quarta-feira, 26 de outubro de 2011

CONDUZA COM SEGURANÇA - O PONTO CEGO DOS VEÍCULOS

ESPELHO RETROVISOR - IMPORTANTE SABER

Este é um problema importante:

Dizem os especialistas que devemos abrir ao máximo os espelhos retrovisores dos nossos carros deixando o hábito de querer ver a traseira dos mesmos. Esses centímetros fazem toda a diferença no chamado ponto cego do retrovisor.
Esta é uma informação importante para quem conduz! O hábito de vermos a traseira do nosso carro no retrovisor, é um erro em que incorremos diariamente.

Vejam o vídeo anexo! Curto, simples, importante e útil!

HUMOR EM TEMPO DE CRISE

Carta da filha adolescente...‏

Um pai entrou no quarto da sua filha e encontrou uma carta sobre a cama que dizia o seguinte:


Queridos pais:

Com muita pena vos digo que fugi com o meu noivo. Encontrei o amor da minha vida. Estou absolutamente fascinada com os seus piercings, cicatrizes e tatuagens. Mas não é só, estou grávida de gémeos.

Aprendi também que a marijuana e a Cocaína não fazem mal a ninguém.
Só rezo para que a Ciência encontre a cura da Sida, o Joaquim merece.
Não se preocupem com o dinheiro, o Joaquim conseguiu que eu entrasse em filmes com outros amigos, posso ganhar 50€/ hora. Se for com mais de três homens, são 200€ e se entrar o pastor alemão do Joaquim são 300€. Não te preocupes, mãe. Já tenho 15 anos e sei cuidar de mim mesma.

Com muito carinho, a vossa querida filha.


P.S.: Pai, é uma brincadeira, estou a ver televisão na casa da vizinha, só queria mostra-te que há coisas piores na vida que as minhas notas.

_________________________________


Resposta do pai:

Querida filha,

Dei a carta a ler à tua mãe. Teve um AVC e foi internada de urgência, está entre a vida e a morte. Por causa disso, e a conselho dos advogados, foste retirada do testamento.
Todas as coisas do teu quarto foram doadas e também mudamos a fechadura da nossa casa. Não tentes fazer pagamentos por Multibanco porque a conta foi cancelada. Demos também baixa do teu telemóvel. Demos a tua colecção de CDs ao anormal do 5º andar.

Podes começar também a pensar em trabalhar. Com a tua idade e com esse corpinho, estou certo que trabalho não vai faltar, apesar da concorrência das brasileiras... Enfim, espero que sejas muito feliz na tua nova vida.


P.S.:Filha querida, claro que é tudo uma brincadeira. A tua mãe está aqui a ver a novela. Só queríamos mostrar-te que há coisas bem piores que passares os próximos 3 meses sem sair de casa, sem ir à Internet e sem ver televisão por causa das tuas notas e da tua brincadeira de merda!

BASTA!...HAJA ALGUÉM QUE DIGA A VERDADE

Amigos

Aqui está a tradução VERDADEIRA daquilo que esá a acontecer em todos os paises e economias.

Comentador americano solta o verbo naTV...

Também gostava de ver algum dos nossos comentadores de serviço da TV a ficar irritado como este americano.


Verdades que se aplicam a muitos (des)governos...

http://youtu.be/Vomxdz1ggNI


EM TEMPO DE CRISE CONVÉM RECORDAR CLARA FERREIRA ALVES

CONVÉM RECORDAR AS VERDADES  DESTE TEXTO


Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

(POR CLARA FERREIRA ALVES)

Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.

Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, em governação socialista, distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.

Para garantir que vai continuar burro o grande "cavallia" (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.

A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.

Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.

Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.

Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.

Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.

Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.

E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.

Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?

Vale e Azevedo pagou por todos?

Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?

Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?

Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?

Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?

Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.

No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.

E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?

E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE.
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?

E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.

E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?

E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.

Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.

Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.

Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

POETAR CONTEMPORÂNEO

EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA

convite para a sessão de autógrafos

Caros Amigos,

Mando-vos o convite para a sessão de autógrafos do POETAR CONTEMPORÂNEO para que possam fazer a vossa divulgação.

Todos os que forem vendidos vão ter doação de direitos de autor para a Ajuda de Berço.

Abraço


António Vieira da Silva

EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA

www.edicoesvieiradasilva.pt


Telef. 218 120 700

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A DESCULPA DA LEI

Miguel Macedo e outros coveiros da Democracia
por PEDRO TADEU
Um dos clássicos truques dos maus políticos apanhados em situação dúbia é argumentarem terem a lei a seu favor. O ministro Miguel Macedo cedeu à pressão e abdicou do subsídio de deslocação pago pelo Estado. Antes disso, porém, argumentara que a sua residência oficial era em Braga (apesar de em Algés ter um apartamento registado no Tribunal Constitucional como segunda morada), que o direito a este subsídio "existe há muito tempo na lei" e que "a questão colocada não é nova, tem muitos anos".

O secretário de Estado José Cesário, apanhado na mesma situação, argumentou: "Ter casa aberta em Lisboa tem custos, que são elevados. A de Viseu suporto com o meu orçamento." O governante (ó espanto!) parecia mesmo querer que o Estado ajudasse à compra da casa na capital, pois argumentou que o tal subsídio servia para suportar, passo a citar, "os custos do empréstimo, mais a abertura da dita (IMI, condomínio, água, luz) e os custos de estar deslocado". E, claro, "estava na lei".

Noutro caso, o das subvenções vitalícias, as declarações foram parcas e, nitidamente, o PSD estava preparado, pois, logo no dia seguinte à notícia do DN, apareceu a anunciar um projecto de lei para acabar com a coisa. Mas ainda li uma frase curta e grossa de Dias Loureiro, o administrador que nada sabia do que se passava no BPN: "Cumpro a lei."

O mesmo pensamento legalista ilude, certamente, a consciência de Ângelo Correia, Armando Vara, Jorge Coelho ou Ferreira do Amaral, todos eles com rendimentos alternativos que lhes permitem manter um padrão de vida digno, mas a que juntam valores mensais que variam entre os 1700 e os 3000 euros, pagos pelos contribuintes.

Usar a letra da lei para colher benefícios contrários ao espírito da lei é coisa que não se vê como pode estar tipificada nos códigos como crime, ilegalidade ou mera infracção. Resta a condenação na opinião pública... Só que essa condenação é totalmente ineficaz, pois ninguém será demitido ou perderá eleições por causa disto!

NOTA: FALTA VERGONHA A MIGUEL MACEDO E JOSÉ CESÁRIO QUANDO, POR PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA, AO ABDICAR DO SUBSÍDIO DE RENDA DE CASA,"COSPEM" O POVO COM A FRASE, "O SUBSÍDIO É UM DIREITO CONSAGRADO PELA LEI". CURIOSAMENTE, NOTA-SE-LHES RAIVA, QUASE ÓDIO NA VOZ.

O DESCARAMENTO É ENORME, O SENTIMENTO DE IMPUNIDADE SOBERBO. COMO É POSSÍVEL QUE ESTES SENHORES ERGAM CÓDIGOS E LEIS PARA SE DEFENDEREM.

CUIDAM ELES QUE SOMOS NÉSCIOS?

INFELIZ E ESTÚPIDO ARGUMENTO. TRISTES E ALUCINADAS FIGURAS.

ESSA MESMA LEI NÃO FOI SUFICIENTE PARA DEFENDER OS CIDADÃOS DO ROUBO DE PARTE DO SALÁRIO E DOS SUBSÍDIOS DE NATAL E FÉRIAS, PERPETRADO PELO GOVERNO DE QUE FAZEM PARTE.

ASSIM, DE UM ÁPICE, SEM SERMOS OUVIDOS, SEM TEMPO DE ANTENA, ACORDÁMOS COM A PROMESSA DE QUE FICAREMOS MAIS POBRES DO QUE JÁ ESTAMOS. QUE, APESAR DA LEI, OS MINISTROS NOS ENTRARÃO CASA DENTRO PARA ROUBAR.

NO MEIO DISTO TUDO HÁ UMA OUTRA CERTEZA. SE A OUSADIA NOS LEVAR A PEGAR EM ARMAS PARA CASTIGAR O LADRÃO, METER-NOS-ÃO NO CALABOUÇO.

NESSE DIA TEREMOS TEMPO DE ANTENA.
E AS RESTANTES RATAZANAS QUE RECEBEM SUBSÍDIO DE DESLOCAÇÃO POR ONDE ANDARÃO, TÃO CALADAS QUE ESTÃO?

INSTITUTO COMERCIAL DE LUANDA - 35º ENCONTRO



                                                  ICL
                    INSTITUTO COMERCIAL DE LUANDA

                                                    35º ENCONTRO NACIONAL
                                                        12 de novembro de 2011

 

                                  QUINTA DOS LORIDOS - BUDAS GARDEN 
                                                         BOMBARRAL
                                                       RECEPÇÃO: 12H00
                                                        ALMOÇO: 13H00
                                                         PREÇO: 30 euros

ACORDO ORTOGRÁFICO - A VEZ DE MOÇAMBIQUE REIVINDICAR

Acordo ortografico ... MOÇAMBICANO

Simplesmente...LINDO!!!!!
Eh Oena, Lhe Can,

Nós aqui em Moçambique sabemos que os mulungos de Lisboa fizeram um acordo ortográfico com aquele tocolocma do Brasil que tem nome de peixe. A minha resposta é: naila. Os mulungos não pensem que chegam aqui e buissa saguate sem milando, porque pensam que o moçambicano é bongolo. O moçambicano não é bongolo não; o moçambicano estiva xilande. Essa bula bula de acordo ortográfico é como babalaza de chope: quando a gente acorda manguana, se vai ticumzar a mamana já não tem estaleca e nem sequer sabe onde é o xitombo, e a gente arranja timaca com a nossa família.

E como pode o mufana moçambicano falar com um madala? Em português, naturalmente. A língua portuguesa é de todos, incluindo o mulato, o balabasso e os baneanes. Por exemplo: em Portugal dizem “autocarro” e está no dicionário; no Brasil falam “bus” e está no dicionário; aqui em Moçambique falamos “machimbombo” e não está no dicionário. Porquê? O moçambicano é machimba? Machimba é aquele congoaca do Coelho que pensa que é chibante e que fuma nos tape, junto com o chiconhoca ministro da economia de Lisboa. O Coelho não pensa, só faz tchócótchá com o th’xouco dele e aquilo que sai é só matope.

Este acordo ortográfico é canganhiça, chicuembo chanhaca! Aqui na minha terra a gente fez uma banja e decidiu que não podemos aceitar.

Bayete Moçambique!

Hambanine.»

Assina: Manuel Muanamucane

TRADUÇÃO LIGEIRA

MULUNGO=BRANCO
TOCOLOCMA OU TOCOLOCHA=MACACO
BUISSA SAGUATE=DAR GORJETA
MILANDO=PROBLEMA
BONGOLO=BURRO
TICUMZAR=ESTA RECUSO-ME A TRADUZIR

POVO MANSO GOSTA DE CHICOTE

Povo "manso", CONVÉM RECORDAR!


Dias Loureiro e Oliveira e Costa são uns”anjinhos inocentes”!!??

Juíza, considera o tribunal comum incompetente para apreciar acção do BPN contra, Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo.

“Retirem o resto do subsídio de Natal aos trabalhadores e paguem uma indemnização aos homens pois eles são uns “anjinhos inocentes”......

Espectacular a justiça do meu país, os ladrões comuns são julgados num tribunal civil, os ladrões de elite são julgados num tribunal de comércio..

A juíza do processo considerou que a acção do BPN contra Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo é da competência dos tribunais do comércio. O despacho da juíza, é categórico: "julgo procedente a excepção da incompetência das varas cíveis em razão da matéria… consequentemente, absolvo-os", também recusou o pedido, para que fosse declarada "a nulidade, da simulação, de separação de bens " entre Oliveira e Costa e a mulher, Dias Loureiro não tem bens em seu nome que possam ser penhorados (mas já declarou rendimentos superiores a Belmiro de Azevedo e entrou na política a ganhar quarenta contos por mês)!!!???

Está visto que neste país o poder do dinheiro, misturado com política e justiça resulta!

Também já se esperava uma decisão destas. Não podemos esquecer que estes homens proporcionaram uma excelente conta bancária ao Sr. Silva e respectiva família. Agora só falta serem condecorados no dia 10 de Junho e receberem uma choruda indemnização.

Este país é um circo onde o povo é obrigado a fazer o papel de palhaço. O dinheiro desviado dá para corromper muita gente. Este vai ser mais um crime que vai ficar impune!

CONVITE AOS SEGUIDORES DESTE BLOGUE




LX FACTORY - RUA RODRIGUES FARIA 103 - LISBOA
(LIVRARIA LER DEVAGAR - ANTIGA GRÁFICA MIRANDELA)
                            213259992 www.lerdevagar.com




segunda-feira, 24 de outubro de 2011

B.B.KING - BEST SOLO GUITAR KING OF BLUES

TAMBWE - ROMANCE DO REALISMO FANTÁSTICO

CONVITE AOS SEGUIDORES DESTE BLOGUE:

LEIAM "TAMBWE - A UNHA DO LEÃO"

E PROMOVAM-NO JUNTO DOS VOSSOS CONTACTOS E AMIGOS.

FICO ANTECIPADAMENTE GRATO.

António Oliveira e Castro


(Além de o poderem comprar nas livrarias podem encomendá-lo directamente a mim em ammhoc@hotmail.com)


ILUSTRAÇÃO DE NUNO DAVID - 3º CAPÍTULO (MADALENA) DO ROMANCE "TAMBWE-A UNHA DO LEÃO"

TAMBWE - O NOVO ROMANCE DE ANTÓNIO OLIVEIRA E CASTRO
À VENDA NAS LIVRARIAS DESDE O DIA 23

OU PEÇA DIRECTAMENTE em www.gradiva.pt À EDITORA GRADIVA


NOVO ROMANCE DE ANTÓNIO OLIVEIRA E CASTRO COM ILUSTRAÇÕES DE NUNO DAVID - Um livro de leitura compulsiva.
Tambwe
www.gradiva.pt
De Lisboa a Luanda, seguindo por Paris e por bases aéreas bem guardadas na Rússia e na África do Sul, Tambwe é uma longa viagem sacudida por geografias contrastantes e pelos solavancos da descolonização e do fim da Guerra Fria. É também o percurso interior...
... Um livro de leitura compulsiva.Ver mais

www.gradiva.pt
Livraria Online da Editora Gradiva. Novidades, promoções, descontos substanciais sobre o preço de loja, entregas gratuitas em Portugal. Venda de livros através de servidor seguro para todo o Mundo. Disponíveis capítulos online para leitura

DIARIAMENTE IREMOS PUBLICAR UMA ILUSTRAÇÃO, DAS 17 ILUSTRAÇÕES DE NUNO DAVID INCLUÍDAS NESTE ROMANCE.

OS PORTUGUESES NO MUNDO - LUSOTOPIA DE CARLOS FONTES

Uma Viagem pelo Mundo em Português


Milhões de portugueses (exploradores, marinheiros ou simples emigrantes) ao longo dos séculos tem percorrido o mundo, estabelecendo-se nos seus lugares mais recônditos. Descubra um pouco desta história fantástica de um povo que fez do mundo a sua pátria de eleição.

Carlos Fontes


Caravela. Navio português (séc.XV)

.

África do Sul
Os primeiros europeus a chegarem à África do Sul foram os portugueses (séc.XV). Ao longo dos séculos os seus barcos faziam aqui escala a caminho da Oriente (India, Macau, Timor, etc), mas também de Moçambique. Atestando a sua presença diversas Regiões e localidades continuam a possuir nomes portugueses (Cabo, Natal, etc). Esta presença continua ainda a ser muito significativa.


Alemanha
As ligações entre Portugal e a Alemanha são muito profundas e remontam à Idade Média, muitos séculos antes da unificação deste país (século XIX). Entre as imperatrizes da Alemanha contam-se duas portuguesas: Dona Leonor (1434-1467), casada com o imperador Frederico III , e no século XVI, Isabel de Portugal casada com o imperador Carlos V. As ligações entre a realeza dos dois países prolongou-se até ao século XX.


América Latina
Em Portugal, tem-se ignorado de forma sistemática a contribuição decisiva de inúmeros portugueses que participaram na conquista e construção do Império Espanhol, e depois no processo de independência das suas colónias.

A história de países como o Peru, Uruguai, Paraguai, Argentina, Equador, Bolívia, Colombia, México, Cuba entre outros, são inexplicáveis se não tivermos em conta a decisiva contribuição dos portugueses para a sua formação.

Andorra
A história deste país, encravado entre a Espanha e a França nos Pirinéus, está de algum modo ligada a Portugal.
Angola
Uma história comum com mais de cinco séculos .

Antilhas
O nome é português e significa antes da Ilha. É o nome que os portugueses do século XV deram às Caraibas (Cuba, Bahamas, Porto Rico, Haiti, etc). Cristovão Colombo foi um dos primeiros a afirmar que os portugueses conheciam a existência destas terras a Ocidente desde meados do século XV, muito antes da descobertas "oficial" da América em 1492. 

Antilhas Holandesas
Conjunto de ilhas holandesas da Caraíbas (Antilhas), entre as quais se destacam as ilhas de Curação (nome português), Aruba, São Martinho, Bonaire, Santo Estáquio e Saba. A presença portuguesa remonta ao século XV. A comunidade portuguesa nestas ilhas era muito numerosa.

Com a primeira expedição da Companhia das Indias Ocidentais, em 1634, chegou à Ilha de Curação o português Samuel Cohen (ou Coheño), interprete de profissão. Quatro anos antes participara na conquista holandesa de Pernanbuco.

A comunidade não tardou a crescer. Fundaram uma sinagoga. No Curação até 1869 todas as cerimónias judaicas eram inteiramente dirigidas em português. O cemitério de Beth Hahaim está repleto de inscrições em português.

A lingua falada pelos indigenas é um crioulo, denominado papiamento, com uma forte influência portuguesa.

Arábia Saudita
Os portugueses chegam à região, o coração do islamismo, no início do século XVI. A muito custo mantiveram durante algumas décadas as seguintes fortelezas: Ilha de Tarut (Al Qatif, 1551 ? ); Catifa (Al Qatif, 1521-1551).

Argélia
As cidades do norte de África, como Argel (Argélia), Tunes (Tunísia),Tripoli (Líbia), Ceuta, Tanger ou Salé (Marrocos) foram até meados do século XIX centros de pirataria e abrigo de corsários. Estes não se limitavam a actuar no Mediterrêneo, mas entravam no Atlântico e atacavam as costas de Portugal, em especial o Algarve e o Alentejo, mas também os Açores e a Madeira.

Argentina
Na 1ª. metade do século XVI, os portugueses, denominaram de Rio da Prata o rio que ali desaguava vindo da Serra da Prata (Colómbia). O nome acabou por se adoptado pelos espanhóis. No século XVI e 1ª. metade do século XVII a maioria da população de Buenos Aires era portuguesa.

Austrália
Os portugueses terão sido os primeiros a chegar à Austrália. A afirmação é cada vez mais consensual. Os argumentos avançados são os seguintes: Na primeira metade do século XVI os navegadores portugueses percorriam não apenas os mares da Austrália, mas estavam firmemente estabelecidos na região, em ilhas como Timor, Solor, etc. Vários achados arquelógicos e tradições orais aborigenes locais apontam para a sua presença ao longo de todo o século XVI. Por último, observando os mapas portugueses do século XVI, aparecem terras com uma configuração semelhante à actual Austrália.

Bahamas (Baamas)
A análise do Mapa de Cantino (1502), permitiu confirmar que os portugueses em finais do século XV tinham uma base na Ilha do Espírito Santo (a actual Ilha de Andros), a oeste do mar de Sargaços. A partir desta Ilha terão explorado e cartografado a Florida, nos actuais EUA, cerca do 12 anos antes do seu alegado descobridor (Juan Ponce de León). Os relatos de Colombo mostram claramente que os indigenas locais já tinham contactado antes de 1492 com europeus (portugueses). Recorde-se que as Antilhas, nas quais se incluem as Bahamas figuram nos mapas portugueses desde o século XV.

Os ingleses iniciaram a sua fixação no arquipélago no século XVII, a partir das Ilhas Bermudas.

Em 1821os colonos destruiram no delta do rio Braden, perto de Bradenton (Florida (EUA), uma comunidade de escravos denominada "Angola", muitos dos quais conseguiram fugir para as Bahamas onde se fixaram.

Bangladesh
Os portugueses foram os primeiros europeus a estabelecerem-se neste país (século XVI), onde ainda subsistem vários testemunhos.

Bélgica
A Bélgica ainda não existia já os portugueses estavam estabelecidos neste território, onde criaram duas importantes feitorias, primeiro em Bruges (século XV) e depois em Antuérpia (século XVI). Estes contactos revestiram-se de uma enorme importância cultural e comercial não apenas para Portugal e a Flandres, mas também para os povos desta região da Europa.

Bermudas
Embora o conjunto desta ilhas tenham sido descobertas por um espanhol (Juan Bermúdez), a sua colonização esteve a cargo de um português - Fernando Camelo - que, em 1527, foi encarregado de aí fundar uma colónia. Os ingleses chegaram em 1602, e não tardaram a ocupar a ilha. Os portugueses continuam, mas em pequeno número. Em 1849 chegam um importante grupo de madeirenses, logo seguidos de caboverdianos e de açorianos. Actualmente de uma população total de 42.000 habitantes, cerca de 10.000 são Portugueses, sendo 90% destes de origem açoriana.


Barbados
Ilha das Caraíbas descoberta e batizada, em 1536, pelo explorador português Pedro A. Campos. O nome terá derivado do ter então visto figueiras com longas raízes que lhe lembraram "barbas". É um estado independente desde 1966.

Barém
Nesta ilha situada no interior do Golfo Pérsico, construíram os portugueses em meados dos século XVI, uma importante fortaleza - o Forte do Bahrain (Qal’at al-Bahrain), actualmente classificado como Património Mundial. Outra fortaleza portuguesa: Al Muharraq (ilha). Os portugueses dominaram esta posição estratégica entre 1521 e 1602.

Benim (antigo reino de Daomé )
Os portugueses fixaram-se nesta região no século XV, estando a mesma amplamente descrita pelos seus cronistas. Destes intensos contactos surgiu uma espantosa arte luso-africana ainda pouco estudada.

Em 1680, no fundo do golfo de Benin, construíram na cidade de Ajudá (actual Oidah), a Fortaleza de S. João de Ajudá. Tratava-se de um enorme entreposto para o comércio de escravos, marfim e ouro. Mantiveram até 1894 o monopólio do comércio local, quando foram expulsos pelos franceses ocuparam militarmente a região, com excepção da Fortaleza de Ajudá. Em Agosto de 1961 os portugueses foram forçados a abandonar a fortaleza, a qual se encontra hoje classificada pela UNESCO como património da Humanidade.

Entre os muitos portugueses que estiveram ligados a antigo Reino de Daomé, salienta-se a figura do baiano Francisco Félix de Souza (1754?-1849). Estabeleceu-se na Costa dos Escravos (Golfo de Benim) por volta de 1800, tendo casado com uma filha do rei. Em pouco tempo tornou-se num dos maiores comerciantes da costa ocidental de África e provavelmente o maior negreiro da sua época. Exerceu também as funções de guarda-livros de Ajudá. O rei de Daomé concedeu-lhe o título de Chachá I (Xá-Xá). Deixou uma vasta descendência nesta região, ainda hoje é venerado como o fundador de um orgulhoso clã familiar africano (mestiço).

Biafra (Nigéria)
A Nigéria é um país dividido em termos étnicos e religiosos. No norte predominam os muçulmanos e no sul, junto à costa, os cristãos. Esta região costeira era conhecida pelos portugueses, desde o século XV, como a Costa dos Escravos (habitada pelos Yoruba) e Costa da Pimenta (habitada pelos Ibos).

Birmânia
A presença portuguesa foi particularmente forte nesta região nos século XVI e XVII, sobretudo em Pegu. Entre as grandes feitorias que os portugueses tiveram na região, destaca-se a de Serião (1599-1613). Muitas palavras birmanesas são de origem portuguesa: Lelain- Leitão; Tauliya-Toalha; Natatu-Natal; Balon-Bola, Balão, Waranta-Varanda, etc.

Bolívia
O território que hoje constitui a Bolívia foi alvo de contínuos conflitos entre a Espanha e Portugal. Os espanhóis tentarem limitar a expansão do Brasil aos limites definidos no célebre Tratado de Tordesilhas (1494), mas os portugueses rapidamente os ultrapassaram. No princípio do século XVIII estavam solidamente implantados no curso do Amazonas procurando aproximarem-se cada vez das minas de Potasi.

Botswana

Brasil
Uma história comum com mais de cinco séculos.

(SEGUE COM MAIS PAÍSES NOS PRÓXIMOS DIAS)

ARTIGO DE LEITURA OBRIGATÓRIA

Leitura Obrigatória (não só para os economistas, mas sobretudo para os não-economistas...)‏

( Já alguém disse que este Este artigo, de Pedro Lains, deve afixar-se em todas as salas de aulas, à porta de todos os edifícios públicos, deve ser distribuído gratuitamente pelos largos e praças.)

Uma carta fora do baralho
19 Outubro2011 | 11:46 /Jornal de Negócios
Pedro Lains

Portugal não é a Grécia. É o Chile. De há 30 anos. Não vamos apenas recuar no rendimento per capita, mas também na História, na integração europeia e, seguramente, na qualidade da democracia.

Afinal, Portugal não é a Grécia. É o Chile. De há 30 anos. Não vamos apenas recuar no rendimento per capita, mas também na História, na integração europeia e, seguramente, na qualidade da democracia. Em prol de quê? - Em prol de uma fé. E a troco de quê? - A troco de uma mão cheia de nada.

Deixem-me personalizar porque é caso para isso. Conheço o pensamento de Vítor Gaspar, porque várias vezes me cruzei com ele, em seminários, e porque ele se interessa por história económica e várias vezes entrámos em diálogo. Sempre concordámos em discordar. Também conheço o seu pensamento porque por onde ando há outros economistas assim, também dos bons. Posso talvez dizer que em cada 100 economistas ou historiadores económicos que conheço, cinco pensam como o ministro das Finanças e um é fora de série. A presença de um deles num debate é sempre fonte de animação.

Mas há dois grandes problemas. O primeiro é que estes economistas, no fundo, não estão muito interessados em causalidades. Estão mais preocupados com equilíbrios. Não acham importante determinar se vem primeiro o ovo ou a galinha. Há um défice, um desequilíbrio? Corrija-se. Mas as causas são… Não interessa, corrija-se para recuperar a confiança, criar um círculo virtuoso e restabelecer o crescimento. Onde foi isso visto? Aqui e ali. Mas como prova que a recuperação foi o resultado da contracção, se o mundo entretanto mudou? Porque a teoria assim o diz.

O segundo problema, porventura maior, muito maior, é que esses economistas não chegam, nem perto nem longe, aos governos dos países avançados e europeus como Portugal. Os ministros das Finanças europeus são políticos, não teóricos e sobretudo não teóricos da fasquia dos 5%, brilhantes, é certo, de Vítor Gaspar. Quanto muito chegam a governadores de bancos centrais. Tivemos azar.

E tivemos azar por culpa de muita gente e, em última análise, do actual primeiro-ministro. Ele ouviu à saciedade que era preciso "mudar o rumo", que vivíamos "acima das possibilidades", que era preciso um "corte radical com o passado". E acreditou nisso tudo. Primeiro, acreditou nas "gorduras do Estado" - até ver que as havia, mas que eram macroeconomicamente marginais. Ficou sem eira nem beira. Até que Vítor Gaspar lhe apresentou um plano, o único plano que havia para pôr tudo em linha como recorrentemente lhe pediam.

O plano de Vítor Gaspar já chocou muita gente, porque é chocante. E não o fez só à esquerda, pois o PSD também ficou chocado e muito. Mas não se consegue mexer. Nem o PS. A principal razão porque o plano é chocante é que ele assenta numa carta que não estava no baralho: a contracção sem limites de salários - e mais aumento de impostos. Assim qualquer um sabe governar.

Passos Coelho não parece ter percebido o que se estava a passar, como revelam duas das suas declarações. A primeira foi quando disse que os funcionários públicos "ganham mais 10 a 15% que trabalhadores privados". Sim, ganham, mas não todos e porque os de rendimentos mais baixos ganham mais e as mulheres ganham o mesmo que os homens.

Se queria corrigir essa "injustiça" teria de ter feito de outro modo. E não podia, pois tinha de ir aos salários mais baixos. A segunda foi quando disse que a medida era para dois anos, o que o ministro das Finanças prontamente desmentiu. Obviamente. Um choque destes para durar tem de durar. Não há milagres.

Ou seja, este Orçamento equilibra as contas, segundo o memorando da troika, à custa de uma contracção permanente, feita num acto, brutal, do rendimento disponível. E a troco de quê? Já lá vamos.

Passos Coelho ainda será dos poucos que acredita que a culpa disto tudo não é dele, que "não tem de pedir desculpa aos portugueses". Vítor Gaspar já sabe que não, claro. A dimensão do "ajustamento", como lhe querem chamar é de tal forma grande, é de tal forma brutal que, como é evidente, ultrapassa qualquer estrago que tenha sido feito pelo Governo anterior. Percebe-se esta lógica simples, não se percebe? Julgo que não é preciso ir mais longe.

O actual Governo, uma vez por todas, tem de assumir as suas opções. As suas opções radicais. E profundamente anti-europeias.

O mantra por trás destas opções é também, por seu lado, incompreensível. Trata-se de "recuperar a confiança dos mercados". Este mantra, dito em 2011, não revela uma completa falta de percepção do que se está a passar na economia internacional? Revela.

E, claro, ninguém com tanta fé notou que os mercados nada notaram sobre o que por cá se está a fazer. Inclusivamente, até podem responder negativamente, esses mercados, por causa da enorme contracção que aí vem, desta desgraçada economia.

Mas insistamos nos mercados e voltemos ao Chile. Nos anos 1980, um grupo de rapazes de Chicago entrou pela ditadura chilena adentro e "cortou com o passado", fazendo um "ajustamento profundo". Os pormenores não cabem aqui, mas quatro questões importantes cabem: o país era então uma ditadura; não estava integrado num espaço económico e monetário alargado; havia uma enorme taxa de inflação; e os mercados internacionais não estavam de rastos. E o desemprego subiu a perto de 25%, sem subsídios, claro, que isso é para os preguiçosos.

A estratégia de Vítor Gaspar, sufragada por Passos Coelho, é profundamente desactualizada e mesmo errada. Ela insere-se num quadro mental em que os gastos do Estado provocam inflação, quando estamos numa fase de baixíssima inflação; pressupõe o financiamento nos mercados internacionais de capitais, quando estes estão retraídos em todo o Mundo.

Há alternativa? Claro que há. A Europa não se gere pelos 5% de ideias económicas que infelizmente foram parar ao Ministério das Finanças. Nem de perto, nem de longe. Passos Coelho tem muito que aprender. Já está é a ficar sem tempo para o fazer. Vítor Gaspar tem um bocado de razão em pensar como pensa. É isso que acontece sempre, entre economistas. Mas deitou essa razão por borda fora, ao ir tão longe, tão fora da realidade do país, do euro e da Europa. Precisamos de recentrar o País, para o que convém começar por reconhecer as causas das coisas.

Economista, Instituto de Ciências Sociais
da Universidade de Lisboa
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CONVÉM RECORDAR

Convém recordar:

António Lobo Xavier


Admnistrador não executivo da Sonaecom, da Mota-Engil e do BPI, António Lobo Xavier auferiu 83 mil euros no ano passado (não está contemplado o salário na operadora de telecomunicações, já que não consta do relatório da empresa). Tendo estado presente em 22 encontros dos conselhos de administração destas empresas, o advogado ganhou, por reunião, mais de 3700 euros.

Este é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de
sacrifícios e de redução de salários...


Convém recordar:

José Pedro Aguiar-Branco


O ex-vice presidente do PSD José Pedro Aguiar-Branco e agora ministro da defesa é outro dos "campeões" dos cargos nas cotadas nacionais. O advogado é presidente da mesa da Semapa (que não divulga o salário do advogado), da Portucel e da Impresa, entre vários outros cargos. Por duas AG em 2009, Aguiar-Branco recebeu 8 080 euros, ou seja, 4 040 por reunião.

Este é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...

E agora é Ministro da Defesa.


Convém recordar:

António Nogueira Leite

Segue-se António Nogueira Leite, que é administrador não executivo na Brisa, EDP Renováveis e Reditus, entre outros cargos. O economista recebeu 193 mil euros, estando presente em 36 encontros destas companhias. O que corresponde a mais de 5 300 euros por reunião.

Este é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...

Convém recordar:

João Vieira Castro


O segundo mais bem pago por reunião é João Vieira Castro (na infografia, a ordem é pelo total de salário). O advogado recebeu, em 2009, 45 mil euros por apenas quatro reuniões, já que é presidente da mesa da assembleia geral do BPI, da Jerónimo Martins, da Sonaecom e da Sonae Indústria.


Convém recordar:

Daniel Proença de Carvalho



Proença de Carvalho é o responsável com mais cargos entre os administradores não executivos das companhias do PSI-20, e também o mais bem pago. O advogado é presidente do conselho de administração da Zon, é membro da comissão de remunerações do BES, vice-presidente da mesa da assembleia geral da CGD e presidente da mesa na Galp Energia. E estes são apenas os cargos em empresas cotadas, já que Proença de Carvalho desempenha funções semelhantes em mais de 30 empresas. Considerando apenas estas quatro empresas (já que só é possível saber a remuneração em empresas cotadas em bolsa), o advogado recebeu 252 mil euros. Tendo em conta que esteve presente em 16 reuniões, Proença de Carvalho recebeu, em média e em 2009, 15,8 mil euros por reunião.

Este é um dos indivíduos que vai rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...


Convém recordar:

Gestores não executivos recebem 7 400 euros por reunião!!!


Embora não desempenhem cargos de gestão, administradores são bem pagos.

Por cada reunião do conselho de administração das cotadas do PSI--20, os administradores não executivos - ou seja, sem funções de gestão - receberam 7427 euros. Segundo contas feitas pelo DN, tendo em conta os responsáveis que ocupam mais cargos deste tipo, esta foi a média de salário obtido em 2009. Daniel Proença de Carvalho, António Nogueira Leite, José Pedro Aguiar-Branco, António Lobo Xavier e João Vieira Castro são os "campeões" deste tipo de funções nas cotadas, sendo que o salário varia conforme as empresas em que trabalham.

Estes são alguns dos COLONIZADORES que vão rotineiramente à televisão explicar aos portugueses a necessidade de sacrifícios e de redução de salários...

Agora, vamos aosVencimentos dos portugueses, com valores médios em termos de carreira...

G.N.R...............€ 800,00 - Para arriscar a vida.

Bombeiro...........€ 960,00 - Para salvar vidas.

Professor...........€ 930,00 - Para preparar para a vida.

Médico...........€ 2.260,00 - Para manter a vida.



Deputado ao serviço do estrangeiro...... € 6.700,00 - Para nos lixar a vida.

O DESENVOLVIMENTO DO SUBDESENVOLVIMENTO

O desenvolvimento do subdesenvolvimento

Que democracia é esta que transforma um ato de rendição numa afirmação dramática de coragem em nome do bem comum?


Boaventura Sousa Santos


Está em curso o processo de subdesenvolvimento do País. As medidas que o anunciam, longe de serem transitórias, são estruturantes e os seus efeitos vão sentir-se por décadas. As crises criam oportunidades para redistribuir riqueza. Consoante as forças políticas que as controlam, a redistribuição irá num sentido ou noutro. Imaginemos que a redução de 15% do rendimento aplicada aos funcionários públicos, por via do corte dos subsídios de Natal e de férias, era aplicada às grandes fortunas, a Américo Amorim, Alexandre Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, famílias Mello, etc. Recolher-se-ia muito mais dinheiro e afetar-se-ia imensamente menos o bem-estar dos portugueses. À partida, a invocação de uma emergência nacional aponta para sacrifícios extraordinários que devem ser impostos aos que estão em melhores condições de os suportar. Por isso se convocam os jovens para a guerra, e não os velhos. Não estariam os superricos em melhores condições de responder à emergência nacional?

Esta é uma das perplexidades que leva os indignados a manifestarem-se nas ruas. Mas há muito mais. Perguntam-se muitos cidadãos: as medidas de austeridade vão dar resultado e permitir ver luz ao fundo do túnel daqui a dois anos? Suspeitam que não porque, para além de irem conhecendo a tragédia grega, vão sabendo que as receitas do FMI, agora adotadas pela UE, não deram resultado em nenhum país em que foram aplicadas - do México à Tanzânia, da Indonésia à Argentina, do Brasil ao Equador - e terminaram sempre em desobediência e desastre social e económico. Quanto mais cedo a desobediência, menor o desastre.

Em todos esses países foi sempre usado o argumento do desvio das contas superior ao previsto para justificar cortes mais drásticos. Como é possível que as forças políticas não saibam isto e não se perguntem por que é que o FMI, apesar de ter sido criado para regular as contas dos países subdesenvolvidos, tenha sido expulso de quase todos eles e os seus créditos se confinem hoje à Europa. Porquê a cegueira do FMI e por que é que a UE a segue cegamente? O FMI é um clube de credores dominado por meia dúzia de instituições financeiras, à frente das quais a Goldman Sachs, que pretendem manter os países endividados a fim de poderem extorquir deles as suas riquezas e de fazê-lo nas melhores condições, sob a forma de pagamento de juros extorsionários e das privatizações das empresas públicas vendidas sob pressão a preços de saldo, empresas que acabam por cair nas mãos das multinacionais que atuam à sua sombra.

Assim, a privatização da água pode cair nas mãos de uma subsidiária da Bechtel (tal como aconteceu em Cochabamba, após a intervenção do FMI na Bolívia), e destinos semelhantes terão a privatização da TAP, dos Correios ou da RTP. O back-office do FMI são os representantes de multinacionais que, quais abutres, esperam que as presas lhes caiam nas mãos. Como há que tirar lições mesmo do mais lúgubre evento, os europeus do Sul suspeitam hoje, por dura experiência, quanta pilhagem não terão sofrido os países ditos do Terceiro Mundo sob a cruel fachada da ajuda ao desenvolvimento.

Mas a maior perplexidade dos cidadãos indignados reside na pergunta: que democracia é esta que transforma um ato de rendição numa afirmação dramática de coragem em nome do bem comum? É uma democracia pós-institucional, quer porque quem controla as instituições as subverte (instituições criadas para obedecer aos cidadãos passam a obedecer a banqueiros e mercados) quer porque os cidadãos vão reconhecendo, à medida que passam da resignação e do choque à indignação e à revolta, que esta forma de democracia partidocrática está esgotada e deve ser substituída por uma outra mais deliberativa e participativa, com partidos mas pós-partidária, que blinde o Estado contra os mercados, e os cidadãos contra o autoritarismo estatal e não estatal. Está aberto um novo processo constituinte. A reivindicação de uma nova Assembleia Constituinte, com forte participação popular, não deverá tardar.



THOMAS JEFFERSON - UM VISIONÁRIO - WHASHINGTON, DC-1802

LIVROS DO INÍCIO DE CRISTIANISMO ENCONTRADOS NA JORDÂNIA






Livros de bronze numa Gruta da Jordânia



Ciência confirma a Igreja: Livros de bronze seriam a maior descoberta de todos os tempos e falam de Jesus Cristo


Aspecto de um dos livros em análise


Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do século I da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm as mais antigas representações do catolicismo.

Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62 x 50,8 cms a 25,4 x 20,32 cms. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso.

Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, 70 códices de bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.

A cova fica a menos de 160 quilômetros de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência ACI Digital.

Importantes documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região.
No local ter-se-iam refugiado, no ano 70 d.C., os cristãos de Jerusalém, durante a destruição da cidade pelas legiões de Tito, que afogaram em sangue uma revolução de judeus que queriam a independência.

Cumpria-se então a profecia relativa à destruição de Jerusalém deicida e à dispersão do povo judaico.

Segundo o “Daily Mail” os académicos, que estão convencidos da autenticidade dos livros, julgam que é uma descoberta tão importante quanto a dos rolos do Mar Morto em 1947.

Nelas, há imagens, símbolos e textos que se referem a Jesus Cristo e sua Paixão.

David Elkington, especialista britânico em arqueologia e história religiosa antiga, foi um dos poucos que examinaram os livros. Para ele, tratar-se-ia de uma das maiores descobertas da história do Cristianismo.

É uma coisa de cortar a respiração pensar que nós encontrámos estes objectos deixados pelos primeiros santos da Igreja”, disse ele.
Com efeito, na época da desastrosa rebelião judaica, o bispo de Jerusalém era São Simeão, filho de Cleofás (irmão de São José) e de uma irmã de Nossa Senhora. Por isso, São Simeão era primo-irmão de Nosso Senhor Jesus Cristo e pertencia à linhagem real de David.

Quando o apóstolo Santiago, “O Menor” (primeiro bispo de Jerusalém) foi assassinado pelos judeus que continuavam seguidores da Sinagoga os Apóstolos que ficaram, em rotura com o passado, escolheram Simeão como sucessor .

Os primeiros católicos
naquela época não tinham aparecido heresias e todos os cristãos eram católicos lembravam com fidelidade o anúncio feito por Jesus Cristo de que Jerusalém seria destruída e o Templo arrasado. Porém, não sabiam a data.

O bispo foi alertado da iminência do desastre e de que deveriam abandonar a cidade sem demora. Simeão conduziu os primeiros cristãos à cidade de Pella, na actual Jordânia, como narra Eusébio de Cesárea, Padre da Igreja.

Após a destruição do Templo, Simeão voltou com os cristãos que se restabeleceram sobre as ruínas. O facto favoreceu o florescimento da Igreja e a conversão de numerosos judeus pelos milagres operados pelos santos.
Assim, começou a reconstituir-se uma comunidade de judeus fiéis à plenitude do Antigo Testamento e ao Messias Redentor aguardado pelos Patriarcas e anunciado pelos Profetas.

Porém, o imperador romano Adriano mandou arrasar os escombros da cidade, e os seus sucessores pagãos, Vespasiano e Domiciano, mandaram matar a todos os descendentes de David.

Simeão fugiu. Mas, durante a perseguição de Trajano foi crucificado e martirizado pelo governador romano Ático. (cf. ACI Digital)
Emociona pensar que esses heróicos católicos judeus tenham deixado para a posteridade o testemunho da sua Fé inscrito em livros tão trabalhados. O facto aponta também para a unicidade da Igreja Católica.

Philip Davies, professor emérito de Estudos Bíblicos da Universidade de Sheffield, disse ser evidente a origem cristã dos livros que incluem um mapa da cidade de Jerusalém. No mapa é representada o que parece ser a balaustrada do Templo, mencionada nas Escrituras.

Assim que eu vi fiquei estupefato”, disse. “O que me impressionou foi ver uma imagem evidentemente cristã: Há uma cruz na frente e, detrás dela, há o que deve ser o sepulcro de Jesus, quer dizer, uma pequena construção com uma abertura e, mais no fundo, ainda os muros de uma cidade”.

Noutras páginas destes livros também existem representações de muralhas que, quase de certeza, reproduzem as de Jerusalém. E há uma crucifixão cristã acontecendo fora dos muros da cidade”, acrescentou.