segunda-feira, 10 de março de 2014

DEPUTADO DO CDS, UM NOVO RELVAS - E SÃO TIPOS DESTES QUE NOS GOVERNAM

JOVEM DEPUTADO DO CDS, COM O 12º ANO, ACHA QUE OS PROFESSORES DEVEM SER TESTADOS.
E OS DEPUTADOS ? NÃO ?
E QUE OS JOVENS DEVIAM TRABALHAR SEM SEGURANÇA SOCIAL.
PORTAS HÁ TEMPOS EXPLICOU O QUE É A POLITICA EM PORTUGAL :
«OS POLÍTICOS NÃO PRECISAM DE MÉRITO, ATÉ SÃO MUITO MEDÍOCRES, MAS NÃO SABEM FAZER MAIS NADA NA VIDA,
PRECISAM DA POLITICA PARA SUBIR NA VIDA.»
 
EIS UM EXEMPLO VIVO... da mediocridade que sobe e sobe na vida :
O deputado do CDS-PP, Michael Seufert, da Comissão de Educação, Ciência e Cultura,
 "Foi considerado um dos 10 portugueses da área política mais influentes no Twitter em 2012..."
E isso é mais importante que qualquer currículo profissional, formação académica ou qualquer ideologia.
Na politica procuram-se pessoas medíocres mas populares, pessoas desonestas mas populares.
É isso que traz votos.

O deputado do CDS Michael Seufert, estudante, defende que os contractos para jovens que procuram o primeiro emprego deviam ser
"mais flexíveis" e "isentos de contribuições para a Segurança Social".
Para este deputado, as empresas conseguiriam assim cortar 30% nos custos com o trabalhador, se os jovens ficarem fora da Segurança Social.
Com 29 anos, é representante desta república. É gente desta, a quem pagamos elevados vencimentos, que nos governa .
São estes parasitas que passaram o tempo nas universidade privadas em festas e a embebedar-se que agora nos representam.
 É também este rapazola , com o 12º ano, que tem a lata de vir defender exames para os professores...
 
Pasme-se perante as suas habilitações:
·         Nome : Michael Lothar Mendes Seufert
·         Data de Nascimento: 1983-04-15
·         Habilitações Literárias: Ensino Secundário.
·          Frequência de Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores
 ·         Profissão: Estudante
·         Comissões Parlamentares a que pertence:
Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública [Suplente]
Comissão de Educação, Ciência e Cultura [Coordenador GP]
Grupo de Trabalho - Parlamento dos Jovens
Grupo de Trabalho - Regime Jurídico da Partilha de Dados Informáticos
CURRÍCULO PROFISSIONAL:
1.       Guia Turístico (Sandeman & Cia, Sogrape Vinhos SA), 
2.      1999-2009 Deputado à Assembleia de Freguesia de Campanhã (Porto), 
3.      2005-2009 Deputado à Assembleia de Freguesia de Nevogilde (Porto), 
4.      2009-2013 Presidente da Juventude Popular, 2009-2011.
É o maravilhoso mundo da auto-formação.   Um Relvas, que nem se preocupou em disfarçar.
  Aos 47 anos este personagem aparecerá licenciado e doutorado por equivalência. Mas as coisas serão feitas com mais cuidado, pois eles ao longo dos anos aprimoram os seus esquemas. Lá está, aprendem depressa, e assim roubam cada vez mais e melhor, enganam e mentem mais e melhor.         É essa a sua vocação e formação.
Já existe uma petição para o demitir. "Demissão do deputado Michael Lothar Mendes Seufert por falta de qualificações para desempenhar as tarefas que lhe foram atribuídas."
Claro que não vai adiantar nada porque quem valida as petições são os deputados, mas o povo ilude-se a brincar à democracia.
Pequena divagação
É sabido que tudo cujo lucro dependa dos gostos do público, tem que se enquadrar e adaptar a esse público.
É assim com os carros, os conteúdos da TV, das revistas, filmes , etc..
É assim também com a política.
Se o nível dos políticos é cada vez mais baixo, mais rasca, mais desonesto, mais incompetente, menos bem formado... é porque os estudos de aceitação popular, os estudos que ensinam como manipular as massas, mostraram que é disso que o povo gosta e o povo quer.
O produto é feito à medida do cliente alvo.
Os políticos possuem regimentos de psicólogos, markteers, especialistas em várias áreas que trabalham em torno da imagem, aperfeiçoam a manipulação, demagogia, etc. Que estudam passo a passo a popularidade de cada membro.    Qual o mais popular?
Em que momento do discurso o público aplaudiu, delirou ou desgostou. Para saberem o que as pessoas gostam de ouvir e o que não gostam. Tudo é estudado e acautelado, afinal trata-se de um negócio muito lucrativo e que interessa a muitos. Não esquecer que em Portugal é a forma mais rápida e efectiva de se tornar milionário e permanecer milionário, sem mérito, sem esforço e sem a justiça a atrapalhar, com o bónus de ainda se tornar uma vedeta.
Os mafiosos que realmente têm poder nos partidos, já não são os que darão a cara pelo partido, pois muitos jamais teriam hipóteses de ganhar eleições. As vedetas são escolhidas a dedo em testes de popularidade ; o que melhor enganar o povo, manipular as massas, cativar inocentes, será o que terá lugar de destaque no partido e na governação.
Esta situação tem vindo a agravar-se, desde que os partidos perceberam que é dos sacanas que elas gostam mais.
As pessoas estranham que tenhamos corruptos a governar o país. Um politico competente honesto bem formado, mas tímido, ou gago ou feio jamais chegará a governar-nos.
Gostam é do mais popular e mais bandido.     Dêem-lhe então  o bandido, ora essa.      Já no tempo da escola era assim.
 

   

segunda-feira, 3 de março de 2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

AS MENTIRAS DO PRIMEIRO MINISTRO - PENNE ALLA PUTANESCA

Penne alla putanesca


Que queres, responde Subir, esta é a minha vida, vais ver que daqui a 10 anos Portugal estará melhor. Entupi, de estupor.


  • Encontrei Subir Lall neste fim-de-semana, de regresso ao hotel, após um jogging vigoroso no corredor de Monsanto. Velho conhecimento de uma missão conjunta Fundo/Banco aquando da derrocada financeira da Tasmânia, apertámos os ossos e rememorámos um famoso jantar de penne alla putanesca no final de uma horrível primeira semana de missão.
    Então Subir, estás a terminar a tua missão e desejoso de largar este maravilhoso País? Desejoso, não, responde, porque gosto do vosso peixe e do vinho branco, mas um pouco farto de trabalho ingrato. Os resultados não são maus, mas as reformas profundas ainda estão longe: a laboral já com ganhos de competitividade salarial, a das rendas de casa ainda com poucos resultados e a dos tribunais muito à espera deles.
    Subir Amigo, a laboral não aumenta a competitividade, sem nova mentalidade dos empresários, rigorosa mas também audaciosa, por enquanto só reduz consumo. A do inquilinato está ainda para mostrar resultados, sim há mais casas para arrendar, mas os 28% de impostos sobre a renda só incentivam a não declaração. Se lhe somares o IMI tens composto o quadro de incentivos para a venda ao desbarato, a Espanhóis, Chineses e Angolanos. Quanto aos tribunais, veremos se o fecho de alguns não acumula trabalho e demoras nos outros. Meu caro, responde Subir, os detalhes não são comigo, deixo-os para o teu Governo, apenas te lembro que com a rigidez anterior não havia nem mobilidade, nem criação de emprego. Pois é, retorqui, agora até surgem novos pequenos empregos a trinta horas, a ¾ do salário mínimo, sem que os trabalhadores tenham coragem para largar o trabalho à hora contratual.
    Reconhecerás, responde Subir, que aniquilámos parte das rendas das produtoras eléctricas, restaurámos o equilíbrio financeiro nos transportes públicos e forçámos a redução de funcionários. E até ajudámos o governo a negociaras parcerias rodoviárias. Como te enganas, Subir, tens que ver mais longe do que te contam: a electricidade subiu mais que a inflação e poucos sabem das ajudas sociais existentes, os transportes públicos esse cancro urbano, nunca chegarão a pagar a dívida que transitou para as costas de todos os contribuintes e não parece que o Governo esteja interessado em os reestruturar e passar aos municípios, continuando a gerar risco moral. No que toca a funcionários, os que saíram do activo passaram todos à reforma, deixaram de contribuir, apenas custam um pouco menos. Quanto às parcerias, só foi negociado o corte de encargos com a manutenção de estradas, o que nos vai deteriorar o parque em poucos anos.
    Mas tens bons resultados nas exportações, que já cruzaram as importações, devolve Subir. É verdade, respondi, mas foi à custa da refinaria de Sines, da renovação nas papeleiras, da poupança de combustíveis pelo aumento das renováveis, tudo obras do Sócrates. Pode ser verdade, responde Subir, mas eu não cuido de nomes, cuido de países, somos poupados nos elogios e justos nos temores de que tudo desande: a exportação de combustíveis é conjuntural, pode estar perto da saturação, o aumento de consumo interno fará necessariamente crescer as importações e desequilibrar de novo a balança.
    Eu sei que o vosso relatório foi cauteloso, Subir, coisa que tanto desagradou a Portas e tão grossa fez a voz de Passos Coelho, ao ponto de ter anunciado mais austeridade logo na primeira sessão do congresso do seu partido. Sei também que alertaste para riscos sociais e económicos do desemprego elevado, sobretudo de jovens e diplomados, para as dívidas das empresas privadas – que já vão em 255% do PIB – para a enorme quebra do investimento, para a fraca competitividade da economia, afinal, tudo factores que a política restritiva do Fundo tanto agravou. Melhor seria terem dado ouvidos às recomendações dos vossos dirigentes, como Mme Lagarde, aliviando o arrocho. Pois é, responde Subir, fica-lhe bem, para consumo externo, criticar a família, mas se fosse eu o indiano Subir, mero chefe de missão, a formular tal comentário, seria de imediato transferido e colocado na lista negra. Também serviste no Banco, sabes como é, viste como o Stieglitz foi triturado e ostracizado, só sobrevivendo por deter um Nobel, mesmo assim passa por nós à distância dos leprosos. Caro Amigo, aqui cumpro ordens, apenas.
    Já agora, Subir, diz-me cá como vais conseguir que o Governo corte mais 2,5 milhares de milhões de 2014 para 2015, no gasto público, para fazer baixar o défice de 4 para 2,5%? Ah, isso não é comigo, é com o teu governo. Mas uma coisa é certa: livrem-se de aventuras eleitorais como essa tontice de baixarem impostos em 2015, podem deitar tudo a perder. A mim pouco importa que o primeiro-ministro se chame Coelho ou Seguro, que tenha ou não Portas, com o seu ridículo relógio em count-down à ilharga, ou que as finanças estejam a cargo de Gaspar, Maria Luís ou Trigo Pereira. Sou imune a pessoas e ideologias. E sempre te digo, isto está tão embaraçado que pouco diferirão na prática, uns e outros.
    Fiquei fulo com tamanha frieza, esbracejei: para ti é tudo igual, apertar os fracos ou aliviar os ricos? Que queres, responde Subir, esta é a minha vida, vais ver que daqui a 10 anos Portugal estará melhor. Entupi, de estupor.
    So long, Amigo, keep cool e não aceites cargos em nenhum governo, perderás o pouco cabelo que te resta. Soube-me a vingança de um calvo, mas aguentei: adeus Subir, bom trabalho nos teus países do Norte onde regressas.
    P.S. Como se pode depreender, qualquer semelhança dos actores com realidade é pura coincidência, nem Subir será insensível, nem eu terei pouco cabelo.
    Deputado do PS ao Parlamento Europeu
     

    ANGOLA, UM PAÍS RICO COM UM POVO POBRE

    Angola | Angola, "pays riche avec un peuple pauvre" | Jeuneafrique.com - le premier site d'information et d'actualité sur l'Afrique


    Les conditions de vie pour les Angolais ne s’améliorent pas. La cherté de la vie est à un niveau tel que même les bons salaires ne permettent pas de vivre décemment.
    Tous les matins, Jorge da Cruz, chemise immaculée, chaussures cirées, parcourt les sentiers encombrés d’ordures du bidonville où il vit, dans la banlieue de la capitale angolaise, Luanda, pour rejoindre l’entreprise pétrolière étrangère qui l’emploie.
    Jorge, 24 ans, gagne 850 dollars par mois, près de 10 fois le salaire minimum angolais. Malgré ce revenu et comme 86% de la population urbaine angolaise, il vit dans des conditions précaires.
    "Je dépense 300 dollars par mois pour suivre des cours du soir à l’université et le reste va à ma famille pour la nourriture et les autres frais. On vit à dix dans une maison de trois pièces", raconte-t-il.
    L'Angola rivalise avec le Nigeria pour la place de premier producteur de brut du continent. Mais le pays qui sort tout juste d'une longue guerre destructrice (1975-2002), n'a quasiment pas d'industries et importe presque tous ses biens de consommation.
    Flambée des prix
    La conjonction d'un afflux de devises étrangères, d'un boom économique et des délais d'importation via un port saturé ont fait flamber les prix.
    La majorité de la population disposant de moins de deux dollars par jour, survit dans le plus strict dénuement grâce à l'économie informelle, en pêchant ou en cultivant des tomates qu'elle revend aux autres déshérités sur les marchés.
    Luanda est aussi la ville la plus chère au monde pour les expatriés, selon une enquête de la société Mercer publiée l'an dernier. Nadine et son mari, expatriés libanais, paient chaque mois un loyer de 10.000 dollars pour leur maison du quartier huppé d’Alvalade et dépensent 5.000 dollars pour nourrir leur famille de quatre personnes.
    "Mais les prix sont les mêmes pour tout le monde ici! La vie n’est pas seulement chère pour les expatriés", s’exclame Sizaltina Cutaia, de la fondation privée Open Society qui œuvre pour promouvoir la gouvernance démocratique, les droits humains et les réformes économiques et sociales.
    Malgré son salaire de 4.000 dollars, cette Angolaise de 30 ans vit dans une maison sans eau courante ni électricité, à 20 km de Luanda.
    Le clientélisme roi
    Chaque jour, elle doit se lever avant l’aube, affronter des heures d’embouteillage en candongueiros, les taxis collectifs, pour rejoindre son bureau du centre ville. Elle paie un voisin pour pouvoir se brancher sur son générateur et achète à un porteur 300 litres d’eau par semaine pour se laver, cuisiner et nettoyer sa maison.
    Sizaltina n’a pas de loyer car elle vit dans sa famille. Mais si elle voulait s’offrir un appartement plus confortable et plus proche du centre, elle devrait y consacrer presque tout son salaire. Les propriétaires en outre demandent souvent jusqu’à 6 mois de loyers d’avance.
    "On ne peut pas considérer qu’il existe une classe moyenne autonome en Angola", estime le journaliste d’investigation Rafael Marques. "4.000 dollars par mois ne sont pas suffisants pour avoir une bonne qualité de vie. Sans clientélisme, on ne peut pas avoir accès à un crédit bancaire, à un logement et à des soins médicaux de qualité notamment", dit-il.
    "Plus la vie est chère, plus cela renforce la corruption, confirme Sizaltina Cutaia. Les gens ne peuvent pas vivre sur la base de leur salaire. Alors certains professeurs reçoivent de l?argent en échange de la réussite à un examen, par exemple".
    "C’est vrai que l’Angola est un pays riche", observe Jorge da Cruz. "Mais avec un peuple pauvre !"




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    UMA GERAÇÃO DE LADRÕES TOMOU CONTA DAS NOSSAS VIDAS


    HUMOR EM TEMPO DE CRISE


    Mensagem enviada pelo marido:
     
    - Fui atropelado na saída do escritório. A Paula trouxe-me ao Hospital. Fiquei fazendo exames até agora. A pancada na cabeça parece que não causou lesão séria. Mas tive uma fratura exposta na perna direita e talvez tenha que amputar o pé.
    Resposta da esposa:
    - Quem é Paula?

    THE SHADOWS


    A MAIOR FRAUDE DA HISTÓRIA


    OS DONOS ANGOLANOS DE PORTUGAL

    Caríssima, caríssimo,
    Venho convidá-la/o para a sessão de apresentação do livro Os Donos Angolanos de Portugal, a realizar-se na próxima quarta-feira, 26 de Fevereiro, às 21:30 horas, na Livraria Culsete.
    A sessão contará com a presença de Francisco Louçã e Jorge Costa e terá a participação de Álvaro Arranja.
    Apareça! Contamos consigo.
    Fátima Ribeiro de Medeiros
    Culsete
     

    quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

    A DELINQUÊNCIA JÁ TEM PROTEÇÃO DE LEI EM PORTUGAL

    é a LEI 64/2013 de 27 de Agosto.
     
    O segredo dos privilégios dos políticos já é lei.



     
    Já tem a forma de Lei n.º 64/2013, de 27 de agosto, o sigilo dos privilégios dos políticos e foi hoje publicado no Diário da República.
    Portanto, por proteção da lei agora aprovada pela Assembleia da República, com os votos favoráveis do PSD, CDS/PP e do PS, passaram a ser secretos os privilégios dos políticos.Vejam-se, neste caso e segundo esta lei, por exemplo, as chamadas pensões de luxo atribuídas aos ex-políticos (ex-deputados, ex-Presidentes da República, ex-ministros e ex-primeiros-ministros, ex-governadores de Macau, ex-ministros daRepública das Regiões Autónomas e ex-membros do Conselho de Estado) e os ex-juízes do tribunal constitucional, passaram a ser escondidas do povo português.
    A partir de agora e na vigência desta lei, os portugueses e contribuintes ficam a desconhecer quem são e quanto recebem financeiramente do erário público e do orçamento geral de estado os              ex-políticos e governantes.
    O que é o mesmo que dizer que os políticos e governantes passam a poder decidir secretamente entre eles a atribuição a si mesmos dos benefícios, regalias, subsídios ou outras mordomias, sem que os portugueses, o povo português portanto, ou até mesmo os tribunais, tenham direito a saber o que os políticos fazem com o dinheiro que é de todos nós.
    De facto e de lei, passou a haver uma qualidade superior de sujeitos, ao caso os políticos, governantes e juízes do tribunal Constitucional, que estão isentos do escrutínio público, não se encontram mais obrigados a revelar as fontes, as origens e a natureza dos seus rendimentos de proveniência pública, ou seja, que fazem com o dinheiro público o que muito bem entendem e não estão obrigados a prestar contas públicas do que fazem.
    Lida esta nova lei tive de socorrer-me do Código Penal, onde fui encontrar semelhantes comportamentos e condutas nos dois artigos 308º e 375º do Código Penal, respectivamente o crime de "Traição à Pátria" por abuso de órgão de soberania e o crime de "Peculato".
     
    Triste república esta em que vivemos, a delinquência já tem proteção de lei !
     

    JÁ REPARARAM QUE FOI NA HORTA DO PSD QUE GERMINARAM OS PRINCIPAIS VERMES DESTE PAÍS? SERÁ QUE A SEMENTEIRA SECOU OU ESPERAM-NOS MAIS SURPRESAS?


    6 anos de trabalho dá pensão de 17.900 Euros
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     NÃO HÁ VERGONHA? 6 anos de "trabalho" dá pensão de 17.900 euros? 17.900 Euros de pensão da PT,pouco! (2008)

    (Eu sei, porque fui eu quem aprovou a lei!) José Salter Cid, ex-vereador do PSD na Câmara Municipal de Lisboa, não concorda com a pensão de 17.900 euros que recebeu da PT, tendo, segundo notícia do semanário "Expresso", posto em tribunal a empresa, com a exigência de auferir a pensão mais alta da tabela em vigor.
     
    Tendo cumprido um percurso de 17 anos na PT, apenas ali trabalhou, efectivamente, durante seis, havendo que subtrair o tempo em que foi secretário de Estado (duas pastas distintas, em governos de Cavaco Silva), aquele em que permaneceu à frente da Companhia das Lezírias, cooptado pela República e o que cumpriu à frente da Comissão de Coordenação de Lisboa e Vale do Tejo.
     
    Seria o governo de Durão Barroso a requisitá-lo à PT para ir presidir à Companhia das Lezírias, acompanhado pela secretária e motorista que tinha na PT.
     
    Salter Cid iniciou o percurso no grupo de telecomunicações ao serviço da Marconi, em 1990, na área do marketing e comunicação, e é com base num despacho interno dessa empresa que alega ter direito a uma pensão equivalente ao salário do trabalhador mais bem pago, no Grupo PT, na categoria que ele tinha quando abandonou a empresa.
     
    De acordo com o "Expresso", ele mesmo, enquanto secretário de Estado da Segurança Social, aprovou, em 1995, o regulamento de um Fundo Especial de Melhoria de Segurança Social do Pessoal da Marconi, que confere vantagens aos pensionistas. ("JN"2008) - Correio da Manhã também relata o caso.
     
    QUANDO O ESTADO PAGA, TUDO SE CONSEGUE, QUANDO SE ABUSA DO PODER PÚBLICO EM PROVEITO PRIVADO.
     Enquanto secretário de Estado de Cavaco, Salter Cid alterou as regras das pensões do grupo Marconi, através da regulamentação do Fundo Especial de Melhoria da Segurança Social do Pessoal da Marconi.
    Entre outras benesses, os pensionistas passaram a poder somar um suplemento extra de 15% em relação ao valor da pensão estatutária calculada na data de saída do activo.
    Diz o Expresso que no ano passado, este Fundo de Melhoria Marconi tinha um passivo ( dividas) de 12,481 milhões de euros. MAS A HONESTIDADE DESTES PERSONAGENS CONTINUA A SURPREENDER, NUNCA SE DETÊM "Fechar marquises é prática corrente em Lisboa.
    Talvez por isso - poder-se-ia pensar -, José Salter Cid mandou fazer uma obra no terraço de um prédio de que é proprietário sem nada pedir ou comunicar à câmara. Mas o dono do imóvel, que fez muito mais do que uma vulgar marquise, e é tudo menos um munícipe qualquer, avança ele próprio uma explicação bem mais simples:
     "Esqueci-me de participar a obra à câmara." Salter Cid foi vereador da Câmara de Lisboa, eleito pelo PSD, entre 2007 e 2009, depois de ser secretário de Estado da Segurança Social nos anos 90, bem como presidente da Comissão de Coordenação Regional de Lisboa e Vale do Tejo
     
     

    OS SORTEIOS DE UM GOVERNO RASCA


    As rifas do fisco e a governação rasca


    JOSÉ VÍTOR MALHEIROS 
    11/02/2014 - 07:46



    Os grandes evasores fiscais são as grandes empresas e não os pequenos comerciantes.
    A rifa do fisco que acaba de ser anunciada pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, onde são sorteados carros topo de gama entre os consumidores que incluam os seus números de identificação fiscal (NIF) nos recibos das suas compras, é mais um exemplo perfeito da forma como funciona o Governo PSD/CDS: qualquer truque é aceitável desde que proteja os mais ricos, permita um golpe de propaganda populista e distraia as pessoas dos seus verdadeiros problemas, acenando-lhes com benefícios futuros que nunca vão conquistar.
    É evidente que o preenchimento de milhões de recibos com o número de identificação fiscal no momento do pagamento constitui uma perda de tempo considerável para comerciantes e clientes. A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) protestou aliás contra a medida, tendo estimado que ela represente em 2014 uma perda de 130 milhões de horas de trabalho para os seus associados. Mas o Governo não se incomodou com essa circunstância porque os inconvenientes e as perdas resultantes da medida recaem sobre a sociedade e as vantagens do golpe propagandístico serão colhidas pelos partidos no Governo.
    Quais são as vantagens? Uma falsa aparência de combate à evasão fiscal e uma imagem moralizadora. Porquê falsa? Porque os grandes evasores fiscais são as grandes empresas e não os pequenos comerciantes, como toda a gente sabe, como os especialistas não se cansam de alertar e como as organizações internacionais que combatem a corrupção e a evasão fiscal denunciam. E porque os grandes responsáveis pela evasão fiscal são precisamente os governos. De que forma? Através dos tratamentos de excepção que concedem às grandes empresas e aos grupos financeiros em particular, com o argumento de que é necessário ser “fiscalmente competitivo” para atrair investimentos e para que as empresas possam “criar empregos”. Com a autorização de paraísos fiscais como o offshore da Madeira e todos os outros que existem na União Europeia e fora dela e fechando os olhos às falsas “deslocações” de empresas para a Holanda e para outras plataformas de lavagem de dinheiro.
    Mas é mais útil criar a ideia de que os comerciantes são os responsáveis pela fuga ao fisco, que é principalmente através do IVA que isso acontece, que os consumidores devem agir como fiscais das finanças e que o Governo é um campeão da luta contra a evasão fiscal.
    A medida é moralmente retorcida por outras razões. Seria lógico e louvável que o Estado (que é uma coisa diferente do Governo, ainda que este, ilegitimamente, se apodere do património do Estado como se fosse seu) lançasse uma campanha promovendo a moralidade do pagamento de impostos, que são a base do financiamento dos serviços públicos, e incentivasse os cidadãos a cumprir as suas obrigações fiscais. Mas é impossível fazer isso quando o Governo usa o Estado para roubar os cidadãos e os submete a uma carga fiscal imoral para arrebanhar dinheiro para pagar aos bancos uma dívida insustentável que deveria ter renegociado. De facto, o Governo não pode usar um discurso moral sem que o país inteiro se escangalhe a rir na sua cara e, por isso, a única forma que encontrou para dizer aos cidadãos que devem pagar impostos foi dizer-lhes que com isso podem ganhar um carro. É a mais venal das razões, mas essa é a única moralidade que os membros do Governo conhecem.
    Há ainda outra razão imoral escondida: o bando que ocupa o Governo tem uma dificuldade de raiz ideológica em construir um discurso em torno de conceitos como comunidade, bem comum, serviços públicos ou património público e, por isso, prefere incentivar o pagamento dos impostos através da possibilidade de um benefício pessoal. Benefício pessoal é algo que eles percebem.
    E porquê o carro “topo de gama”? Porque não simplesmente um carro ou dez carros? Porquê este conceito antiecológico que até fez a Quercus dar prova de vida e vir a terreiro contestar (e propor um carro eléctrico)? Porquê? Porque estamos a lidar com o PSD e o CDS, meus senhores, e não se pode pedir a uma rã que cante Schubert.
    Isto do Governo tem-se vindo a degradar nos últimos anos e hoje temos no Governo a maltosa dos carros “topo de gama”, o novo-riquismo em todo o seu esplendor, o novo-raquitismo mental, analfabetos com botões de punho a condizer, monogramados. Para um jota não há maior glória que parecer um catálogo “topo de gama” e aparecer em revistas. Para um jota isso é a felicidade. Porquê a rifa do carro “topo de gama”? Porque os jotas pensam que qualquer um pode ser comprado com um carro “topo de gama” porque qualquer um deles se venderia exactamente pelo mesmo preço. O carrito “topo de gama” é o alfa e o ómega da carreira de um jota que se preze, é o simbolo de quem triunfou na vida, de quem é “alguém”, caraças! Pai, já sou ministro! Pai, tenho um carro “topo de gama”! Como os relógios e as marcas das camisas e os óculos “topo de gama” e tudo “topo de gama”. Chegámos ao cume da governação rasca. Saiu-nos na rifa mesmo sem dar o NIF. É preciso ter azar.
    jvmalheiros@gmail.com

    ESTE PAÍS DE NEGÓCIOS SUJOS NÃO É PARA VELHOS


    Este país não é para novos, nem para velhos
    Por Alberto Pinto Nogueira


     
    Ao fim de cinco anos, disseram-me que o curso acabara. Fiquei sem bolsa de estudos e sem dinheiro. Tinha 22 anos. A cair de teso. Sem um tostão para café ou tabaco. Mais seis longos meses à custa da família que pouco ou nada tinha. Bati a algumas portas de advogados. Estágio sim, mas gratuito. Requerimentos para aqui e para ali.
    Num meio dia de princípios de Junho de 1971, recebi uma carta do Ministério da Justiça. Tinha um ofício que transcrevia um despacho do ministro, informava que me tinha nomeado Delegado do Procurador da República interino na comarca de Moimenta da Beira.

    A minha vida de magistrado do Ministério Público durante cerca de 42 anos começou aí. Vivia ainda em Lisboa, numa residência universitária. Não tinha a mais ínfima ideia onde ficaria Moimenta da Beira.

    Inquiri de um colega mais letrado. Terra de Aquilino Ribeiro, de Quando os Lobos Uivam. Livro proibido que lera às ocultas na faculdade.

    Pousei em Moimenta num tarde tórrida de Verão de 1971, após dia e meio de viagens de comboio até à Régua. Depois  carreira. Uma rua, poucas ruelas, um restaurante, o Tamariz, um edifício enorme a cair. Era o tribunal e outras repartições do Estado. No Verão, o meu “gabinete” era de um calor ofegante, povoado por milhões de moscas. No Inverno, um frio gélido, insuportável. Poucos fins-de-semana que a neve impedia o trânsito. Terra de gente simples. Quase todos pobres. Aquilino o descreveu muitas vezes.

    Andei por lá uns dois anos. Numa solidão que enganava e amolecia de paleio com o juiz, os funcionários e advogados. Falava com os processos crime, os inventários obrigatórios, as investigações de paternidade, os processos de baldios e comigo. Não havia ninguém. Montanhas de pedras escuras, enormes, esvoaçadas por aves negras, também enormes. Metiam medo. Numa ou outra diligência a Sernancelhe, as pessoas recolhiam a casa, espreitavam pelos buracos feitos janelas. Com razão, que os do tribunal representavam ou eram mesmo o poder.

    O Estado era certinho a pagar vencimentos.

    Havia poucos descontos. Para a Caixa Geral de Aposentações (CGA), sempre. Nunca as Finanças se esqueceram, e bem, de descontar o que iria garantir a minha reforma. Quando chegasse a doente ou o calendário não me permitisse trabalhar com a mesma energia e produtividade.

    Foi assim cerca de 42 anos. A remuneração do meu trabalho foi objecto dos descontos que a Lei determinou para a minha reforma. Era o mealheiro, o seguro de vida.

    Nunca me passou pela cabeça que um Governo viesse trair o contrato que vigorou mais de 40 anos. Comigo e com milhões de cidadãos, que hoje me tratasse como se tivesse sido um criminoso ao exercer as funções que exerci. Inscrevesse no meu certificado do registo criminal um crime hediondo: “Pensionista”!

    A rondar a delinquência, governos sucessivos usaram dezenas de anos a fio, às ocultas, como ladrão, os cofres da CGA para o que lhes apeteceu. Dela retiraram contribuintes. Não entregaram milhares de milhões na mesma como entidade patronal.

    Responsabilizam os pensionistas pelo descalabro que criaram. Sempre ávidos e famintos de cortes e mais cortes nas pensões e reformas!

    José Manuel Fernandes, de parceria com Helena Matos, escreveu que Este País Não é Para Jovens. Nem para velhos.
     
    É para mercados, bancos, swaps, parcerias público-privadas, perdões fiscais, clientelismos. Negócios sujos.Procurador-Geral Adjunto
     

    PADRE ANTÓNIO VIEIRA (1655) SEMPRE ACTUAL

    O Sermão do Bom Ladrão, que o Padre António Vieira proferiu em 1655 perante a corte, é um dos que melhor destapam as jogadas ocultas dos poderosos.
    Infelizmente, mantém-se actual, aponta para muitos dos meninos de coro que diariamente vemos desfilar nos telejornais.
     [padre+antónio+vieira+2rs.jpg]
    Um excerto:
     
    «Não são só ladrões os que cortam bolsas ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa: os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem: estes roubam cidades e reinos; os outros furtam debaixo do seu risco: estes sem temor, nem perigo; os outros, se furtam, são enforcados: estes furtam e enforcam. Diógenes, que tudo via com mais aguda vista que os outros homens, viu que uma grande tropa de varas e ministros de justiça levavam a enforcar uns ladrões, e começou a bradar: — Lá vão os ladrões grandes a enforcar os pequenos! Ditosa Grécia, que tinha tal pregador!»

    UMA REFLEXÃO OPORTUNA SOBRE A OBEDIÊNCIA

    Aqui vai uma reflexão oportuna
                                                                     
    Howard Zinn foi um historiador, cientista político, activista e dramaturgo americano, é mais conhecido como autor do livro A People's History of the United States, que vendeu mais de um milhão de cópias desde que foi lançado em 1980. Nasceu em 24 de Agosto de 1922 em Brooklyn, Nova Iorque e faleceu em 27 de Janeiro de 2010 em Santa Mónica, Califórnia.

    Vejam como é actual o seguinte texto que ele escreveu (Cfr. Disobedience and Democracy: Nine Falacies on Law and Order, South End Press, 1968).

     
    "A desobediência civil não é o nosso problema. O nosso problema é a obediência civil. O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm obedecido às ordens de líderes e milhões têm morrido por causa dessa obediência. O nosso problema é que as pessoas são obedientes por todo o mundo face à pobreza, fome, estupidez, guerra e crueldade. O nosso problema é que as pessoas são obedientes enquanto as cadeias se enchem de pequenos ladrões e os grandes ladrões governam o país.

    É esse o nosso problema."

    Howard Zinn
     
     
     

    terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

    "FARMÁCIAS" DO PORTO ISENTAS DE RECEITA MÉDICA

    FARMÁCIAS" do Porto e respectivas especialidades (isentas de receita médica)...!!!






     
     
    Lista de quase todas as FARMÁCIAS do PORTO e suas especialidades:

    Adega Alfredo Portista- bacalhau frito e polvo cozido, vinho diretamente tirado da pipa - Rua do Cativo
    A Badalhoca- sandes de presunto e vinho Espadal fresquinho - Rua Dr. Alberto Macedo, 437 (Ramalde). Vai abrir em breve uma sucursal na Rua da Picaria
    Adega Correia- tripas à moda do Porto, servidas às quintas-feiras - Rua Barbosa de Castro, 74 (Cordoaria)
    Bufete FASE ? FRANCESINHAS (as melhores do PORTO e do Mundo) - Rua Stª Catarina, 1147, PORTO ? 222.052.118
    Casa Guedes- sandes de pernil - Praça dos Poveiros,130
    Casa das Iscas- iscas de bacalhau - Rua Igreja de Paranhos, 470
    Adega, O Leandro- bolinhos de bacalhau e rissóis de carne - Rua de Trás, 12 (Lóios)
    Adega do Quim- panados de sardinha, fígado de cebolada - Rua da Madeira (ao lado da Estação de S. Bento)
    O Buraquinho- buchinho de porco e tripas enfarinhadas - Praça dos Poveiros (perto da Casa Guedes)
    Pedro dos Frangos- frango no espeto e punheta de bacalhau com vinho verde fresco - Rua do Bonjardim, 219-223
    Adega Rio Douro "Tasca da Piedade"- fígado de cebolada,  iscas de bacalhau, servidos à terça-feira á tarde com Fado Vadio, há mais de 30 anos.
    Rua do Ouro, 223 (à marginal, perto da Manutenção Militar e do ex-Maré Alta)

    O Golfinho"-  francesinhas à moda da casa - Rua Sá de Noronha (perto do Teatro Carlos Alberto)
    Taberna  Filha da Mãe Preta- petiscos variados, entre os quais filetes de polvo - Rua dos Canastreiros, 28 (traseiras do Cais da Ribeira)
    Tasca da Dona de Cremilde- pataniscas de bacalhau e caldo verde - Rua dos Canastreiros (perto da Filha da Mãe Preta)
    A Flôr do Palácio, petiscos variados - Rua de D. Manuel II (mesmo em frente ao Palácio Cristal)
    Casa Firmino- rissóis, bolinhos de bacalhau, tripas enfarinhadas e costeletas panadas - Rua da Preciosa, 32 (Zona Industrial do Porto)
    Adega Cantareira- tripas à moda do Porto, sardinhas fritas ou assadas e petiscos variados - Rua do Passeio Alegre, 382/384 (Foz do Douro)
    Adega O Túnel- frango no churrasco - Rua de Serralves, 156 (traseiras do Hotel Ipanema Park, Lordelo do Ouro)
    Taberna Canoa- iscas de bacalhau com arroz de tomate e feijoada; fado, todas as primeiras sextas-feiras de cada mês - Rua do Alto de Arrábida
    Casa do Padrão- panados, presunto, rissóis e o famoso arroz à valenciana, por influência dos donos que são galegos - Largo do Padrão (Santo Ildefonso)
    Adega do Olho- tripas à moda do Porto - Rua de Afonso Martins Alho, 6 (travessa da Rua das Flores)
    A Tasca do Azevedo (antigo Tone da Águas)- tasca polivalente, vende desde garrafas de gás, até vinho ao garrafão - Rua da Arrábida, 151/153 (Lordelo do Ouro)
    Adega A Floresta- trouxas de carne e copos tinto - Rua de Afonso Martins Alho, 115 (paredes meias com a Adega do Olho)
    Casa Costa- frango frito, orelheira, presunto, rojões e moelas - Rua de Trás, 224 (perto da antiga Cadeia da Relação, atualmente Centro Português de Fotografia (CPF)
    Adega S. Martinho- pataniscas e o chispe acompanhados pelas canecas de tinto.
    Rua D. João IV, 795 (uma das tascas mais antigas da cidade, mantém-se praticamente intacta há mais de 40 anos, as contas, ainda são feitas em escudos)

    Casa Louro- nacos de presunto com broa e azeitonas e malgas/tigelas de vinho verde tinto - Rua Cimo de Vila (à Batalha)
    Taberna Santo António (Tasca do Sr. Victor)- tripas à moda do Porto e petiscos variados - Rua das Virtudes, 32 (perto da Cordoaria)
    Taberna Porto Antigo- petiscos variados - Rua de Cimo de Vila, 74
    Da cá mais 5 ? Prego do lombo de boi com queijo da serra no pão (barato) - Rua Santo Ildefonso, 219 (ao chegar aos Poveiros)
    Queijaria Amaral ? Queijo da Serra, presunto, enchidos das Beiras e Minho, bons vinhos, produtos tradicionais, onde se pode falar de filmes (A realizadora do Povo).

    Escreveu assim alguém da 'Invicta':
    «É só escolher. Eis quase todas as 'Farmácias' do PORTO (atenção, no resto do País não é a mesma coisa, pois são todas Parafarmácias, isto  é, imitações de farmácias que vendem produtos aos quais chamam Genéricos e que não fazem bem nem mal. Veja-se que as imitações destas Farmácias em Lisboa até vendem caracóis, um produto  que é inócuo, o verdadeiro genérico português)!          

    PORNOGRAFIA DA PESADA NO PARLAMENTO EUROPEU-BRUXELAS - VEJAM E ARREPIEM-SE.


    HÁ SEMPRE UM POLÍTICO DESCONHECIDO(?) A ROUBAR O PAÍS!

    Há sempre um desconhecido a roubar....
    ...e interesses obscuros a proteger também!!!
     
     
    A Colecção Miró, um lote de 85 obras, composto por óleos, guaches e desenhos, foi adquirido pelo Banco Português de Negócios (BPN), gerido por José Oliveira Costa, a um coleccionador japonês em 2006.
    Em 2007 a leiloeira Christie's avaliou a colecção em 81,2 milhões de euros e, algum tempo depois, a mesma leiloeira avaliou-a em 150 milhões.
    Estas avaliações foram feitas quando a colecção pertencia ao BPN, enquanto banco privado.
    Em Novembro de 2008, o BPN foi "nacionalizado" -apenas o lixo tóxico- e, depois de todas as aventuras e desventuras que decorreram da sua nacionalização, a Parvalorem -veículo estatal criado para gerir os activos tóxicos do BPN- através da sua administração, tornou a venda da Colecção Miró, uma das suas principais prioridades tendo, no final de 2013, "fechado" o negócio com a Christie's.
    A Parvalorem não cumpriu os prazos legais estabelecidos na Lei de Bases do Património Cultural para pedir a devida autorização para a saída das peças para o estrangeiro e, embora com o parecer negativo da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), a 21 de Janeiro de 2014, as obras já estavam expostas na leiloeira Christie’s, em Londres.
    Agora vem a notícia mais interessante.
    Enquanto a Colecção Miró foi propriedade privada, foi avaliada pela Christie's por valores que ultrapassaram os 150 milhões de euros; agora que a mesma colecção é propriedade do Estado Português, a mesma leiloeira avaliou-a em apenas 36 milhões.
    Para a palhaçada ser mais engraçada posso acrescentar que as condições da Christie's são estas: a licitação da venda da obra é de 36 milhões, sendo esta a importância a entregar ao Estado Português; tudo o que ultrapassar esse valor será propriedade da leiloeira.
    Perceberam a jogada?
    Uma providência cautelar "barrou" a concretização do negócio que, além de ilegal é um crime de lesa-pátria; entretanto, a Christie's já fez saber que continua interessada no negócio. Claro... tenho a certeza que sim...
    Alguém tem dúvidas sobre a "transparência" destas negociatas?
    Alguém, ainda, duvida de que esta gente, está UNICAMENTE ao serviço do capital explorador nem que tenhamos que ficar sem pele?
     
    O autor não subscreve nem adopta o chamado 'Novo Acordo Ortográfico'

    O FUNDO DO OCEANO


    NÃO QUERO MORRER!!!

    NÃO QUERO MORRER…..  






    Apareceu, por mão amiga, este texto de Júlio Isidro que dá para este fim de semana dar ânimo a todos os que bem pensam sobre o nosso futuro.






    NÃO, NÃO ESTOU VELHO!!!!!! 


    NÃO SOU É SUFICIENTEMENTE NOVO  PARA  JÁ SABER TUDO!





    Passaram 40 anos de um sonho chamado Abril.
    E lembro-me do texto de Jorge de Sena…. Não quero morrer sem ver a cor da liberdade.
    Passaram quatro décadas e de súbito os portugueses ficam a saber, em espanto, que são responsáveis de uma crise e que a têm que pagar…. civilizadamente,  ordenadamente, no respeito  das regras da democracia, com manifestações próprias das
    democracias e greves a que têm direito, mas demonstrando sempre o seu elevado espírito cívico, no sofrer e ….calar.

    Sou dos que acreditam na invenção desta crise.
    Um “directório” algures  decidiu que as classes médias estavam a viver acima da média. E de repente verificou-se que todos os países estão a dever dinheiro uns aos outros…. a dívida soberana entrou no nosso vocabulário e invadiu o dia a dia.
    Serviu para despedir, cortar salários, regalias/direitos do chamado Estado Social e o valor do trabalho foi diminuído, embora um nosso ministro tenha dito decerto por lapso, que “o trabalho liberta”, frase escrita no portão de entrada de Auschwitz.

    Parece que  alguém anda à procura de uma solução que se espera não seja final.
    Os homens nascem com direito à felicidade e não apenas à estrita e restrita sobrevivência.

    Foi perante o espanto dos portugueses que os velhos ficaram com muito menos do seu contrato com o Estado  que se comprometia devolver o investimento de uma vida de trabalho.Mas, daqui a 20 anos isto resolve-se.
    Agora, os velhos atónitos, repartem o dinheiro  entre os medicamentos e a comida.
    E ainda tem que dar para ajudar os filhos e netos num exercício de gestão impossível.

    A Igreja e tantas instituições de solidariedade fazem diariamente o milagre da multiplicação dos pães.

    Morrem mais velhos em solidão, dão por eles pelo cheiro, os passes sociais impedem-nos de  sair de casa,  suicidam-se mais pessoas, mata-se mais dentro de casa, maridos, mulheres e filhos mancham-se  de sangue , 5% dos sem abrigo têm cursos
    superiores, consta que há cursos superiores  de geração espontânea, mas 81.000  licenciados estão desempregados.

    Milhares de alunos saem das universidades porque não têm como pagar as propinas, enquanto que muitos desistem de estudar para procurar trabalho.

    Há 200.000 novos emigrantes, e o filme “Gaiola Dourada”  faz um milhão de espectadores.

    Há terras do interior, sem centro de saúde, sem correios e sem finanças, e os festivais de verão estão cheios com bilhetes de centenas de euros.

    Há carros topo de gama para sortear e auto-estradas desertas. Na televisão a gente vê gente a fazer sexo explícito e explicitamente a revelar histórias de vida que exaltam a boçalidade.

    Há 50.000 trabalhadores rurais que abandonaram os campos, mas  há as grandes vitórias da venda de dívida pública a taxas muito mais altas do que outros países intervencionados.

    Há romances de ajustes de contas entre políticos e ex-políticos, mas tudo vai acabar em bem...estar para ambas as partes.

    Aumentam as mortes por problemas respiratórios consequência de carências alimentares e higiénicas, há enfermeiros a partir entre lágrimas para Inglaterra e Alemanha para ganharem muito mais do que 3 euros à hora, há o romance do senhor Hollande e o enredo do senhor Obama que tudo tem feito para que o SNS americano seja mesmo para todos os americanos. Também ele tem um sonho…

    Há a privatização de empresas portuguesas altamente lucrativas e outras que virão a ser lucrativas. Se são e podem vir a ser, porque é que se vendem?

    E há a saída à irlandesa quando eu preferia uma…à francesa.

    Há muita gente a opinar, alguns escondidos com o rabo de fora.
    E aprendemos neologismos como “inconseguimento” e “irrevogável” que quer dizer exactamente o contrário do que está escrito no dicionário.

    Mas há os penalties escalpelizados na TV em câmara lenta, muito lenta e muito discutidos, e muita conversa, muita conversa e nós, distraídos.

    E agora, já quase todos sabemos que existiu um pintor chamado Miró, nem que seja por via bancária. Surrealista…

    Mas há os meninos que têm que ir à escola nas férias para ter pequeno- almoço e almoço.
    E as mães que vão ao banco…. alimentar contra a fome , envergonhadamente , matar a fome dos seus meninos.
    É por estes meninos com a esperança de dias melhores prometidos para daqui a 20 anos, pelos velhos sem mais 20 anos de esperança de vida e pelos quarentões com a desconfiança de que não mudarão de vida, que eu não quero morrer sem ver a cor de uma nova liberdade.

    Júlio Isidro
    Em 14 de Fevereiro de 2014, in A Ericeira 
    Jornal Regional do Concelho de Mafra.

    ESTE PRIMEIRO-MINISTRO É O POLÍTICO MAIS MENTIROSO DA HISTÓRIA PORTUGUESA. VEJAM E ESCUTEM!!!


    HISTÓRIA DE PORTUGAL


    AS COMEMORAÇÕES DO 25 ABRIL PROPOSTAS POR ESTE GOVERNO

    Assunção Esteves tu propões patrocínio de empresas para comemorações do 40º Aniversário de Abril.:

    1. Pode imaginar-se a fachada da AR forrada por:: 

    Red Bull dá-te asas... de Liberdade; Sagres, a cerveja mais bebida por todas as Bancadas,
     Mc Donald's oferece um King Burger  aos filhotes dos deputados

    2. No Terreiro do Paço :

     Bento Kangamba, Isabel dos Santos e Mosquito, patrocinam  25 de Abril, Sempre!


    3.  Marquês de Pombal : 

    Sorteia-se um VolksWagen  de Luxo, entre quem pedir facturas no 25/4

    4. Parque Eduardo VII :: 
    China Three Gorges ilumina Portugal inteiro!

    5. O Secretário da Cultura,  livra-se subrepticiamente de um Miró, ofertando-o  à Dona Francelina  que coça as úlceras varicosas no Martim Moniz.


    Maria Rodrigues, 

    sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

    terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

    CASAMENTO GAY ENTRE POLÍTICOS

    Frase do Ano... de Portugal para o mundo