quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ALGUNS PORTUGUESES JÁ ESTÃO AFLITOS COM O FIM DO MÊS

PRESIDENTE DA REPÚBLICA E MULHER

OS MUÇULMANOS NÃO ESTÃO FELIZES


Paradoxos dífíceis de entender.

Os muçulmanos não estão felizes:

· Eles não estão felizes em Gaza.
· Eles não estão felizes na Cisjordânia.
· Eles não estão felizes em Jerusalém ..
· Eles não estão felizes em Israel.
· Eles não estão felizes no Egito.
· Eles não estão felizes na Líbia.
· Eles não estão felizes na Argélia.
· Eles não estão felizes em Tunis ...
· Eles não estão felizes em Marrocos.
· Eles não estão felizes no Iêmen.
· Eles não estão felizes no Iraque.
· Eles não estão felizes no Afeganistão.
· Eles não estão felizes na Síria.
· Eles não estão felizes no Líbano.
· Eles não estão felizes no Sudão.
· Eles não estão felizes na Jordânia ...
· Eles não estão felizes no Irã.

Onde os muçulmanos estão felizes?

Eles estão felizes na Inglaterra.
Eles estão felizes na França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes em U.S.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Romenia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.
Eles estão felizes em qualquer outro país no mundo que não está sob um governo muçulmano.
E quem eles culpam?
· Não o Islam.
· Não a liderança deles.
· Não a si mesmos.
Culpam os países onde estão vivendo livremente e bem.
 ... A democracia é realmente boa para eles:
Numa democracia que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles não construíram e nem trabalharam para ter. Podem manter seus costumes, desobedecem às leis, exploram os serviços sociais, fazem paródias de nossa política e de nossos tribunais. Geralmente, mordem a mão que os alimenta.
A questão é contraditória, paradoxal. Eles tentam trazer seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram em busca de uma vida melhor? Dá para entender?

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CULTURA DE BORLA

BLOGUE CULTURA DE BORLA
Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
“Quando os Portugueses andaram na Grande Guerra”
Tema inspira encontros e conferências na Biblioteca de Palmela
No âmbito da Exposição Bibliográfica “ Quando os Portugueses andaram na Grande Guerra” - patente ao público até 14 de Fevereiro, numa organização da Câmara Municipal de Palmela e do Prof. João Reis Ribeiro - a Biblioteca Municipal de Palmela acolhe um conjunto de iniciativas que exploram a temática: dois encontros com escritores e uma conferência, sempre às 21 horas.
No dia 4 de Fevereiro, o escritor Sérgio Luís de Carvalho apresenta o seu romance “O Destino do Capitão Blanc”, cuja acção decorre durante a I Guerra Mundial e retrata a participação portuguesa no grande conflito armado. No dia 17, será a vez de António de Oliveira e Castro apresentar o seu romance “Tambwe – a Unha do Leão”, com ilustrações de Nuno David. Nas duas iniciativas, que integram sessões de autógrafos, o público poderá adquirir livros dos autores.
O historiador Ernesto Castro Leal proferirá a conferência “Pátria e República: Memorialismo de Guerra nas Edições da Renascença Portuguesa” no dia 10 de Fevereiro.
Entrada livre.

HÁ PATRÕES E PATRÕES...O BOM EXEMPLO DE UMA EMPRESA DE PALMELA

Vale mesmo a pena ver.... Empresa de Palmela

AFINAL AINDA HÁ BONS EXEMPLOS

SEM PRECISAR DE AUMENTAR HORÁRIOS, DIMINUIR FÉRIAS OU DIAS FERIADOS.

http://www.youtube.com/watch?v=KcgFjkw4DWU

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

CONVITE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA


CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA - CONVITE


A CÂMARA MUNICIPAL DE PALMELA E O AUTOR
CONVIDAM-NO
PARA A APRESENTAÇÃO DO LIVRO
TAMBWE - A UNHA DO LEÃO
A SESSÃO TERÁ LUGAR NO DIA 17 DE FEVEREIRO,
ÀS 21 HORAS,
NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PALMELA,
NO LARGO DE S. JOÃO Nº6
EM PALMELA
O LIVRO SERÁ APRESENTADO PELA
DRª ANITA VILAR.
VIAGEM MUSICAL COM O SAXOFONISTA
RAFAEL LOPES.
LEITURA DE EXCERTOS DO LIVRO POR
CECÍLIA NUNES.
EXPOSIÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES
DO PINTOR
NUNO DAVID

A SUBLEVAÇÃO POPULAR DE MARIA DA FONTE (continuação de um texto publicado em 25-01-2012)

A Junta Governativa do Porto
A Junta tinha como presidente o Francisco Xavier da Silva Pereira, o 1.º conde das Antas, e como vice-presidente José da Silva Passos, que, para além de ser a alma da revolta, era irmão do político e ex-ministro progressista Manuel da Silva Passos, o famoso Passos Manuel.
Logo que conhecida a revolta do Porto, o visconde de Sá da Bandeira Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo apareceu naquela cidade, aderindo à revolução e dando-lhe um indesmentível relevo nacional.
A Junta do Porto, embora legislando em nome da rainha e jurando-lhe obediência e respeito, na realidade mantinha uma política contrária à opinião da soberana, tudo fazendo para reverter o golpe de 6 de Outubro.
Numa ousadia sem precedentes, O Espectro, um jornal que se publicava em Lisboa, sem que a polícia conseguisse descobrir a imprensa que o imprimia nem os seus redactores, mas que era redigido por António Rodrigues Sampaio, um político próximo dos revoltosos, atacava pessoalmente a rainha pela sua intervenção na politica partidária. Naquele jornal, sem rebuços e em linguagem insultuosa, denegria-se a figura de D. Maria II e sugeria-se a sua abdicação, em prol da república ou, ao menos, em prol de uma qualquer regência em nome de D. Pedro V, na altura com apenas nove anos de idade.
Neste contexto, e perante o risco que corria o trono, a única solução parecia ser a via militar. Estava aberto caminho para mais uma guerra civil, pouco mais de uma década após a celebração da Convenção de Évora-Monte.
Ambos os lados iniciam o levantamento de exércitos e é novamente tempo de contar espingardas.

A Patuleia (Outubro de 1846 a Junho de 1847)

Tropas aplicam vergastadas a um popular durante a Patuleia.
Agora, com o envolvimento dos militares e a participação de todo o espectro político, aquilo que tinha começado como um movimento de contestação popular desembocava numa guerra civil generalizada. Para designar as forças insurrectas, recuperou-se o epíteto patuleia, antes pejorativamente aplicado aos liberais radicais, vocábulo que depois a História adoptaria para designar o confronto de 1846-1847: a Patuleia ou a Guerra da Patuleia.

A origem do termo patuleia parece ser a expressão patola, utilizada coloquialmente para designar alguém que não prima pela inteligência. Desse bem pouco lisonjeiro princípio, patuleia passou a ser utilizado para designar o povo e as agremiações populares e, em especial, o partido setembrista. Quando rebentou a guerra, o termo passou a ser utilizado para designar os aderentes do movimento popular setembrista e as forças que integravam. Com a evolução dos acontecimentos, foram designados por patuleias os adversários setembristas de Costa Cabral e todos aqueles que os apoiaram, passando, nesta acepção, a designar todos os apoiantes da Junta do Porto.

Em 10 de Outubro começa a sublevação patuleia no Porto. O duque da Terceira, que tinha sido enviado à cidade como lugar-tenente da rainha, foi logo preso e expulso da cidade.

No dia 11 de Outubro, o conde das Antas, vindo de Braga, assume o comando militar da revolta. Preside à Junta e tem José da Silva Passos como vice-presidente. Circulam manifestos afirmando que a Revolução do Minho, a revolução mais gloriosa da Nação Portuguesa, fora traída pela soberana.

O tom da discórdia começa a subir e surgem guerrilhas por todo lado. O governo e a banca juntos tentam armar gente, mas só conseguem 3 000 homens sob o comando nominal de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gota.

A guerra parece já inevitável, dividindo mais uma vez o país entre os liberais e os miguelistas, embora ambas as facções o neguem. Agora são os cartistas e os setembristas (os patuleias) que se digladiam, mas as feridas mal curadas da anterior guerra civil rapidamente emergem. Numa estranha coligação, a esquerda liberal, representada pelos apoiantes da Revolução de Setembro, aparece agora aliada à extrema-direita miguelista.

A contenda ameaçava tomar tais proporções que D. Maria II, aconselhada pelo marechal Saldanha, logo a 16 de Outubro, pediu a intervenção da Espanha, da França e da Grã-Bretanha, ao abrigo da Quádrupla Aliança, para acabar com a revolução, alegando que era uma sublevação miguelista. Os espanhóis mandam de imediato forças para a fronteira, mas o governo britânico não aceita que haja uma revolta miguelista.

A adesão popular é enorme. Segundo Oliveira Martins, esta gente ... chamada à revolta sentia pulsar-lhe nas veias o antigo sangue de nómadas barbarescos, de bandidos históricos, serranos guerreiros: não os minhotos, mas os transmontanos, os beirões, os estremenhos, e toda a população transtagana. Por todo o país se canta:
Eia avante, portugueses! Eia avante, não temer! Pela santa liberdade, Pelejar até morrer!
As garantias constitucionais continuam a ser suspensas por decreto, durante 30 dias de cada vez. Serão promulgados novos decretos em 27 de Janeiro, 6 de Fevereiro, 6 de Março, 6 de Abril, 6 de Maio e 6 de Junho.
Pouco a pouco, surgem por todo o país juntas que se afirmam subordinadas da Junta Provisória do Supremo Governo do Reino, a do Porto, e todas se declaram em rebelião contra o governo de Lisboa. A agitação espalha-se por todo o império: a 25 de Outubro há um pronunciamento em Ponta Delgada, Açores, formando-se ali a Junta Governativa do Distrito de Ponta Delgada; a 29 de Abril de 1847 é a vez de se formar a Junta Governativa da Madeira; na Índia Portuguesa, instala-se uma Junta e fala-se em vender território aos britânicos. Mesmo depois da entrada em Portugal das forças da Quádrupla Aliança, os pronunciamentos continuaram: a 22 de Maio de 1847 é vez da ilha Terceira, nos Açores.
Entretanto, a 26 de Outubro, forças afectas à Junta do Porto dirigem-se para Santarém, ameaçando directamente a capital, o que leva a rainha, em 27 de Outubro, a assumir plenos poderes extraordinários, suspendendo-se a legalidade constitucional.
A 4 de Novembro, Santarém é ocupado pelas forças revoltosas. Sentindo-se ameaçado, o governo resolve apostar tudo, e a 6 de Novembro, Costa Cabral, no exílio em Espanha, é nomeado embaixador naquele país, ficando encarregado de pressionar o governo espanhol no sentido da entrada das suas forças em Portugal em socorro do governo de Lisboa.
A 7 de Novembro, o marechal Saldanha sai de Lisboa à frente das forças fiéis do exército, após rainha e o seu marido terem passado as tropas em revista. Iniciam-se as hostilidades.
Dadas as dificuldades financeiras, a 14 de Novembro, é promulgado um decreto que impõe o curso forçado permanente das notas do Banco de Lisboa, impondo pesadas punições a quem se tentar eximir. Este diploma é complementado, a 19 de Novembro, por um decreto que obriga à fusão do Banco de Lisboa com a Companhia Confiança, prevendo-se a criação de um Banco de Portugal, materializada no dia 26 de Dezembro imediato, instituição que ainda hoje perdura.
Felizmente para o governo, a Junta do Porto, apesar de dispor de importantes forças militares e de indesmentível apoio popular, por causa da imperícia dos seus generais não foi capaz de se impor pela força, saindo, logo nos meses iniciais da guerra, as suas forças derrotadas num conjunto importante de recontros.

No norte de Portugal, o general barão do Casal, comandante da divisão de Trás-os-Montes, optara por se manter fiel à rainha e marchou com a suas tropas sobre o Porto, esperando que ali rebentasse um contra-golpe cartista que lhe entregasse a cidade. Contudo, tal não aconteceu e, ao invés, Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, então visconde de Sá da Bandeira, que havia aderido à patuleia, sai-lhe ao encontro à frente de uma bem armada divisão, marchando pela Régua e Sabrosa até Chaves, onde as forças do barão do Casal se refugiam.
Ao mesmo tempo, forças guerrilheiras comandadas por Luís Malheiro Peixoto de Lemos e Vasconcelos, 1.º barão de Castro Daire, ocupam Murça, dando a impressão que os patuleias irão controlar o norte. Esta situação inverte-se rapidamente já que, a 15 de Novembro, o visconde de Sá da Bandeira decide retirar para Valpaços, aparentemente para aí atrair as forças do barão do Casal e dar batalha.
Efectivamente, a 16 de Novembro, as forças do barão do Casal marcham sobre Valpaços e dão batalha. No recontro, onde dois regimentos do Porto de bandearam, o visconde de Sá da Bandeira é batido e obrigado, no dia 20 de Novembro, a recolher precipitadamente ao Porto. No fim do recontro, todo o norte parecia ficar sob controlo das forças leais ao governo.
Por essa altura já o levantamento militar se espalhara pelo país. A sul do Tejo, o general José Lúcio Travassos Valdez, 1.º conde de Bonfim, o brigadeiro Francisco Pedro Celestino Soares, futuro visconde de Leceia, e Luís Francisco Estêvão Soares de Melo da Silva Breyner, 1.º conde de Melo, comandavam tropas patuleias. Em Coimbra, o marquês de Loulé também se rebelara e reconstituíra o Batalhão Académico.
Para piorar a situação, durante a retirada, o que restava das forças de Sá da Bandeira encontra na Régua um numeroso grupo guerrilheiro comandado pelo velho general realista MacDonnell, o qual tinham ali aclamado D. Miguel. É o miguelismo, que aproveitando a oportunidade criada pelos patuleias, ameaça ressurgir das cinzas das guerras liberais.


A PUBLICAÇÃO DESTE TEXTO CONTINUA NOS PRÓXIMOS DIAS


O IMPÉRIO FINANCEIRO

O Império Financeiro. Caímos na teia!
Aqui se percebe muito do que está a acontecer.
Este vídeo feito em 2010 e antecipa muito do que está a acontecer.
Uma aula sobre o modo como somos enganados, sugados e escravizados pelo sistema.
NÃO DEIXEM DE VER O VÍDEO ABAIXO. VALE A PENA.
https://www.youtube.com/watch?v=vsVlcJZ1YtU&feature=player_embedded

SHE`S ALIVE...BEAUTIFUL...FINITE...HURTING...

PORTUGAL - MUSEU NACIONAL DOS COCHES

Feitos em Portugal, Itália, França, Áustria e Espanha, os coches abrangem três séculos e vão dos mais simples aos mais sofisticados. A galeria principal, no estilo Luís XVI, é ocupada por duas filas de coches construídos para a realeza portuguesa. A colecção começa pelo coche de viagem de Filipe II de Portugal (III de Espanha), de madeira e couro negro, do século XVII. os coches são forrados a veludo vermelho e ouro, com exteriores esculpidos e decorados com alegorias e as armas reais, trabalho denominado talha dourada. As filas terminam com três enormes coches barrocos feitos em Roma para o embaixador português no Vaticano D. Rodrigo Almeida e Menezes, futuro marquês de Abrantes, em embaixada enviada ao papa Clemente XI a mando do rei D.João V. Estes coches têm interiores luxuosos e esculturas douradas em tamanho natural, durante muitos anos nenhum monarca europeu enviou embaixadas ao Vaticano por não se conseguir igualar tamanha magnitude.Destacam-se ainda, entre outros, os Coches da Coroa, de D.João V e a Carruagem da Coroa, mandada executar por D.João VI, quando regressou do Brasil e que foi utilizado pelos dois últimos reis nas suas aclamações.

PORTUGAL MARAVILHOSO - AÇORES, ILHA DAS FLORES

A VERDADE


Olá Castro
Olha que a verdade é que o Drauzio Varela, (teu blogue) oncologista brasileiro nunca foi prémio Nobel, o que não lhe tira os méritos.
E há um que, infelizmente, foi erro grave de casting : Egas Moniz...
MJ (médica)

NOTA: MJ, OBRIGADO PELO ESCLARECIMENTO.

HADOUK TRIO - SHAMANIMAL

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

NOVO COMENTÁRIO SOBRE O ROMANCE"TAMBWE-A UNHA DO LEÃO"

Nesta hora (BLOGUE)
Escrever porque sim. Dizer. Neste tempo e nesta hora. Sobre os momentos e sobre as coisas que os fazem. Contacto: joaoreisribeiro@netvisao.pt

Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011


António Oliveira e Castro: "Tambwe" ou o mundo pelos olhos de Eugénio

O mais recente romance de António Oliveira e Castro, Tambwe – A unha do leão (Lisboa: Gradiva, 2011), com ilustrações de Nuno David, é uma história que prende o leitor ao trajecto de uma personagem como Eugénio, figura que, ora procura a morte, ora assume o seu trajecto sozinho, ora peregrina até às raízes. A história é intensa e o leitor é convidado a passar por paisagens diversas, europeias (Portugal, França) ou africanas (Angola), por corredores diversificados de uma sociedade que nem sempre se rege pelos melhores princípios, convivendo com figuras da baixa política, com revolucionários, com mercenários, e tendo momentos de paragem, também fortes, em pensares de tempos de solidão ou em reflexão com figuras que constroem e se alojam na identidade.
É uma história dramática, em que o narrador dialoga com o leitor, tentando convencê-lo da verosimilhança das situações e levando-o a pensar a actualidade, o papel da política, o encaminhamento do mundo, o ser cidadão. É uma história dolorosa, com desvios e demandas, mortes e utopias, caos e ordem, poesia e horror, em que a liberdade e a prisão coexistem e a fragilidade do mundo e dos sistemas é posta à prova. É a história de uma solidão sempre e sempre testada, numa fuga ao tormento.
Sublinhados
Palavras – “As palavras, por maior que seja o seu conteúdo, não têm peso, sustentam-se de aparentes levezas, da aragem dos êxtases.”
Mistério – “Nem sempre o universo do homem se pode resumir ao encontro com a razão, na equação entram outras incógnitas, indecifráveis e misteriosas.”
Faltas – “O que mais há na terra é paisagem e o que mais falta é o amor.”
Escrever – “Nenhum escritor escreve sobre acontecimentos insignificantes, procura sempre o lado sombrio, sujo, sanguinolento, colérico e escondido do Homem; descreve os campos de batalha onde se fuzilam os inocentes e assinam acordos de paz com os generais; o artífice da palavra relata, com a emoção de que é capaz, a loucura dos heróis, o medo dos cobardes; leva-nos até aos que jazem, na agonia da morte, debruçados sobre a terra que lhes escuta o lamento; faz-nos tropeçar nos corpos dilacerados que se espalham sobre os degraus dos edifícios em ruínas.”
Amor – “O amor é um fenómeno muito mais complexo que a morte; enquanto um regenera, o outro remete para o esquecimento.”
Vida – “Mesmo a vida mais verdadeira não passa do resultado do acaso, a que só a fé dos homens confere normalidade.”
Gerações – “O mundo acaba apenas para velhos que já não são capazes de se transformar, continua para os jovens generosos e sonhadores, que precisam de mudança.”
Futuro – “Nada, nada mesmo, obedece à lógica; apenas a aventura, o perigo, o risco, o sucesso imprevisto comandam o futuro.”
Castigo – “Os castigos são sempre subjectivos. Dependem de quem está no poder. Herói se vencer, traidor se for derrotado.”
História – “A história despreza os seus actores, reescreve-lhes o drama a seu bel-prazer; a qualquer instante pode matar num jogo de contradições, de paradoxos, de ironias, de injustiças; oportunista, caminha sobre uma estrada de cadáveres.”
Guerra – “A guerra não distingue os homens; tanto se lhe dá que sejam honestos ou assassinos, jovens ou velhos, pouco lhe importa que se encontrem exaustos ou frescos. Aliás, a violência tem especial predilecção pelos mais incautos, pelos mais fracos.”
Actor – “Apenas quando encarnam personagens que um qualquer dramaturgo inventou, os actores são belos, sedutores, insuspeitos, assim que abandonam o palco e a ribalta regressam à miserável condição humana que os agasalha.”
Pátria – “Para que precisamos de nações? Os cidadãos precisam é de paz!”
Povo – “A história dos povos tem as suas regras, o seu tempo lento, mas as mudanças são muito mais definitivas quando a violência da guerra se torna conselheira da razão e das emoções.”
Trincheira – “Nas trincheiras, sempre morreram os jovens crédulos, cadáveres condecorados com a crueldade do martírio. Indiferentes à hecatombe, os proprietários da pátria, latifúndio com milhares de hectares, que fazem crer ser também nossa, oferecem-nos o privilégio de lhes amanharmos o solo, de lhes produzirmos a riqueza.”
Horizonte – “A dimensão dos homens vê-se para onde olham, se para o umbigo, se para a montanha.”
Ambição – “Os homens, quando guiados apenas pela ambição, perdem a noção da realidade, escutam o umbigo quando tudo à volta se desmorona.”

UM POLÍCIA EXEMPLAR


UM EXEMPLO A SEGUIR PELOS POLÍCIAS DE TODO O MUNDO

QUAL É O TEU VALOR DE MERCADO?

Qual é o teu valor de mercado?



“Qual é o teu valor de mercado, mãe? Desculpa escrever-te uma pequena carta, mas estou tão confuso que pensei que escrevendo me explicava melhor.

Vi ontem na televisão um senhor de cabelos brancos, julgo que se chama Catroga, a explicar que vai ter um ordenado de 639 mil euros por ano na EDP, aquela empresa que dava muito dinheiro ao Estado e que o governo ofereceu aos chineses.

Pus-me a fazer contas e percebi que o senhor vai ganhar 1750 euros por dia. E depois ouvi o que ele disse na televisão. Vai ganhar muito dinheiro porque tem o seu valor de mercado, tal como o Cristiano Ronaldo. Foi então que fiquei a pensar. Qual é o teu valor de mercado, mãe?

Tu acordas todos os dias por volta das seis e meia da manhã, antes de saíres de casa ainda preparas os nossos almoços, passas a ferro, arrumas a casa, depois sais para o trabalho e demoras uma hora em transportes, entra e sai do comboio, entra e sai do autocarro, por fim lá chegas e trabalhas 8 horas, com mais meia hora agora, já é noite quando regressas a casa e fazes o jantar, arrumas a casa e ainda fazes mil e uma coisas até te deitares quando já eu estou há muito tempo a dormir.

O teu ordenado mensal, contaste-me tu, é pouco mais de metade do que aquele senhor de cabelos brancos ganha num só dia. Afinal mãe qual é o teu valor de mercado? E qual é o valor de mercado do avozinho? Começou a trabalhar com catorze anos, trabalhou quase sessenta anos e tem uma reforma de quinhentos euros, muito boa, diz ele, se comparada com a da maioria dos portugueses. Qual é o valor de mercado do avô, mãe? E qual é o valor de mercado desses portugueses todos que ainda recebem menos que o avô? Qual é o valor de mercado da vizinha do andar de cima que trabalha numa empresa de limpezas?

Ontem à tardinha ela estava a conversar com a vizinha do terceiro esquerdo e dizia que tem dias de trabalhar catorze horas, que não almoça por falta de tempo, que costumava comer um iogurte no autocarro mas que desde que o motorista lhe disse que era proibido comer nos transportes públicos se habituou a deixar de almoçar. Hábitos!

Qual é o valor de mercado da vizinha, mãe? E a minha prima Ana que depois de ter feito o mestrado trabalha naquilo dos telefones, o “call center”, enquanto vai preparando o doutoramento? Ela deve ter um enorme valor de mercado! E o senhor Luís da mercearia que abre a loja muito cedo e está lá o dia todo até ser bem de noite, trabalha aos fins de semana e diz ele que paga mais impostos que os bancos?

Que enorme valor de mercado deve ter! O primo Zé que está desempregado, depois da empresa onde trabalhava há muitos anos ter encerrado, deve ter um valor de mercado enorme! Só não percebo como é que com tanto valor de mercado vocês todos trabalham tanto e recebem tão pouco! Também não entendo lá muito bem – mas é normal, sou criança – o que é isso do valor de mercado que dá milhões ao senhor de cabelos brancos e dá miséria, muito trabalho e sofrimento a quase todas as pessoas que eu conheço!

Foi por isso que te escrevi, mãe. Assim, a pôr as letrinhas num papel, pensava eu que me entendia melhor, mas até agora ainda estou cheio de dúvidas. Afinal, mãe, qual o teu valor de mercado? E o meu?”

(TEXTO DE FRANCISCO QUEIROZ)

HUMOR EM TEMPO DE CRISE - PORTUGAL - AÇORES


Esquecendo por instantes as tristezas da vida..., ora riam lá um bocadinho!...

RECORDANDO A DÍVIDA PÚBLICA

É só gamar!!!

Uma peça importante para se perceber que a dívida pública, contrariamente ao que procuram fazer crer, é resultado de criminosas transferências do erário público para os bolsos de uns quantos privados!
E é neste quadro que nos impõem sacrifícios (redução de vencimentos, etc., etc.).
Um bom exemplo, bem demonstrativo de como a riqueza pode, em larga escala, ser transferida de muitos para uns poucos!
Revoltante, simplesmente revoltante!!!

BANCO DE PORTUGAL - E OS CARRINHOS DE GOLFE

  • Como a vida é dura!‏



  • Como a vida é dura!Banco de Portugal gasta 5 mil euros em carro de golfe
    A aquisição foi feita a 9 de setembro de 2010 e consta do Base, o portal que divulga este tipo de contas.
    O jornal i avança na edição de hoje que o banco de Portugal comprou, por ajuste direto, um carro de golfe avaliado em 5 mil euros, a 9 de Setembro de 2010, quando Carlos Costa já era governador.
    A publicação recorda que o Banco de Portugal não cortou os subsídios de Natal e férias dos seus funcionários, dado que, segundo afirmou o primeiro ministro Pedro Passos Coelho esta semana, se rege pelas regras dos seus congéneres. Resta saber se há mais entidades reguladoras da zona euro a adquirir equipamentos de golfe para os seus quadros.

    QUADRO EM LEILÃO PARA APOIO ÀS CRIANÇAS

    Estimado (a),
    Este quadro foi gentilmente doado à LIGA dos Amigos do Hospital Dona Estefânia pela maravilhosa pintora Ilda Coelho que usa a Pirogravação como uma das suas técnicas.
    A LIGA pretende com este leilão angariar fundos para ajudar as crianças do hospital com necessidades de apoio salutar base e que entre outras situações, dependem de suplementos alimentares caríssimos e específicos para sobreviver.
    Divulguem a mensagem para que mais interessados possam licitar e/ou comprar o quadro.
    Pelas crianças e pela obra em si.
    Obrigada

    Esta em leilão no site abaixo.
    cumprimentos
    Anaína Lourenço

    BRASIL - A FRASE DO PRÉMIO NOBEL DA MEDICINA

    A FRASE DO ANO, PROFERIDA PELO PRÉMIO NOBEL DA MEDICINA
    O oncologista brasileiro Drauzio Varella

    "No mundo actual, investe-se cinco vezes mais em medicamentos para a virilidade masculina e silicones para as mulheres do que na cura do Alzheimer. Daqui a alguns anos, teremos velhas de mamas grandes e velhos com pénis duro, mas nenhum se recordará para que servem".

    Drauzio Varella, MD, (b. January 1, 1943 in São Paulo, Brazil) is a Brazilian physician, educator, scientist and noted medical science popularizer in the press and TV, as well as best-selling author. In addition to medicine, Varella is noted as a public commentator on issues such as prison conditions, social welfare, government, literature and his professed atheism and skepticism.
    Varella came from a family of Portuguese and Spanish descent from São Paulo. He studied medicine at the Medical School of the University of São Paulo. While a student, he was one of the founders of a pre-med preparatory course with João Carlos di Genio and other colleagues, and where he taught chemistry for several years. This course later became the larger private educational system in Brazil, the Universidade Paulista and the Sistema Objetivo. Varella has won the prestigious Prêmio Jabuti literary award.

    SALA´RIOS MÍNIMOS E AS DECLARAÇÕES DO MINISTRO DAS FINANÇAS

    PORQUE RAZÃO A ELECTRICIDADE EM PORTUGAL É CARA.

    POR ACASO SABEM QUAL FOI VERDADEIRAMENTE O CONSUMO DE ELECTRICIDADE NUMA FACTURA EM QUE PAGAM DE 116,00 € ?! VEJAM A DESCRIMINAÇÃO NO QUADRO ABAIXO … E PASMEM !


    DESCRIMINAÇÃO
    CUSTO EFECTIVO DA ELECTRICIDADE CONSUMIDA  - 34,00 €
    Taxa RDP e RTP  - 7% - 6.80 €
    Harmonização Tarifária dos Açores e da Madeira - 3%  - 1,60 €

    Rendas por passagem de cabos de alta tensão para Municípios e Autarquias - 10% - 5,40€

    Compensar de Operadores - EDP, Tejo Energia e Turbo Gás - 30% - 16,10 €

    Investimento em energias renováveis -  50% - 26,70 €

    Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência e da ERSE - 7% - 3,70 €

    Soma  - 94,30 €

    IVA 23% - 21,70 €

    Total 116,00 €

    ACHAM QUE A ELECTRICIDADE ESTÁ CARA ?....

    ESTE EMAIL DEVE SER REPASSADO AO MÁXIMO PARA TODA A GENTE FICAR A CONHECER O ROUBO QUE NOS É FEITO NA FACTURA DA EDP !!!

    O QUE PAGAMOS NA FACTURA DA ELECTRICIDADE ...

    Permaneçam sentados para não caírem:

    - 7% de Taxa para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, Catarinas Furtados e outras que tais possam receber 17.000 e mais €/mês);
    - 3% são a harmonização tarifaria para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (TODOS NÓS) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham electricidade mais barata. Isto é, NÓS já pagamos durante 2011, 75 M€ para aqueles ilhéus terem a electricidade mais barata !!!
    - 10% para rendas aos Municípios e Autarquias. Mas que m... vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (TODOS NÓS) pagamos aos Municípios e Autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, TODOS NÓS, já pagamos durante 2011, 250 M€ aos Municípios e Autarquias por aquela renda.
    - 30% para compensação aos operadores. Ou seja, TODOS NÓS, já pagamos em 2011, 750 M€ para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.
    - 50% para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis e que depois era descontado no IRS, também o pagamos. Ou seja, mais uns 1.250 M€.
    - 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M€. Que custos são estes? São Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do Desempenho Ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.

    Estão esclarecidos? Isto é uma vergonha. NÓS TODOS pagamos tudo !

    Pagamos para os açorianos e madeirenses terem electricidade mais barata, pagamos aos Municípios e Autarquias, para além de IMI's, IRS's, IVA's em tudo que compramos e outras taxas... somos sugados, chupados, dissecados...

    FRANÇA - VALORES DA CULTURA OCIDENTAL EM CAUSA?


    França a 1.ª região consagrada na EURÁBIA.

    CITAÇÕES DA IMPRENSA FRANCESA

    RACISMO, PRECONCEITO, LIBERDADE, DIREITOS HUMANOS, IGUALDADE ENTRE SEXOS?
    SABIA QUE AS JOVENS MULHERES MUÇULMANAS EXIGIRAM SER ISENTAS DAS AULAS DE BIOLOGIA E DESPORTOS, NÃO SENDO PENALIZADAS NAS SUAS NOTAS FINAIS?
    (Fonte: Nouvel Obs)
    - Sabia que os muçulmanos têm horários próprios que lhes são reservados exclusivamente para as piscinas?
    (Fonte: Análise da Política)
    - Sabia que as estudantes muçulmanas, no exame médico, conseguiram que legalmente possam ser acompanhadas por seus maridos e examinadas por uma mulher?
    (Fonte: Nouvel Obs)
    - Sabia que uma associação de muçulmanos, na Universidade de Paris, põe em causa o direito de um professor de "cultura ocidental" para julgar o trabalho de um estudante muçulmano?
    (Fonte Express)
    - Sabia que os muçulmanos estão a lutar por conseguir a abolição do Natal, em algumas escolas primárias?
    - Sabia que os estudantes muçulmanos, usando como desculpa a lei da laicidade, pedem a remoção de árvores de Natal em várias escolas, mesmo nos jardins de infância?
    (Fonte: Le Parisien)
    - Sabia que os muçulmanos procuram obter a proibição de comercarne nas escolas francesas, onde eles são maioria?
    - Sabia que os muçulmanos estão a exigir licença adicional, para as suas férias islâmicas?
    - Sabia que os muçulmanos exigem salas de oração nas nossas escolas, nos liceus, ginásios e universidades?
    - Sabia que os muçulmanos estão a exigir a amenização dos seus horários nas escolas, universidades e locais de trabalho, para a prática das suas cinco orações diárias?
    - Sabia que os muçulmanos exigem uma revisão dos nossos livros de história, para incluir a história do seu país e da sua religião?
    (Fonte: Nouvel Obs)
    - Sabia que nos nossos livros didácticos, serão excluídas todas as referências a Charles Martel ou à Joana d´ Arc, a fim de não ofender os muçulmanos franceses?
    - Sabia que os funcionários públicos muçulmanos exigem trabalhar com um chador?
    - Acredita que médicas e estudantes de medicina muçulmanas exigem apenas tratar as mulheres?
    (Fonte: Le Monde, Le Figaro)
    - sabia que os médicos são espancados se tratarem as mulheres muçulmanas, sem o consentimento de seus maridos?
    (Fonte Le Monde, Le Figaro)
    - Sabia que nas faculdades, predominantemente franco-africanas do Magrebe, existem inscrições: "Morte aos Judeus", "Morte aos cristãos" ou "Viva o Bin Laden?
    - Sabia que durante as manifestações contra a guerra no Iraque, alguns "pacifistas" muçulmanos exibiam retratos de Bin Laden ou Saddam?
    (Fonte: As Verdades 4)
    - Sabia que o selvagem chamado Djamel, que queimou viva a jovem Sohane, foi aclamado na sua cidade de Val de Marne, durante a sua presença na reconstituição dos factos?
    (Fonte: JT de France 2)
    - Sabia que os jovens negros e muçulmanos que queimaram vivo um guarda de segurança branco, num supermercado em Nantes (2002), não sentiram remorsos e mostraram-se orgulhosos?
    (Fonte: Depoimento de advogado)
    - Sabia que um manual de boas condutas " lícitas e ilícitas no Islã", vendido em França durante 10 anos, explica como um bom muçulmano deve bater na sua esposa: 'com a mão','chicote' ou 'pedaço de madeira?"
    (Fonte: L'Express)
    - Sabia que patrulhas de milícias islâmicas andaram nas ruas de Antuérpia e noutros lados para "monitorar maus policiais racistas brancos" e aplicar a sua própria lei?
    (Fonte: Libération)
    - Sabia que a nova legislação exigirá que a polícia, o exército e o serviço civil em geral, contratem com prioridade jovens imigrantes, tendo assinado com 35 empresas na França, (Televisão, Peugeot, grupos
    de alimentos e Casinos), um acordo para contratarem preferencialmente pessoal estrangeiro?
    (Fonte: Governo e Sindicatos).
    - Sabia que nas escolas secundárias as muçulmanas vestem as túnicas antes de ir para o quadro, para não despertarem qualquer desejo?
    Que nas escolas primárias os pais muçulmanos recusaram deixar as suas filhas na classe de um professor substituto, devendo ser uma mulher a substituir a outra mulher professora? A escola teve que criar um compartimento sem janelas, para reconhecer as mães, cobertas da cabeça aos pés, antes de lhes entregarem os seus filhos?
    (Fonte: Le Monde, 09/07/04)
    - Sabia que nas escolas primárias, os alunos têm dois banheiros e torneiras separados, sendo uma reservada para 'muçulmano', e outra para 'francês' ou um funcionário local? Exigem que haja vestiários
    separados nos ginásios, porque, segundo eles, um circuncisado não pode despir-se ao lado de um impuro?
    (Fonte: Le Monde, 09/07/04)
    - Sabia que em outras comunidades religiosas (judeus, hindus, budistas, etc.) não há nenhuma reivindicação deste tipo ou equivalente? E nós, por agora e por poucos anos mais, a maioria,
    será que teremos que nos render e estar ao serviço, satisfazer, pagar e dar prioridade a este tio de minoria?

    Já pensaram se alguma destas situações era possível nos países deles?

    SEI QUE ESTES TEXTOS SÃO PERIGOSOS, PODEM ESTIMULAR O PRECONCEITO, MAS O QUE ESTÁ EM CAUSA SÃO OS VALORES DE DEMOCRACIA, LIBERDADE E DIREITOS HUMANOS E PELOS QUAIS A EUROPA SE BATEU, NEM SEMPRE DA MELHOR FORMA, É CERTO, DURANTE SÉCULOS.
    QUEREREMOS NÓS VOLTAR AO OBSCURANTISMO RELIGIOSO E MEDIEVAL?

    quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

    MOÇAMBIQUE


     VÁ VISITAR MOÇAMBIQUE !!

    Muito bom. Uma grande alegria por rever as terras já visitadas e conhecer muitas outras tanto ou mais fascinantes ainda. Um motivo de orgulho não apenas para aqueles que lá nasceram, mas também para aqueles que a consideravam já a sua terra natal.
    Resta-nos uma saudade tão grande que não nos cabe no peito.

    Apenas um reparo, um erro que penso ser apenas de leitura ou de dicção. Não do texto em si.
    Moçambique não fica na costa Sudoeste mas sim Sudeste de África (virada a a Leste ou Este). As acácias das flores lilás chamam-se Jacarandás e não Jaracandás.****

    Amigas e amigos,****

    Percam 15 minutos e vão ficar radiantes!...

    https://www.youtube.com/watch?v=AYRHdjeq87k&feature=player_embedded#<https://www.youtube.com/watch?v=AYRHdjeq87k&feature=player_embedded>
    !****