Miguel A. Lopes / Lusa
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
VOCÊS TIRARAM-ME TUDO
Mulher imola-se no interior de uma dependência bancária
por Lusa
In Diário de Notícias
In Diário de Notícias
Uma mulher está em estado grave, com
queimaduras em metade do corpo, depois de ser ter imolado, por motivos ainda não
conhecidos, no interior de uma dependência bancária em Almassora, na região
espanhola de Valência.
Fontes policiais e dos serviços de emergência da Generalitat (governo
regional) valenciana explicaram que se trata de uma mulher de 47 anos que está
em estado grave na unidade de cuidados intensivos do Hospital la Fe, em
Valência.
A mulher foi transferida para esta unidade num helicóptero médico, depois de receber cuidados médicos iniciais na própria entidade bancária.
Segundo as fontes policiais, a mulher terá entrado na entidade bancária e, pouco depois deitou sobre si própria um líquido inflamável que incendiou.
Não houve, além da mulher, qualquer vítima a registar na entidade bancária, que foi, minutos depois, evacuada pelos bombeiros, tendo as equipas médicas prestado apoio à vítima antes da sua transferência para Valência.
Citando fontes da Guarda Civil, o jornal El Pais refere que no momento em que as equipas médicas a retiravam da sucursal, a mulher gritou "Vocês tiraram-me tudo!".
A mulher foi transferida para esta unidade num helicóptero médico, depois de receber cuidados médicos iniciais na própria entidade bancária.
Segundo as fontes policiais, a mulher terá entrado na entidade bancária e, pouco depois deitou sobre si própria um líquido inflamável que incendiou.
Não houve, além da mulher, qualquer vítima a registar na entidade bancária, que foi, minutos depois, evacuada pelos bombeiros, tendo as equipas médicas prestado apoio à vítima antes da sua transferência para Valência.
Citando fontes da Guarda Civil, o jornal El Pais refere que no momento em que as equipas médicas a retiravam da sucursal, a mulher gritou "Vocês tiraram-me tudo!".
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
PORTUGAL MARAVILHOSO - COIMBRA
COIMBRA (foto interactiva)- Pena não ser assim em todas as cidades
Muito interessante. Joguem com as caixas da esquerda e da direita.
Se clicarem duas vezes na letra i verão o monumento por dentro. http://www.ez-team.com/turismo/coimbra/ |
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
HUMOR EM TEMPO DE CRISE
Chegou um tipo ao bar e gritou:
Ei, dê-me um copo de tinto!
O empregado encheu o copo e avisou:
- Aqui toda a gente que bebe um copo deita pró chão um pouco e oferece ao santo!
O freguês fez um manguito com o braço.
- Aqui, oh! Pró santo eu faço um manguito!
No mesmo instante o braço dele endureceu de tal forma que não se mexia.
- O que aconteceu? - gritou o homem, desesperado.
- O senhor ofendeu o santo e foi castigado.
Mas como é a primeira vez que o senhor vem ao bar, vou resolver isso.
O empregado chamou todos os fregueses e pediu que rezassem.
O braço do sujeito foi voltando ao normal.
Um velhinho viu tudo e ficou impressionado.
Dirigiu-se ao empregado, pediu um copo e bebeu de uma só vez.
O empregado perguntou:
- E pró santo?
O velhinho baixou as calças e tirou o dito pra fora:
- Aqui pró santo...!
O dito endureceu na hora.
Logo o velhinho sacou uma arma e gritou:
- Se alguém aqui rezar, MORRE!!!!!!!!
Ei, dê-me um copo de tinto!
O empregado encheu o copo e avisou:
- Aqui toda a gente que bebe um copo deita pró chão um pouco e oferece ao santo!
O freguês fez um manguito com o braço.
- Aqui, oh! Pró santo eu faço um manguito!
No mesmo instante o braço dele endureceu de tal forma que não se mexia.
- O que aconteceu? - gritou o homem, desesperado.
- O senhor ofendeu o santo e foi castigado.
Mas como é a primeira vez que o senhor vem ao bar, vou resolver isso.
O empregado chamou todos os fregueses e pediu que rezassem.
O braço do sujeito foi voltando ao normal.
Um velhinho viu tudo e ficou impressionado.
Dirigiu-se ao empregado, pediu um copo e bebeu de uma só vez.
O empregado perguntou:
- E pró santo?
O velhinho baixou as calças e tirou o dito pra fora:
- Aqui pró santo...!
O dito endureceu na hora.
Logo o velhinho sacou uma arma e gritou:
- Se alguém aqui rezar, MORRE!!!!!!!!
PAULO PORTAS E O SEU QUERIDO LIDER
Paulo Portas e o querido líder
OU A FALTA DE COERÊNCIA DE UM POLÍTICO PORTUGUÊS
"O Presidente angolano é um dos grandes líderes africanos". Quem
disse? Paulo Portas, na visita que fez esta semana a Angola, a
terceira desde que é ministro.
Portas não se ficou por aqui. A eleição de José Eduardo dos Santos
para Presidente da República, em Agosto passado, foi "um passo
importante na estabilização, no desenvolvimento e no progresso de
Angola", disse o ministro.
Eduardo dos Santos já leva 33 anos no poder, tem mais cinco anos de
mandato presidencial à frente, até 2017, e pode fazer um novo mandato
de cinco anos, até 2023, perfazendo... 43 anos no poder. Que importa?
Os grandes negócios angolanos passam há muitos anos pela família
Eduardo dos Santos. O último foi a nomeação pelo Presidente angolano
do seu filho José Filomeno dos Santos para administrador do Fundo
Soberano de Angola, que gere as receitas do petróleo. Que importa?
A Constituição da República, aprovada em 2010, está desenhada à imagem
e semelhança de José Eduardo dos Santos, com um poder presidencial
totalitário. Que importa?
A UNITA está descontente com Paulo Portas porque este, quando vai a
Angola foge do movimento do Galo Negro com medo de desagradar a
Eduardo dos Santos. Ainda esta semana a UNITA manifestou o seu
desagrado.
Há meia dúzia de anos, num artigo no jornal Sol, numa altura em que
José Sócrates começava a dar-se com Hugo Chávez, Portas escreveu que o
presidente da Venezuela queria "ser um presidente vitalício" (e ainda
só levava oito anos de poder, menos 25 anos que Eduardo dos Santos).
"Só não vê quem não quer", adiantava Portas.
Quantas vezes já este homem falou, ao longo da sua carreira política,
em princípios, ética e coerência de atitudes políticas que não
pratica?"
OU A FALTA DE COERÊNCIA DE UM POLÍTICO PORTUGUÊS
"O Presidente angolano é um dos grandes líderes africanos". Quem
disse? Paulo Portas, na visita que fez esta semana a Angola, a
terceira desde que é ministro.
Portas não se ficou por aqui. A eleição de José Eduardo dos Santos
para Presidente da República, em Agosto passado, foi "um passo
importante na estabilização, no desenvolvimento e no progresso de
Angola", disse o ministro.
Eduardo dos Santos já leva 33 anos no poder, tem mais cinco anos de
mandato presidencial à frente, até 2017, e pode fazer um novo mandato
de cinco anos, até 2023, perfazendo... 43 anos no poder. Que importa?
Os grandes negócios angolanos passam há muitos anos pela família
Eduardo dos Santos. O último foi a nomeação pelo Presidente angolano
do seu filho José Filomeno dos Santos para administrador do Fundo
Soberano de Angola, que gere as receitas do petróleo. Que importa?
A Constituição da República, aprovada em 2010, está desenhada à imagem
e semelhança de José Eduardo dos Santos, com um poder presidencial
totalitário. Que importa?
A UNITA está descontente com Paulo Portas porque este, quando vai a
Angola foge do movimento do Galo Negro com medo de desagradar a
Eduardo dos Santos. Ainda esta semana a UNITA manifestou o seu
desagrado.
Há meia dúzia de anos, num artigo no jornal Sol, numa altura em que
José Sócrates começava a dar-se com Hugo Chávez, Portas escreveu que o
presidente da Venezuela queria "ser um presidente vitalício" (e ainda
só levava oito anos de poder, menos 25 anos que Eduardo dos Santos).
"Só não vê quem não quer", adiantava Portas.
Quantas vezes já este homem falou, ao longo da sua carreira política,
em princípios, ética e coerência de atitudes políticas que não
pratica?"
DESEMPREGO-PASSOS COELHO ASSOBIA PARA O LADO
Desemprego. Erro monumental nas previsões
Por Bruno Faria Lopes, publicado em 14 Fev 2013 - 13:23 | Actualizado há 1 dia 5 horas
Desemprego sobe para 16,9% no final de 2012 e ritmo continua a surpreender os economistas. Governo prepara novas previsões. Taxa superará 17% este ano
Portugal terminou 2012 com 923 mil pessoas oficialmente desempregadas, um novo recorde de 16,9% da população activa, mostram os dados ontem publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O ritmo de agravamento no último trimestre do ano passado surpreendeu de novo economistas e governo, elevando a taxa média anual para 15,7% – equivalente a mais 126 mil desempregados do que previsto inicialmente pelo governo. Economistas prevêem agora uma taxa superior a 17% este ano e o governo prepara uma nova revisão das previsões, a apresentar após o sétimo exame regular da troika, em Março, como já noticiou o i.
“Os números são preocupantes, estão razoavelmente em linha com as previsões do governo”, afirmou o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ontem à margem de uma conferência em Lisboa. Passos Coelho referia-se, no entanto, à segunda previsão do governo, de 15,5% – em Outubro de 2011 o governo previa 13,4% de taxa média de desemprego, valor que reviu em Outubro do ano passado, na apresentação da proposta de Orçamento do Estado. A diferença entre a primeira previsão e a realidade vale 126 mil desempregados, segundo os dados de população activa divulgados pelo INE. Mesmo em relação à previsão mais recente, o desvio para 15,7% vale mais 10,7 mil desempregados.
O ritmo de destruição de emprego continua a bater as estimativas de quem faz previsões, ilustrando a dificuldade em medir com alguma fiabilidade as consequências no mercado de trabalho de um ajustamento interno sem precedentes na economia portuguesa.
“Pelos dados disponíveis já estávamos à espera de um agravamento, mas ficámos surpreendidos com a dimensão”, admite Paula Carvalho, economista do Banco BPI. A taxa de desemprego nos últimos três meses de 2012 subiu 1,1 pontos face ao trimestre anterior, o segundo ritmo mais alto desde o início do programa da troika, em meados de 2011. Os factores sazonais (fortes no Algarve do turismo, por exemplo, a região do país com maior desemprego no final do ano) não chegam para explicar a dimensão do aumento, aponta Paula Carvalho.
Perante os números mais altos no fim de 2012, combinado com o risco que paira sobre o ritmo projectado para as exportações, o governo começou ontem a abrir caminho para uma nova revisão das previsões económicas (contracção de 1% e taxa média de desemprego de 16,4%). Conforme o i já tinha noticiado, a revisão será feita após a próxima avaliação regular da troika, marcada para o final deste mês.
A expectativa em São Bento é que a diminuição do ritmo da recessão e a eventual estabilização da economia estanquem a subida do desemprego. Os economistas que seguem o mercado de trabalho admitem que o agravamento será menos pronunciado que no ano passado – devido à contracção menor da procura interna –, mas tendo em conta os dados ontem publicados ajustaram as previsões em alta, ou seja, o desemprego vai continuar a subir.
Paula Carvalho aponta um valor médio anual de 17%, com probabilidade elevada de ser pior (e que não conta com os despedimentos em massa anunciados no Estado – ver caixa ao lado). Rui Bernardes Serra, economista-chefe do Montepio Geral, citado pela edição online do “Jornal de Negócios”, aponta um intervalo entre 17% e 17,5%, com o pico a acontecer no final do ano.
Certo é que o processo de recuperação será longo – e que a situação no mercado de trabalho pode piorar ainda muito antes de melhorar. Uma análise recente de Francesco Franco, o investigador de referência em Portugal sobre a desvalorização interna via corte da taxa social única e professor da Universidade Nova de Lisboa, publicou uma análise no mês passado em que antevê uma subida do desemprego de cerca de quatro a seis pontos face ao valor registado no último trimestre de 2011, para uma taxa de desemprego entre 18% e 20% ao longo do período 2012-2016. Franco avisa que pode não ser exactamente assim – a projecção assenta no pressuposto de manutenção de políticas e ausência de novos choques –, mas escreve que a análise serve de “orientação para o desenho de políticas destinadas a rebalancear o ajustamento externo”.
Além de custo social e individual do desemprego – uma das ocorrências que mais stresse causam nas pessoas –, a taxa actual representa perdas significativas de capital humano para a economia, seja na desactualização das pessoas seja na emigração em massa dos mais qualificados. O desemprego é também uma força poderosa de pressão para baixar salários. No plano político, o agravamento mais rápido que o esperado surge numa altura delicada, em que o governo prepara cortes permanentes de despesa de 4 mil milhões de euros.
NÃO VOTEM NOS CHICO-ESPERTOS DA POLÍTICA AUTÁRQUICA
Líder da JSD critica juízes e defende autarcas dinossauros
Por Luís Claro, publicado em 14 Fev 2013 - 12:51 | Actualizado há 1 dia 5 horas
Hugo Soares diz que “é inacreditável” a postura dos juízes
A JSD apoia os presidentes de câmara que vão candidatar-se nas próximas eleições autárquicas e que já cumpriram três mandatos. O líder dos jovens sociais-democratas, Hugo Soares, não tem dúvidas de que a “lei é clara” e não impede candidaturas como a de Fernando Seara, em Lisboa, ou de Luís Filipe Menezes, no Porto.
O presidente da JSD critica os juízes que, na praça pública, se têm pronunciado sobre a limitação de mandatos. “É inaceitável e espero que os tribunais não se deixem influenciar por essas declarações. Acho lamentável e inaceitável que juízes no activo tenham proferido sentenças sobre essa matéria”.
Hugo Soares refere-se às afirmações dos juízes Rui Rangel e Eurico Reis, que, em declarações ao i, defenderam que os presidentes de câmara que já cumpriram três mandatos não podem candidatar-se a outra autarquia.
As declarações do líder da JSD surgiram depois de o secretário-geral da JS ter desafiado outras juventudes partidárias a recusarem as candidaturas dos autarcas com mais de três mandatos. “O simples facto de não existir o mínimo de consenso na interpretação da legislação em vigor deve impedir que estas candidaturas prossigam”, defendeu João Torres. Em resposta, o líder da JSD lembra que o PS tem muitos candidatos às juntas de freguesia que já cumpriram mais de três mandatos.
O Conselho Nacional da JP deverá reunir-se em breve para discutir a limitação de mandatos, mas o líder dos jovens do CDS já deixou claro que “não devemos arranjar esquemas para contornar a lei”. “Não alinho em chico-espertices, como tal não apoiarei nenhum candidato a presidência de câmara que tenha já atingido o limite de mandatos”, disse Miguel Pires da Silva.
O presidente da JSD critica os juízes que, na praça pública, se têm pronunciado sobre a limitação de mandatos. “É inaceitável e espero que os tribunais não se deixem influenciar por essas declarações. Acho lamentável e inaceitável que juízes no activo tenham proferido sentenças sobre essa matéria”.
Hugo Soares refere-se às afirmações dos juízes Rui Rangel e Eurico Reis, que, em declarações ao i, defenderam que os presidentes de câmara que já cumpriram três mandatos não podem candidatar-se a outra autarquia.
As declarações do líder da JSD surgiram depois de o secretário-geral da JS ter desafiado outras juventudes partidárias a recusarem as candidaturas dos autarcas com mais de três mandatos. “O simples facto de não existir o mínimo de consenso na interpretação da legislação em vigor deve impedir que estas candidaturas prossigam”, defendeu João Torres. Em resposta, o líder da JSD lembra que o PS tem muitos candidatos às juntas de freguesia que já cumpriram mais de três mandatos.
O Conselho Nacional da JP deverá reunir-se em breve para discutir a limitação de mandatos, mas o líder dos jovens do CDS já deixou claro que “não devemos arranjar esquemas para contornar a lei”. “Não alinho em chico-espertices, como tal não apoiarei nenhum candidato a presidência de câmara que tenha já atingido o limite de mandatos”, disse Miguel Pires da Silva.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
VALSA COMPOSTA POR ANTHONY HOPKINS
Waltz By Anthony Hopkins
“And The Waltz Goes On” is a Waltz composed by Sir Anthony Hopkins and performed by André Rieu and His Johann Strauss Orchestra. I had no idea that besides being an excellent actor that Anthony Hopkins is also a talented composer. This wonderful performance was performed in Maastricht and is taken from the DVD “André Rieu – Under the Stars. Live in Maastricht 5″.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
HUMOR EM TEMPO DE CRISE
As secretárias de alguns médicos devem pensar que são doutoras.
Isto, porque perguntam, quase sempre, quando se chega a uma consulta, a razão da visita. E o paciente, por delicadeza, tem que responder, diante de todos, às perguntas que lhe fazem, o que se torna muito desagradável.
Não há nada pior que uma recepcionista perguntar o motivo da consulta, diante de uma sala de espera cheia de pacientes.
Uma vez entrei para uma consulta, aproximei-me da recepcionista, com um ar de pouco simpática - Bom dia, minha senhora!
Ao que a recepcionista respondeu - Bom dia, quais são as suas queixas? Porque veio à consulta?/
Tenho um problema com o meu pénis, respondi.
Como alguns dos presentes riram, a recepcionista alterou-se e disse-me - O senhor não deveria dizer coisas como estas diante das pessoas.
Porque não? ... a senhora perguntou-me a razão da consulta e eu respondi.
A recepcionista disse-me, então - Poderia ter sido mais dissimulado e dizer, por exemplo, que teria uma irritação no ouvido e discutir o real problema com o Doutor, já dentro do gabinete médico.
Ao que eu respondi - E a senhora não deveria fazer perguntas diante de estranhos, se a resposta pode incomodar.
Então sorri, saí e voltei a entrar - Bom dia, minha senhora!
A recepcionista sorriu, meio sem jeito, e perguntou - Sim???
Tenho um problema com o meu ouvido.
A recepcionista assentiu e sorriu, vendo que havia seguido o seu conselho e voltou a perguntar-me - E... o que acontece com o seu ouvido?
Arde-me quando eu mijo...
As risadas na sala de espera foram incontroláveis...
Isto, porque perguntam, quase sempre, quando se chega a uma consulta, a razão da visita. E o paciente, por delicadeza, tem que responder, diante de todos, às perguntas que lhe fazem, o que se torna muito desagradável.
Não há nada pior que uma recepcionista perguntar o motivo da consulta, diante de uma sala de espera cheia de pacientes.
Uma vez entrei para uma consulta, aproximei-me da recepcionista, com um ar de pouco simpática - Bom dia, minha senhora!
Ao que a recepcionista respondeu - Bom dia, quais são as suas queixas? Porque veio à consulta?/
Tenho um problema com o meu pénis, respondi.
Como alguns dos presentes riram, a recepcionista alterou-se e disse-me - O senhor não deveria dizer coisas como estas diante das pessoas.
Porque não? ... a senhora perguntou-me a razão da consulta e eu respondi.
A recepcionista disse-me, então - Poderia ter sido mais dissimulado e dizer, por exemplo, que teria uma irritação no ouvido e discutir o real problema com o Doutor, já dentro do gabinete médico.
Ao que eu respondi - E a senhora não deveria fazer perguntas diante de estranhos, se a resposta pode incomodar.
Então sorri, saí e voltei a entrar - Bom dia, minha senhora!
A recepcionista sorriu, meio sem jeito, e perguntou - Sim???
Tenho um problema com o meu ouvido.
A recepcionista assentiu e sorriu, vendo que havia seguido o seu conselho e voltou a perguntar-me - E... o que acontece com o seu ouvido?
Arde-me quando eu mijo...
As risadas na sala de espera foram incontroláveis...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
A PESTE GRISALHA: UM DEPUTADO DO PSD SEM PAI NEM MÃE É FILHO DE QUEM?...
A palavra incisiva e revoltada de quem, depois de 44 anos de trabalho, não aceita a insultuosa desfaçatez de um emproado "aprendiz de feiticeiro" que se arroga ares de gente sabida, para opinar afrontando, e assina como advogado e deputado do PSD.
Do Blog da APRe! - Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados, respigo o seguinte texto, ontem publicado, cujo conteúdo fala por si, só me restando solidarizar-me e congratular a sua autora:
A propósito do Deputado do PSD que diz que a nossa Pátria sofre de Peste Grisalha nao consegui conter a raiva e a seguir transcrevo o mail que lhe enviei que é para alguém me defender se criarem uma nova prisão de alta segurança ou me mandarem internar num hospício.
Segundo o seu comentário que transcrevo a seguir gostaria de lhe fazer algumas perguntas:
A propósito de demografia escreveu: "A nossa pátria foi contaminada com a já conhecida peste grisalha."
Ora bem:
1º - Deduzo que o Sr. Deputado que nasceu a 13 de Fevereiro de 1968 foi por obra e graça do Espírito Santo e como tal deve achar-se um filho de Deus que desceu à Terra.
2º - Portanto cresceu sem pai, sem mãe, sem avós e sem berço.
3º - Apesar de tudo isso nasceu feliz porque hoje não tem ninguém na sua família a quem possa dizer que faz parte da peste grisalha
4º - Também não tem que agradecer a ninguém os estudos que tem. Chegou a advogado também por obra do Espírito Santo!
E agora vamos a conclusões. Pois fique sabendo que eu tenho na minha família e eu própria pertenço à peste grisalha. E fique sabendo também que quando o Sr. Deputado nasceu já eu trabalhava. E assim foi durante 44 anos, não devo nada a ninguém, tenho educação, princípios e moral coisa que lhe falta a si e muito!
A si falta-lhe tudo o que eu tenho, amor, amizade, convicções, solidariedade, determinação. Tive pai, mãe, avós, berço, mesmo que tudo tenha sido modesto.
Sabe que se não morrer cedo e espero que não, terá que engolir as palavras que disse ou então pintar o seu cabelo porque a peste também lhe chegará e alguém poderá lembrar-se do que disse. Alguém obviamente mais novo porque o Sr. Deputado poderia ser meu filho hipoteticamente falando. Felizmente não é porque para seu mal seria diferente ou então não se livrava de um bom par de estalos. Fique bem no meio dos seus e não se esqueça de todas as noites agradecer ao Espírito Santo!
Maria Virgínia Machado
O BPI AGUENTA, AGUENTA!
"VAMOS EMBORA", TODOS A COLOCAR SACOS DE LIXO À PORTA DO BPI.
O BPI AGUENTA, AGUENTA!
Á Semelhança de Espanha, multiplica-se as agências do BPI que estão a receber sacos de lixo , se o contentor do lixo aguenta o BPI também.
O BPI AGUENTA, AGUENTA!
Á Semelhança de Espanha, multiplica-se as agências do BPI que estão a receber sacos de lixo , se o contentor do lixo aguenta o BPI também.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
MEMÓRIAS AFRICANAS - UM HOMEM DA CAÁLA E SÁTÃO
Paulo Salvador, Memórias Africanas nova entrevista
Já coloquei ao vosso dispor a minha entrevista das Memórias Africanas, da Rádio Sim, com Jaime Kandjongo, um homem da Caála que foi trazido para Portugal e deixou a sua família. A mãe nunca mais a viu e o pai só ao fim de quase 30 anos. A certa altura, Jaime era "o preto do Sátão", pela raridade de ver o angolano em pleno interior de Portugal. Uma conversa cheia de emoções, sempre africanas.
UM BILIÃO DE MULHERES VIOLENTADA
no dia 14 Fevereiro das 17h. às 18.30h Largo Camões
Ao longo da vida uma em cada 3 Mulheres será violada ou sofrerá alguma outra forma de violência!
Chegou o tempo de dizer BASTA! De pôr um fim à Violência e ao silêncio que a rodeia.
No dia 14 de Fevereiro de 2013, em todo o Mundo 1 Bilião de Mulheres e todos quantos as amam são convidad@s para se levantarem e dançarem, exigindo o fim da violência contra as Mulheres e as raparigas.
Um Bilião de Mulheres violentada é uma atrocidade!
Um Bilião de Mulheres dançando é uma revolução!
A A.P.M.J. convida-@ a vir dançar
no dia 14 Fevereiro das 17h. às 18.30h.
Largo de Camões, Lisboa
Associação Portuguesa de Mulheres Juristas
Desde 1988 pelos Direitos Humanos das Mulheres
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
CZAR OU FUHRER?
Carta a Urlich, Czar da Finança ...
por ALICE BRITO:
"Sei que a raiva não é boa conselheira. Paciência. Aí vai:
Havia dantes no coração das cidades e das vilas umas colunas de pedra que tinham o nome de picotas ou pelourinhos. Aí eram expostos os sentenciados que a seguir eram punidos com vergastadas proporcionais à gravidade do seu crime. Essa exposição tinha também por fim o escárnio popular.
Era aí que eu te punha, meu glutão.
Atadinho com umas cordas para que não fugisses. Não te dava vergastadas. Vá lá, uns caldos de vez em quando. Mas exibia-te para que fosses visto pelas pessoas que ficaram sem casa e a entregaram ao teu banco. Terias de suportar o seu olhar, sendo que o chicote dos olhos é bem mais possante que a vergasta.
Terias, pois, de suportar o olhar daqueles a quem prometeste o paraíso a prestações e a quem depois serviste o inferno a pronto pagamento.
Daqueles que hoje vivem na rua.
Daqueles que, para não viverem na rua, vivem hoje aboletados em casa dos pais, dos avós, dos irmãos, assim a eito, atravancados nos móveis que deixaram vazias as casas que o teu banco, com a sofreguidão e a gulodice de todos os bancos, lhes papou sem um pingo de remorso.
Dizes com a maior lata que vivemos acima das nossas possibilidades. Mas não falas dos juros que cobraste. Não dizes, nessas ladainhas que andas sempre a vomitar, que quando não se pagava uma prestação, os juros do incumprimento inchavam de gordos, e era nesse inchaço que começava a desenhar-se a via-sacra do incumprimento definitivo.
Olha, meu estupor, sabes o que acontece às casas que as pessoas te entregam? Sabes, pois… São vendidas por tuta e meia, o que quer dizer que na maior parte dos casos, o pessoal apesar de te ter dado a casa fica também com a dívida. Não vale a pena falar-te do sofrimento, da vergonha, do vexame que integra a penhora de uma casa, porque tu não tens alma, banqueiro que és.
Tal como não vale a pena referir-te que os teus lucros vêm de crimes sucessivos. Furtos. Roubos. Gamanços. Comissões de manutenção. Juros moratórios. Juros compensatórios, arredondamentos, spreads, e mais juros de todas as cores. Cartões de crédito, de débito, telefonemas de financeiras a oferecerem empréstimos clausulados em letrinhas microscópicas, cobranças directas feitas por lumpen, vale tudo, meu tratante. Mesmo assim tiveste de ser resgatado para não ires ao fundo, tal foi a desbunda. E, é claro, quem pagou o resgate foram aqueles contra quem falas todo o santo dia.
Este país viveu décadas sucessivas a trabalhar para os bancos. Os portugueses levantavam-se de manhã e ainda de olhos fechados iam bulir, para pagar ao banco a prestação da casa. Vidas inteiras nisto. A grande aliança entre a banca e a construção civil tornavam inevitável, aí sim, verdadeiramente inevitável, a compra de uma casa para morar. Depois os juros aumentavam ou diminuíam conforme era decidido por criaturas que a gente não conhece. A seguir veio a farra. Os bancos eram só facilidades. Concediam empréstimos a toda a gente. Um carnaval completo, obsessivo, até davam prendas, pagavam viagens, ofereciam móveis. Sabiam bem o que faziam.
Na possante dramaturgia desta crise entram todos, a banca completa e enlouquecida, sendo que todos são um só. Depois veio a crise. A banca guinchou e ganiu de desamparo. Lançou-se mais uma vez nos braços do estado que a abraçou, mimou e a protegeu da queda.
Vens de uma família que se manteve gloriosamente ricalhaça à custa de alianças com outros da mesma laia. Viveram sempre patrocinados pelo estado, fosse ele ditadura ou democracia. Na ditadura tinham a PIDE a amparar-vos. Uma PIDE deferente auxiliava-vos no caminho. Depois veio a democracia. Passado o susto inicial, meu deus, que aflição, o povo na rua, a banca nacionalizada, viraram democratas convictos. E com razão. O estado, aquela coisa que tu dizes que não deve intervir na economia, têm-vos dado a mão todos os dias. Todos os dias, façam vocês o que fizerem.
Por isso falas que nem um bronco, com voz grossa, na ingente necessidade de cortes nos salários e pensões. Quanto é que tu ganhas, pá?
Peroras infindavelmente sobre a desejável liberalização dos despedimentos.
Discursas sem pejo sobre a crise de que a cambada a que pertences é a principal responsável.
Como tu, há muitos que falam. Aliás, já ninguém os ouve. Mas tu tinhas que sobressair. Depois do “ai aguenta, aguenta”, vens agora com aquela dos sem-abrigo. Se os sem-abrigo sobrevivem, o resto do povo sobreviverá igualmente.
Também houve sobreviventes em Auschwitz, meu nazi.
É isso que tu queres? Transformar este país num gigantesco campo de concentração?
Depois, pões a hipótese de também tu poderes vir a ser um sem-abrigo. Dizes isto no dia em que anuncias 249 milhões de lucros para o teu banco. É o que se chama um verdadeiro achincalhamento.
Por tudo isto te punha no pelourinho. Só para seres visto pelos milhares que ficaram sem casa. Sem vergastadas. Só um caldo de vez em quando. Podes dizer-me que é uma crueldade. Pois é. Por uma vez terás razão. Nada porém que se compare à infinita crueldade da rapina, da usura que tu defendes e exercitas.
És hoje um dos czares da finança. Vives na maior, cercado pelos sebosos Rasputines governamentais. Lembra-te do que aconteceu a uns e ao outro."
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Sinopse
De Lisboa a Luanda, seguindo por Paris e por bases aéreas bem guardadas na Rússia e na África do Sul, é uma longa viagem sacudida por geografias contrastantes e pelos solavancos da descolonização e do fim da Guerra Fria. Tambwe – A Unha do Leão faz-se disso e de muito mais. É também o percurso interior de Eugénio, à procura da sua infância e da sua razão de ser numa Angola atormentada pela guerra.
Com uma escrita torrencial e opulenta, o autor descola volta e meia da realidade palpável, circunscrita pelo tempo e pelo espaço, e parte para um universo onírico e simbólico, verdadeiro paraíso perdido, porventura para sempre.
Romance de vida e de morte, só uma partitura de Brahms parece restar como energia redentora quando, na noite tropical, se abrem as portas da prisão de Luanda.
(Pedro Vieira)
O LATIN EXPLICA A EXISTÊNCIA DO RELVAS
o ministro Relvas está justificado
DO LATIN
O vocábulo "maestro" vem do latim "magister" e este, por sua vez, do
adjectivo "magis" que significa "mais" ou "mais que".
Na antiga Roma o "magister" era o que estava acima dos restantes,
pelos seus conhecimentos e habilitações!
Por exemplo um "Magister equitum" era um Chefe de cavalaria, e um
"Magister Militum" era um Chefe Militar.
Já o vocábolo "ministro" vem do latim "minister" e este, por sua vez,
do adjectivo "minus" que significa "menos" ou "menos que".
Na antiga Roma o "minister" era o servente ou o subordinado que apenas
tinha habilidades ou era jeitoso.
COMO SE VÊ, O LATIM EXPLICA A RAZÃO PORQUE QUALQUER IMBECIL PODE SER
MINISTRO ... MAS NÃO MAESTRO !!!
O vocábulo "maestro" vem do latim "magister" e este, por sua vez, do
adjectivo "magis" que significa "mais" ou "mais que".
Na antiga Roma o "magister" era o que estava acima dos restantes,
pelos seus conhecimentos e habilitações!
Por exemplo um "Magister equitum" era um Chefe de cavalaria, e um
"Magister Militum" era um Chefe Militar.
Já o vocábolo "ministro" vem do latim "minister" e este, por sua vez,
do adjectivo "minus" que significa "menos" ou "menos que".
Na antiga Roma o "minister" era o servente ou o subordinado que apenas
tinha habilidades ou era jeitoso.
COMO SE VÊ, O LATIM EXPLICA A RAZÃO PORQUE QUALQUER IMBECIL PODE SER
MINISTRO ... MAS NÃO MAESTRO !!!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
POESIA DE JOSÉ FANHA NO MAEDS EM SETÚBAL
O Synapsis iniciou em grande as actividades de 2013: nos serões Culturais, com uma excelente conferência sobre arqueologia da Arrábida, pela Prof. Doutora Joaquina Soares, Directora do MAEDS; nas iniciativas dos membros do Synapsis, com um concerto do e-Vox, em Azeitão; também nos encontrámos com muitos Amigos no Teatro de Almada, para ver em conjunto a peça de Shakespeare «Timão de Atenas», a última encenação de Joaquim Benites; com uma acção de solidariedade para com uma Amiguinha, como é imperativo de todos os tempos mas especialmente destes que vivemos; e nas Caminhadas, com um magnífico passeio pelos arrozais do Sado!
Agora importa aproveitar a embalagem para continuar uma interessante programação, jus ao terceiro ano de actividades e tertúlias do Synapsis!!
No próximo dia 15 de Fevereiro de 2013, às 21:30H, teremos uma palestra do Poeta José Fanha, que nos vai falar de Poesia, partilhando um pouco do mundo fascinante do ler, do escrever e, muito importante, do dizer!!!
Mais informações, incluindo sobre o nosso historial e a programação do semestre, nos blogues do Synapsis e do MAEDS, bem como nas respectivas páginas no facebook - são bem vindos, Amigos!!!
Um cordialíssimo e poético abraço,
A.
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