quarta-feira, 2 de outubro de 2013
CARTA AO MINISTRO POIARES MADURO
Carta do Cor. Cav. Ref. PAULO BANAZOL ao sr. ministro Poiares Maduro
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Sr. ministro Poiares Maduro,
Deixe que me identifique – Paulo M M de Athayde Banazol – contribuínte 131295420 – com todos os impostos pagos ao Estado.
Ouvi a S/intervenção acerca da “inevitabilidade” de cortar pensões e outras prestações sociais.
A ser verdade – espero que não ! – deixe-me arrolar algumas áreas – garantidamente do S/conhecimento – aonde o Governo pode “inevitavelmente” cortar:
Deputados – são 330 no Continente e Ilhas, com vencimentos (3.624,41 €/mês), despesas representação (370,32€), prémios de presença no Plenário (69,19€), deslocações (0,36 €/Km) deslocações em “Trabalho Político” (se é que se sabe o que isto é !) Território Nacional (376,32€), Europa (450,95€) fora da Europa (1.074,80€), deslocações em representação da AR – nacional (69,19€/dia), estrangeiro (133,66€/ dia) e as regalias / mordomias de todos conhecidas e que, se perguntar aos portugueses, todos classificam de escandalosas, absolutamente fora de contexto e imerecidas.
Alguém viu ou ouviu falar da “inevitabilidade de cortes” no número, remunerações e mordomias destas senhoras e senhores ??
Porque não pagam os deputados as refeições ao preço do comum dos portugueses - menos do n/bolso – menos dos impostos dos portugueses !
E não me fale em demagogia – o exemplo TEM que vir de cima !
Presidente da AR que se reformou com 12 ( DOZE !!) anos de actividade com uma pensão de 7 mil e muitos euros – aqui não se põe a “inevitabilidade de cortes” ?
Mordomias com Assessores e Secretárias, subvenções vitalícias a políticos e Deputados, custos com a Presidência da República – que por sinal gasta mais do que a Casa Real Espanhola !!
Centenas de Juntas de Freguesia e dezenas de Câmaras Municipais – vereadores, assessores, “especialistas” e comissões – aonde está a “inevitabilidade dos cortes” ?
Para quando a VERDADEIRA renegociação das PPP’s, SWAP’s SCUT’s e Rendas Energéticas bem como a devolução aos cofres do Estado dos milhões desviados do BPN ?
De acordo com o Prof Boaventura Santos, se considerados os cortes nestas áreas a poupança seria de cerca de 2 mil e cem milhões de Euros - e não me diga que o Prof Boaventura Sousa não é conhecedor da realidade ou demagogo.
Juízes do Tribunal Constitucional e Juízes – para quando os “inevitáveis cortes” nos vencimentos e subsídios de residência bem como a regularização dos tempos de serviço para obtenção da reforma ?
Viaturas do Estado - de um total de largas centenas “cortaram” 6 !
Extraordinário esforço !
Campanha Eleitoral para as Autárquicas - 9,7 milhões - “inevitabilidade dos cortes” ?
Fundações - como diz a nossa Gente – “tanta parra e tão pouca uva” – cortaram alguma coisa ?
O mesmo relativamente às “milhentas” Comissões - “inevitabilidade dos cortes” ?
Vencimentos, mordomias e Regimes Especiais na TAP, ANA, CP, CGD, Metro, TV, etc, – aonde está a “inevitabilidade dos cortes” ?
IMI : edifícios pertença dos partidos políticos, Fundações,Autarquias , etc., não pagam nada !
Milhentas nomeações de assessores, especialistas e consultores .
Surpreende-me (para não dizer mais nada !) a determinação do Governo na defesa da “inevitabilidade de cortes” nas pensões – será que o vai fazer às atribuídas ao Drº Jardim Gonçalves, juízes, deputados, autarcas ,etc, ?
A Vossa determinação parece ter um só “alvo” – os fracos e sem voz – à minha mãe – 84 anos e numa cadeira de rodas - a Vossa determinação tirou 60 em 800 euros.
Quando responsabiliza o Estado, os governantes responsáveis pelos atropelos à lei e a esbanjar de dinheiros públicos ?
A “inevitabilidade dos cortes” justifica cortes na ajuda à saúde aos militares e funcionários públicos e mantém o nível de impostos às pessoas acima do taxado às empresas – Bancos e Companhias de Seguro com lucros inacreditáveis para um país em crise – aonde a “inevitabilidade” de ajustar impostos ?
Os “inevitáveis cortes” do Governo , cessam quando o Estado e o Governo de que faz parte, cortarem aonde TÊM que cortar e na minha opinião, deixarem de esbanjar dinheiro, de privilegiar uns à custa dos dinheiros de outros e de acabar com as exceções aos sacrifícios que, parece, não são suportados por todos por igual – até lá não haverá “inevitáveis cortes” que suportem este estado de coisas.
Porque não quero tornar estas linhas em assunto pessoal, não refiro os “inevitáveis cortes” que a minha pensão tem vindo a sofrer e que, por vontade Sua, vai ser alvo de mais “inevitáveis cortes”.
Até quando, os “inevitáveis cortes” ? quando o rendimento disponível chegar a “0” ?
Ainda e longe de completar o rol:
1 - Actuação do Governador do BdP e seus custos.
2 - Madeira e as obras faraónicas e os milhões desaparecidos do Governo de Jardim
3 - Reformas de Luxo – o nº de reformados que ganhavam 4000 (ou mais) euros engordou cerca de 400%
4 – a lei de financiamento de campanhas - a recente decisão do Governo de aumentar os montantes dos ajustes diretos permitidos a governantes e autarcas permite fuga aos impostos
5 – os privilégios e despesismo do Banco de Portugal prolongam-se numa lista longa e ofensiva
6 – EDP – 800 viaturas para um total de 1800 funcionários com farturas anuais de combustível de 10 000 E
7 – Viaturas EP – em 63 EP há 224 carros para gestores que custaram ao Estado 6,4 milhões de euros – fora o resto !!
8 – os milhares de Euros em Ajustes Diretos que põem em causa a "concorrência, a igualdade, a transparência e a boa gestão dos dinheiros públicos", pelo que podem "agravar o risco" de corrupção.
9 – milhões injetados nas PPP’s e nos Bancos Privados.
Muitos, muitos mais casos haveria para arrolar que são do conhecimento de todos nós, aonde o esbanjar de dinheiros públicos se vê à vista desarmada e que, se combatido com a DETERMINAÇÃO dos portugueses que fizeram Portugal, talvez evitasse os “inevitéveis cortes” que a S/determinação entende serem necessários.
É por causa de tudo que arrolei – e o do muito que ficou por arrolar – que Membros do Governo são assobiados e apupados – nem todos os que assim procedem comunistas, nem todos com agenda política – discordo mas compreendo !
Ministro Poiares Maduro – estou longe – MUITO LONGE - da política e políticos pelo que não tenho simpatia por políticos e filiação em NENHUMA força política.
Filiei-me quando com 20 e poucos anos – jovem oficial - Jurei Bandeira – essa é a minha única Filiação pelo que tenho MUITA dificuldade em entender estas situações, bem como a “inevitabilidade dos cortes”, que considero profundamente injustos para a os portugueses.
Coisas de Soldado !
Cumprimenta,
terça-feira, 1 de outubro de 2013
DARIA VONTADE DE RIR SE ASSIM NÃO FOSSE
Legítima defesa
Vítimas de roubo que agrediram assaltante absolvidas
O Tribunal de Albergaria-a-Velha absolveu
hoje as três vítimas de um roubo que estavam acusadas de um crime de ofensa à
integridade física, pelas agressões contra o assaltante.
O tribunal não teve dúvidas de que durante a tentativa de assalto a uma
padaria na Branca, em Albergaria-a-Velha, o ladrão foi atingido com murros e
pontapés em várias partes do corpo, mas considerou que os arguidos agiram em
legítima defesa.
Segundo a juíza Joana Amorim, os arguidos "utilizaram os meios necessários" para se defenderem da agressão inicial praticada pelo assaltante, que alvejou o dono do estabelecimento com uma arma de fogo.
A magistrada afirmou ainda ter "muitas dúvidas" quanto à participação da mulher do dono da padaria nas agressões, tendo em conta as contradições nos depoimentos.
Assim, o tribunal absolveu os três arguidos do crime de ofensa à integridade física e julgou improcedente o pedido de indemnização civil deduzido pelo ofendido, que reclamava 15 mil euros.
Nas alegações finais, a procuradora do Ministério Público tinha pedido para os arguidos fossem condenados, alegando que os agiram "por raiva e quiseram fazer justiça pelas próprias mãos".
À saída da sala de audiências, o proprietário do estabelecimento disse que não esperava outra decisão. "Estava mais do que visto, só se não houvesse justiça", afirmou o arguido, adiantando não ter outra maneira de se defender: "Dão-me um tiro e eu ia estar a fazer cócegas? Tinha de me defender".
A mesma opinião tem o advogado de defesa, que disse que, naquelas circunstâncias, os seus clientes "não podiam atuar de outra forma".
"Sujeitar os arguidos a julgamento foi demasiado penoso, mas o resultado final acaba por compensar o trabalho e as dores de cabeça que tiveram", referiu o advogado Vítor Guedes.
O assaltante, que assistiu à leitura da sentença, e o seu advogado saíram do tribunal sem prestar declarações à comunicação social.
O caso ocorreu na noite de 17 de setembro de 2011, quando o assaltante entrou na pastelaria com a cara tapada e ameaçou com uma espingarda de caça o dono do estabelecimento, que acabou por ser baleado na anca, quando ofereceu resistência.
O ladrão, que ainda chegou a dar um segundo tiro acertando num estabelecimento próximo, seria manietado no local pelo dono da pastelaria com a ajuda da mulher e de um genro que vieram em seu socorro, até à chegada da GNR.
Na sequência das agressões, o assaltante perdeu a capacidade de falar durante alguns dias, perdeu acuidade visual e ficou desfigurado, com o nariz torto, necessitando de ser submetido a uma cirurgia para a qual não tem dinheiro.
No passado mês de abril, o assaltante foi condenado pelo tribunal de Albergaria-a-Velha a quatro anos de prisão efetiva, por um crime de roubo qualificado na forma tentada, e ao pagamento de quase 18 mil euros de indemnização.
Segundo a juíza Joana Amorim, os arguidos "utilizaram os meios necessários" para se defenderem da agressão inicial praticada pelo assaltante, que alvejou o dono do estabelecimento com uma arma de fogo.
A magistrada afirmou ainda ter "muitas dúvidas" quanto à participação da mulher do dono da padaria nas agressões, tendo em conta as contradições nos depoimentos.
Assim, o tribunal absolveu os três arguidos do crime de ofensa à integridade física e julgou improcedente o pedido de indemnização civil deduzido pelo ofendido, que reclamava 15 mil euros.
Nas alegações finais, a procuradora do Ministério Público tinha pedido para os arguidos fossem condenados, alegando que os agiram "por raiva e quiseram fazer justiça pelas próprias mãos".
À saída da sala de audiências, o proprietário do estabelecimento disse que não esperava outra decisão. "Estava mais do que visto, só se não houvesse justiça", afirmou o arguido, adiantando não ter outra maneira de se defender: "Dão-me um tiro e eu ia estar a fazer cócegas? Tinha de me defender".
A mesma opinião tem o advogado de defesa, que disse que, naquelas circunstâncias, os seus clientes "não podiam atuar de outra forma".
"Sujeitar os arguidos a julgamento foi demasiado penoso, mas o resultado final acaba por compensar o trabalho e as dores de cabeça que tiveram", referiu o advogado Vítor Guedes.
O assaltante, que assistiu à leitura da sentença, e o seu advogado saíram do tribunal sem prestar declarações à comunicação social.
O caso ocorreu na noite de 17 de setembro de 2011, quando o assaltante entrou na pastelaria com a cara tapada e ameaçou com uma espingarda de caça o dono do estabelecimento, que acabou por ser baleado na anca, quando ofereceu resistência.
O ladrão, que ainda chegou a dar um segundo tiro acertando num estabelecimento próximo, seria manietado no local pelo dono da pastelaria com a ajuda da mulher e de um genro que vieram em seu socorro, até à chegada da GNR.
Na sequência das agressões, o assaltante perdeu a capacidade de falar durante alguns dias, perdeu acuidade visual e ficou desfigurado, com o nariz torto, necessitando de ser submetido a uma cirurgia para a qual não tem dinheiro.
No passado mês de abril, o assaltante foi condenado pelo tribunal de Albergaria-a-Velha a quatro anos de prisão efetiva, por um crime de roubo qualificado na forma tentada, e ao pagamento de quase 18 mil euros de indemnização.
SEIS VERDADES SOBRE AS ELEIÇÕES
Seis verdades sobre as eleições
IN DIÁRIO DE NOTÍCIAS
1. A abstenção foi elevada mas não atingiu os 47,4%
apontados pelos dados oficiais. O censos de 2011 indica que havia então 10
milhões e meio de habitantes em Portugal. Não é possível termos nove milhões e
meio de eleitores, como os cadernos eleitorais apontam, pois há pelo menos dois
milhões de portugueses sem idade para votar (podem confirmar os dados no site
Pordata). A abstenção real de domingo variará entre 39% e 42% dos que realmente
poderiam participar no sufrágio. O coro de lamentações habitual sobre uma crise
nacional de participação política é, assim, factualmente exagerado.
2. O PS não teve a maior vitória de sempre. Ganhou 150 câmaras (contando com a coligação no Funchal) é verdade, mas perdeu 241 mil votos, ou seja, registou, em relação a 2009, menos 11% de cruzinhas nos boletins de votos camarários, manuscritas no quadrado colocado à frente do seu símbolo. Mesmo em Lisboa, na sua maior vitória, perdeu quase sete mil votos.
3. A hecatombe do PSD soma uma perda, contadas as coligações, superior a 560 mil votos e a 26% de eleitorado. O CDS, apesar do contentinho Paulo Portas, deve estar aflito com a perda de 18 400 votos e de 10,8% de eleitorado. O Bloco tem a maior queda percentual de todas: mais de 45 mil pessoas diminuíram 27% ao universo do seu apoio autárquico.
4. Para onde foram aquelas perdas de votos, quem os ganhou? A abstenção terá ficado com 659 mil mas, dado o ponto 1 deste texto, sei lá se isso é verdade!... Os votos brancos e nulos duplicaram e quase chegaram aos 300 mil eleitores. Os independentes conquistaram 122 mil votos e subiram 45%. A CDU é a única formação partidária a melhorar votação mas subiu 13 600 votos e ganhou apenas 2,5%.
5. Os comentários de José Socrates (PS) e Morais Sarmento (PSD) são interessantes e pertinentes. Acho bom a RTP tê-los no ecrã. Não aceito é essas contratações terem transformado o serviço público de televisão num serviço de pensamento único pela televisão. É incrível uma noite eleitoral penalizadora do bloco central ser analisada, apenas, por dois porta-vozes de fações de dois partidos castigados pelo eleitorado. Soa a frete e viola a mais elementar das obrigações do serviço público.
6. As vitórias mais sublinhadas na noite eleitoral foram as de Rui Moreira, António Costa, Bernardino Soares e Paulo Vistas. Um independente apoiado pelo CDS, um PS que quer ser líder, um prestigiado parlamentar do PCP e um adorador do condenado Isaltino Morais. Quem consegue ver coerência e linhas mestras para o futuro do País, pós Passos Coelho, neste panorama tão diverso? Eu, desculpem, não consigo. Devo ser muito limitado.
2. O PS não teve a maior vitória de sempre. Ganhou 150 câmaras (contando com a coligação no Funchal) é verdade, mas perdeu 241 mil votos, ou seja, registou, em relação a 2009, menos 11% de cruzinhas nos boletins de votos camarários, manuscritas no quadrado colocado à frente do seu símbolo. Mesmo em Lisboa, na sua maior vitória, perdeu quase sete mil votos.
3. A hecatombe do PSD soma uma perda, contadas as coligações, superior a 560 mil votos e a 26% de eleitorado. O CDS, apesar do contentinho Paulo Portas, deve estar aflito com a perda de 18 400 votos e de 10,8% de eleitorado. O Bloco tem a maior queda percentual de todas: mais de 45 mil pessoas diminuíram 27% ao universo do seu apoio autárquico.
4. Para onde foram aquelas perdas de votos, quem os ganhou? A abstenção terá ficado com 659 mil mas, dado o ponto 1 deste texto, sei lá se isso é verdade!... Os votos brancos e nulos duplicaram e quase chegaram aos 300 mil eleitores. Os independentes conquistaram 122 mil votos e subiram 45%. A CDU é a única formação partidária a melhorar votação mas subiu 13 600 votos e ganhou apenas 2,5%.
5. Os comentários de José Socrates (PS) e Morais Sarmento (PSD) são interessantes e pertinentes. Acho bom a RTP tê-los no ecrã. Não aceito é essas contratações terem transformado o serviço público de televisão num serviço de pensamento único pela televisão. É incrível uma noite eleitoral penalizadora do bloco central ser analisada, apenas, por dois porta-vozes de fações de dois partidos castigados pelo eleitorado. Soa a frete e viola a mais elementar das obrigações do serviço público.
6. As vitórias mais sublinhadas na noite eleitoral foram as de Rui Moreira, António Costa, Bernardino Soares e Paulo Vistas. Um independente apoiado pelo CDS, um PS que quer ser líder, um prestigiado parlamentar do PCP e um adorador do condenado Isaltino Morais. Quem consegue ver coerência e linhas mestras para o futuro do País, pós Passos Coelho, neste panorama tão diverso? Eu, desculpem, não consigo. Devo ser muito limitado.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS EM PORTUGAL
Um ponto é tudo
E os vencedores são: nós, o PS e o PSD!
Ganhou o PSD, ganhando um candidato a líder, Rui Rio, que ao fazer patinar
Menezes, apoiando Rui Moreira, pôs luzes e sirenes em cima da ambulância com um
magote de derrotados passistas. E ganhou o PS, ganhando um candidato a líder,
António Costa, que obteve uma esmagadora vitória em Lisboa, a contraciclo da
medíocre prestação dos socialistas. Eis o que há para concluir, de nacional, nas
eleições de ontem. Claro que muitas outras coisas foram importantes, mas são de
parabéns à prima. Parabéns a Rui Moreira, que soube interpretar as gentes do
Porto. Parabéns ao PCP pela colheita a sul do Tejo (e pelo gostinho especial de
ver o Bloco sem Salvaterra e órfão de câmaras). Parabéns ao CDS, que meteu
lanças nas ilhas. E parabéns aos madeirenses, em geral. Parabéns a todos e à
prima, são vitórias importantes. Mas, sem desprimor, Portugal é mais importante.
E ontem ele esteve de parabéns. Era governado por um partido dirigido por um
inepto, de quem talvez agora os militantes se deem conta do desmazelo. Ontem, o
Porto mostrou-lhes uma alternativa. À desgraça de ser governado mal, Portugal
juntava o azar de um pretendente a governante igualmente incapaz. Com essa
parelha absurda, o País agonizava. Ontem, além da oferta do Porto para redimir a
direita, Portugal recebeu de Lisboa um socialista, político a sério. São, por
enquanto, duas meras luzes ao fundo do túnel. Se se concretizarem, houve ontem a
mais importante das eleições
OS AVARENTOS DOS PORTUGUESES ESTÃO A DAR CABO DA ECONOMIA
Passos Coelho:
- Os avarentos dos portugueses estão a dar cabo da economia...
O meliante e chefe de meliantes que temos como primeiro ministro, abraçou, de forma cega e fanática (passe a redundância) uma política de brutal austeridade, gabando-se mesmo de ir para além das exigências, já de si criminosas, da troika ocupante.
Assim, destruiu mais de meio milhão de postos de trabalho aumentando para um milhão o número de desempregados, levou à falência milhares de empresas, cortou pensões, vencimentos, apoios sociais, levou ao limiar da pobreza milhares de trabalhadores com emprego e à miséria milhares de desempregados e idosos.
Agora, com o descaramento de provocador a que já nos habituou... vem dizer:
«A crise tem sido mais forte porque as pessoas gastaram menos do que previmos»
Portanto, os culpados da crise, são os malandros dos portugueses que recorrem à “desculpa” de terem muito menos dinheiro, para justificar a atitude “anti-patriótica” de gastarem menos do que aquilo que o senhor primeiro-ministro previa.
Qual o grau de insolente desfaçatez que é preciso ter...
- Os avarentos dos portugueses estão a dar cabo da economia...
O meliante e chefe de meliantes que temos como primeiro ministro, abraçou, de forma cega e fanática (passe a redundância) uma política de brutal austeridade, gabando-se mesmo de ir para além das exigências, já de si criminosas, da troika ocupante.
Assim, destruiu mais de meio milhão de postos de trabalho aumentando para um milhão o número de desempregados, levou à falência milhares de empresas, cortou pensões, vencimentos, apoios sociais, levou ao limiar da pobreza milhares de trabalhadores com emprego e à miséria milhares de desempregados e idosos.
Agora, com o descaramento de provocador a que já nos habituou... vem dizer:
«A crise tem sido mais forte porque as pessoas gastaram menos do que previmos»
Portanto, os culpados da crise, são os malandros dos portugueses que recorrem à “desculpa” de terem muito menos dinheiro, para justificar a atitude “anti-patriótica” de gastarem menos do que aquilo que o senhor primeiro-ministro previa.
Qual o grau de insolente desfaçatez que é preciso ter...
para bolçar uma tal canalhice pela boca fora?
A SUVENÇÃO VITALÍCIA DOS POLÍTICOS PORTUGUESES DUPLICA AOS 60 ANOS
SABIA QUE OS POLÍTICOS DUPLICAM O VALOR DA SUA REFORMA AOS 60 ANOS?
PODEM REFORMAR-SE MUITO CEDO, E AOS 60 ANOS DUPLICAM... SÃO GENIAIS
ESTES RATOS QUE NOS GOVERNAM....
SUBVENÇÃO VITALÍCIA, DOS POLÍTICOS, DUPLICA AOS 60 ANOS.
"Lei prevê aumento de 100% no valor da subvenção vitalícia, quando o
político beneficiado chegar aos 60 anos."
fonte
ARTIGO COMPLETO:
http://apodrecetuga.blogspot.com/2011/10/subvencao-vitalicia-duplica-aos-60-anos.html#ixzz2VMXRyiPI
PASSOS COELHO, A TARTARUGA EM CIMA DO POSTE
Esta é uma adaptação de que desconheço o autor, mas esta tartaruga, nem que a amestrassem chegava lá acima sozinha!...
A TARTARUGA EM CIMA DO POSTE
Enquanto suturava um ferimento na mão de um velhinho,
cortada por um caco de vidro indevidamente atirado ao lixo, o médico e
o paciente, começaram a conversar sobre o país, o governo e,
fatalmente, sobre o Passos Coelho.
O bom velhinho disse: "Bom, o senhor sabe... o Passos Coelho é como
uma tartaruga em cima dum poste...".
Sem saber o que o velhinho quis dizer, o médico perguntou o que
significava uma tartaruga em cima dum poste.
E o velhinho respondeu:
É quando o senhor vai indo por uma estradinha, vê um poste e lá em
cima está uma tartaruga a tentar equilibrar-se.
Isso é uma tartaruga num poste".
Diante da cara de interrogação do médico, o velho acrescentou:
Você não entende como ela chegou lá;
Você nem quer acreditar que ela esteja lá;
Você sabe que ela não subiu para lá sozinha;
Você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá;
Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá;
Você não entende porque a colocaram lá;
Então tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá, e
providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima
não é definitivamente o lugar dela.”
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
QUEM SÃO OS CÚMPLICES DO CAVAQUISTA OLIVEIRA E COSTA NO PODER?
Julgamento de Duarte Lima
PSP não consegue notificar Oliveira e Costa para depor

Fotografia © Rodrigo Cabrita/Global Imagens
A PSP, a quem as Varas Criminais de Lisboa
pediram há semanas ajuda para notificar o ex-presidente do BPN Oliveira e Costa,
informou o tribunal que não o conseguiu fazer na morada indicada, revelou hoje à
Lusa fonte judicial.
Na sessão de julgamento de dia 17 de Setembro, o coletivo de juízes que está
a julgar o "caso Homeland/Duarte Lima", foi informado de que o tribunal não
havia conseguido notificar, por carta, Oliveira Costa, para depor como
testemunha no julgamento que tem Duarte Lima como arguido, pelo que foi
solicitado à PSP que o tentasse fazer pessoalmente.
Oliveira Costa, banqueiro e fundador do BPN, é arguido no julgamento do caso BPN, que decorre no Tribunal Criminal de Lisboa, mas foi dispensado de estar presente nas audiências, por motivos de saúde. Como o julgamento decorre há muito tempo, as medidas de coação extinguiram-se, com exceção do Termo de Identidade e Residência (TIR), e o tribunal viu-se obrigado a devolver-lhe o passaporte e a levantar a interdição de se ausentar para o estrangeiro.
Fonte daquele tribunal confirmou à Lusa que o próprio Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) pediu, por ofício, a confirmação do levantamento daquelas medidas de coação, porque, entretanto, Oliveira e Costa havia pedido a revalidação do passaporte, que lhe permitiria viajar para o estrangeiro.
Agora, perante a incapacidade da PSP em notificar Oliveira e Costa, o procurador do julgamento do caso Homeland, José Niza, requereu já à Vara Criminal que está a julgar o caso BPN que esclareça se Oliveira e Costa "ainda tem a mesma morada", tanto mais que qualquer arguido mantém sempre o Termo de Identidade e Residência (TIR), medida que obriga a comunicar ao tribunal qualquer alteração de morada ou residência.
A fonte admitiu que, neste momento, e apesar de Oliveira e Costa ser obrigado a comunicar qualquer alteração de morada, o tribunal não sabe, em rigor, se o antigo presidente do BPN está, ou não, em território nacional.
A 7.ª Vara Criminal de Lisboa, que realiza sexta-feira mais uma sessão de julgamento do caso Homeland/Duarte Lima, pretende ouvir Oliveira e Costa como testemunha de acusação naquele processo relacionado com a aquisição de terrenos em Oeiras, através de um financiamento global de 50 milhões por parte do BPN.
Segundo o depoimento de uma testemunha que já falou em julgamento, o financiamento dos 50 milhões de euros foi autorizado com uma única assinatura - a de José Oliveira Costa, fundador, presidente e figura máxima do BPN.
Duarte Lima é suspeito de beneficiar de créditos no valor de vários milhões de euros, obtidos com garantias bancárias de baixo valor, que permitiram adquirir terrenos no concelho de Oeiras, nas imediações da projectada sede do Instituto Português de Oncologia (IPO).
O projecto da sede do IPO no concelho de Oeiras não avançou e o crédito pedido ao BPN ficou por liquidar
Oliveira Costa, banqueiro e fundador do BPN, é arguido no julgamento do caso BPN, que decorre no Tribunal Criminal de Lisboa, mas foi dispensado de estar presente nas audiências, por motivos de saúde. Como o julgamento decorre há muito tempo, as medidas de coação extinguiram-se, com exceção do Termo de Identidade e Residência (TIR), e o tribunal viu-se obrigado a devolver-lhe o passaporte e a levantar a interdição de se ausentar para o estrangeiro.
Fonte daquele tribunal confirmou à Lusa que o próprio Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) pediu, por ofício, a confirmação do levantamento daquelas medidas de coação, porque, entretanto, Oliveira e Costa havia pedido a revalidação do passaporte, que lhe permitiria viajar para o estrangeiro.
Agora, perante a incapacidade da PSP em notificar Oliveira e Costa, o procurador do julgamento do caso Homeland, José Niza, requereu já à Vara Criminal que está a julgar o caso BPN que esclareça se Oliveira e Costa "ainda tem a mesma morada", tanto mais que qualquer arguido mantém sempre o Termo de Identidade e Residência (TIR), medida que obriga a comunicar ao tribunal qualquer alteração de morada ou residência.
A fonte admitiu que, neste momento, e apesar de Oliveira e Costa ser obrigado a comunicar qualquer alteração de morada, o tribunal não sabe, em rigor, se o antigo presidente do BPN está, ou não, em território nacional.
A 7.ª Vara Criminal de Lisboa, que realiza sexta-feira mais uma sessão de julgamento do caso Homeland/Duarte Lima, pretende ouvir Oliveira e Costa como testemunha de acusação naquele processo relacionado com a aquisição de terrenos em Oeiras, através de um financiamento global de 50 milhões por parte do BPN.
Segundo o depoimento de uma testemunha que já falou em julgamento, o financiamento dos 50 milhões de euros foi autorizado com uma única assinatura - a de José Oliveira Costa, fundador, presidente e figura máxima do BPN.
Duarte Lima é suspeito de beneficiar de créditos no valor de vários milhões de euros, obtidos com garantias bancárias de baixo valor, que permitiram adquirir terrenos no concelho de Oeiras, nas imediações da projectada sede do Instituto Português de Oncologia (IPO).
O projecto da sede do IPO no concelho de Oeiras não avançou e o crédito pedido ao BPN ficou por liquidar
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
ACORDA, POVO!
OS FATOS HISTÓRICOS ESTÃO REGISTADOS !!!
Sabem que, na bancarrota do final do Século XIX que se seguiu ao ultimato Inglês de 1890, foram tomadas algumas medidas de redução das despesas que ainda não vi, nesta conjuntura, e que passo a citar:
A Casa Real reduziu as suas despesas em 20%; não vi a Presidência da República fazer algo de semelhante.
Os Deputados ficaram sem vencimentos e tinham apenas direito a utilizar gratuitamente os transportes públicos do Estado (na época comboios e navios); também não vi ainda nada de semelhante na actual conjuntura nem nas anteriores do Século XX.
SEM COMENTÁRIOS.
Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul.
Governo Português:
3 Governos (continente e ilhas)
333 deputados (continente e ilhas)
308 câmaras
4259 freguesias
1770 vereadores
30.000 carros
40.000(?) Fundações, Observatórios e Associações
500 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos
Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados "per capita" equivalentes à Alemanha, teria de reduzir o seu número em mais de 50%
O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS!
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTANEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS. ISTO É ABOMINÁVEL!
ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS.
AULA DE DIREITO
Aula de Direito
Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na
sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava
sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o
desagradável professor.
Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente,
recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estávamos assustados e
indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados, porém pouco a pouco começamos a responder à sua
pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salva guardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal, porém... respondam a esta pergunta: - agi correctamente
ao expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguém fez nada a respeito?
Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para
praticá-las?
- Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma
injustiça. Todos.
Não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não
se negocia.
"O PREÇO A PAGAR PELA TUA NÃO PARTICIPAÇÃO NA POLÍTICA É SERES GOVERNADO POR
QUEM É INFERIOR".- PLATÃO (C. 428 - 347 A.C.)
O PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL É UM GOLPISTA DE ESTADO
MAIS SITUAÇÕES ADJECTIVANTES PARA QUÊ?
ESTAREMOS AMARRADOS A ESTES TRASTES DO "ARCO" ENQUANTO NÃO NOS LIVRARMOS
DELES. E A AMARRAÇÃO É DITATORIAL.
* *
*No domingo, dia 1 de Setembro, Passos Coelho "entusiasmou-se"
perante a plateia de laranjinhas que o escutava, no encerramento da
Universidade de Verão do PSD, e saiu-se com esta pérola da mais rasteira
demagogia:*
*"Já alguém se lembrou de perguntar aos 900 mil desempregados de que lhes
serviu até hoje a Constituição?"*
*A jornalista Ana Sá Lopes respondeu-lhe deste modo desassombrado no jornal
"i":*
*Pergunte-se aos desempregados*
*
* *Por Ana Sá Lopes, jornal “i”, 2 Set ‘13*
*O primeiro-ministro comportou-se ontem [01 Set ‘13] como um golpista de
Estado*
*
* *Já alguém se lembrou em Portugal de perguntar aos mais de 900 mil
desempregados de que lhes valeu até hoje a Assembleia da República? De que
lhes valeu Assunção Esteves? E o 25 de Abril? De que lhes valeu o deputado
Luís Montenegro? Ou o deputado Luís Menezes? Ou o deputado xpto? Já alguém
se lembrou de lhes perguntar de que lhes valeu o governo? E de que lhes
valeu Pedro, Paulo, Maria Luís Albuquerque, os outros e respectivos
assessores? De que lhes valeu a existência de todos os ministros e
secretários de Estado? De que lhes vale, aos 900 mil, a existência de
câmaras e de presidentes de câmara? E de juntas de freguesia? E dos
embaixadores e secretários de embaixada?*
*
* *Já alguém se lembrou, em Portugal, de perguntar aos 900 mil de que lhes
valeu a democracia? A União Europeia? As viagens dos governantes a
Bruxelas? As viagens dos membros do governo às organizações não sei o quê
bilaterais? E de que lhes valeu o Tribunal de Contas? As eleições livres e
justas? A tropa? A Cinemateca? O Teatro Nacional? O Palácio de São Bento?
Os almoços de Estado? Os almoços que não são de Estado pagos pelo erário
público?*
*
* *Já alguém se lembrou de perguntar aos desempregados de que lhes valeu o
Presidente da República, que jurou defender a Constituição? E a Câmara
Municipal de Ponta Delgada? E as autonomias regionais? E o direito de voto
a partir dos 18 anos? E o direito à não discriminação em função da raça e
do sexo? E a separação de poderes?*
*
* *Já alguém se lembrou de perguntar aos 900 mil desempregados de que lhes
valeu ter eleito um taxista como primeiro-ministro, sem ofensa para os
taxistas? De que lhes valeu a existência da JSD e das universidades de
Verão, um excelente centro de recrutamento para um futuro emprego no
palácio de São Bento sem grandes aborrecimentos?*
*
* *O primeiro-ministro comportou-se ontem como um golpista de Estado, no
mais demagógico ataque feito por algum titular de órgão de soberania contra
a Constituição que está obrigado a cumprir - e contra o Presidente da
República, que jurou cumpri-la, que desencadeou a avaliação preventiva da
lei dos despedimentos da função pública.*
*
* *É preciso lembrar ao primeiro-ministro que "o Estado subordina-se à
Constituição e funda-se na legalidade democrática" e que "a validade das
leis e dos demais actos do Estado (...) depende da sua conformidade com a
Constituição". O resto é uma fantasia de golpe de Estado típica de qualquer
república das bananas.*
ESTAREMOS AMARRADOS A ESTES TRASTES DO "ARCO" ENQUANTO NÃO NOS LIVRARMOS
DELES. E A AMARRAÇÃO É DITATORIAL.
* *
*No domingo, dia 1 de Setembro, Passos Coelho "entusiasmou-se"
perante a plateia de laranjinhas que o escutava, no encerramento da
Universidade de Verão do PSD, e saiu-se com esta pérola da mais rasteira
demagogia:*
*"Já alguém se lembrou de perguntar aos 900 mil desempregados de que lhes
serviu até hoje a Constituição?"*
*A jornalista Ana Sá Lopes respondeu-lhe deste modo desassombrado no jornal
"i":*
*Pergunte-se aos desempregados*
*
* *Por Ana Sá Lopes, jornal “i”, 2 Set ‘13*
*O primeiro-ministro comportou-se ontem [01 Set ‘13] como um golpista de
Estado*
*
* *Já alguém se lembrou em Portugal de perguntar aos mais de 900 mil
desempregados de que lhes valeu até hoje a Assembleia da República? De que
lhes valeu Assunção Esteves? E o 25 de Abril? De que lhes valeu o deputado
Luís Montenegro? Ou o deputado Luís Menezes? Ou o deputado xpto? Já alguém
se lembrou de lhes perguntar de que lhes valeu o governo? E de que lhes
valeu Pedro, Paulo, Maria Luís Albuquerque, os outros e respectivos
assessores? De que lhes valeu a existência de todos os ministros e
secretários de Estado? De que lhes vale, aos 900 mil, a existência de
câmaras e de presidentes de câmara? E de juntas de freguesia? E dos
embaixadores e secretários de embaixada?*
*
* *Já alguém se lembrou, em Portugal, de perguntar aos 900 mil de que lhes
valeu a democracia? A União Europeia? As viagens dos governantes a
Bruxelas? As viagens dos membros do governo às organizações não sei o quê
bilaterais? E de que lhes valeu o Tribunal de Contas? As eleições livres e
justas? A tropa? A Cinemateca? O Teatro Nacional? O Palácio de São Bento?
Os almoços de Estado? Os almoços que não são de Estado pagos pelo erário
público?*
*
* *Já alguém se lembrou de perguntar aos desempregados de que lhes valeu o
Presidente da República, que jurou defender a Constituição? E a Câmara
Municipal de Ponta Delgada? E as autonomias regionais? E o direito de voto
a partir dos 18 anos? E o direito à não discriminação em função da raça e
do sexo? E a separação de poderes?*
*
* *Já alguém se lembrou de perguntar aos 900 mil desempregados de que lhes
valeu ter eleito um taxista como primeiro-ministro, sem ofensa para os
taxistas? De que lhes valeu a existência da JSD e das universidades de
Verão, um excelente centro de recrutamento para um futuro emprego no
palácio de São Bento sem grandes aborrecimentos?*
*
* *O primeiro-ministro comportou-se ontem como um golpista de Estado, no
mais demagógico ataque feito por algum titular de órgão de soberania contra
a Constituição que está obrigado a cumprir - e contra o Presidente da
República, que jurou cumpri-la, que desencadeou a avaliação preventiva da
lei dos despedimentos da função pública.*
*
* *É preciso lembrar ao primeiro-ministro que "o Estado subordina-se à
Constituição e funda-se na legalidade democrática" e que "a validade das
leis e dos demais actos do Estado (...) depende da sua conformidade com a
Constituição". O resto é uma fantasia de golpe de Estado típica de qualquer
república das bananas.*
OS GATUNOS QUE NOS GOVERNAM
O 'caso' ATLÂNTIDA e aquilo que a nossa imprensa não nos conta...
COM GESTORES DESTES NÃO OS QUERIA DE GRAÇA NUMA EMPRESA MINHA E NEM OS DEIXAVA PASSAR JUNTO DA PORTA PARA NÃO CONTAMINAREM OS OUTROS.
CAMBADA DE GATUNOS
DIZ O SR. GENERAL ...
"...CORJA QUE TEM "DESGOVERNADO" E ROUBADO ESTE DESGRAÇADO PAIS!!!"
Informação aos montes sobre os crimes financeiros levados a cabo, impunemente, pela corja que tem "desgovernado" e roubado este desgraçado país !!
Caros Amigos Falta aqui uma que soube na passada semana: Será melhor sentarem-se para não cairem de costas !!! Já ouviram falar do famoso "ferry" que foi fabricado nos estaleiros de Viana do Castelo para fazer a interligação das ilhas dos Açores, e que o Governo(?) do Sr César & Cª Lda, rejeitou porque, em vez de dar 20Knots de velocidade, só dava 18,5Knots (?!). Ora a princípio projectou-se um "ferry" para transportar uns 12 carros e dois camiões e 80 passageiros, que é o normal para estas viagens inter-ilhas de rotina.
Eis quando um "expert" da política, com grande visão, lembrou que uma vez por ano há as Festas do Senhor Santo Cristo e, nesse dia, com a vinda dos emigrantes, a lotação poderá subir para 600 passageiros. Aí decide-se fazer um navio para 700 lugares para dar 20 knots de velocidade, com uma dada quota de casco!!
Acontece que, depois do desenho "final", o Governo do Sr César mandou introduzir algumas alterações (estilo camarotes de luxo que, quem já fez cruzeiros, ficou de boca aberta !!!) e isso criou mais peso em relação ao projecto inicial e afundou o casco mais uns centimetros, retirando obviamente velocidade !!! Em resumo: Este "famoso" navio está no Alfeite e a sua manutenção (para que não apodreça) custa a todos nós €400.000/mês!!!!
O Governo dos Açores (por votação da AR, onde estava a Senhora Secretária de Estado da Defesa, que agora tem este tabuleiro quente nas mãos!!!) rejeitou o navio porque em vez de 20 Knots, só dá 18,5Knots, mas foi alugar "ferry" um que só dá 14Knots (ah! ah! ah! ah!) e custa a todos nós uns milhões de Euros/ano (disseram-me o valor mas nem quis acreditar, nem quero dizer!!!!);
E esta gente continua à solta? O Senhor Presidente da República não sabe disto? Será que isto não é razão para declarar o Estado de Sítio até se arrumar a casa destes casos vergonhosos e até que a economia cresça a 3% e formar um Governo de iniciativa Presidencial para este objectivo e para o de reformar o Estado ?
Leiam e "consolem-se"...que eu já não tenho paciência !!!!
Um abraço
General José Armando Vizela Cardoso
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O PLANO DOS ESTADOS UNIDOS PARA O MÉDIO ORIENTE
General 4* Wesley Clark - O plano dos E.U.A.
Narra as causas do pretenso ataque à Síria e às guerras já perpetradas.
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Em 2003, o ex-comandante da OTAN, Wesley Clark, responsável pela frente militar que atuou na Guerra da Bósnia em 1999, já citava a Síria como alvo potencial do governo americano.
Mas em 2007 é que ele deixou claro qual era o verdadeiro plano dos E.U.A. para o Oriente Médio, cuidadosamente arquitetado para desestabilizar a região.
Assista este vídeo de apenas 3 minutos que explica bem o verdadeiro sentido destas últimas guerras (e da que se pretende implementar):
Assista este vídeo de apenas 3 minutos que explica bem o verdadeiro sentido destas últimas guerras (e da que se pretende implementar):
O Líbano ainda respira os reflexos de sua última guerra e atualmente o Sudão está em ruínas, com a divisão do país em Sudão e Sudão do Sul, com forte aspecto religioso como fonte da crise.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
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