terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

RELVAS E GRÂNDOLA VILA MORENARelvas interrompido por «Grândola Vila Morena»



Veja este vídeo fantástico do MSN: Relvas interrompido por «Grândola Vila Morena»

VOCÊS TIRARAM-ME TUDO

Mulher imola-se no interior de uma dependência bancária


por Lusa
In Diário de Notícias


Uma mulher está em estado grave, com queimaduras em metade do corpo, depois de ser ter imolado, por motivos ainda não conhecidos, no interior de uma dependência bancária em Almassora, na região espanhola de Valência.

Fontes policiais e dos serviços de emergência da Generalitat (governo regional) valenciana explicaram que se trata de uma mulher de 47 anos que está em estado grave na unidade de cuidados intensivos do Hospital la Fe, em Valência.
A mulher foi transferida para esta unidade num helicóptero médico, depois de receber cuidados médicos iniciais na própria entidade bancária.
Segundo as fontes policiais, a mulher terá entrado na entidade bancária e, pouco depois deitou sobre si própria um líquido inflamável que incendiou.
Não houve, além da mulher, qualquer vítima a registar na entidade bancária, que foi, minutos depois, evacuada pelos bombeiros, tendo as equipas médicas prestado apoio à vítima antes da sua transferência para Valência.
Citando fontes da Guarda Civil, o jornal El Pais refere que no momento em que as equipas médicas a retiravam da sucursal, a mulher gritou "Vocês tiraram-me tudo!".

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

GOVERNO SOMBRA-TOMAR NO CU



Veja este vídeo fantástico do MSN: Governo Sombra - 16 fev 13

PASSOS INTERROMPIDO POR "GRÂNDOLA VILA MORENA"



PORTUGAL MARAVILHOSO - COIMBRA

COIMBRA (foto interactiva)- Pena não ser assim em todas as cidades
Muito interessante. Joguem com as caixas da esquerda e da direita.
Se clicarem duas vezes na letra i verão o monumento por dentro.



http://www.ez-team.com/turismo/coimbra/

DANÇAS HÚINGARAS - CSARDAS


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

HUMOR EM TEMPO DE CRISE

Chegou um tipo ao bar e gritou:
Ei, dê-me um copo de tinto!
O empregado encheu o copo e avisou:

- Aqui toda a gente que bebe um copo deita pró chão um pouco e oferece ao santo!
O freguês fez um manguito com o braço.
- Aqui, oh! Pró santo eu faço um manguito!
No mesmo instante o braço dele endureceu de tal forma que não se mexia.

- O que aconteceu? - gritou o homem, desesperado.
- O senhor ofendeu o santo e foi castigado.
Mas como é a primeira vez que o senhor vem ao bar, vou resolver isso.
O empregado chamou todos os fregueses e pediu que rezassem.
O braço do sujeito foi voltando ao normal.
Um velhinho viu tudo e ficou impressionado.

Dirigiu-se ao empregado, pediu um copo e bebeu de uma só vez.
O empregado perguntou:
- E pró santo?
O velhinho baixou as calças e tirou o dito pra fora:
- Aqui pró santo...!
O dito endureceu na hora.
Logo o velhinho sacou uma arma e gritou
:
- Se alguém aqui
rezar, MORRE!!!!!!!!

PAULO PORTAS E O SEU QUERIDO LIDER

Paulo Portas e o querido líder
OU A FALTA DE COERÊNCIA DE UM POLÍTICO PORTUGUÊS

"O Presidente angolano é um dos grandes líderes africanos". Quem
disse? Paulo Portas, na visita que fez esta semana a Angola, a
terceira desde que é ministro.

Portas não se ficou por aqui. A eleição de José Eduardo dos Santos
para Presidente da República, em Agosto passado, foi "um passo
importante na estabilização, no desenvolvimento e no progresso de
Angola", disse o ministro.

Eduardo dos Santos já leva 33 anos no poder, tem mais cinco anos de
mandato presidencial à frente, até 2017, e pode fazer um novo mandato
de cinco anos, até 2023, perfazendo... 43 anos no poder. Que importa?

Os grandes negócios angolanos passam há muitos anos pela família
Eduardo dos Santos. O último foi a nomeação pelo Presidente angolano
do seu filho José Filomeno dos Santos para administrador do Fundo
Soberano de Angola, que gere as receitas do petróleo. Que importa?

A Constituição da República, aprovada em 2010, está desenhada à imagem
e semelhança de José Eduardo dos Santos, com um poder presidencial
totalitário. Que importa?

A UNITA está descontente com Paulo Portas porque este, quando vai a
Angola foge do movimento do Galo Negro com medo de desagradar a
Eduardo dos Santos. Ainda esta semana a UNITA manifestou o seu
desagrado.

Há meia dúzia de anos, num artigo no jornal Sol, numa altura em que
José Sócrates começava a dar-se com Hugo Chávez, Portas escreveu que o
presidente da Venezuela queria "ser um presidente vitalício" (e ainda
só levava oito anos de poder, menos 25 anos que Eduardo dos Santos).

"Só não vê quem não quer", adiantava Portas.

Quantas vezes já este homem falou, ao longo da sua carreira política,
em princípios, ética e coerência de atitudes políticas que não
pratica?"
14592905_r3rWr.jpg14592905

VOZES DO MALI CONTRA A GUERRA


DESEMPREGO-PASSOS COELHO ASSOBIA PARA O LADO

Desemprego. Erro monumental nas previsões

Por Bruno Faria Lopes, publicado em 14 Fev 2013 - 13:23 | Actualizado há 1 dia 5 horas
Desemprego sobe para 16,9% no final de 2012 e ritmo continua a surpreender os economistas. Governo prepara novas previsões. Taxa superará 17% este ano

 
  • passos coelho, jornadas parlamentares
    Miguel A. Lopes / Lusa

NÃO VOTEM NOS CHICO-ESPERTOS DA POLÍTICA AUTÁRQUICA

Líder da JSD critica juízes e defende autarcas dinossauros
Por Luís Claro, publicado em 14 Fev 2013 - 12:51 | Actualizado há 1 dia 5 horas
Hugo Soares diz que “é inacreditável” a postura dos juízes
 
  • Hugo Soares
    Nuno pinto Fernandes/Global Imagens

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

VALSA COMPOSTA POR ANTHONY HOPKINS


Waltz By Anthony Hopkins

“And The Waltz Goes On” is a Waltz composed by Sir Anthony Hopkins and performed by André Rieu and His Johann Strauss Orchestra. I had no idea that besides being an excellent actor that Anthony Hopkins is also a talented composer. This wonderful performance was performed in Maastricht and is taken from the DVD “André Rieu – Under the Stars. Live in Maastricht 5″.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

HUMOR EM TEMPO DE CRISE

As secretárias de alguns médicos devem pensar que são doutoras.

Isto, porque perguntam, quase sempre, quando se chega a uma consulta, a razão da visita. E o paciente, por
delicadeza, tem que responder, diante de todos, às perguntas que lhe fazem, o que se torna muito desagradável.

Não há nada pior que uma recepcionista perguntar o motivo da consulta, diante de uma sala de espera cheia de pacientes.

Uma vez entrei para uma consulta, aproximei-me da recepcionista, com um ar de pouco simpática - Bom dia, minha senhora!

Ao que a recepcionista respondeu - Bom dia, quais são as suas queixas? Porque veio à consulta?/

Tenho um problema com o meu pénis, respondi.

Como alguns dos presentes riram, a recepcionista alterou-se e disse-me - O senhor não deveria dizer coisas como estas diante das pessoas.

Porque não? ... a senhora perguntou-me a razão da consulta e eu respondi.


A recepcionista disse-me, então - Poderia ter sido mais dissimulado e dizer, por exemplo, que teria uma irritação no ouvido e discutir o real problema com o Doutor, já dentro do gabinete médico.

Ao que eu respondi - E a senhora não deveria fazer perguntas diante de estranhos, se a resposta pode incomodar.

Então sorri, saí e voltei a entrar - Bom dia, minha senhora!

A recepcionista sorriu, meio sem jeito, e perguntou - Sim???

Tenho um problema com o meu ouvido.

A recepcionista assentiu e sorriu, vendo que havia seguido o seu conselho e voltou a perguntar-me - E... o que acontece com o seu ouvido?

Arde-me quando eu mijo...

As risadas na sala de espera foram incontroláveis...



A FRAUDE DO BPN - INVESTIGAÇÃO SIC





OS INFIÉIS DO BPN

JornalI-03.01.2013e

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

PORTUGAL MARAVILHOSO


A PESTE GRISALHA: UM DEPUTADO DO PSD SEM PAI NEM MÃE É FILHO DE QUEM?...



Peste Grisalha
A palavra incisiva e revoltada de quem, depois de 44 anos de trabalho, não aceita a insultuosa desfaçatez de um emproado "aprendiz de feiticeiro" que se arroga ares de gente sabida, para opinar afrontando, e assina como advogado e deputado do PSD.

Do Blog da APRe! - Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados, respigo o seguinte texto, ontem publicado, cujo conteúdo fala por si, só me restando solidarizar-me e congratular a sua autora:
A propósito do Deputado do PSD que diz que a nossa Pátria sofre de Peste Grisalha nao consegui conter a raiva e a seguir transcrevo o mail que lhe enviei que é para alguém me defender se criarem uma nova prisão de alta segurança ou me mandarem internar num hospício.
Segundo o seu comentário que transcrevo a seguir gostaria de lhe fazer algumas perguntas:
A propósito de demografia escreveu: "A nossa pátria foi contaminada com a já conhecida peste grisalha."
Ora bem:
1º - Deduzo que o Sr. Deputado que nasceu a 13 de Fevereiro de 1968 foi por obra e graça do Espírito Santo e como tal deve achar-se um filho de Deus que desceu à Terra.
2º - Portanto cresceu sem pai, sem mãe, sem avós e sem berço.
3º - Apesar de tudo isso nasceu feliz porque hoje não tem ninguém na sua família a quem possa dizer que faz parte da peste grisalha
4º - Também não tem que agradecer a ninguém os estudos que tem. Chegou a advogado também por obra do Espírito Santo!
E agora vamos a conclusões. Pois fique sabendo que eu tenho na minha família e eu própria pertenço à peste grisalha. E fique sabendo também que quando o Sr. Deputado nasceu já eu trabalhava. E assim foi durante 44 anos, não devo nada a ninguém, tenho educação, princípios e moral coisa que lhe falta a si e muito!
A si falta-lhe tudo o que eu tenho, amor, amizade, convicções, solidariedade, determinação. Tive pai, mãe, avós, berço, mesmo que tudo tenha sido modesto.
Sabe que se não morrer cedo e espero que não, terá que engolir as palavras que disse ou então pintar o seu cabelo porque a peste também lhe chegará e alguém poderá lembrar-se do que disse. Alguém obviamente mais novo porque o Sr. Deputado poderia ser meu filho hipoteticamente falando. Felizmente não é porque para seu mal seria diferente ou então não se livrava de um bom par de estalos. Fique bem no meio dos seus e não se esqueça de todas as noites agradecer ao Espírito Santo!
Maria Virgínia Machado
(IN BLOGUE TU(R)BO D` ESCAPE)

 

O BPI AGUENTA, AGUENTA!

"VAMOS EMBORA", TODOS A COLOCAR SACOS DE LIXO À PORTA DO BPI.

O BPI AGUENTA, AGUENTA!

Á Semelhança de Espanha, multiplica-se as agências do BPI que estão a receber sacos de lixo , se o contentor do lixo aguenta o BPI também.
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

MEMÓRIAS AFRICANAS - UM HOMEM DA CAÁLA E SÁTÃO

 
  • Paulo Salvador, Memórias Africanas nova entrevista‏




  • Já coloquei ao vosso dispor a minha entrevista das Memórias Africanas, da Rádio Sim, com Jaime Kandjongo, um homem da Caála que foi trazido para Portugal e deixou a sua família. A mãe nunca mais a viu e o pai só ao fim de quase 30 anos. A certa altura, Jaime era "o preto do Sátão", pela raridade de ver o angolano em pleno interior de Portugal. Uma conversa cheia de emoções, sempre africanas.

    --
    Paulo Salvador
    Jornalista TVI
    site : www.recordarangola.com


    UM BILIÃO DE MULHERES VIOLENTADA

    no dia 14 Fevereiro das 17h. às 18.30h Largo Camões
    Imagem intercalada 2


    Ao longo da vida uma em cada 3 Mulheres será violada ou sofrerá alguma outra forma de violência!
    Chegou o tempo de dizer BASTA! De pôr um fim à Violência e ao silêncio que a rodeia.
    No dia 14 de Fevereiro de 2013, em todo o Mundo 1 Bilião de Mulheres e todos quantos as amam são convidad@s para se levantarem e dançarem, exigindo o fim da violência contra as Mulheres e as raparigas.
    Um Bilião de Mulheres violentada é uma atrocidade!
    Um Bilião de Mulheres dançando é uma revolução!
    A A.P.M.J. convida-@ a vir dançar
    no dia 14 Fevereiro das 17h. às 18.30h.
    Largo de Camões, Lisboa

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    Associação Portuguesa de Mulheres Juristas
    Desde 1988 pelos Direitos Humanos das Mulheres

     
    logo_OBR_PT 1.jpglogo_OBR_PT 1.jpg
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    YouTube - Vídeos desse e-mail
     


    quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

    CZAR OU FUHRER?

     
  • Carta a Urlich, Czar da Finança ...‏



  • por ALICE BRITO:
    "Sei que a raiva não é boa conselheira. Paciência. Aí vai:
    Havia dantes no coração das cidades e das vilas umas colunas de pedra que tinham o nome de picotas ou pelourinhos. Aí eram expostos os sentenciados que a seguir eram punidos com vergastadas proporcionais à gravidade do seu crime. Essa exposição tinha também por fim o escárnio popular.
    Era aí que eu te punha, meu glutão.
    Atadinho com umas cordas para que não fugisses. Não te dava vergastadas. Vá lá, uns caldos de vez em quando. Mas exibia-te para que fosses visto pelas pessoas que ficaram sem casa e a entregaram ao teu banco. Terias de suportar o seu olhar, sendo que o chicote dos olhos é bem mais possante que a vergasta.
    Terias, pois, de suportar o olhar daqueles a quem prometeste o paraíso a prestações e a quem depois serviste o inferno a pronto pagamento.
    Daqueles que hoje vivem na rua.
    Daqueles que, para não viverem na rua, vivem hoje aboletados em casa dos pais, dos avós, dos irmãos, assim a eito, atravancados nos móveis que deixaram vazias as casas que o teu banco, com a sofreguidão e a gulodice de todos os bancos, lhes papou sem um pingo de remorso.
    Dizes com a maior lata que vivemos acima das nossas possibilidades. Mas não falas dos juros que cobraste. Não dizes, nessas ladainhas que andas sempre a vomitar, que quando não se pagava uma prestação, os juros do incumprimento inchavam de gordos, e era nesse inchaço que começava a desenhar-se a via-sacra do incumprimento definitivo.
    Olha, meu estupor, sabes o que acontece às casas que as pessoas te entregam? Sabes, pois… São vendidas por tuta e meia, o que quer dizer que na maior parte dos casos, o pessoal apesar de te ter dado a casa fica também com a dívida. Não vale a pena falar-te do sofrimento, da vergonha, do vexame que integra a penhora de uma casa, porque tu não tens alma, banqueiro que és.
    Tal como não vale a pena referir-te que os teus lucros vêm de crimes sucessivos. Furtos. Roubos. Gamanços. Comissões de manutenção. Juros moratórios. Juros compensatórios, arredondamentos, spreads, e mais juros de todas as cores. Cartões de crédito, de débito, telefonemas de financeiras a oferecerem empréstimos clausulados em letrinhas microscópicas, cobranças directas feitas por lumpen, vale tudo, meu tratante. Mesmo assim tiveste de ser resgatado para não ires ao fundo, tal foi a desbunda. E, é claro, quem pagou o resgate foram aqueles contra quem falas todo o santo dia.
    Este país viveu décadas sucessivas a trabalhar para os bancos. Os portugueses levantavam-se de manhã e ainda de olhos fechados iam bulir, para pagar ao banco a prestação da casa. Vidas inteiras nisto. A grande aliança entre a banca e a construção civil tornavam inevitável, aí sim, verdadeiramente inevitável, a compra de uma casa para morar. Depois os juros aumentavam ou diminuíam conforme era decidido por criaturas que a gente não conhece. A seguir veio a farra. Os bancos eram só facilidades. Concediam empréstimos a toda a gente. Um carnaval completo, obsessivo, até davam prendas, pagavam viagens, ofereciam móveis. Sabiam bem o que faziam.
    Na possante dramaturgia desta crise entram todos, a banca completa e enlouquecida, sendo que todos são um só. Depois veio a crise. A banca guinchou e ganiu de desamparo. Lançou-se mais uma vez nos braços do estado que a abraçou, mimou e a protegeu da queda.
    Vens de uma família que se manteve gloriosamente ricalhaça à custa de alianças com outros da mesma laia. Viveram sempre patrocinados pelo estado, fosse ele ditadura ou democracia. Na ditadura tinham a PIDE a amparar-vos. Uma PIDE deferente auxiliava-vos no caminho. Depois veio a democracia. Passado o susto inicial, meu deus, que aflição, o povo na rua, a banca nacionalizada, viraram democratas convictos. E com razão. O estado, aquela coisa que tu dizes que não deve intervir na economia, têm-vos dado a mão todos os dias. Todos os dias, façam vocês o que fizerem.
    Por isso falas que nem um bronco, com voz grossa, na ingente necessidade de cortes nos salários e pensões. Quanto é que tu ganhas, pá?
    Peroras infindavelmente sobre a desejável liberalização dos despedimentos.
    Discursas sem pejo sobre a crise de que a cambada a que pertences é a principal responsável.
    Como tu, há muitos que falam. Aliás, já ninguém os ouve. Mas tu tinhas que sobressair. Depois do “ai aguenta, aguenta”, vens agora com aquela dos sem-abrigo. Se os sem-abrigo sobrevivem, o resto do povo sobreviverá igualmente.
    Também houve sobreviventes em Auschwitz, meu nazi.
    É isso que tu queres? Transformar este país num gigantesco campo de concentração?
    Depois, pões a hipótese de também tu poderes vir a ser um sem-abrigo. Dizes isto no dia em que anuncias 249 milhões de lucros para o teu banco. É o que se chama um verdadeiro achincalhamento.
    Por tudo isto te punha no pelourinho. Só para seres visto pelos milhares que ficaram sem casa. Sem vergastadas. Só um caldo de vez em quando. Podes dizer-me que é uma crueldade. Pois é. Por uma vez terás razão. Nada porém que se compare à infinita crueldade da rapina, da usura que tu defendes e exercitas.
    És hoje um dos czares da finança. Vives na maior, cercado pelos sebosos Rasputines governamentais. Lembra-te do que aconteceu a uns e ao outro."

    JÁ LEU ESTE LIVRO?


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    UM LIVRO PARA A SUA MESA DE CABECEIRA


    TAMBWE-A UNHA DO LEÃO

    de antónio oliveira e castro

    - uma edição GRADIVA

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    Sinopse

    De Lisboa a Luanda, seguindo por Paris e por bases aéreas bem guardadas na Rússia e na África do Sul, é uma longa viagem sacudida por geografias contrastantes e pelos solavancos da descolonização e do fim da Guerra Fria. Tambwe – A Unha do Leão faz-se disso e de muito mais. É também o percurso interior de Eugénio, à procura da sua infância e da sua razão de ser numa Angola atormentada pela guerra.

    Com uma escrita torrencial e opulenta, o autor descola volta e meia da realidade palpável, circunscrita pelo tempo e pelo espaço, e parte para um universo onírico e simbólico, verdadeiro paraíso perdido, porventura para sempre.

    Romance de vida e de morte, só uma partitura de Brahms parece restar como energia redentora quando, na noite tropical, se abrem as portas da prisão de Luanda.

    (Pedro Vieira)


     

    O LATIN EXPLICA A EXISTÊNCIA DO RELVAS

    o ministro Relvas está justificado‏


     
    DO LATIN

    O vocábulo "maestro" vem do latim "magister" e este, por sua vez, do
    adjectivo "magis" que significa "mais" ou "mais que".

    Na antiga Roma o "magister" era o que estava acima dos restantes,
    pelos seus conhecimentos e habilitações!
    Por exemplo um "Magister equitum" era um Chefe de cavalaria, e um
    "Magister Militum" era um Chefe Militar.

    Já o vocábolo "ministro" vem do latim "minister" e este, por sua vez,
    do adjectivo "minus" que significa "menos" ou "menos que".
    Na antiga Roma o "minister" era o servente ou o subordinado que apenas
    tinha habilidades ou era jeitoso.


    COMO SE VÊ, O LATIM EXPLICA A RAZÃO PORQUE QUALQUER IMBECIL PODE SER
    MINISTRO ... MAS NÃO MAESTRO !!!

    SEM PALAVRAS: COMO SE EDUCAM AS CRIANÇAS NO MUNDO ÁRABE


    quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

    POESIA DE JOSÉ FANHA NO MAEDS EM SETÚBAL

    Exiba CartazJoseFanha_Poesia 20130215_Synapsis-MAEDS.JPG na apresentação de slides
    Baixar
    Carissimi,

    O Synapsis iniciou em grande as actividades de 2013: nos serões Culturais, com uma excelente conferência sobre arqueologia da Arrábida, pela Prof. Doutora Joaquina Soares, Directora do MAEDS; nas iniciativas dos membros do Synapsis, com um concerto do e-Vox, em Azeitão; também nos encontrámos com muitos Amigos no Teatro de Almada, para ver em conjunto a peça de Shakespeare «Timão de Atenas», a última encenação de Joaquim Benites; com uma acção de solidariedade para com uma Amiguinha, como é imperativo de todos os tempos mas especialmente destes que vivemos; e nas Caminhadas, com um magnífico passeio pelos arrozais do Sado!

    Agora importa aproveitar a embalagem para continuar uma interessante programação, jus ao terceiro ano de actividades e tertúlias do Synapsis!!

    No próximo dia 15 de Fevereiro de 2013, às 21:30H, teremos uma palestra do Poeta José Fanha, que nos vai falar de Poesia, partilhando um pouco do mundo fascinante do ler, do escrever e, muito importante, do dizer!!!

    Mais informações, incluindo sobre o nosso historial e a programação do semestre, nos blogues do Synapsis e do MAEDS, bem como nas respectivas páginas no facebook - são bem vindos, Amigos!!!

    Um cordialíssimo e poético abraço,

    A.