segunda-feira, 25 de julho de 2011
A VIOLÊNCIA CONTRA INOCENTES É A ARMA DOS COBARDES. TERÁ ANDERS BEHRING BRIVIK, O BIN LADEN EUROPEU, SEGUIDORES ?
Autor do massacre na Noruega foi acusado de actos de terrorismo
A audiência de Anders Behring Breivik, na qual confessou ser o autor do massacre que fez 76 mortos na Noruega na sexta-feira, durou cerca de meia-hora. O jovem norueguês foi acusado de actos de terrorismo e vai ficar detido oito semanas, quatro das quais em total isolamento. Revelou ainda que teve apoio de "duas células" na organização do duplo atentado.
A audiência estava marcada para as 11.00 horas (12.00 horas em Portugal continental), mas o suspeito chegou ao tribunal cerca das 13.45 horas locais (12.45 horas em Portugal continental). Um "batalhão" de jornalistas e repórteres fotográficos estava a aguardar a sua chegada.
Meia hora depois, o suspeito deixou o edifício. Em conferência de imprensa, o juiz Kim Heger, que presidiu à audiência, anunciou que Anders Behring Brivik foi acusado de actos de terrorismo e que ficará detido preventivamente oito semana, quatro das quais em total isolamento (até 22 de Agosto), devido ao risco de perda de provas e à "extensão e carácter" do caso.
A duração máxima da prisão preventiva na Noruega é de quatro semanas renováveis, mas em circunstâncias especiais o prazo requerido pode ser de oito semanas, também com possibilidade de poder ser prolongado, explicou uma porta-voz da polícia norueguesa, Viola Bjelland, antes da sessão.
Suspeito da morte de 76 pessoas devido à explosão de uma bomba em Oslo e de um tiroteio num acampamento de jovens, numa ilha perto da capital norueguesa, Anders Behring Breivik confessou em tribunal o duplo atentado.
Como justificação, o jovem norueguês de 32 anos disse que queria impedir o recrutamento de novos membros no Partido Trabalhista e salvar a Europa ocidental da influência muçulmana. Garantiu ainda que teve a colaboração de "duas células" na organização do duplo atentado.
A audiência de Anders Behring Breivik, na qual confessou ser o autor do massacre que fez 76 mortos na Noruega na sexta-feira, durou cerca de meia-hora. O jovem norueguês foi acusado de actos de terrorismo e vai ficar detido oito semanas, quatro das quais em total isolamento. Revelou ainda que teve apoio de "duas células" na organização do duplo atentado.
A audiência estava marcada para as 11.00 horas (12.00 horas em Portugal continental), mas o suspeito chegou ao tribunal cerca das 13.45 horas locais (12.45 horas em Portugal continental). Um "batalhão" de jornalistas e repórteres fotográficos estava a aguardar a sua chegada.
Meia hora depois, o suspeito deixou o edifício. Em conferência de imprensa, o juiz Kim Heger, que presidiu à audiência, anunciou que Anders Behring Brivik foi acusado de actos de terrorismo e que ficará detido preventivamente oito semana, quatro das quais em total isolamento (até 22 de Agosto), devido ao risco de perda de provas e à "extensão e carácter" do caso.
A duração máxima da prisão preventiva na Noruega é de quatro semanas renováveis, mas em circunstâncias especiais o prazo requerido pode ser de oito semanas, também com possibilidade de poder ser prolongado, explicou uma porta-voz da polícia norueguesa, Viola Bjelland, antes da sessão.
Suspeito da morte de 76 pessoas devido à explosão de uma bomba em Oslo e de um tiroteio num acampamento de jovens, numa ilha perto da capital norueguesa, Anders Behring Breivik confessou em tribunal o duplo atentado.
Como justificação, o jovem norueguês de 32 anos disse que queria impedir o recrutamento de novos membros no Partido Trabalhista e salvar a Europa ocidental da influência muçulmana. Garantiu ainda que teve a colaboração de "duas células" na organização do duplo atentado.
A DANÇA DOS BOYS
O PSD DESPEDE OS BOYS DO PS PARA LÁ METER OS SEUS: ANTÓNIO DO PRANTO NOGUEIRA LEITE, NATURAL DE ANGEJA, UMA ALDEIA DO DISTRITO DE AVEIRO ONDE SE COME O MELHOR LEITÃO DO PAÍS, FOI NOMEADO PARA VICE-PRESIDENTE DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS.
E ESTÁ A MUDAR SÓ QUE EM PRANTO FICAMOS TODOS NÓS!
PEDRO PASSOS COELHO UM MINISTRO QUE NÃO DEFENDE OS INTERESSES DE PORTUGAL: AFINAL, HÁ NOVE PAÍSES NA EUROPA COM GOLDENSHARES
Em Agosto seguem-se a Galp e a EDP, que são as últimas da lista de golden shares nacionais. Mas a verdade é que a pressão que tem sido feita pela Comissão Europeia sobre Portugal, para abandonar estes privilégios, não teve até hoje o mesmo resultado noutros países.
Em toda a União Europeia (UE), de acordo com um levantamento feito pelo PÚBLICO, há pelo menos outros nove estados-membros que ainda detêm golden shares e direitos especiais em grandes empresas, protegendo-as de investidas estrangeiras e controlando algumas decisões estratégicas dos accionistas. É o caso da Alemanha e do Reino Unido.
Num país que desde sempre tem sido um dos motores da integração europeia, permanece ainda hoje um claro obstáculo à livre circulação de capitais no maior fabricante europeu de automóveis. Na alemã Volkswagen, o Estado da Baixa Saxónia detém mais de 20 por cento do capital, o que lhe dá direitos especiais definidos numa lei de 1960. Nomeadamente, a presença obrigatória de um representante na administração e a limitação dos direitos de voto de todos os accionistas, independentemente da participação no capital social.
Há quase quatro anos que a Alemanha foi condenada pelo Tribunal de Justiça europeu, mas a situação mantém-se sem qualquer sanção. Aliás, foi nesse mesmo ano que a chanceler Angela Merkel defendeu publicamente a necessidade de um plano europeu que admitisse goldenshares em áreas estratégicas.
UE abre excepções
Já o Reino Unido acatou algumas recomendações da UE e acabou com os direitos especiais que o Estado tinha em empresas como a British Airports Authority (BAA). O abandono desta posição privilegiada teve como consequência um dos maiores receios dos defensores destes instrumentos de intervenção estatal: a empresa, dona de alguns dos maiores aeroportos europeus, está hoje nas mãos de capital estrangeiro, a espanhola Ferrovial.
Em contrapartida, o Estado britânico continua a ter uma golden share em duas grandes companhias: a BAE Systems e a Rolls Royce, ambas no sector da defesa. Os accionistas não podem aprovar algumas alterações aos estatutos sem o consentimento do Governo, nomeadamente a cláusula que obriga a que tanto o presidente executivo (CEO) como o presidente do conselho de administração sejam de nacionalidade britânica.
Estas duas "acções douradas" podem aliás enquadrar-se nas excepções que a UE permite neste domínio: "Motivos de ordem, segurança e saúde públicas e as chamadas razões imperiosas de interesse geral", refere Nuno Cunha Rodrigues, docente na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e autor de um livro sobre os direitos especiais dos estados-membros.
Em entrevista ao PÚBLICO, este especialista dá o exemplo da Bélgica, como sendo o único país em que o Tribunal de Justiça decidiu formalmente a favor dos poderes do Estado na Distrigas. "Considerou-se que o aprovisionamento de gás em caso de emergência constituía um motivo de segurança nacional e uma razão imperiosa de interesse geral que legitimava a detenção de golden shares", explicou. Aliás, Cunha Rodrigues acredita que este mesmo argumento poderia ser utilizado pelo Governo português para defender os seus interesses na Galp (ver entrevista).
Grécia e Irlanda mantêm
O pedido de ajuda externa, feito em Abril pelo anterior Governo, precipitou a decisão de acabar com as golden shares em Portugal. No entanto, tanto a Irlanda como a Grécia, auxiliadas financeiramente no ano passado, ainda mantêm posições privilegiadas em pelo menos duas empresas.
Na irlandesa Greencore Group, além de poder vetar decisões estratégicas, o Estado pode intervir directamente no sector, fixando limites à produção de açúcar (sector onde opera), sem que até hoje tenha havido alguma chamada de atenção de Bruxelas. Já o caso da grega Public Power Company, que o Governo de Papandreou decidiu privatizar parcialmente na sequência da ajuda externa, foi denunciado ao Tribunal de Justiça em Maio de 2010. Porém, os poderes estatais mantêm-se: os direitos de voto de outros accionistas estão limitados a cinco por cento, por exemplo.
Mais polémica tem levantado a actuação do Governo de Berlusconi, que, apesar de condenado pelas autoridades europeias, continua a manter direitos especiais em quatro empresas estratégicas - curiosamente, três são dos mesmos sectores da Galp, PT e EDP. Em causa estão a ENI (accionista de referência da Galp), a Telecom Itália e a Enel.
Outro caso que também gera anticorpos em Bruxelas e continua sem seguir as imposições da UE é a Polónia, onde mais de uma dezena de companhias ainda estão sujeitas a um controlo privilegiado do Estado. Também em França e na Finlândia há registo de pelo menos duas situações: a Thales (defesa) e a Gasum Oy (energia). Portugal deixará de fazer parte desta lista no espaço de um mês.
Em toda a União Europeia (UE), de acordo com um levantamento feito pelo PÚBLICO, há pelo menos outros nove estados-membros que ainda detêm golden shares e direitos especiais em grandes empresas, protegendo-as de investidas estrangeiras e controlando algumas decisões estratégicas dos accionistas. É o caso da Alemanha e do Reino Unido.
Num país que desde sempre tem sido um dos motores da integração europeia, permanece ainda hoje um claro obstáculo à livre circulação de capitais no maior fabricante europeu de automóveis. Na alemã Volkswagen, o Estado da Baixa Saxónia detém mais de 20 por cento do capital, o que lhe dá direitos especiais definidos numa lei de 1960. Nomeadamente, a presença obrigatória de um representante na administração e a limitação dos direitos de voto de todos os accionistas, independentemente da participação no capital social.
Há quase quatro anos que a Alemanha foi condenada pelo Tribunal de Justiça europeu, mas a situação mantém-se sem qualquer sanção. Aliás, foi nesse mesmo ano que a chanceler Angela Merkel defendeu publicamente a necessidade de um plano europeu que admitisse goldenshares em áreas estratégicas.
UE abre excepções
Já o Reino Unido acatou algumas recomendações da UE e acabou com os direitos especiais que o Estado tinha em empresas como a British Airports Authority (BAA). O abandono desta posição privilegiada teve como consequência um dos maiores receios dos defensores destes instrumentos de intervenção estatal: a empresa, dona de alguns dos maiores aeroportos europeus, está hoje nas mãos de capital estrangeiro, a espanhola Ferrovial.
Em contrapartida, o Estado britânico continua a ter uma golden share em duas grandes companhias: a BAE Systems e a Rolls Royce, ambas no sector da defesa. Os accionistas não podem aprovar algumas alterações aos estatutos sem o consentimento do Governo, nomeadamente a cláusula que obriga a que tanto o presidente executivo (CEO) como o presidente do conselho de administração sejam de nacionalidade britânica.
Estas duas "acções douradas" podem aliás enquadrar-se nas excepções que a UE permite neste domínio: "Motivos de ordem, segurança e saúde públicas e as chamadas razões imperiosas de interesse geral", refere Nuno Cunha Rodrigues, docente na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e autor de um livro sobre os direitos especiais dos estados-membros.
Em entrevista ao PÚBLICO, este especialista dá o exemplo da Bélgica, como sendo o único país em que o Tribunal de Justiça decidiu formalmente a favor dos poderes do Estado na Distrigas. "Considerou-se que o aprovisionamento de gás em caso de emergência constituía um motivo de segurança nacional e uma razão imperiosa de interesse geral que legitimava a detenção de golden shares", explicou. Aliás, Cunha Rodrigues acredita que este mesmo argumento poderia ser utilizado pelo Governo português para defender os seus interesses na Galp (ver entrevista).
Grécia e Irlanda mantêm
O pedido de ajuda externa, feito em Abril pelo anterior Governo, precipitou a decisão de acabar com as golden shares em Portugal. No entanto, tanto a Irlanda como a Grécia, auxiliadas financeiramente no ano passado, ainda mantêm posições privilegiadas em pelo menos duas empresas.
Na irlandesa Greencore Group, além de poder vetar decisões estratégicas, o Estado pode intervir directamente no sector, fixando limites à produção de açúcar (sector onde opera), sem que até hoje tenha havido alguma chamada de atenção de Bruxelas. Já o caso da grega Public Power Company, que o Governo de Papandreou decidiu privatizar parcialmente na sequência da ajuda externa, foi denunciado ao Tribunal de Justiça em Maio de 2010. Porém, os poderes estatais mantêm-se: os direitos de voto de outros accionistas estão limitados a cinco por cento, por exemplo.
Mais polémica tem levantado a actuação do Governo de Berlusconi, que, apesar de condenado pelas autoridades europeias, continua a manter direitos especiais em quatro empresas estratégicas - curiosamente, três são dos mesmos sectores da Galp, PT e EDP. Em causa estão a ENI (accionista de referência da Galp), a Telecom Itália e a Enel.
Outro caso que também gera anticorpos em Bruxelas e continua sem seguir as imposições da UE é a Polónia, onde mais de uma dezena de companhias ainda estão sujeitas a um controlo privilegiado do Estado. Também em França e na Finlândia há registo de pelo menos duas situações: a Thales (defesa) e a Gasum Oy (energia). Portugal deixará de fazer parte desta lista no espaço de um mês.
FERNANDO PESSOA
Não deixes que a Vida passe em branco ... - Fernando Pessoa
"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhámos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim...
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje já não tenho tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas cartas
que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto
se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
Quem são aquelas pessoas?
Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
- Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.
E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.
Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"
Fernando Pessoa
"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhámos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim...
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje já não tenho tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas cartas
que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto
se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
Quem são aquelas pessoas?
Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
- Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.
E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.
Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"
Fernando Pessoa
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A NOVELA DOMINIQUE STRAUSS-KAHN
A novela de DSK - questões ainda não conhecidas
O que os americanos não seriam capazes de fazer para esconder a fraude que é a sua economia!!!
Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.
Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).
As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.
Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.
Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.
A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.
Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo.
Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.
O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama.
Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"
À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.
A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido
"vítima de uma enorme conspiração americana".
Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg.
A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de
contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.
Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.
Com os melhores cumprimentos
O que os americanos não seriam capazes de fazer para esconder a fraude que é a sua economia!!!
Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.
Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).
As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.
Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.
Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.
A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.
Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo.
Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.
O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama.
Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"
À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.
A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido
"vítima de uma enorme conspiração americana".
Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg.
A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de
contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.
Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.
Com os melhores cumprimentos
QUAL É A TUA Ó MEU?
Ó meus Amigos,
o ‘Zé’ Mário Branco cantava, faz uns anitos já, assim – “Qual é a tua ó meu?...” E já agora… qual é a ‘vossa’?... Então fiquem-se lá com a ‘dele’… (a do senhor Silva…! [Jardim dixit ])
45 mil euros por dia para a Presidência da República.
As contas do Palácio de Belém
O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano (163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português.
Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus 12 assessores e 24 consultores,bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República.
A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes.
Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa,
gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros)
sendo apenas ultrapassado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy (112 milhões de euros)
e pela Rainha de Inglaterra, Isabel II, que ‘custa’ 46,6 milhões de euros anuais.
E tem o senhor Aníbal Cavaco Silva, a desfaçatez de nos vir dizer que –“os sacrifícios são para ser ‘distribuídos’ por todos os portugueses”…
… ‘Atão’ tá bem ó meu! ...
(…? E não se pode ‘privatizar’ a Presidência da República ?...)
o ‘Zé’ Mário Branco cantava, faz uns anitos já, assim – “Qual é a tua ó meu?...” E já agora… qual é a ‘vossa’?... Então fiquem-se lá com a ‘dele’… (a do senhor Silva…! [Jardim dixit ])
45 mil euros por dia para a Presidência da República.
As contas do Palácio de Belém
O DN descobriu que a Presidência da República custa 16 milhões de euros por ano (163 vezes mais do que custava Ramalho Eanes), ou seja, 1,5 euros a cada português.
Dinheiro que, para além de pagar o salário de Cavaco, sustenta ainda os seus 12 assessores e 24 consultores,bem como o restante pessoal que garante o funcionamento da Presidência da República.
A juntar a estas despesas, há ainda cerca de um milhão de euros de dinheiro dos contribuintes que todos os anos serve para pagar pensões e benefícios aos antigos presidentes.
Os 16 milhões de euros que são gastos anualmente pela Presidência da República colocam Cavaco Silva entre os chefes de Estado que mais gastam em toda a Europa,
gastando o dobro do Rei Juan Carlos de Espanha (oito milhões de euros)
sendo apenas ultrapassado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy (112 milhões de euros)
e pela Rainha de Inglaterra, Isabel II, que ‘custa’ 46,6 milhões de euros anuais.
E tem o senhor Aníbal Cavaco Silva, a desfaçatez de nos vir dizer que –“os sacrifícios são para ser ‘distribuídos’ por todos os portugueses”…
… ‘Atão’ tá bem ó meu! ...
(…? E não se pode ‘privatizar’ a Presidência da República ?...)
ROUBAR O SUBSÍDIO DE NATAL, A PRIMEIRA "FILHA DA PUTICE" DE PEDRO PASSOS COELHO!
É um assalto fiscal a uma classe média cada dia mais débil e um acto criminoso de roubar gente que vive do seu trabalho presente ou passado, uma medida à sócrates, populista, que apenas penaliza a classe média. Os pobres passam ao lado e os ricos estão-se cagando porque não têm cá o dinheiro nem assinam recibos de vencimento.
Muitos trabalhadores e reformados esperam estes complementos salariais para cumprirem com obrigações assumidas, dívidas contraídas ou, apenas para terem uma folga financeira. O estado, seja qual for o motivo, não tem legitimidade para se apropriar do produto do trabalho dos seus cidadãos. Esta merda só é possível porque somos um povo de gente cobarde, sem tomates nem coluna vertebral ou, ponta de dignidade.
Os f. da p. que roubaram os bancos, que se abotoaram aos 50.000.000.000 desaparecidos, que fizeram fortunas em contratos de favor, em que o Estado paga os prejuízos enquanto os privados arrecadam os lucros, não são molestados. A isto, chamam estes miseráveis que vivem da política, justiça social, sem pingo de rubor na tromba.
Até um dia."
Nzuá Milhazes
A EXPLICAÇÃO DA CRISE ECONÓMICA
A Explicação da Crise Económica, dos seus Objectivos e Formas de Sair Dela
Um Caso de Estudo?...
Considerado pelo The Guardian o melhor documentário alguma vez feito sobre a chamada CRISE,da autoria duma realizadora grega, e com a participação de vários especialistas,o filme "Debtocracy" ou "Dividocracia.
Veja aqui a versão brasileira - Parte 1 (as seguintes tb estão no YouTube):
http://www.youtube.com/watch?v=DXuBYn9Vccw&feature=related
... mais ameno, mais naife, mas nem por isso menos interessante,
recorde depois o emocionante "discurso do embaixador do México na ONU" (em anexo),
feito pelo inesquecível CANTINFLAS num dos seus filmes...
A CRISE, OU COMO ROUBAR A PROSPERIDADE
A crise
Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.
Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.
Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
O negócio prosperava...
Os seus cachorros-quentes eram os melhores!
Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:
- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar!
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).
Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).
Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.
Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.
O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos... faliu.
O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise...'
VIVEMOS NUM MUNDO CONTAMINADO DE MÁS NOTÍCIAS E SE NÃO TOMARMOS O
DEVIDO CUIDADO, ESSAS MÁS NOTÍCIAS INFLUENCIAR-NOS-ÃO AO PONTO DE NOS
ROUBAREM A PROSPERIDADE.
Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.
Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.
Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
O negócio prosperava...
Os seus cachorros-quentes eram os melhores!
Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.
O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:
- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar!
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).
Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).
Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.
Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis.
O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos... faliu.
O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.
E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise...'
VIVEMOS NUM MUNDO CONTAMINADO DE MÁS NOTÍCIAS E SE NÃO TOMARMOS O
DEVIDO CUIDADO, ESSAS MÁS NOTÍCIAS INFLUENCIAR-NOS-ÃO AO PONTO DE NOS
ROUBAREM A PROSPERIDADE.
FREI FERNANDO VENTURA
É a entrevista do Mário Crespo ao Frei Fernando Ventura, sobre o novo livro.
Acho que vale a pena ouvir e partilhar
http://sicnoticias.sapo.pt/programas/jornaldas9/article631026.ece
Sinopse (do Livro "Do EU solitário ao NÓS solidário")
Acho que vale a pena ouvir e partilhar
http://sicnoticias.sapo.pt/programas/jornaldas9/article631026.ece
Sinopse (do Livro "Do EU solitário ao NÓS solidário")
Conversa intimista e sem preconceitos sobre Deus, o Homem e o Mundo.
Reflexão sobre o mundo de hoje onde a história da Humanidade serve como bebedouro de aprendizagem impar e nos ajuda a projectar um futuro em que só a passagem do «eu solitário» ao «nós solidário» nos pode salvar. «O nós», é «o outro» ou seja «o próximo», com quem se deve viver uma relação partilhada.
A solução para a solidão existencial que nos esmaga tem que passar pela construção de uma consciência de «ser social» que vai para além do «meu auto» seja ele qual for, já que um «autismo» deste estilo nunca será gerador nem de vida nem de felicidade.
Assim, se coloca em jogo os dois elementos fundamentais: o «eu» e o «outro» não numa dimensão de egoísmo adolescencial de um «eu solitário» e individualista em processo de auto realização egocêntrica mas numa relação do «eu» que «sabe ser» para alguém.
Este, é um processo de transformação que não é difícil de entender, é só difícil de viver.
Autores : Frei Fernando Ventura e Joaquim Franco
Frei Fernando Ventura, franciscano capuchinho, nasceu em 1959. Teólogo e biblista, foi professor de Ciências Religiosas no ISCRA em Aveiro. É intérprete na Comissão Teológica Internacional da Santa Sé. Colabora, como tradutor, com diversos organismos internacionais, como a Ordem dos Capuchinhos, a OFS e a Federação Bíblica Mundial. Pertence ao quadro de redactores da revista Bíblica, onde assina artigos de aprofundamento teológico. Autor do primeiro estudo sobre Maria no Islamismo, lançou o livro Roteiro de Leitura da Bíblia (Editorial Presença). Ministra cursos e retiros, percorre o mundo, de convite em convite ou de conferência em conferência, como tradutor. É assíduo comentador de actualidade social e religiosa na SIC Notícias. A TSF escolheu-o como "figura do ano" em 2010.
Joaquim Franco, jornalista da SIC, nasceu em 1967. Fez parte da equipa que fundou a SIC Notícias no ano 2000. Formou-se no CENJOR. Especializou-se na temática religiosa, à qual tem dedicado particular atenção com reportagens, debates e entrevistas. Está ligado à Licenciatura em Ciência das Religiões da ULHT (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias). Ganhou um Prémio Comunicação Social/Rádio pela reportagem Terceira Idade da Inocência, emitida na TSF. Foi um dos enviados especiais da TSF a Timor-Leste, em 1999, num trabalho que valeu à rádio uma distinção da Assembleia da República. Recebeu a menção honrosa Impresa pelo documentário João Paulo II, o 1º Papa global, emitido na SIC e distribuído pelo jornal Expresso. Lançou em 2010 o livro Leitura (im)possível de uma visita (Edições Universitárias Lusófonas) sobre a viagem de Bento XVI a Portugal.
CHINA-PORTUGAL-MACAU - DÓCI PAPIACÁM DI MACAU
Macau Sâm Assi (This is Macau) - Dóci Papiaçám di Macau (HD)
A Dóci Papiaçam di Macau's version of the patuá song written by the late José "Adé" dos Santos Ferreira.
Legendado em Português, Patuá, Chinês e Inglês.
http://www.youtube.com/watch?v=JmPYVbKWF70&feature=share
A Dóci Papiaçam di Macau's version of the patuá song written by the late José "Adé" dos Santos Ferreira.
Legendado em Português, Patuá, Chinês e Inglês.
http://www.youtube.com/watch?v=JmPYVbKWF70&feature=share
terça-feira, 5 de julho de 2011
AGUEIRO - PERIGO NAS PRAIAS
MUITO IMPORTANTE PARA QUEM GOSTA DE PRAIA E ESSENCIALMENTE DE MAR !!!!!
Vem no tempo próprio...
Agueiro, o que é?
Quando decide ter um contacto com a água do mar, nem se apercebe que um perigo mortal o espreita silenciosamente, ele é quase invisível ao olhar, mas está lá à espera da próxima vítima que pode jamais chegar a casa nesse dia. Refiro-me aos Agueiros.
Um agueiro pode ceifar uma ou várias vidas em minutos, sabe-se de histórias em que tanto morreu a vítima como seu pretenso salvador, ainda que muitos sabiam bem nadar, mas nada puderam fazer contra tais correntes submersas.
Mas afinal o que é um AGUEIRO?
"A costa portuguesa é perigosa. Tem correntes muito fortes e forma agueiros. As pessoas são enroladas e lançadas para fora. A maioria dos banhistas entra em pânico e, em vez de se deixar levar pela corrente até terra, luta contra ela, acabando por perder a força e ser arrastado pelo mar"
Estes "agueiros" são conhecidos por "Rip Current" ou "corrente de retorno", perigosos fenómenos da costa Atlântica portuguesa que ceifam muitas vidas em cada época balnear e mesmo para além dela. São correntes de retorno que variam em tamanho, largura, profundidade, forma, velocidade e potência.
O que fazer se for "apanhado" por uma destas correntes submarinas?
NÃO RESISTIR - Aconselha-se os banhistas a não resistir ao agueiro. Deve-se tentar nadar em diagonal à direcção da corrente, de forma a ser arrastado lateralmente e não para o interior do mar.
É que norma geral, o agueiro leva a pessoa para longe da costa (inevitavelmente para fora de pé) e não para o FUNDO. Sem pânico aperceberemos dessa corrente que nos afasta da praia e que entre 5 a 50 metros para lá da rebentação, o agueiro vai diminuir de intensidade até se dissipar. Pode a pessoa aflita pedir socorro, enquanto vai boiando à superfície e acenando com os braços.
Esta informação pode salvar uma vida – a sua, a dos seus filhos ou entes queridos.
Se vai à praia este ano, consulte mais detalhes sobre este perigo, no site do Instituto de Socorros a Náufragos.
Vem no tempo próprio...
Agueiro, o que é?
Quando decide ter um contacto com a água do mar, nem se apercebe que um perigo mortal o espreita silenciosamente, ele é quase invisível ao olhar, mas está lá à espera da próxima vítima que pode jamais chegar a casa nesse dia. Refiro-me aos Agueiros.
Um agueiro pode ceifar uma ou várias vidas em minutos, sabe-se de histórias em que tanto morreu a vítima como seu pretenso salvador, ainda que muitos sabiam bem nadar, mas nada puderam fazer contra tais correntes submersas.
Mas afinal o que é um AGUEIRO?
"A costa portuguesa é perigosa. Tem correntes muito fortes e forma agueiros. As pessoas são enroladas e lançadas para fora. A maioria dos banhistas entra em pânico e, em vez de se deixar levar pela corrente até terra, luta contra ela, acabando por perder a força e ser arrastado pelo mar"
Estes "agueiros" são conhecidos por "Rip Current" ou "corrente de retorno", perigosos fenómenos da costa Atlântica portuguesa que ceifam muitas vidas em cada época balnear e mesmo para além dela. São correntes de retorno que variam em tamanho, largura, profundidade, forma, velocidade e potência.
O que fazer se for "apanhado" por uma destas correntes submarinas?
NÃO RESISTIR - Aconselha-se os banhistas a não resistir ao agueiro. Deve-se tentar nadar em diagonal à direcção da corrente, de forma a ser arrastado lateralmente e não para o interior do mar.
É que norma geral, o agueiro leva a pessoa para longe da costa (inevitavelmente para fora de pé) e não para o FUNDO. Sem pânico aperceberemos dessa corrente que nos afasta da praia e que entre 5 a 50 metros para lá da rebentação, o agueiro vai diminuir de intensidade até se dissipar. Pode a pessoa aflita pedir socorro, enquanto vai boiando à superfície e acenando com os braços.
Esta informação pode salvar uma vida – a sua, a dos seus filhos ou entes queridos.
Se vai à praia este ano, consulte mais detalhes sobre este perigo, no site do Instituto de Socorros a Náufragos.
CONCERTO 48º ANIVERSÁRIO - CORAL LUÍSA TODI
Concerto 48º Aniversário - 1ª Apres. pública - Coral Luísa Todi
No próximo Sábado, dia 09, pelas 21:30 horas, na Igreja de S. Sebastião-Setúbal, o Coral Luísa Todi (adulto) apresentará o Concerto Comemorativo do 48º Aniversário da sua Primeira Apresentação Pública. Neste Concerto, o Coral Luísa Todi voltará a apresentar a Missa Brevis, de Jacob de Hann, desta vez acompanhada ao piano por Cândido Fernandes, sendo o Coral dirigido, como habitualmente, pela Maestrina Gisela Sequeira.
Apareça, leve um amigo e divulgue!
Coral Luisa Todi
Rua Carlos Ferreira, 15
2900 - 025 Setúbal
Telef/fax 265 57 21 90
coralluisatodi@gmail.com - www.coralluisatodi.org
No próximo Sábado, dia 09, pelas 21:30 horas, na Igreja de S. Sebastião-Setúbal, o Coral Luísa Todi (adulto) apresentará o Concerto Comemorativo do 48º Aniversário da sua Primeira Apresentação Pública. Neste Concerto, o Coral Luísa Todi voltará a apresentar a Missa Brevis, de Jacob de Hann, desta vez acompanhada ao piano por Cândido Fernandes, sendo o Coral dirigido, como habitualmente, pela Maestrina Gisela Sequeira.
Apareça, leve um amigo e divulgue!
Coral Luisa Todi
Rua Carlos Ferreira, 15
2900 - 025 Setúbal
Telef/fax 265 57 21 90
coralluisatodi@gmail.com - www.coralluisatodi.org
O DRAMA SALVADOR CAETANO/ANGÉLICO VIEIRA
VALE A PENA MEDITAR UM POUCO SOBRE A "COMUNICAÇÃO SOCIAL" EXISTENTE.
Angélico Vieira não resistiu ao brutal acidente de viação que sofreu e acabou de falecer. A geração "Morangos com Açúcar" já tem o seu mártir.
Para o caso não interessa nada que o carro circulasse na via pública sem seguro, ou que a maioria dos ocupantes não tivesse colocado o cinto de segurança.
Também parece não interessar a ninguém saber a que velocidade ia a viatura ou se condutor apresentava excesso de álcool ou drogas no sangue. Ninguém falou disso. A comunicação social em peso preferiu a exploração do efeito emocional e ficou por aí.
Mais ou menos na mesma altura morreu o empresário Salvador Caetano. É verdade que o senhor tinha 85 anos e estava doente, mas a histeria mediática à volta do desaparecimento do jovem artista Angélico Vieira, por contraste com a discrição da notícia da morte do empresário nos órgãos de informação dá-nos um excelente retrato da ordem de valores da sociedade actual.
Por aqui se vê que um jovem cantor e actor é muito mais importante do que um homem que subiu na vida a pulso, construiu um império industrial, contribuiu para a produção da riqueza nacional e deu emprego a milhares de pessoas.
Por aqui se vê que para muita gente é mais importante uma novela de duvidosa qualidade, com adolescentes, do que construir fábricas, criar empregos no país e dar pão a inúmeras famílias.
Apesar de tudo entendo muito bem a reacção dos adolescentes neste caso. A culpa desta inversão de valores nem sequer é deles. É da geração anterior, dos pais, que os educaram assim. Para a diversão e não para o trabalho.
Angélico Vieira não resistiu ao brutal acidente de viação que sofreu e acabou de falecer. A geração "Morangos com Açúcar" já tem o seu mártir.
Para o caso não interessa nada que o carro circulasse na via pública sem seguro, ou que a maioria dos ocupantes não tivesse colocado o cinto de segurança.
Também parece não interessar a ninguém saber a que velocidade ia a viatura ou se condutor apresentava excesso de álcool ou drogas no sangue. Ninguém falou disso. A comunicação social em peso preferiu a exploração do efeito emocional e ficou por aí.
Mais ou menos na mesma altura morreu o empresário Salvador Caetano. É verdade que o senhor tinha 85 anos e estava doente, mas a histeria mediática à volta do desaparecimento do jovem artista Angélico Vieira, por contraste com a discrição da notícia da morte do empresário nos órgãos de informação dá-nos um excelente retrato da ordem de valores da sociedade actual.
Por aqui se vê que um jovem cantor e actor é muito mais importante do que um homem que subiu na vida a pulso, construiu um império industrial, contribuiu para a produção da riqueza nacional e deu emprego a milhares de pessoas.
Por aqui se vê que para muita gente é mais importante uma novela de duvidosa qualidade, com adolescentes, do que construir fábricas, criar empregos no país e dar pão a inúmeras famílias.
Apesar de tudo entendo muito bem a reacção dos adolescentes neste caso. A culpa desta inversão de valores nem sequer é deles. É da geração anterior, dos pais, que os educaram assim. Para a diversão e não para o trabalho.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
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