAVE VIOLAÇÃO DOS INERENTES DEVERES, ainda que por meio não violento nem de ameaça de violência, tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro, ou submeter a soberania estrangeira, o todo ou uma parte do território português, ofender OU PUSER EM PERIGO A INDEPENDÊNCIA DO PAÍS será punido com prisão de dez a quinze anos."  OS TRIBUNAIS QUE ACTUEM!!!!!!!!!!!
                                                          Para  um  Portugal melhor

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

MARINHO PINTO-GOLPE DE ESTADO PALACIANO

Marinho e Pinto denuncia "golpe de Estado palaciano"por Lusa, texto publicado por Paula MouratoOntem
DIÁRIO DE NOTÍCIAS

O bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, afirmou hoje que se está a querer "subverter" e não rever a Constituição, estando em curso no país uma "espécie de golpe de Estado palaciano".
"É uma espécie de golpe de Estado palaciano. Quer-se destruir a Constituição, quer-se alterar radicalmente a fisionomia do Estado constitucional por um Estado que corresponde aos modelos ideológicos de quem hoje tem as rédeas do poder", salientou António Marinho e Pinto, à margem da Universidade da Juventude Popular (JP) que termina hoje em Vila Real.
Para o bastonário, quer-se "subverter, não é rever a Constituição". "Porque para isso era preciso respeitar as regras de revisão que estão na própria Constituição, designadamente as maiorias da Assembleia Constituinte", acrescentou.

O debate à volta da "refundação" foi lançado pelo primeiro-ministro, no encerramento das jornadas parlamentares do PSD e do CDS-PP.
Na altura, Pedro Passos Coelho afirmou que até 2014 vai realizar-se uma reforma do Estado que constituirá "uma refundação do memorando de entendimento" e defendeu que o PS deve estar comprometido com esse processo.
Desde então que se debate no país a "refundação" e uma revisão constitucional.
Marinho e Pinto lembrou o projeto de revisão constitucional apresentado há dois anos pelo PSD e que foi da autoria de Paulo Teixeira Pinto.
"Essa refundação está lá nessa revisão constitucional que foi retirada à pressa da discussão pública pelo escândalo que provocou", sublinhou

CONCERTO DIA 12 DE NOVEMBRO

 
VAMOS TODOS AO CONCERTO COM PAUS, PEDRAS E OVOS PODRES!

MIGUEL RELVAS-MAIS UM ESCÂNDALO DO MINISTRO DE PASSOS

 
 
 
Coluna do Ancelmo, publicada no Jornal do Comércio, do Recife, Brasil, em 28.10.2012


(VEJAM: O AMIGO PORTUGUÊS)


Chamo a vossa especial atenção para a “pequena noticia” na 1ª página, sob o título “O AMIGO PORTUGUÊS” publicado hoje (28 de Outubro) no Jornal do Comércio, Recife, Brasil.


Mais um cambalacho escondido, dos portugueses, pelo execrável MIGUEL RELVAS. Investiguem se faz favor, e denunciem. ESTA É A VOSSA OBRIGAÇÃO. Estamos fartos deste CHULO e das suas peripécias. DEMITAM-NO, PORRA!

 Melhores cumprimentos


M Cavalleri

PONHAM-SE A PAU!

PARA OS POBRES QUE AINDA TÊM CONTAS BANCÁRIAS EM PORTUGAL. SIM, PORQUE OS OUTROS JÁ FUGIRAM COM A "MASSA" PARA PARAÍSOS MAIS TRANQUILOS.

Ponham-se a PAU... : Já foi levantada a hipótese (em conselho de ministros).. caso  a "coisa fique mais preta"... (o que.. como sabemos é o mais provável), congelarem as  contas bancárias da "rapaziada" ! a ideia nem é original, mas é muito efectiva!..

 O mal é começarem a pensar nisso!..  o saque daria para:

  1- pagar parte da divida, (toda  não! embora chegasse e sobrasse para tal, mas não
      convém..).
  2- Em seguida..é fartar vilanagem...é o "MUNDÓMILHÕES" dos partidos da
     "arca-do-poder" que irão ficar a abarrotar até ao "gargalo dos respectivos dirigentes".
  3- Outra parte será para  uma melhor consolidação da BANCA...que coitada.. ainda não
       recuperou!..
  4- Com o restante..será criado em "OFFSHORE" um "Fundo-Garante" de pensões  
      VITALÍCIAS para políticos e ex-políticos, dirigentes partidários e respectivos
       familiares em 1º grau..!
      PALERMAS, já está tudo pensado...!
                                                                      PONHAM-SE A PAU 

O NOVO HINO NACIONAL



http://player.vimeo.com/video/42954561?autoplay=1

O CLIO E OS MEUS AMIGOS SOCIALISTAS

Independentemente do posicionamento ideológico de quem lê, não tenho dúvidas: trata-se de um texto exemplar de um Homem Exemplar!!!

MEUS QUERIDOS AMIGOS SOCIALISTAS.
Depois de ouvir o vosso líder parlamentar, numa extraordinária quão breve dissertação sobre os Renault Clio, venho pedir-vos que não gozem comigo, por ter comprado um, às prestações de 290 € por mês e usado.
Não ando de Mercedes, BMW ou Audi, porque, como professor Catedrático do 4º escalão da Universidade de Coimbra, ( e Membro das Academias Nacionais da História, das Belas Artes, da Marinha, da Real Academia de Bellas Artes de San Ferando de Espanha e de mais meia dúzia delas, decano da área de Património das Universidades Portuguesas, Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, Medalha de Mérito-Classe Ouro de Belas Artes, Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra, e com cerca de 200 livros e artigos publicados, 12 com prémios, como o Prémio Gulbenkian ), não tenho dinheiro para mais. Percebi, ontem, que é vergonhoso andar de Clio, em Portugal, que isso nos apouca.
Só que isso nos diminui aos olhos de quem, na vida, nunca fez nada e nunca trabalhou no duro, e passou a juventude na intriga e a comer, beber e viajar à conta dos partidos políticos, a esperar pacientemente nas Jotas, para chegar a adulto e, de preferência, como o Zorrinho, para entrar para uma loja maçónica e na Assembleia ou num gabinete ministerial. Eu cá, loja, só a mercearia do meu Avô, na Rua do Corvo.
Afinal já percebo porque é que as minhas netas, às vezes, não querem vir ao meu colo: não é por birra, é que têm vergonha por eu ter um Renault Clio.

 Pedro Dias

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O DIREITO À VIOLÊNCIA

RESPONDER COM VIOLÊNCIA AOS QUE VIOLAM


COMUNICADO

Quando o actual governo
•rouba o 13º e o 14º mês aos reformados e à função pública;
 •rouba mais de um salário aos trabalhadores do privado;
 •destrói o SNS;
 •destrói a escola pública e a universidade pública;
 •promove o desemprego;
 •promove a redução da remuneração do trabalho ou
 •promove a fome e a miséria,

viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, torna-se num criminoso em actividade.

Recorde-se que, tanto a Constituição da República Portuguesa como a Declaração Universal dos Direitos Humanos tornam a justiça explícita na forma de lei. É dessa forma que se mantém a paz entre os cidadãos já que aquilo que está acordado permite uma vida justa e digna para todos.

Este governo, ao submeter os mais débeis aos mais fortes, eliminou a justiça e deixou unicamente a lei. Como consequência, fez com que grande parte da população deixasse de ter lugar.

Por outras palavras, isto significa que o governo violou e viola a Constituição da República Portuguesa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ou seja, o governo quebrou a paz social. Isto legitima a acção de todos os cidadãos que agora têm o dever de preservar a paz e o bem-estar proclamados nestes documentos.

Por estas razões, e ao abrigo do Artigo 21º da Constituição da República Portuguesa, o MSE, Movimento Sem Emprego, e aqueles que estão a ser vitimas das acções criminosas deste governo reservam para si e para todos os cidadãos o direito à desobediência civil como forma de resistência dos que estão a ser atirados para a valeta por este governo.

Chega de esfolar os 99% mais pobres para que o 1% mais rico mantenha os seus privilégios.

Próximo plenário do MSE
 Data: Quinta, 1 de Novembro de 2012, às 15:00
 Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/382361318500325/
 Local: Parque Polivalente de Santa Catarina - Calçada da Combro nº82A (Lisboa)
 No google maps: https://maps.google.com/?ll=38.710944,-9.14828&spn=0.00166,0.002411&t=m&layer=c&cbll=38.711053,-9.14817&panoid=hXrdfrI6gz1bv3AtXNMVwA&cbp=12,20.4,,1,2.24&z=19

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

VLADIMIR BUKOVSKY - EU JÁ VIVI O VOSSO FUTURO!


EU JÁ VIVI O VOSSO FUTURO !



" Declarações do escritor e dissidente soviético, Vladimir Bukovsky, sobre o Tratado de Lisboa



"É surpreendente que, após ter enterrado um monstro, a URSS, se tenha construído outro semelhante: a União Europeia (UE).
 O que é, exactamente a União Europeia? Talvez fiquemos a sabe-lo examinando a sua versão soviética.
A URSS era governada por quinze pessoas não eleitas que se cooptavam mutuamente e não tinham que responder perante ninguém. A UE é governada por duas dúzias de pessoas que se reúnem à porta fechada e, também não têm que responder perante ninguém, sendo politicamente impunes.
 Poderá dizer-se que a UE tem um Parlamento. A URSS também tinha uma espécie de Parlamento, o Soviete Supremo. Nós, (na URSS) aprovámos, sem discussão, as decisões do Politburo, como na prática acontece no Parlamento Europeu, em que o uso da palavra concedido a cada grupo está limitado, frequentemente, a um minuto por cada interveniente.
 Na UE há centenas de milhares de eurocratas com vencimentos muito elevados, com prémios e privilégios enormes e, com imunidade judicial vitalícia, sendo apenas transferidos de um posto para outro, façam bem ou façam mal. Não é a URSS escarrada?
 A URSS foi criada sob coacção, muitas vezes pela via da ocupação militar. No caso da Europa está a criar-se uma UE, não sob a força das armas, mas pelo constrangimento e pelo terror económicos.
Para poder continuar a existir, a URSS expandiu-se de forma crescente. Desde que deixou de crescer, começou a desabar. Suspeito que venha a acontecer o mesmo com a UE. Proclamou-se que o objectivo da URSS era criar uma nova entidade histórica: o Povo Soviético. Era necessário esquecer as nacionalidades, as tradições e os costumes. O mesmo acontece com a UE parece. A UE não quer que sejais ingleses ou franceses, pretende dar-vos uma nova identidade: ser «europeus», reprimindo os vosso sentimentos nacionais e, forçar-vos a viver numa comunidade multinacional. Setenta e três anos deste sistema na URSS acabaram em mais conflitos étnicos, como não aconteceu em nenhuma outra parte do mundo.
 Um dos objectivos «grandiosos» da URSS era destruir os estados-nação. É exactamente isso que vemos na Europa, hoje. Bruxelas tem a intenção de fagocitar os estados-nação para que deixem de existir.
O sistema soviético era corrupto de alto a baixo. Acontece a mesma coisa na UE. Os procedimentos antidemocráticos que víamos na URSS florescem na UE. Os que se lhe opõem ou os denunciam são amordaçados ou punidos. Nada mudou. Na URSS tínhamos o «goulag». Creio que ele também existe na UE. Um goulag intelectual, designado por «politicamente correcto». Experimentai dizer o que pensais sobre questões como a raça e a sexualidade. Se as vossas opiniões não forem «boas», «politicamente correctas», sereis ostracizados. É o começo do «goulag». É o princípio da perda da vossa liberdade. Na URSS pensava-se que só um estado federal evitaria a guerra. Dizem-nos exactamente a mesma coisa na UE. Em resumo, é a mesma ideologia em ambos os sistemas. A UE é o velho modelo soviético vestido à moda ocidental. Mas, como a URSS, a UE traz consigo os germes da sua própria destruição. Desgraçadamente, quando ela desabar, porque irá desabar, deixará atrás de si um imenso descalabro e enormes problemas económicos e étnicos. O antigo sistema soviético era irreformável. Do mesmo modo, a UE também o é. (...)
 Eu já vivi o vosso «futuro»..."

ESTE HOMEM É PERIGOSO

Este homem é perigoso


por BAPTISTA-BASTOSHoje
DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Pedro Passos Coelho gosta de dizer coisas. Já se sabe. Poucas vezes, porém, as diz acertadas. Há, neste homem envelhecido, acabrunhado e notoriamente consumido, a revelação subjacente de que se envolveu num labirinto cujo término ignora. As políticas que desenvolve, com desvios, evasivas, recuos, imperfeições, criam desesperos, angústias e perplexidades. Completamente desorientado com o rumo dos acontecimentos que não domina, descobriu, nas jornadas parlamentares do PSD-CDS, o verbo "refundar", e originou não só o pasmo nas suas hostes como a perturbação nas de António José Seguro.
Marcelo Rebelo de Sousa explicou a natureza do erro e a dimensão do tolejo político. Passos, incisivo e fatal, declarou que a "refundação" do protocolo de ajustamento com a troika nada tinha a ver com "renegociação"; é outra coisa. Mas não explicou a natureza das suas elucubrações. Os participantes nas jornadas saíram em silêncio, entreolhando-se, porém, com a farpa da dúvida cravada no ânimo. "Ele parece lelé da cuca", disse alguém.
Estamos entregues às insuficiências de um homem que baralha tudo e que presume enganar os outros com atropelos semânticos. O nosso cansaço advém de já termos compreendido que a inépcia de Passos Coelho não é uma escolha entre contradições, sim um processo mental complicado, pela obstinação no erro e pela recusa em o admitir.
Alguém de recta consciência e no perfeito domínio das faculdades elementares pode apoiar e sustentar o representante de uma ideologia que, sem pudor, já se não esconde nem sequer se dissimula? A sociedade, transversalmente, critica, execra e até expele, com insultos nunca vistos e ouvidos, este Executivo; e o dr. Cavaco (também objecto de escárnio e maldizer) cala-se, admitindo a redução da democracia ao funcionamento processual. O descalabro associa-se à pouca vergonha.
O poder já não dispõe de suporte legítimo porque espezinhou as delegações sociais, políticas e morais que lhe foram atribuídas. Ainda não há muito se dizia que um "governo celerado" era o que desdenhava da própria qualidade das pertenças mútuas. Os conflitos de valores inultrapassáveis, que dilaceram a nação e nos transformam em títeres de uma experiência maléfica, irão resultar em que confrontos imprevisíveis? A responsabilidade do caos só pode ser atribuída ao dr. Cavaco. Já lhe dissemos que não queremos esta gentalha. Então? Por muitíssimo menos, Jorge Sampaio escorraçou Pedro Santana Lopes.

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