terça-feira, 26 de janeiro de 2010


Dearly Beloved.
We would like to invite you to the first exhilarating Ozlem extravaganza.This Wednesday, the 27th of January, at 6pm, a portal will be opened.
:

Sara Nunes FernandesBen Hunt& Mellanie Freshness

...will be indulging us with a splendid array of performative distractions throughout the event

On the wall

Matthew De PulfordRachel HorwoodSam ThompsonNoa KurzweilEduardolor & Zaquisha Jones

Have been commissioned to interpret, reproduce and replace the paintings already hanging in the restaurant.

Julian EmensJulius LadwigJihoi LeeLior Shamriz& Imri Khan

will be contributing pieces of exquisite cinematic video pleasure

Aaron Tan& Philip Lai

Have been commissioned to show pieces in 3D and 7D.

Now.
let us introduce you to Ozlem,
http://willeatformoney.blogspot.com/2009/12/ozlem-dalston.html
...since you are now acquainted, we recommend the Turkish Pizza (Lahmacun) with an Efes Beer. Both 1.50/2 pounds respectively.
Don't have dinner before the show, have your dinner at the show! Please consider Lahmacun, beer, or anything from the menu a kind donation to the generous management of Ozlem, who have very gracefully offered to host us in their magnificent restaurant. You will not regret it, without a doubt, its some of the best food in town.
27/01/01, 6 - 10pm, Ozlem, Ocakbasi Restaurant, Dalston.
85 Stoke Newington Road, on the corner of Prince George Road, Hackney
An invitation is attached
Eternally Yours
Naama & Jack

domingo, 24 de janeiro de 2010

Provérbio Árabe


A simplicidade é um tesouro infinito. Se não podes ter o que queres, contenta-te com o que tens.

Ves como te gusta la Opera?

Un día cualquiera de mercado la música empieza a sonar. Fragmentos de la Traviata de Verdi interpretados en pleno Mercado Central de Valencia, entre los puestos de frutas y verduras. Los rostros de los compradores, asombrados ante la magia del arte, hacen que recuperemos la confianza en el buen gusto. El gusto por la buena fruta, la verdura, el champán, la música y la vida. Pincha el enlace y sube el volumen de los altavoces. Es digno de ver.

http://www.youtube.com/atenordelaopera

SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

Como talvez já seja do conhecimento de todos vós, a partir de Julho de 2009 é permitido a qualquer Cidadão acompanhar os seus Pais, Filhos, Familiares e Amigos dentro dos Hospitais, mais precisamente nos Serviços de Urgência do Serviço Nacional de Saúde, conforme consta no Diário da República nº.: 134 - 1ª. Série de 14 de Julho de 2009 (De.Lei nº.: 33) ver anexo. Contudo,existem Seguranças à porta de diversas Urgências dos Hospitais deste País, que continuam a Barrar o acesso aos Familiares de Doentes que entram nas Urgências o que não pode acontecer...por isso, se possível andam sempre com cópia deste Dec. de Lei na sua carteira. Assim todos nós, ficamos a saber que ninguém, ficará abandonado numa Maca de um qualquer Hospital deste País e/ou num qualquer Corredor de Hospital, sem a devida assistência.

Sintomas provocados por carência de alimentos

1. DIFICULDADE DE PERDER PESOO QUE ESTÁ FALTANDO: ácidos graxos essenciais e vitaminas. ONDE OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão, além de suplementos específicos.
2. RETENÇÃO DE LÍQUIDOSO QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade, trata-se de um desequilíbrio entre potássio, fósforo e sódio.ONDE OBTER: água de côco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, nozes e acelga.
3. COMPULSÃO A DOCESO QUE ESTÁ FALTANDO: cromo.ONDE OBTER: cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre e cenoura.
4. CÂIMBRA, DOR DE CABEÇAO QUE ESTÁ FALTANDO: potássio e magnésio.ONDE OBTER: banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja e água.
5. DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINALO QUE ESTÁ FALTANDO: lactobacilos vivos.ONDE OBTER: coalhada, iogurtes e similares.
6. MEMÓRIA RUIMO QUE ESTÁ FALTANDO: acetil colina, inositol.ONDE OBTER: lecitina de soja e gema de ovo.
7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE)O QUE ESTÁ FALTANDO: iodo.ONDE OBTER: algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi, peixes de água salgada e sal marinho.
8. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACASO QUE ESTÁ FALTANDO: colágeno.ONDE OBTER: peixes, ovos, carnes magras e gelatina.
9. COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOSO QUE ESTÁ FALTANDO: Ômega 3 e 6.ONDE OBTER: sardinha, salmão, abacate, azeite
10. DEPRESSÃO, ANGÚSTIA, DESÂNIMO, TRISTEZA, RAIVAO QUE ESTÁ FALTANDO: Dinheiro, meu filho. Dinheiro!ONDE OBTER: Se você descobrir, me avise.

Livro conta estórias de Cabo Verde às crianças

A avó Dédé vive no Casal da Boba, Amadora, e tem muitas estórias para contar. Estas estórias de Cabo Verde são o ponto de partida para uma aventura emocionante, que mistura diferentes culturas. Contendo um glossário de crioulo cabo-verdiano e fichas de actividades, o livro Peripécias em Cabo Verde, de Evelinda Ferreira, é o 2º da colecção Quando eu for grande... e será apresentado pelo Professor Luís Nandim de Carvalho dia 26, às 18h, na KidZania. Algumas das presenças confirmadas (lista completa em anexo):Maria de Jesus Barroso, Dalila Araújo, Dulce Rocha, Maria de Belém, Celeste Correia, Teresa Caeiro, Arnaldo Andrade, José Marcos Barrica, Miguel Mkaima, José Povoeiro, Joaquim Raposo. Para pedido de exemplares, imagens de capa ou qualquer outra questão,não hesite em contactar-me. Cumprimentos,Tânia Raposo

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Direito à indignação

José E. Moniz, in “CORREIO DA MANHÔ
"Direito à indignação"

Uma mulher, à volta dos setenta anos, espreita os jornais e comenta para outra, mais nova, seguramente sua filha:
– “E lá conseguiram arquivar mais um processo contra o homem...” Responde a mais nova: – 'Quero lá saber...' – 'Como assim filha? O homem é primeiro-ministro. Só anda metido em confusões e toda a gente lhe põe a mão por baixo. Estas investigações das escutas tinham de ir dar a qualquer lado. Arquivem, mas investiguem primeiro. Ao menos isso.' – 'Sabe uma coisa mãe? Não quero mesmo saber nada disso. Está sempre tudo feito. Vocês é que têm culpa, que o elegeram. Eu não...'

Diálogo de fim da manhã, num sábado coberto de chuva, ouvido, indiscretamente, na caixa de um posto de abastecimento de combustível. Duas mulheres, de gerações diferentes, abordando, de forma apressada, o caso mais relevante da actualidade. A mulher mais velha lá acabou por se afastar, com ar conformado, mas não convencido, enquanto a mais nova repetia que não se sentia responsável por nada, dando a entender que não havia votado nas últimas eleições legislativas. Perdoem-me a reprodução desta escuta não autorizada, mas penso que ela não está abrangida pelo segredo de justiça, nem carece do aval do presidente do Supremo e, muito menos, de despacho do procurador--geral.
Citei-a apenas porque ela me parece representar o essencial daquilo que é o sentimento do cidadão comum perante os casos de justiça envolvendo personalidades com alguma relevância na vida pública portuguesa. Escândalos que, pela sua natureza, ganham enorme eco em toda a Comunicação Social, mas que vêem a sua repercussão ampliada, por causa da teia de malabarismos político-jurídicos que ardilosa e empenhadamente os tentam lançar para as catacumbas do esquecimento.
Foi o dr. Mário Soares que, um dia, falou no 'direito à indignação'. A recuperação desse direito, nesta altura, afigura-se-me apropriada, dado que em causa estão questões que se revestem de enorme gravidade e importância. Assisto com perplexidade ao desfile de atitudes e argumentos que estão a enrodilhar a Justiça em Portugal, desacreditando-a aos olhos de todos e desprestigiando os seus agentes, que deveriam ser referenciais de respeitabilidade e de confiança, baluartes essenciais de uma democracia sã e estabilizada, apta a resistir a atropelos e indiferente a privilégios.
Presenciando o filme ‘Face Oculta’, que, há algumas semanas, se encontra em exibição em todas as casas portuguesas, fico surpreendido (apesar da experiência emprestada pela idade) com a forma como actos processuais são encarados, como se ajustam procedimentos e decisões a timings eleitorais, como a Justiça e a Política se embrulham de modo pouco transparente. É à custa de situações como esta que o País cada vez menos acredita na sua Justiça, interiorizando que há tratamentos diferentes consoante se faz parte do lote de ‘poderosos’ ou não. Uma Justiça em dois patamares ou a dois tempos, conforme os intervenientes. Não sou jurista e, por isso, não me vou enredar na teia de argumentações que, mais do que esclarecer, confundem o cidadão, bombardeado, nos últimos dias, com opiniões, as mais desencontradas, sobre a sustentabilidade, ou falta dela, de actos das mais altas instâncias da Justiça portuguesa.
Muito menos me vou pronunciar, nesta altura, sobre a ousadia espelhada em declarações de políticos que querem, novamente, mudar a lei do segredo de justiça, depois de nela terem mexido há apenas dois anos, como se o País fosse uma coutada em que as leis se fazem e desfazem ao sabor de casos individuais e conveniências correspondentes. A falta de vergonha, neste caso, revela-se tão flagrante que só se o País estivesse completamente inerte uma tal coisa poderia acontecer.
Apesar de o País se parecer, cada vez mais, com um enorme lamaçal, creio que a indiferença dos cidadãos tem limites. A verdade é que Portugal enfrenta uma crise gravíssima, das mais graves da sua História, com a economia de rastos, o desemprego a níveis altíssimos (seguramente no próximo ano bem acima dos dez por cento) e o défice a atingir proporções astronómicas. Caminhamos alegremente para a bancarrota, com o governador do Banco de Portugal a dizer que um aumento de impostos se tornou inevitável e o ministro das Finanças a negar terminantemente tal possibilidade, como se amanhã fossemos novamente ter eleições e, portanto, a campanha eleitoral estivesse em pleno andamento. Claramente o que se passa é que o Governo está sem soluções e navega à vista. O primeiro-ministro, sempre tão seguro das suas convicções e determinado na acção, não tem remédios para aplicar. Está sem soluções e, mais grave, está com a sua credibilidade profundamente abalada. Este caso das escutas do dito ‘Face Oculta’, a juntar a situações que tantas dúvidas têm deixado por esclarecer, como o Freeport, a Cova da Beira, os projectos das casas da Covilhã e o diploma da licenciatura, por exemplo, enfraquecem-no a todos os níveis, diminuindo a sua autoridade e reduzindo a sua margem de manobra aos olhos de todos. São assuntos a mais para a nebulosidade que se abateu sobre ele. Para o vulgar cidadão a sensação que fica é a de que alguma coisa se quer ocultar. Não há nada pior para um primeiro-ministro, que precisa de ter a confiança do País, do que viver envolto numa nuvem de interrogações sobre a sua idoneidade e o seu próprio carácter. Independentemente do que o presidente do Supremo Tribunal possa decidir ou o procurador-geral da República despachar, o País precisa de perceber, de uma vez por todas, o que há de tão extraordinário nas gravações que reproduzem as escutas a Armando Vara que levou dois magistrados de Aveiro, independentes entre si, a considerarem a hipótese da existência de matéria criminal em afirmações do chefe do governo. Não sou adepto da devassa da vida das pessoas, como se vivêssemos num mundo bigbrotheriano, mas já se tornou claro que nos encontramos perante um caso sério em que a honestidade do primeiro-ministro constitui tema de falatório generalizado. O rastilho foi ateado e a maneira como os mais destacados agentes da Justiça actuaram lançou-lhe gasolina para cima. Incompetência, falta de jeito ou o que lhe quiserem chamar, isso agora interessa pouco. O que é facto é que o primeiro-ministro, com as suspeitas levantadas em relação a si, deveria ser o mais interessado em ver tudo esclarecido. Frontal e abertamente, em abono do seu nome e do seu carácter, sem se refugiar no formalismo de dispositivos jurídicos. Num outro país qualquer, em que a democracia não viva atolada em compadrios e em que todos os cidadãos sejam, afinal, iguais perante a lei, muito provavelmente, estaria em curso um processo de averiguações conducente ao apuramento da verdade. Quem não se recorda do que aconteceu a Richard Nixon, por sinal, também a partir de umas escutas que se revelaram fatais para ele? Quem não se recorda do que aconteceu com Bill Clinton, apesar da hipocrisia que esteve por detrás do inquérito que se viu obrigado a enfrentar? Quem não se recorda do caso de um governador de Estado, nos EUA, afastado recentemente do cargo? Por muito que possa ser criticada, a democracia americana está longe de ser frágil. Só se fortalece com as dinâmicas que gera e com a transparência na fiscalização dos actos e comportamentos dos agentes políticos que o povo elege. Não vejo, por isso, o que se perderia se, em Portugal, se adoptassem corajosamente práticas semelhantes. Todos ficaríamos a ganhar. A democracia conquistaria, certamente, outra solidez e maturidade. A relação entre eleitores e eleitos seria mais genuína e confiante. Talvez até se conseguisse que os cidadãos não se demitissem da democracia. Como a filha daquela senhora que mencionei no início deste texto, que nem se deu ao trabalho de ir votar...
José Eduardo Moniz,
Ex-Director-Geral da TVI
Cumprimentos
Luiz Pinto

Convite José Carlos Teixeira


Artigo da VISÃO - Fantástico!!!


(P.f.Clicar para aumentar)

ESCÂNDALO!..

ESCÂNDALO!.. MAIS UM!!!
INÊS DE MEDEIROS, SIM AQUELA QUE É FILHA DO VITORINO DE ALMEIDA,
É AGORA DEPUTADA PELO CIRCULO DE LISBOA DO P.S.
CONTUDO, ELA TEM A RESIDÊNCIA EM PARIS
ASSIM SENDO, RECBE DIÁRIAMENTE DA ASS. DA REPÚBLICA 528€ DE AJUDAS DE CUSTODIÁRIOS, PARA ALEM DE VIAGEM PAGA A PARIS IDA E VOLTA AOS FINS DE SEMANA.
REPAREMOS COMO É POSSÍVEL SE ACEITAR ISTO!
Alguém votou para que tais escândalos existam ... depois queixam-se!!!!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

COMEÇAR O ANO A DIZER MAL DOS MAUS POLÍTICOS PODE SER BOA TERAPIA PARA COMBATER A CRISE

(Texto retirado de um comentário do blogue "O Mundo da Verdade")

O CAMALEÃO

Há algum tempo que leio o seu blogue. Acho-o interessante. Contudo, nunca me atrevi a entrar nele. Hoje decidi-me.
A sua arriscada viagem a Moçambique já lá vai. Vejo, porém, que não desiste do perigo. Teima, agora, em privar com o Alberto João da Madeira. Aflige-me vê-lo em tão má companhia. Aliás, ultimamente, anda muito imprudente. Conviveu com leões, hipopótamos, antílopes, rinocerontes, na Gorongosa, vai espreitar o grande predador da Madeira e não enxerga um miserável camaleão.
Acredite, meu amigo, pior que os Reis de todas as Selvas só o “leão da terra”, termo grego para o camaleão.
Claro que este lagarto não mata com a violência dos incisivos, com a cupidez das manápulas corruptas, contenta-se em violentar as presas com a falsidade do seu comportamento. A sua técnica é a astúcia, a volubilidade, a camuflagem. O camaleão é um VALENTE mentiroso e sublinho VALENTE porque a todos consegue enganar. Senão vejamos.
Usa o mimetismo da cor, a língua longa, rápida e pegajosa para agarrar os incautos. Não urra e por isso ninguém dá por ele. Vem subtilmente como os traidores, a cauda preênsil equilibrando-lhe os movimentos lentos, os olhos calculando o momento da refeição, para devorar as vítimas.
O camaleão nem as fêmeas conhece, é um solitário que apenas no acasalamento desce do pedestal a que se julga com direito. Agressivo com os da sua espécie, nem os filhos conhece no momento da partilha.
Politicamente, não se sabe se o camaleão é de esquerda ou direita. Ontem foi Verde, hoje é Vermelho, mas amanhã, consoante a oportunidade, pode ser Rosa, Laranja e até Azul. Há exemplos de camaleões que chegaram a vestir as Camisas Castanhas de Hitler e as Camisas Negras de Mossulini.
Em África, na Gorongosa, os camaleões são afastados do caminho pelas maldições que podem trazer à tribo, na Amazónia, alguns índios comem-nos.
Agora, não se deixe comer por este sáurio.
Assina: o Makwa da Gorongosa

Terramoto no Haiti


Médicos do Mundo (MdM) socorre as vítimas do Haiti.
Em virtude do violento sismo de Grau 7, que assolou na tarde de 12 de Janeiro o Haiti, a Rede Internacional de Médicos do Mundo mobilizou equipas de saúde para socorrer as vítimas da catástrofe. O grau de devastação em Port-au-Prince é impressionante. Segundo os observadores no terreno estima-se que cerca de 3 milhões de pessoas foram directamente afectadas pelo terramoto e que haja mais de 100 mil mortos, milhares de feridos e dezenas de edifícios destruídos.
Milhares de pessoas estão desaparecidas e muitas estão presas dentro dos destroços dos edifícios, sem tratamentos ou medicamentos, à espera de assistência médica.O Haiti é o país mais pobre do Mundo de todo o hemisfério ocidental, com 80 por cento da população a sobreviver com menos de dois dólares por dia. São escassos os recursos naturais e as infra-estruturas sanitárias já eram precárias antes do terramoto. Anualmente, o Haiti sofre as consequências dos sistemas tropicais e furacões que se formam ao largo das Caraíbas.
O terramoto do dia 12 de Janeiro de 2010 provocou destruição de estruturas hospitalares, desconhecendo-se até agora a verdadeira extensão dos danos. Prevê-se que a curto prazo na área de Port-au-Prince milhões de pessoas terão dificuldade de acesso à água potável e saneamento básico, que originará um crescente risco de epidemias.
Milhares de pessoas abandonam o Haiti perante a falta de hospitais e socorro. A informação que se começa a ter do terreno indica que, para além da capital, há cidades limítrofes que também foram atingidas e que estão ainda mais desprovidas de meios de assistência. A assistência humanitária também se tornará crucial a curto prazo. As delegações da Rede Internacional de Médicos do Mundo, França, Suíça e Canadá já se encontram no terreno e preparam-se para reforçar as suas equipas, que neste momento, integram médicos, cirurgiões, enfermeiros, logísticos, etc. Estão a mobilizar recursos para o envio de 40 toneladas de material (veículos de todo-o-terreno, equipamentos logísticos e médicos).
A delegação portuguesa de MdM irá juntar-se a partir de agora a este empenho da Rede Internacional de MdM, de forma a tornar mais eficiente e rápida a sua intervenção. Integraremos as equipas de avaliação das necessidades, no terreno, assim como mobilizaremos recursos para a constituição de equipas médicas e de enfermagem, que possam reforçar a intervenção a nível da capital e arredores. Toda a ajuda imediata é fundamental e Médicos do Mundo está preparada para esta intervenção humanitária.
As contribuições podem ser realizadas através do seguinte NIB: BPI - 0010 0000 4411 088 000 143 Para mais informações, contacte:
Médicos do Mundo: www.medicosdomundo.pt

EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA

A exposição colectiva de pintura “Arte no Sado” é inaugurada no sábado (16 de Janeiro), às 16h00, na Biblioteca Municipal – Serviços Centrais.
Susana Tereso, Luís Valente, Nuno David, Acácio Malhador e Luciano Costa são os artistas que partilham as respectivas visões sobre o rio Sado nesta mostra, patente até 11 de Fevereiro.
“Arte no Sado” permite uma reflexão sobre o valor da arte como forma de conhecer a natureza, bem como o valor da natureza como modelo de criação e de estímulo.
Acrílicos, desenhos e aguarelas são algumas das técnicas usadas nos trabalhos que podem ser vistos de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 19h00, e ao sábado, das 13h00 às 19h00.
BIBLIOTECA MUNICIPAL SETÚBAL

Data: 16 de Janeiro a 11 de FevereiroHorário: Segunda a Sexta-Feira das 09h às 19h e aos Sábados das 13h às 19hLocal: Biblioteca Municipal de Setúbal

OBRAS PÚBLICAS EM PORTUGAL (Em frente, a caminho do progresso)


Saramago - Primeira Biografia do Nobel lançada a 21 de Janeiro


Quem é, afinal, José Saramago? Numa homenagem à vida e obra do escritor, João Marques Lopes responde a essa pergunta na primeira biografia de um dos mais importantes autores do panorama literário mundial, revelando pormenores da vida de Saramago até agora desconhecidos.
O lançamento acontece dia 21, às 18h30, na livraria Bulhosa (Entrecampos).
Apresentação a cargo de António Simões do Paço.

Agustina e Thackeray abrem ano editorial da Guerra e Paz

Reedição de um dos mais prestigiados livros do seu catálogo, agora em novo formato e ilustrado por Lucy Pepper, e a publicação da primeira tradução portuguesa do clássico The Book of Snobs, numa edição que conta com ilustrações do próprio Thackeray: é assim que a Guerra e Paz inicia 2010.Nas livrarias a partir de 20 de Janeiro, Fama e Segredo na História de Portugal, de Agustina Bessa-Luís, e O Livro dos Snobs, de W. M. Thackeray, são os primeiros 2 títulos, de um total de 5, que a Guerra e Paz edita este mês.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

CAROS AMIGOS E AMIGAS.....

Para divertir, este delicioso filme que passa tradicionalmente todas as noites de Ano Novo na TV da Dinamarca, e que todos já o sabem de cor. É uma obra prima de humor! http://www.dailymotion.com/video/x5zld2_dinner-for-one-vostfr-tres-drole_fun[1]

DIZ-ME COM QUEM ANDAS, DIR-TE-EI QUEM ÉS!


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

CASO BPN: ESCÂNDALO E IMPUNIDADE

A burla cometida no BPN não tem precedentes na história de Portugal !!!
O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza.
Com 9.710.539.940,09 € (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS…..) poderíamos:
Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).
Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4850 carrinhas de transporte de valores! Assim, talvez já se perceba melhor o que está em causa.
Distribuído pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de 971 € !!! E que tamanho deveria ter a prisão para albergar esta gente?!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Dívida externa da América Latina

O ponto de vista dos “Outros”. Vale pela ironia e assertividade

DISCURSO DO EMBAIXADOR MEXICANO Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, NA CIMEIRA IBERO-AMERICANA, sobre o pagamento da dívida externa do seu país.
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos,> para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América. Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os> irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão. Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas. Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América, destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos. Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva. Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL-MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização. Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos? Não. No aspecto estratégico, delapidaram os referidos fundos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo. Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo. Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300> anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra. Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue? Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas. Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação da dívida histórica..." Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade>Europeia, Guaicaípuro Guatemoc "não sabia" que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.

Earth song

BILHETE DE IDENTIDADE: A LÍNGUA PORTUGUESA

Dá livros ...para TIMOR!

Alguns sabem e outros nem por isso (e assim aqui vai a notícia) mas estou em Timor a dar aulas na UNTL (Universidade Nacional de Timor Leste) no âmbito de uma colaboração com a ESE do Porto. Aquilo que vos venho pedir é o seguinte: livros. Não vou dar a grande conversa que é para montar uma biblioteca ou seja o que for, porque não é. O que se passa é o seguinte... não sei muito bem como funcionam as instituições, nem fui mandatada para angariar seja o que for, mas o que é certo é que sou (somos!) muitas vezes abordados na rua por pessoas que desejariam aprender português mas não possuem um livro sequer e vão pedindo, o que é mto bom..
O que é certo é que a minha biblioteca pessoal não suportaria tanta pessão e nem eu, nos míseros 50 quilos a que tive direito na viagem, pude trazer grande coisa para além dos livros de trabalho de que necessito.



COMO MANDAR?
Basta dirigirem-se aos correios (CTT) e mandarem uma encomenda tarifa económica para Timor (insistam porque nem todos os funcionários conhecem este tarifário!) e mandam a coisa por 2,49 €. Claro que a encomenda não pode exceder os 2 quilos para poder ser enviada por este preço.
Devem enviar as encomendas em meu nome (Joana Alves dos Santos) para: Embaixada de Portugal em Díli
Av. Presidente Nicolau Lobato Edifício ACAIT
Díli - TIMOR LESTE

E O QUE MANDAR? Mandem por favor livros de ficção, romances, novela, ensaio, livros infantis etc, etc. Evitem gramáticas e manuais escolares. Dicionários, mesmo que um pouquinho desatualizados são bem vindos. Este critério é meu e explico porquê. Alguns timorenses (estudantes e não só) são um bocado fixados em aprender gramática mas ainda não têm os skills básicos de comunicação. Parece-me melhor ideia que possam ler outras coisas, deixar-se apaixonar um bocadinho pelas histórias mesmo que não entendam as palavras todas, do que andarem feitos tolinhos a marrar manuais e gramáticas. O caso dos dicionários é outro. Um aluno, por exemplo, usa um dicionário português-inglês para tentar adivinhar o significado das palavras. Como o inglês dele tb não é muito bom imaginam como é a coisa. Bom, espero ter vendido bem o peixe do povo timorense. Falam pouco e mal mas na sua grande maioria manifesta simpatia pela língua portuguesa. De qualquer forma isto não vai lá (muito sinceramente) com umas largas dezenas de professores portugueses por cá. É preciso ter a língua a circular em vários meios e suportes. Espero que respondam ao meu apelo!! Eu por cá andarei sempre com um livrito na carteira para alguém que peça!

J.

António Aleixo











segunda-feira, 28 de dezembro de 2009