segunda-feira, 10 de outubro de 2011

LIMITES À DESPESA DA MADEIRA

Governo quer criar limite para autorizar despesa da Madeira

Margarida Peixoto e Luís Reis Pires
10/10/11

Alberto João Jardim festejou ontem a sua 45º vitória e 10º maioria absoluta, esta última à tanjente. E começou a noite a lançar alertas ao Governo.


Conselho de Ministros deve decidir hoje um limite a partir do qual a Madeira terá de pedir autorização às Finanças para realizar despesa.

A partir do próximo ano, Alberto João Jardim pode vir a ter que pedir autorização a Vítor Gaspar sempre que quiser realizar despesa pública. Esta é uma das medidas que o Governo está a estudar, para diminuir a autonomia financeira da região autónoma, apurou o Diário Económico. A questão deverá ficar fechada hoje, no Conselho de Ministros extraordinário.

Depois das surpresas desagradáveis vindas da Madeira, que comprometeram a credibilidade do País perante os mercados, o Governo está determinado em reduzir a autonomia financeira da região.

Essa era já, aliás, uma exigência feita pela ‘troika', na actualização do memorando de entendimento. As autoridades internacionais pediram várias medidas que visam um maior controlo das despesas das regiões, como por exemplo "o reforço do poder de supervisão do Estado na execução orçamental" das mesmas, ou a aplicação "de tectos de dívida mais apertados".

Mas o Executivo pode ir um pouco mais longe, para evitar que no futuro apareçam mais despesas escondidas. Assim, e no âmbito do programa de ajustamento que está a ser preparado para a Madeira, está em estudo a possibilidade de se obrigar o Governo Regional a pedir autorização ao Ministério das Finanças, antes de realizar despesa pública.

BALEIA AGRADECIDA



Uma baleia na Baixa Califórnia, Mar de Cortez, estava em vias de morrer toda enroscada em redes de nylon, quando é salva pela tripulação de um pequeno barco. Veja a alegria e a festa que ela faz para a tripulação, quando é libertada depois de mais de uma hora de esforço, para cortar os fios da rede...


Aprecie o vídeo!

http://www.flixxy.com/humpback-whale-gives-show-after-being-saved.htm

O MUNDO VS WALL STREET

Queridos amigos,


Milhares de norte-americanos tomaram conta de Wall Street -- se juntando a um movimento global de Madri a Jerusalém para recuperar a democracia dos interesses corruptos. Se milhões de nós os APOIARMOS, vamos impulsionar seus ânimos e mostrar aos meios de comunicação e líderes que este não é um movimento extremista. Clique abaixo para assinar a petição - cada assinatura será mostrada ao vivo em um gigante contador no meio da ocupação de Wall Street.


Milhares de norte-americanos ocuparam sem violência a Wall Street - um epicentro do poder financeiro global e da corrupção. Eles são os últimos raios de luz em um novo movimento pela justiça social que está se espalhando rapidamente pelo mundo: de Madrid a Jerusalém e a 146 outras cidades, com outras aderindo a cada instante. Mas eles precisam de nossa ajuda para triunfarem.

Como são as famílias de trabalhadores que estão pagando a conta de uma crise financeira causada por elites corruptas, os manifestantes estão exigindo uma verdadeira democracia, justiça social e combate à corrupção. Mas eles estão sob forte pressão das autoridades e alguns meios de comunicação estão retratando-os como grupos extremistas. Se milhões de nós de todo o mundo os apoiarem, vamos aumentar a sua determinação e mostrar a mídia e aos líderes que os protestos fazem parte de um movimento massivo pela mudança.

Este ano pode ser o nosso 1968 desse século, mas para ter sucesso ele deve ser um movimento de todos os cidadãos, de todas classes sociais. Clique para participar da campanha para a democracia real - um contador gigante será erguido no centro da ocupação em Nova York mostrando ao vivo cada um de nós que assinarmos a petição e retransmitido ao vivo na página da petição:

http://www.avaaz.org/po/the_world_vs_wall_st/?vl

A onda mundial de protestos é o capítulo mais recente na história deste ano do poder global do povo. No Egito, as pessoas tomaram a praça Tahrir e derrubaram seu ditador. Na Índia, o jejum de um homem trouxe milhões às ruas e o governo teve que ceder - vencendo uma ação real para acabar com a corrupção. Durante meses, os cidadãos gregos protestam sem descanso contra os injustos cortes nos gastos públicos. Na Espanha, milhares de "indignados" desafiaram a proibição de manifestações pré-eleitoral e montaram um acampamento de protesto na praça do Sol para manifestar contra a corrupção política e a manipulação do governo da crise econômica. E neste verão em Israel as pessoas construíram "cidades de tendas" para protestar contra o aumento dos custos de habitação e por justiça social.

Estes assuntos nacionais estão ligados por uma narrativa global de determinação para acabar com a conivência das elites e de políticos corruptos - que em muitos países ajudaram a causar uma prejudicial crise financeira e agora eles querem que as famílias de trabalhadores paguem a conta. O movimento de massas que está respondendo a isso pode não só garantir que o ônus da recessão não caia sobre os mais vulneráveis, mas também pode ajudar a melhorar o equilíbrio de poder entre democracia e corrupção. Clique para apoiar o movimento:

http://www.avaaz.org/po/the_world_vs_wall_st/?vl

Em cada revolta, do Cairo a Nova York, o pedido por um governo responsável que sirva o povo é claro e nossa comunidade global tem apoiado esse poder do povo em todo o mundo, onde quer que tenha surgido. O tempo em que os políticos ficavam nas mãos dos poucos corruptos está terminando e, em seu lugar, estamos construindo democracias reais, de, por e para as pessoas.

Com esperança,

Emma, ​​Maria Paz, Alice, Ricken, Morgan, Brianna, Shibayan e o resto da equipe Avaaz

Mais informações:

Protestos nos EUA entram no 18º dia e se alastram (O Estado de S. Paulo)
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,protestos-nos-eua-entram-no-18-dia-e-se-alastram,781126,0.htm

A ocupação de Wall Street e a luta simbólica (O Globo)
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/10/05/a-ocupacao-de-wall-street-a-luta-simbolica-409477.asp

Contra medidas de austeridade, Grécia faz greve no setor público (G1)
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/grecia-tem-dia-de-greve-no-setor-publico.html

Protestos contra corrupção reúnem milhares no Kuait (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/986423-protestos-contra-corrupcao-reunem-milhares-no-kuait.shtml

Ocupa Wall St - recursos on-line para a ocupação (em inglês)
http://occupywallst.org/

ESPANHA - A CRISE DEVE SER PARA TODOS

ESTÁ  A CIRCULAR EM TODA A ESPANHA!

É só traduzir para português, até pode ser com o novo acordo ortográfico, e mudar as caras e os valores.

Reduzir os salários de TODOS os cargos políticos em 50%.

Retirar TODOS os subsídios, abonos ou subvenções. Apenas poderão auferir o salário.

Limitar o salário dos cargos políticos ao valor de 25 salários mínimos  (+/- 12.500 ?)

Apenas poderão auferir UM salário.

A COMITIVA DE CAVACO SILVA

O Sr. Silva na sua visita discreta aos Açores de 5 dias levou 30 acompanhantes, entre os quais:

- sua esposa

- o chefe da casa civil e sua esposa

- 4 assessores

- 2 consultores

- 1 médico pessoal

- 1 enfermeira

- 2 bagageiros???

- 2 fotógrafos oficiais

- 1 mordomo

- 12 agentes de segurança

… e à chegada disse "Ninguém está imune aos sacrifícios".

Convém lembrar que quando o príncipe Carlos e a sua mulher Camila visitaram oficialmente Portugal, chovia e seguravam nos seus próprios guarda-chuvas. O nosso Presidente e mulher - na mesma ocasião tinham alguém que lhes segurava o guarda-chuva...

E ESTA HEIM??? Como diria o Fernando Pessa...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

SETÚBAL - PELO SONHO É QUE VAMOS

O e-Vox convida

Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal

15 Outubro 2011, 21h30

“PELO SONHO É QUE VAMOS”


O concerto “Pelo sonho é que vamos” apresenta a poesia de Sebastião da Gama, através das músicas inéditas compostas por Salvador Peres e Alexandre Murtinheira. O concerto terá também as palavras do poeta nas vozes de Elisabete Caramelo e João Completo e a criação artística na pintura de Eduardo Carqueijeiro e Nuno David


O e-Vox surgiu em 2002, evoluindo a partir da vontade de renovar as ideias que norteavam o grupo In Situ, formação que desenvolveu, em Setúbal, uma extensa actividade nas áreas da música, poesia e pintura, entre os anos de 1993 e 2002. Estreou-se nos Açores, em 2003, nos Encontros de Porto Pim, na cidade da Horta, onde realizou dois concertos. Em 2003, levou ao Centro Cultural de Belém o espectáculo “De profundis”, inspirado em poemas de poetas açorianos. Entre os muitos concertos que já produziu, destacam-se os realizados nos Açores, em 2004, nas cidades de Angra do Heroísmo e Horta e no Centro Cultural de Belém, em 2004 e 2005, com os concerto “Este Mar que nos Une” e “Bocage e Outros Poetas”. Em 2006, voltou aos Açores com o concerto "Cantar Bocage e Outros Poetas", tendo acto, em directo, na RTP Açores. Este concerto foi repetido em Setúbal, em 2008, no Club Setubalense, local onde voltou em 2009, integrado na programação do “Arte à Sexta” do Club. A última actuação da banda teve lugar em Setúbal, no Museu de Arqueologia de Setúbal, com o concerto “Pelo sonho é que vamos”, inspirado em poesia de Sebastião da Gama.

A HISTÓRIA SECRETA DA SUITE 605

SUITE 605
A história secreta de centenas de empresas que cabem numa sala de 100m2

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SINOPSE
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Numa época em que Portugal está mergulhado na maior crise dos últimos cem anos, há uma ilha lusitana onde os piratas são invisíveis, mas o dinheiro desaparece.

Sabia que a PepsiCo, Dell, Swatch, American British Tobacco e muitas outras multinacionais usam o offshore da Madeira para fugir aos impostos?

SUITE 605 é a maior investigação realizada sobre a Zona Franca da Madeira. O autor de Revelações regressa para nos oferecer um cocktail explosivo que conta a história secreta de centenas de empresas que cabem numa sala de 100m2.

Uma pesquisa exaustiva a milhares de páginas de documentos classificados e o acesso a informação confidencial das empresas que nos últimos 17 anos desenvolveram negócios na Zona Franca da Madeira, ajuda-nos a destapar o véu de opacidade e a conhecer o inferno fiscal que deixa 30% da população da Madeira a viver abaixo do limiar da pobreza.

Conheça os sofisticados esquemas contabilísticos para escapar aos impostos sem infringir a lei. Veja com os seus próprios olhos como se praticam crimes ambientais na Rússia usando 351 "barquinhos de papel" que passaram no offshore da Madeira e deixaram o Ministério das Finanças a "ver navios". Saiba tudo sobre o financiamento de partidos políticos envolvendo um processo de mega evasão fiscal em Itália com o epicentro no Funchal. Reconheça a verdadeira identidade dos donos das empresas fantasma que não têm trabalhadores, não produzem riqueza, não pagam impostos, mas apresentam lucros fabulosos. Saiba quem são os super-gestores que administram centenas de empresas.

Nos últimos anos, a Madeira perdeu 900 milhões de euros devido às exportações fictícias que inflacionaram artificialmente o PIB. SUITE 605 é o mapa geo-referenciado da maior "burla legal" que esvaziou os cofres públicos.

Os piratas e terroristas fiscais continuam à solta, mas agora sabemos quem são.


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O QUE DIZEM DE SUITE 605
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"O regime offshore cria um buraco escuro na economia, potenciador da rentabilização do crime organizado e da instabilidade financeira dos países. Uma razão para ler este livro de enorme utilidade."
MARIA JOSÉ MORGADO
Directora do Departamento de Investigação e Acção Penal

"Contra a mentira, o embuste e a hipocrisia. Este é um livro sobre a realidade e o muro de interesses que se construiu à volta dela. A lógica do offshore é prejudicial às economias - e os cidadãos cumpridores não têm de pagar a factura das fantasias fraudulentas daqueles que utilizam o verbo 'moralizar' mas não se coíbem de alimentar uma das maiores mentiras do mundo contemporâneo."
RUI SANTOS
Jornalista, autor e comentador do programa Tempo Extra, na SIC Notícias

"Este livro mostra, com exemplos, com nomes e com números, a forma como o Estado, a administração fiscal, a Justiça e o Governo tratam de forma radicalmente diferente os cidadãos. Como escreve João Pedro Martins, a conclusão é clara: em Portugal "há uma elite corrupta que controla a economia e o poder político e que se recusa a pagar impostos".
JOSÉ VÍTOR MALHEIROS
Colunista do jornal Público

"Os offshores são glaciares flutuantes que funcionam como placa giratória entre o legal e o ilegal, entre o compromisso fiscal e a sua fuga, entre a democracia e o império obscuro do branqueamento de capitais, entre a apregoada responsabilidade social das empresas e o esmagamento do direito à dignidade dos povos. Depois da leitura deste livro, muito do que nos rodeia surgir-nos-á mais claro."
CARLOS PIMENTA
Professor catedrático e presidente do Observatório de Economia e Gestão de Fraude

"SUITE 605 é um livro raro. Juntando vários fios de investigação sobre criminalidade económica, evasão fiscal e contabilidade criativa, João Pedro Martins apresenta uma visão realista e surpreendente desta aventura económica e fiscal. Com este livro, ficamos a conhecer muito melhor a economia do país e da Madeira. O orçamento português perde centenas de milhões de euros por causa de uma mentira."
FRANCISCO LOUÇÃ
Deputado e professor catedrático de Economia

"A temática abordada nesta obra tem pertinência singular. Abstraindo das pessoas ou sociedades em concreto, constitui um convite à percepção reflexiva do fenómeno do artifício - sobretudo quando se desenvolve sob a aparente sombra da licitude normativa."
JOEL TIMÓTEO RAMOS PEREIRA
Juiz de Direito de Círculo

"João Pedro Martins levanta-nos o véu sobre o mundo das offshores na paradisíaca ilha da Madeira, onde é possível, navegando à bolina entre o direito comercial e o direito penal, lavar dinheiro, desnatar lucros e evitar impostos em montantes verdadeiramente chocantes. Uma leitura absolutamente recomendável."
FRANCISCO TEIXEIRA DA MOTA
Advogado, autor de Faça-se Justiça! e Alves Reis, Uma História Portuguesa

"Este livro liberta o entendimento do cidadão comum das algemas das injustiças fiscais legalmente instituídas."
TIAGO ARAGÃO
Advogado

"Neste livro oportuno, João Pedro Martins apresenta um relato fascinante de vários mistérios offshore, levantando questões importantes sobre o papel dos reguladores e das organizações internacionais que ao longo de muitas décadas têm fechado os olhos à evasão fiscal e à criminalidade offshore. À medida que entramos num período de profunda crise económica e política, é cada vez mais evidente que os paraísos fiscais impõem um enorme custo às pessoas comuns. Enquanto os políticos continuam sem apetite para resolver o problema, a sociedade civil deve organizar-se para livrar o mundo destes ninhos de corrupção."
JOHN CHRISTENSEN
Director-executivo da Tax Justice Network e antigo conselheiro do governo de Jersey

"Transparência, boa governação e o fim da corrupção são a chave para acabar com a pobreza extrema. João Pedro Martins coloca questões importantes sobre as medidas que devem ser tomadas."
TOM BAKER
Tearfund, Advocacy Alliances Manager

"Uma obra que ilumina as densas trevas da economia, ao mesmo tempo que revela soluções para um mundo melhor."
RICHARD KING
Sociólogo e investigador

COMENTÁRIO AO ROMANCE "TAMBWE - A UNHA DO LEÃO

Enviar um comentário para: A Especiaria


"JÁ COMPROU TAMBWE - A UNHA DO LEÃO?"

1 Comentário - Mostrar mensagem original

Anónimo disse...
Comprei o livro logo que saíu. uma amiga minha tanto insistiu e vi-me obrigado a procurá-lo.
Não conhecia o autor, mas para além da insistência da minha amiga, a sinopse e o excerto acordaram-me o entusiasmo. Li e gostei. Gostei muito.
Desejo ao autor que alguém com influência o leia. Não me leve a mal, mas não é este um país só para meia dúzia de bafejados?
Carlos Pereira

6 de Outubro de 2011 05:39

BRASIL - O PADRE PROIBIU MAS EXPLICOU

O ESCRITOR MOÇAMBICANO MIA COUTO E O MEDO



CONFERÊNCIAS DO ESTORIL 2011 - LISBOA

AMESTERDAM SAIL 2010 - UM POVO VIRADO PARA O MAR

DUARTE LIMA - A SUA VIDA DAVA UM FILME

Duarte Lima (a partir do blogue "Da Literatura")‏

ISTO DAVA UM FILME

A revista Sábado que ontem chegou às bancas dedica oito páginas a Duarte Lima, desde o tempo em que, órfão de pai aos 11 anos, ajudava a mãe a vender peixe em Miranda do Douro. À beira de completar 56 anos (Novembro), Duarte Lima tornou-se um homem imensamente rico. A investigação de António José Vilela e Maria Henrique Espada está recheada de detalhes picantes. Na sua casa da Av Visconde de Valmor, em Lisboa, Duarte Lima dava jantares impressionantes, confeccionados in situ por Luís Suspiro; no fim do ágape, o chef vinha à sala explicar aos convidados -- entre outros, Manuel Maria Carrilho, Ricardo Salgado, João Rendeiro, Horácio Roque, Adriano Moreira e José Sócrates -- a génese das suas criações. Ângelo Correia, que o lançou na política em 1981, nunca foi convidado para esses jantares. O andar da Visconde de Valmor foi decorado por Graça Viterbo: a decoradora cobrou 705 mil euros. Quando entrou para a Universidade Católica, graças a uma bolsa que o isentou das propinas, foi ignorado pelos colegas: era pobre, vestia-se mal e vinha da província. Só Margarida Marante se aproximou dele. Duarte Lima oferecia-lhe alheiras confeccionadas pela mãe. Em 1980 já era maestro do coro da Católica. Pacheco Pereira e Santana Lopes assistiam embevecidos aos seus concertos de órgão. O estágio de advocacia foi feito no escritório do socialista José Lamego, então casado com Assunção Esteves, actual presidenta da AR. O primeiro casamento (1982) foi celebrado pelo bispo de Bragança. Em 1983 chegou a deputado e, em 1991, a líder parlamentar e vice-presidente do PSD. Nos anos 1980-90 era das poucas pessoas a quem Cavaco atendia o telefone a qualquer hora. Até que, em 1994, o Indy, então dirigido por Paulo Portas, obrigou o Ministério Público a investigar as suas contas. Demitiu-se de cargos políticos e aguardou a conclusão do processo. Com o assunto arrumado, candidatou-se em 1998 à Distrital de Lisboa do PSD. Ganhou, derrotanto Passos Coelho e Pacheco Pereira. A leucemia afastou-o do cargo. Volta ao Parlamento por dois mandatos: 1999-2002 e 2005-2009. Segundo a revista, Duarte Lima depositou nas suas contas, entre 1986 e 1994, mais de cinco milhões de euros, parte considerável (25%) em cash. É membro da Comissão de Ética do Instituto de Oncologia de Lisboa e fundou a Associação Portuguesa Contra a Leucemia. Agora é o principal suspeito do assassinato de Rosalina Ribeiro.

Nada disto me impressiona, excepto o facto de Duarte Lima ter obtido do BPN, em 2008, pouco antes da nacionalização do banco, um empréstimo de 6,6 milhões de euros, «contraído sem a apresentação de qualquer garantia». O affaire Duarte Lima é um caso de polícia. Mas o affaire BPN, sendo também um caso de polícia, é sobretudo um assunto de Estado. E nenhum jornal ou revista investiu ainda o bastante para o dilucidar.

HUMOR EM TEMPO DE CRISE - FREGUESIAS A EXTINGUIR POR IMPOSIÇÃO DA TROIKA


JÁ NÃO ERA SEM TEMPO!!!!!!!...

SETÚBAL - EXPOSIÇÃO DE CERÂMICA

Amigos

E com muito gosto que vos convido para a inauguração de Exposição de Cerâmica de Mizé Brito e Carlos Martins, que se realizará no dia 15 de Outubro às 17 h no Clube Militar de Oficiais em Setúbal - Praça do Bocage.

Abraço

Helena

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

COMENTÁRIOS AO ROMANCE "TAMBWE - A UNHA DO LEÃO"

Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Tambwe !!":

Sigo o blogue e comprei.Li num ápice. A historia é interessante, bem contada e sobretudo muito bem escrita.
Espero em breve ver anunciado mais livros deste autor.
Miguel Esteves

Publicada por Anónimo no blogue Mundo da Verdade a 06 Outubro, 2011 14:06

JÁ COMPROU TAMBWE - A UNHA DO LEÃO?

À VENDA NAS LIVRARIAS.

PODE PEDIR DIRECTAMENTE À EDITORA EM www.gradiva.pt


                                               Terça-feira, 27 de Setembro de 2011

TAMBWE–A UNHA DO LEÃO, o novo romance de António Oliveira e Castro

- Leva-os para ali, para junto daquele penhasco!
Consegue imaginar, caro leitor, que pensamentos se alojam no íntimo de um condenado à morte? (…) Não o consegue? Porque pensa  que todo este enredo não passa de um devaneio de escritor, de um exercício de imaginação febril?


(…)

Cheirava a frutos silvestres.
Os quatro homens pairavam, invisíveis, na noite do cárcere quando os carrascos vieram buscar o prisioneiro para ser fuzilado. Gravada nas paredes sujas, tinha ficado a partitura de Brahms.

- Ainda não leu este TAMBWE-A Unha do Leão, o novo romance de António Oliveira e Castro?
Pois não, sei bem que não! Nem precisa de se apressar.
- Por…?
- Porque o livreiro espera que quem leu A Especiaria, o anterior romance do nosso conhecido e amigo autor, venha por este novo romance. 
Com tempo! Ainda é Setembro e depois vem Outubro…
Também Angola, neste romance, mas diferente, a abordagem. Um romance novo.
L. V.

Manuel Pereira Medeiros

MARIANA POPOVA - FADO

DIEGO DE RIVERA


DIEGO E A MULHER FRIDA

Diego Rivera

From Wikipedia, the free encyclopedia


Born December 8, 1886 Guanajuato, Guanajuato, Mexico

Died November 24, 1957 (aged 70) Mexico City, Mexico

Nationality Mexican


Field Painting, Muralist

Training San Carlos Academy

Movement Mexican Mural Movement, Social Realism

Influenced by Pablo Picasso, Georges Braque, Paul Cézanne, Glenn Gant


Diego María de la Concepción Juan Nepomuceno Estanislao de la Rivera y Barrientos Acosta y Rodríguez (December 8, 1886 – November 24, 1957) was a prominent Mexican painter born in Guanajuato, Guanajuato, an active communist, and husband of Frida Kahlo (1929–1939 and 1940–1954). His large wall works in fresco helped establish the Mexican Mural Renaissance. Between 1922 and 1953, Rivera painted murals among others in Mexico City, Chapingo, Cuernavaca, San Francisco, Detroit, and New York City.[1] In 1931, a retrospective exhibition of his works was held at the Museum of Modern Art in New York City.

Diego Rivera was born in Guanajuato, Guanajuato, to a well-to-do family. Rivera was descended from Spanish nobility on his father's side. Diego had a twin brother named Carlos, who died two years after they were born.[2] From the age of ten, Rivera studied art at the Academy of San Carlos in Mexico City. He was sponsored to continue study in Europe by Teodoro A. Dehesa Méndez, the governor of the State of Veracruz.

After arrival in Europe in 1907, Rivera initially went to study with Eduardo Chicharro in Madrid, Spain, and from there went to Paris, France, to live and work with the great gathering of artists in Montparnasse, especially at La Ruche, where his friend Amedeo Modigliani painted his portrait in 1914.[3] His circle of close friends, which included Ilya Ehrenburg, Chaim Soutine, Amadeo Modigliani and Modigliani's wife Jeanne Hébuterne, Max Jacob, gallery owner Leopold Zborowski, and Moise Kisling, was captured for posterity by Marie Vorobieff-Stebelska (Marevna) in her painting "Homage to Friends from Montparnasse" (1962).[4]

In those years, Paris was witnessing the beginning of cubism in paintings by such eminent painters as Pablo Picasso and Georges Braque. From 1913 to 1917, Rivera enthusiastically embraced this new school of art. Around 1917, inspired by Paul Cézanne's paintings, Rivera shifted toward Post-Impressionism with simple forms and large patches of vivid colors. His paintings began to attract attention, and he was able to display them at several exhibitions.





CAVACO SILVA ALERTA PARA O FIM DAS ILUSÕES

Cavaco alerta para o fim "das ilusões"

Economia

06/10/11, OJE

O Banco de Portugal publica hoje o seu Boletim Económico de Outono, com as projecções macroeconómicas para a economia portuguesa que deverão ser piores que o cenário traçado pela "troika" e uma análise à situação financeira, económica e política.

A austeridade é inevitável, mas de nada valerá se não for acompanhada de crescimento económico. Num discurso mobilizador, em que as referências económicas se cruzaram com o plano moral, o Presidente da República considerou ontem que "perdemos muitos anos na letargia do consumo fácil e na ilusão do despesismo público e privado. Acomodámo-nos em excesso. Agora, temos de aprender a viver de acordo com as nossas possibilidades e a tirar partido das nossas potencialidades".

POUPAR? PRESIDENTE, DIGA A PASSOS COELHO QUEM TEM QUE POUPAR!
Cavaco Silva deixou esta advertência na sua intervenção nas comemorações oficiais do 101º aniversário da implantação da República.

No seu discurso, fez duras críticas ao passado, declarou que "acabaram os tempos de ilusões" e referiu-se aos sacrifícios exigidos aos portugueses como "provavelmente os maiores que esta geração conheceu".

Avisou que há "um longo e árduo caminho a percorrer", em que "a disciplina orçamental será dura e inevitável", mas apontou o crescimento económico como decisivo: "Se não existirem a curto prazo sinais de recuperação económica poder-se-á perder a oportunidade criada pelo programa de assistência financeira".

"Portugal vinha acumulando intoleráveis assimetrias" territoriais, de rendimentos e de oportunidades, e "o republicanismo deste novo século deverá ser mais exigente quanto à distribuição da riqueza e repartição dos sacrifícios", disse.

AUSTERIDADE? PRESIDENTE, ESSE É UM AVISO PARA QUEM?

A crise é uma oportunidade para que os Portugueses "redescubram o valor republicano da austeridade digna, para que cultivem estilos de vida baseados na poupança e na contenção de gastos desmesurados, para que regressem ao consumo de produtos nacionais, para que revisitem o seu país e aí encontrem paisagens esquecidas e um património histórico", sublinhou.

MORRE FUNDADOR DA APPLE - STEVE JOBS

Morre fundador da Apple

Steve Jobs: “As três histórias da minha vida” (COM VÍDEO)

Há seis anos, o fundador da Apple fez um discurso emotivo numa cerimónia inesquecível na Universidade de Stanford, na Califórnia. Steve Jobs, que morreu esta quarta-feira vítima do cancro no pâncreas que combatia há muito tempo, falou durante 15 minutos para alunos que se formavam naquele estabelecimento de ensino.

Por:Rui Pedro Vieira

Com a calma e a postura discreta de sempre, o norte-americano começou por dizer ao que vinha: "Gostava de vos contar três histórias da minha vida. Isso mesmo, não é grande coisa. São só três histórias", disse Jobs, depois de admitir que nunca se formou na Universidade.

A primeira história estava relacionada com a sua adopção depois de ter nascido e a lição de que não se pode "juntar os pontos a olhar para a frente, mas apenas uni-los olhando para trás". Daí então, perceber como se vão unir no futuro.

"É preciso acreditar em alguma coisa: em Deus, no destino, na vida, no karma, o que for", sintetizou.

Mais à frente do discurso, e sempre no tom sóbrio que o caracterizou, Jobs lembrou a segunda história: o seu afastamento da Apple em 1985, a empresa fundada em 1976. Algo que, a seu ver, foi positivo para perceber o que queria realmente fazer da vida. Lição a retirar: "É preciso saber o que se ama realmente." Quando voltou à empresa de tecnologia, em 1997, Jobs ajudou a salvar a Apple da falência e a torná-la no gigante influente que é hoje.

Por fim, a terceira história foi a que o consumiu: a doença. Sobre o cancro do pâncreas, que Jobs enfrentou durante vários anos, o mago da tecnologia deixou mais uma lição: "Lembrar que se vai morrer é a melhor maneira de evitar a ideia de se achar que se tem algo a perder."

O vídeo do discurso é um dos grandes êxitos do You Tube, tendo tido já mais de seis milhões de visualizações.

IMPOSTO DE 10% SOBRE EMPRESAS REGISTADAS NO "OFF-SHORE"

Campanha na Madeira
Louçã propõe imposto de 10% sobre empresas registadas no "off-shore"
por LusaOntem

O líder do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, propôs hoje a criação de um novo imposto de 10 por cento sobre as empresas registadas no "off-shore" da Madeira, um "imposto sensato sobre quem não pagou nada".

A medida, apresentada numa conferência de imprensa no centro do Funchal, é uma das 10 propostas avançadas pelo BE para recuperar economicamente a região e poupar os madeirenses mais desfavorecidos do anunciado reforço da austeridade para responder ao buraco financeiro da região.

"Se os madeirenses estão hoje a viver esta aflição do rombo orçamental provocado pelos amigos e cúmplices de Alberto João Jardim, vamos nós aceitar que o IVA suba para que os mais pobres da Madeira fiquem com o ordenado mais pequeno ou com a pensão mais pequena ou vamos dizer que quem explora e não paga um cêntimo de imposto agora tem que pagar?", questionou Louçã.

Dando como exemplo um escritório no Funchal onde estão registadas mil empresas, entre as quais "a maior empresa siderúrgica do mundo", que "declarou exportações de 780 milhões de euros", o líder bloquista declarou: "os madeirenses têm o direito de lhes dizer que têm de pagar algum imposto nesta ilha que está a explorar".

"Que se institua um imposto de 10 por cento sobre as empresas que não têm pago nenhum imposto, que não fazem declarações de imposto e que não têm nenhum empregado na Madeira (?) um imposto sensato sobre quem não pagou nada e representa uma grande parte desta economia subterrânea é uma solução sensata", defendeu.

Entre as "medidas essenciais" apresentadas pelo líder do BE está também a necessidade de renegociar a classificação da região para efeitos de elegibilidade relativamente a fundos comunitários para regiões desfavorecidas.

PRIVATIZAR - HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE DIZ NÃO



Privatizar...(HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE RESISTE, HA SEMPRE ALGUÉM QUE DIZ NÃO)‏

«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E, finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.»

José Saramago - Cadernos de Lanzarote - Diário III - pag. 148

HOMEM VOADOR