segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ELEIÇÕES EM CABO-VERDE

Os cabo-verdianos votaram hoje, num dia com pouca afluência às urnas, na primeira volta para as presidenciais que irão decidir qual será o sucessor do actual chefe de Estado, Pedro Pires, que não pôde candidatar-se a um terceiro mandato.

As assembleias de voto, que abriram com algum atraso, foram fechando progressivamente a partir das 18h00 locais (20h00 em Lisboa) na capital do arquipélago, Praia, indica a AFP com base em informações fornecidas por membros da Comissão Nacional de Eleições.

Durante o dia de hoje a porta-voz da comissão, Maria João Novais, indicou que os resultados desta primeira volta serão conhecidos até quarta-feira.

É preciso que um dos candidatos nesta primeira volta obtenha mais de 50 por cento dos votos para ser declarado vencedor. Se nenhum candidato conseguir obter este resultado, a segunda volta eleitoral será realizada no dia 21 de Agosto, explicou Maria João Novais.

Desconhecem-se ainda as taxas de participação no escrutínio, mas a fraca afluência foi notada por alguns observadores.

A fraca participação foi notada igualmente por Manuel Inocêncio Sousa, candidato do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, socialista), ao qual pertencem igualmente o primeiro-ministro e o chefe de Estado que agora sai do poder.

“Estou tranquilo e confiante na minha vitória. Lamento, porém, a fraca participação”, disse Inocêncio Sousa, de 60 anos, que votou em São Vicente, a segunda ilha mais povoada do arquipélago.

O principal rival de Manuel Inocêncio Sousa é Aristides Lima, de 56 anos, ex-presidente da Assembleia Nacional, que contesta o candidato escolhido pelo PAICV e se apresenta como independente.

Depois de votar na Praia, Lima assegurou que será “o Presidente de todos os cabo-verdianos” e que será igualmente “um factor de estabilidade política” caso seja eleito.

O ex-ministro Jorge Carlos Fonseca, de 60 anos, candidato pelo Movimento para a Democracia (MPD, liberal, principal partido da oposição), assegurou igualmente estar “confiante” numa vitória, apesar de ter perdido as eleições presidenciais em 2001.

O quarto candidato, o ex-combatente de guerra Joaquim Monteiro, de 71 anos, também declarou o seu optimismo ao fazer o V de vitória após ter depositado o seu voto nas urnas.

Nestas eleições, o voto da diáspora cabo-verdiana tem maior peso do que o voto dos habitantes no arquipélago, uma vez que há 700 mil cidadãos a viver no estrangeiro, ao passo que são apenas 510 mil aqueles que habitam nas ilhas.

O Presidente que agora abandona o cargo, Pedro Pires, recusou-se a apoiar explicitamente um candidato.

USA/EUA - STANDARD & POOR´S CORTE DO RATING

Standard & Poor’s admite possibilidade de segundo corte do rating dos EUA

07.08.2011 - 19:41 Por Susana Almeida Ribeiro,

Seria preciso mais consenso em Washington do que aquele que estamos a observar agora", indicou o director-geral da agência
(Jonathan Erns/Reuters)

A agência de notação financeira Standard & Poor´s advertiu hoje para a possibilidade de baixar novamente o rating dos Estados Unidos. Na sexta-feira, pela primeira vez na história do país, os EUA viram o seu rating cortado de triple A para AA+ por aquela agência de notação financeira.


O director-geral da agência, John Chambers, disse hoje em entrevista à cadeia de televisão ABC que a agência de notação financeira poderá fazer uma segunda redução da divida soberana dos Estados Unidos nos próximos seis a 24 meses se a situação fiscal do país piorar.

“Se a posição fiscal dos EUA se deteriorar ainda mais, ou se o impasse político se tornar mais cerrado, então isso poderá levar a um novo downgrade. As perspectivas indicam que a probabilidade de um novo downgrade é de cerca de um para três” nos próximos seis a 24 meses”, disse John Chambers à ABC.

O director-geral defendeu ainda que a posição da sua agência tem sido consistente: "Já dizemos há algum tempo que a trajectória financeira dos EUA está num mau caminho e que o impasse político em Washington faz-nos concluir que os políticos não têm a capacidade de, activamente, reerguerem as finanças. Dissemos isso em Abril, dissemos novamente isso em Julho e achamos que a nossa mensagem tem sido consistente e achamos também que os números falam por si".

Chambers explicou ainda que, para os Estados Unidos recuperarem o seu crédito, as autoridades devem tomar medidas para melhorar a estabilidade e procurar maior consenso político. "Seria preciso mais consenso em Washington do que aquele que estamos a observar agora", disse o responsável.

Jonh Chambers também lembrou que a comissão fiscal criada pela administração do Presidente Barack Obama em 2010, que incluía tanto republicanos como democratas, “fez recomendações prudentes” para reduzir a dívida nacional, incluindo um corte nos gastos.

“É uma pena que essas recomendações não tenham tido seguimento”, disse.

Hoje a agência de notação financeira Moody’s considerou “prematuro” um corte na notação dos Estados Unidos enquanto a Fitch pensa que ainda é preciso “reflectir”, disseram responsáveis das duas agências hoje citados pelo “The New York Times”.

GRAVATAS E AVENTAIS

Gravatas e aventais- Helena Matos (ensaísta)‏

Portugal é um país que adora entreter-se com aparentes futilidades – no caso as gravatas –, enquanto ilude o que é verdadeiramente importante – ou seja, os aventais.

Pelo que li, nas últimas semanas o país tem vivido uma guerra entre aventais, ou mais precisamente entre as diversas lojas maçónicas em que colocam o avental de irmãos diversos membros dos serviços secretos e de informações. Mas o que na verdade nos inebria é a decisão da ministra Assunção Cristas de abolir as gravatas no seu ministério, coisa que começou por ser apresentada como uma medida visando a poupança de energia e já vai a caminho de ser celebrada como um acto que, segundo a deputada Elza Pais, se “poderá traduzir na emergência de novas masculinidades, essas sim, fundamentais para mudar de paradigma”.

Das energias tratarei noutro lugar, pois se existem muitas alternativas no que respeita às energias. O mesmo não se pode dizer dos símbolos fálicos (ao que consta as gravatas serão um símbolo fálico), coisa que até este bendito tempo nunca foi problema, antes pelo contrário, mas agora é. Vivemos rodeados de símbolos e francamente os símbolos fálicos parecem-me tão estimáveis quanto os outros. Presumo que os saltos altos nas mulheres devem ser um símbolo doutra coisa nefanda qualquer. Isto para já não falar dos soutiens, dos vestidos e das saias, que nestas coisas do simbólico o feminino é sempre mais reiterativo. Por este andar acabaremos, homens e mulheres, vestidos com aqueles fatos de poliuretano que fizeram a fortuna dos nadadores, de touquinha a cobrir os cabelos e quiçá com as mulheres cobertinhas de pelos, pois ainda se há-de dar o bendito caso de a depilação passar a ser vista como um sinal da submissão feminina à sociedade falocrática.

Como é que dos homens sem gravata vão emergir novas masculinidades e por alma de quem é que tal coisa deverá acontecer e ainda por cima nos é apresentada como positiva é que me parece uma reactualização perigosa dos mistérios da fé. Mas não duvido que ainda vamos no princípio desta luta contra a falocracia das gravatas. E sou mesmo levada a acreditar que, caso os membros da maçonaria em vez de aventais (coisa tida como feminina) usassem uns adereços mais fálicos, talvez merecesse mais atenção o que acontece nessa sociedade de que alguns compagnons dessa route gostam de dizer que de secreta passou a discreta.

Antes de passarmos à maçonaria propriamente dita convém que faça uma declaração de desinteresse: não tenho qualquer interesse ou simpatia por sociedades secretas ou discretas e numa democracia nem percebo a sua razão de ser. Irrita-me solenemente a presunção dumas pessoas que a si mesmas se definem como homens bons e sobretudo todos aqueles rituais de igreja a fazer de conta que não é igreja, mais os aventais e os martelos que me parecem muito, mas mesmo muito ridículos. Tal como as gravatas parecerão a outros.

Mas enquanto as gravatas lá andam despojadamente no domínio do simbólico, os aventais da maçonaria movem-se cada vez mais no domínio do material. Não há na política deste país negócio obscuro, tráfico de influências, cumplicidades entre público e privado que não nos levem à irmandade dos aventais.

Para cúmulo somos também informados de que os membros dos serviços de informações têm outras lealdades para lá daquelas que devem ao país e que inevitavelmente conduzem a esse enredo de lojas, grémios e orientes.

Se alguns milhares de homens deste país se sentem felizes por andar de avental, chamando-se irmãos e dizendo-se homens bons, essa é sinceramente uma coisa que não nos diz respeito e a mim me causa particular fastio. Mas a democracia que somos tem o dever de investigar o tráfico de influências em que justa ou injustamente a maçonaria surge no cerne e muito particularmente os partidos, sobretudo o PS e o PSD, têm de ser capazes de olhar para dentro e analisar as consequências para si e para o país das cumplicidades maçónicas de muitos dos seus dirigentes.

Deixemos as gravatas em paz e já agora os símbolos fálicos e a masculinidade também, que bem precisam. E preocupemo-nos com os aventais que, ó deliciosa vingança feminina!, se tornaram no símbolo daquilo que em Portugal o poder não pode e muito menos deve ser.

P.S. É curioso como os jornalistas que investigam todos aqueles que por razões políticas contactaram ou foram contactados pelo terrorista de Oslo esquecem nessa averiguação os seus irmãos maçons.

BPN - BANCO "PORTUGUÊS" DE NEGÓCIOS

O CÃO RAFEIRO

MEU CARO AMIGO, APESAR DE SER TRATADO COMO UM RELES CÃO RAFEIRO, DE QUEM NINGUÉM TEM MEDO, NÃO DEIXE DE LADRAR E MORDER AS CANELAS DAQUELES QUEM LHE ENTRAM EM CASA PARA O ROUBAR.




BPN: NEGÓCIO DAS ARÁBIAS

BPN: negócios das arábias

por Octávio Teixeira

Para a nacionalização do BPN alegou-se o risco sistémico da sua falência e a garantia dos depositantes. Alegações falaciosas. Quinze dias antes o ministro das Finanças tinha declarado (e dessa vez bem) que o BPN não representava um risco para o sistema, dada a sua reduzida dimensão. Quanto aos depósitos já então fora anunciada a elevação da garantia de todos os depósitos bancários para 50 ou 100 mil euros, os que poderiam suscitar a preocupação do Estado. Para além da falácia da argumentação, e contra muitas opiniões, foi nacionalizado o BPN, mas não a empresa sua proprietária (Sociedade Lusa de Negócios) que detinha um património suficiente para tapar o buraco do Banco. De facto o que se passou com o BPN não foi uma nacionalização mas uma socialização dos prejuízos e salvação dos seus accionistas.

Agora, o actual Governo reprivatiza a la carte o BPN, só o bife de lombo, pagando 510 milhões (o novo aumento de capital deduzido do preço de venda) para que o BIC possa, alegremente e sem riscos, aumentar o seu peso no sistema bancário. Assumindo desde já um prejuízo para o erário público, para os contribuintes, de 2.400 milhões. Mas os custos serão mais avultados. Os activos considerados "lixo" já transferidos para o Estado serão acrescidos dos activos "quase lixo" ou apenas com risco que não interessem ao adquirente. Suportará os custos do despedimento de 800(!) trabalhadores. E ainda nada sabemos sobre os milhares de milhões, garantidos pelo Estado, que a CGD já injectou no BPN…

Quer a "nacionalização" quer a "venda" do BPN são negócios das arábias. Mas não para os contribuintes. Esses estão condenados a pagar os dislates e favores governativos com aumentos brutais dos impostos, dos transportes, do gás e do que mais se verá.

NOTA: E O QUE É MAIS GRAVE EM TODO ESTE ENREDO É NÃO SE FALAR DE JUSTIÇA. A IMPRENSA CALOU-SE. OS POLÍTICOS ASSOBIAM PARA O LADO. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DIZ QUE NADA TEM A VER COM O BPN. PASSOS COELHO NÃO PRESSIONA OS TRIBUNAIS À CELERIDADE.
PARECE QUE O QUE ACONTECEU AO BPN FOI RESULTADO DA INTERVENÇÃO DIVINA. HÁ CRIME MAS NÃO HÁ CRIMINOSOS. O DINHEIRO DESAPARECEU DO BANCO PARA O BOLSO DOS PRIVADOS E PONTO FINAL, NÃO SE FALA MAIS DISSO. O CONTRIBUINTE PAGA SEM REVOLTA. 
PARA QUANDO OS AUTORES DA FRAUDE NA BARRA DOS TRIBUNAIS? NÃO SE SABE. PAIRA UM SINISTRO SILÊNCIO SOBRE DIAS LOUREIRO, OLIVEIRA E COSTA E TODOS OS OUTROS QUE BENEFICIARAM COM O ROUBO.
NÃO POSSO CRITICAR O BIC POR TENTAR FAZER O NEGÓCIO DA SUA VIDA, MAS NÃO POSSO ACEITAR QUE O ACTUAL GOVERNO NÃO ACAUTELE OS INTERESSES NACIONAIS E CONTINUE, À SEMELHANÇA DO QUE FEZ TEIXEIRA DOS SANTOS, A ROUBAR O PAÍS. 

A MARCHA DOS FORTES

Marcha dos Fortes 2011
15 de Outubro
De Torres Vedras a Bucelas


Eis a 7ª MARCHA dos FORTES, que terá lugar a 15 de Outubro de 2011.

É com grande prazer que a Câmara de Loures mais uma vez se associa a este evento que, ano após ano, se vem a transformar, numa referência do pedestrianismo nacional.

Partiremos de novo de Torres Vedras, do Forte de S. Vicente com a mística dos archotes a iluminarem a noite!

O CAAL - Clube de Actividades de Ar Livre contará também com os apoios das Câmaras Municipais de Torres Vedras, Sobral de Monte Agraço e Arruda dos Vinhos.

A 7ª MARCHA dos FORTES integra o calendário anual de actividades da Federação Portuguesa de Montanhismo e Escalada – FPME.

Os fortes de S. Vicente, da Feiteira e da Archeira em Torres Vedras, a Quinta de A-do-Guerra, a Patameira, a Gozundeira, os Fortes do Alqueidão, do Simplício e do Machado no Sobral de Monte Agraço, o Forte da Carvalha, os moinhos de Vila Nova e dos Pedrógãos na Arruda, o Forte de Alrota (ou da Ajuda Grande) e a Quinta do Boição em Loures, fazem parte do itinerário.

O percurso continua a ser essencialmente por caminhos rurais, e os últimos quilómetros a ser a descer por caminhos confortáveis. Caminharemos em cumeadas e vales por onde andaram os invasores franceses e os aliados, e que proporcionarão aos participantes a beleza dos grandes horizontes e da ruralidade da zona Oeste.

Esta actividade tem um total de 41,3km, inicia-se às 7h00 em Torres Vedras e termina pelas 19h15 em Bucelas, onde terá lugar um simpático convívio e será servida uma refeição ligeira quente!

O andamento é de caminhada, existindo 5 pontos onde está prevista a neutralização.

Assim, os participantes menos preparados ou menos “aventureiros” têm sempre a possibilidade de desistir, ou até descansar um ou outro troço, continuando em seguida!

Por outras palavras, podem fazer um troço (± 9km), descansar no autocarro, que acompanha sempre a Marcha, e retomar a caminhada noutro troço mais à frente.

No Forte de S. Vicente, Torres Vedras, será servido um reforço de pequeno-almoço quente. Além deste, existem mais 3 locais de abastecimento onde a Organização assegura complementos alimentares (doces, fruta, água, sumo, etc.) e 1 onde será servido o almoço (refeição quente). Nestes 3 pontos haverá paragens obrigatórias de 15 minutos e no almoço a paragem é de 45 minutos. Além de abastecimento, estes pontos também servem de descanso.

Aconselhamos, no entanto, os companheiros a levar uma mochila pequena e leve com os pertences indispensáveis a um dia de caminhada.

O ritmo da marcha é assegurado por membros da Organização do Caal e da Associação de Marchas e Passeios do Concelho de Torres Vedras, devidamente identificados, de forma a garantir os horários previstos. Nenhum participante os poderá ultrapassar.

Para os companheiros de fora de Lisboa, ou para os que o desejarem, a Organização assegura, na noite de 14, Sexta, a pernoita na Escola Básica Integrada de Bucelas, com duches, sanitários e estacionamento. A Organização garante o parqueamento dos automóveis na mesma escola e também o transporte entre Bucelas – partida às 05h30 do Largo Central, junto à Rodoviária - e Torres Vedras, onde se dá o início da actividade.

Com a vossa presença e alegria, esta vai ser de novo uma grande jornada desportiva, lúdica, de convívio e também evocativa, revivendo a História.

Aceitem o nosso desafio! Venham a esta festa dos Caminheiros!
INSCRIÇÕES BONIFICADAS até 27 de Setembro (com garantia do tamanho pretendido da T-shirt alusiva ao evento):
Actividade e convívio - 16 € Menores de 21 anos - 8 €
Depois de 28 de Setembro e até 11 de Outubro:
Actividade e convívio - 25 € Menores de 21 anos - 16 €
Inscrições apenas efectuadas on-line: http://clubearlivre.org/node/1666.
A inscrição inclui:
*Seguro de acidentes pessoais
*1 reforço de pequeno-almoço em Torres Vedras
*3 abastecimentos de complementos alimentares (doces, fruta, água, sumos, etc.)
*1 almoço (refeição quente) ao ar livre
*Convívio final onde será servida uma refeição ligeira quente
*Enquadramento técnico e apoio assegurado por voluntários Quadros Técnicos do Clube de Actividades de Ar Livre -CAAL- e da Associação de Marchas e Passeios do Concelho de Torres Vedras
*T-shirt alusiva ao evento
*Lembrança
*Parqueamento guardado das viaturas em Bucelas
*Transporte dos participantes para Torres Vedras às 5h30m
*Viaturas de apoio permanente durante todo o evento
*Documentação técnica (Regulamento, Tempos de Passagem e Perfil Topográfico) e documentação turística e generalista.
O Secretariado, para levantar a mochila de lembrança, T-shirt, diversa informação e a indispensável folha de controlo da actividade (PASSAPORTE) funcionará:
No CAAL - Clube de Actividades de Ar Livre:
5ª feira dia 13, das 14h45 às 18h45 e
6ª feira dia 14, das 10h45 às 12h15 e das 14h45 às 17h45
Na Câmara Municipal de Loures (Divisão de Desporto e Juventude - Casa do Adro):
5ª feira dia 13, a partir das 14h30 às 17h30
Na Biblioteca Municipal do Sobral de Monte Agraço:  dia 13, a partir das 15h00
No Posto de Turismo de Arruda dos Vinhos (Centro Cultural do Morgado): 5ª feira dia 13, a partir das 15h00
Em Torres Vedras em local e horário a definir
Na Escola Básica Integrada de Bucelas: 6 ª feira dia 14, das 19h00 às 20h00
Preços:Até 27 de Setembro - 16 € Menores de 21 anos - 8 €
Preços:Depois de 27 Setembro - 25 € Menores de 21 anos - 16 €

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

RODRIGO LEÃO - MÃE

SOPHIA DE MELLO BREYNER - POENA "FUNDO DO MAR"

PORTUGAL - CONÍMBRIGA, CIDADE ROMANA DO SÉC. I

PORTUGAL - ESTAÇÃO TERMAR DE SÃO PEDRO DO SUL

ESTA MEDIDA EU APLAUDO, ESPERO É QUE A LEI SE CUMPRA E NÃO HAJA POR AÍ MAIS BPN (s)!

Governo quer agravar quadro penal para crimes fiscais mais graves

Economia

05/08/11, OJE/Lusa

O Governo apresenta até final de Outubro o plano estratégico de combate à fraude e evasão fiscal 2012-2014, indicou o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que deverá incluir um agravamento do quadro penal para crimes fiscais mais graves.

"Uma das prioridades do Governo na área fiscal será a elaboração de um plano estratégico de combate à fraude e evasão fiscal para os anos de 2012 a 2014. Já está em preparação e será apresentado pelo Governo até ao final de Outubro de 2011", indicou hoje Paulo Núncio, durante uma audição na Comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.

O governante sublinhou a necessidade, que deverá estar acautelada nesse plano, da "criação de um quadro penal mais exigente para crimes fiscais mais graves", como por exemplo o "crime de burla tributária" e a "fraude qualificada".

Entre as medidas previstas neste plano, segundo o secretário de Estado, deverão estar também o "aumento expressivo dos recursos destinados a inspecção tributária", para que cheguem a corresponder a cerca de 30% dos meios humanos da administração fiscal, o aumento expressivo dos elementos da DSIFAE - Direcção de Serviços de Investigação da Fraude e de Acções Especiais.

O Governo pretende ainda reforçar as inspecções e cobranças coercivas com base em técnicas de gestão de risco, a intensificação de troca de informações, corrigir operações realizadas entre entidades relacionadas e para que os preços de mercado "possam ser de facto praticados", a utilização mais frequente da cláusula anti-abuso "para combater de forma mais eficaz o planeamento fiscal mais agressivo".

DEMISSÃO DO DEPUTADO QUE LIGOU PARA O 112

Técnicos do INEM querem demissão do deputado que ligou para o 112

por Ana Tomás, Publicado em 04 de Agosto de 2011

Os técnicos do serviço de emergência médica querem um “pedido formal de desculpa”, por parte da bancada do PSD e a demissão do deputado que fez a chamada falsa para o 112.

Vítor Almeida, presidente da associação que representa os técnicos do INEM, revelou à TSF que pretende que a bancada social-democrata tome “medidas adequadas” e que o deputado que realizou a chamada se demita.

“Um deputado deve ser exemplo para a nação e não pode ter atitudes destas que, por mim, roçam aquilo que é legalmente aceitável para além das questões éticas”, afirmou o presidente da associação.

Vítor Almeida considera que «pelo menos um pedido formal de desculpa, isso é incontornável. Mas, sou sincero, em qualquer outro país civilizado, isto dava imediatamente processo ou demissão de um deputado», admitiu.

NOTA: NÃO COMPETE AOS DEPUTADOS DA AR FISCALIZAR O INEM. PARA TAL HÁ ORGANISMOS PRÓPRIOS. A LEI PREVÊ PENA DE PRISÃO PARA QUEM FIZER CHAMADAS FALSAS PARA O 112. AO INVÉS DE SER UM EXEMPLO PELA POSITIVA O DEPUTADO  QUE FEZ A CHAMADA FALSA DÁ UM SINAL AOS CIDADÃOS: TELEFONEM TODOS A TESTAR A EFICÁCIA E RAPIDEZ DA URGÊNCIA. E O QUE ACONTECERÁ? O ENTUPIMENTO DO ATENDIMENTO!
MAIS UM POLÍTICO A BRINCAR COM COISAS SÉRIAS, SOMOS OBRIGADOS A CONCLUIR.
É AGORA DEVER DO GRUPO PARLAMENTAR QUE APOIA O GOVERNO DAR AO PAÍS UM EXEMPLO DE SERIEDADE.  AS LEIS SÃO PARA CUMPRIR, DOA A QUEM DOER. O
DEPUTADO EM QUESTÃO DEVE SER PUNIDO!
OU A LEI É APENAS PARA SER CUMPRIDA PELOS PORTUGUESES DE 2ª?

ESBULHO

Esbulho

Gabriel Silva | 3 Agosto, 2011

Nos EUA, a autorização para um aumento de dívida pública levou a duras negociações, concluindo-se com uma contrapartida de abaixamento significativo da despesa nos próximos anos. Bom para os contribuintes americanos.

Em Portugal, o aumento significativo do limite do endividamento do Estado foi apresentado pelo ministro da economia como «cirúrgico». Como se fosse coisa pouca. Ou de efeito limitado. Não é. São milhares de milhões de euros.

E apenas nos primeiros 6 meses deste ano a dívida pública directa do estado aumentou mais de 20 mil milhões de euros, sabe-se lá porquê (até porque o trio ps+psd+pp recusou mesmo que se tornasse pública a razão de tal desastre socrático...).

O governo entendeu ser de obrigar os contribuintes portugueses a suportarem o refinanciamento de capital de empresas privadas, a troco de nada, e a tornarem-se compulsivamente avalistas de empréstimos a obter pelos bancos. Está tudo louco! Os contribuintes obrigados a avalisar empréstimos de bancos. O rendimento dos portugueses é sequestrado, surripiado, para auxiliar meia dúzia de empresas. É puro banditismo organizado e legalizado.

DIÓGENES, O GREGO

Para quem não conhece a história. Diógenes foi um cidadão rico que viveu na Grécia Antiga. Cansado da hipocrisia, desfez-se de tudo o que tinha e foi viver como mendigo para poder ter argumentos contra a luxúria, a corrupção e a desonestidade que grassava na sua cidade. Os seus compatriotas admiravam-se de o ver durante o dia com uma candeia acesa. Quando lhe perguntavam o por quê daquilo, ele respondia que andava à procura um homem honesto. Morreu sem encontrá-lo.

ACREDITE SE QUISER

JN de hoje, dia 3 de Agosto

Acredite se quiser

O actual Governo começa a parecer-se de mais com uma comissão liquidatária do património do Estado a preços de saldo (e com os contribuintes a financiar os compradores).
A eliminação das "golden shares" a troco de nem um cêntimo não foi outra coisa senão uma escandalosa liberalidade ao capital privado. E não se diga que foi imposição da "troika" pois a "imposição" foi aceite, é bom não esquecê-lo, por PSD, CDS e PS e apesar de Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Irlanda, Grécia, Finlândia, Bélgica e Polónia continuarem a manter "golden shares" em empresas estratégicas (provavelmente terão é governos menos servis).
O BPN será, por sua vez, "vendido" ao BIC com o Estado a suportar os encargos dos despedimentos e ter que nele meter ainda mais 550 milhões, além dos 2,4 mil milhões que já lá estão. Tudo por... 40 milhões.
Seguir-se-ão os transportes, as estruturas aeroportuárias, os Correios, a água... O processo será o mesmo dos transportes: primeiro limpam-se os passivos das empresas à custa dos contribuintes (os aumentos "colossais" das tarifas dos transportes públicos dão uma ideia do que está para vir) depois são entregues de bandeja ao capital privado.
Para isso, o Orçamento Rectificativo agora apresentado na AR prevê 12 mil milhões para a banca mais um aumento de 20 para 35 mil milhões em garantias. Assim não faltarão à banca dinheiro nem garantias do Estado para ir aos saldos do Estado.

(ARTIGO DE MANUEL ANTÓNIO PINA)


JN de hoje, dia 3 de Agosto

Não vou ter de nascer duas vezes

Experiências com ratos demonstram que é possível estar acordado e ter o cérebro parcialmente a dormir. Essa é a explicação mais bondosa para o facto de o governador do Banco de Portugal ter demorado sete anos a perceber que algo de muito errado e ilegal se passava no BPN.
Podem aventar-se outras explicações para o facto de Vítor Constâncio ter ignorado as reservas que os auditores da Deloitte levantavam às contas do banco e os alertas constantes do trabalho publicado em 2001 na capa da "Exame", denunciando irregularidades e levantando bem fundamentadas dúvidas sobre a gestão de Oliveira e Costa.
Falar na desadequada graduação das lentes dos óculos de Constâncio pode ser uma piada de gosto duvidoso. Considerar que se tratou de uma letal combinação de negligência e incompetência é uma hipótese mais plausível, mas também muito dolorosa, pois ele não só não está arrolado como cúmplice involuntário desta gigantesca burla como, ainda por cima, acabou recompensado com uma vice-presidência do Banco Central Europeu.
Enquanto Portugal dormia sossegado, na doce ignorância, uma data de gente conhecida arruinava o BPN, como está documentado nos 70 volumes e 700 apensos que constituem o processo legal de uma catástrofe financeira, que apesar de ainda não ter conhecido o seu epílogo já nos custou, grosso modo, o equivalente a um 13.º mês para todos os contribuintes.
Da longa lista dos beneficiários da catástrofe consta o clássico Vale e Azevedo, que urdiu um ardiloso esquema para sacar dois milhões de euros ao BPN.
Dias Loureiro não poderá devolver um dólar sequer dos 71 milhões USD que gastou a comprar duas tecnológicas em Porto Rico (que faliram logo de seguida...) porque não tem nada em seu nome, nem mesmo o famoso taco de golfe que mandou fazer no Japão e ele garante ser o melhor do Mundo.
Duarte Lima, outro nome do Gotha cavaquista, comprou uma off-shore ao BPN e sacou um empréstimo de dois milhões de euros ao Insular, o banco fantasma de Cabo Verde do grupo.
Cavaco e a sua filha Patrícia lucraram, em menos de dois anos, 375 mil euros (mais ou menos o que ganha numa vida um português médio), num negócio com acções da SLN (a holding que controlava o BPN), vertiginosamente valorizadas em 140%.
Tenho a certeza de que Cavaco e Vale e Azevedo não são madeira da mesma árvore. Sei que o PR deve estar arrependido da amizade e protecção que deu a Dias Loureiro e Duarte Lima. E acredito que se soubesse o que sabe hoje não aceitaria o negócio de favor que lhe foi proporcionado pelo seu ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
Mas estamos a viver aqueles tempos em que "já não é possível dizer mais, mas também não é possível ficar calado" (cito Manuel António Pina). Por isso declaro que não sinto a necessidade de nascer duas vezes para ser tão honesto como Cavaco.

(ARTIGO DE JORGE FIEL)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

JOSÉ AFONSO - DE SAL DE LINGUAGEM FEITA

ENSEMBLE VOCT - JOSÉ AFONSO - 82º ANIVERSÁRIO DO NASCIMENTO DE JOSÉ AFONSO

No 82º aniversário do nascimento de José Afonso e como homenagem a este admirável músico, deixamos mais um vídeo, desta vez com o tema "De Sal de Linguagem Feita", num arranjo para oito vozes  de Mário Ribeiro.

2 de Agosto de 2011

POEMA DE MIGUEL TORGA - ADEUS

PORTUGAL - ALDEIA HISTÓRICA DE SORTELHA

SORTELHA - ANEL EMPREGUE NA MAGIA E NOS SORTILÉGIOS

SÍRIA - BACHAR AL-ASSAD AUTORIZA NOVOS PARTIDOS

Bachar al-Assad
Síria autoriza novos partidos

Económico
04/08/11
O Presidente da Síria autorizou a criação de novos partidos e promulgou as regras para o funcionamento de um novo sistema político.

Depois de meses de contestação, o Presidente Bachar al-Assad aceitou a criação de novos partidos.

Segundo a agência France Press, o chefe de Estado da Síria promulgou um decreto que define as condições e funcionamento dos novos partidos.

Desta forma, o Presidente avança com uma das principais reivindicações dos manifestantes que pediam autorização para existirem mais partidos para além do Baas.

A decisão surge depois de o Conselho de Segurança da ONU ter condenado o uso da força contra as populações civis que contestam o regime.

CP - LINHA DE CASCAIS EM RISCO DE FECHAR

CP. Linha de Cascais em risco de fechar

por António Ribeiro Ferreira, Publicado em 04 de Agosto de 2011
Catenárias têm tensão diferente das da rede nacional. Para salvar a linha são precisos muitos milhões
Comboios com motores dos anos 50 que já não se fabricam, catenárias com uma tensão de 1,5 KV DC, isto é, corrente contínua - uma situação única na rede ferroviária, que tem uma tensão de 25 KV AC, corrente alterna -, sinalização electrónica de controlo e comando e telecomunicações obsoletas. É esta a situação da Linha de Cascais, que transportou 30 milhões de passageiros em 2010. E que pode, a qualquer momento, pura e simplesmente entrar em ruptura e parar por completo. Sem alternativas. Ninguém no mundo, incluindo a Renfe, os parceiros espanhóis da CP, pode ajudar quando os motores derem o estoiro final. É evidente que o mal não é de hoje. A administração da CP tinha consciência da gravidade do problema e teve luz verde do governo socialista, em 2008, para avançar com um plano de modernização que incluía a introdução de novos sistemas de sinalização electrónica, controlo, comando e telecomunicações, modernização da superstrutura da via, renovação da catenária com a migração para a tensão de 25 KV/50 Hz, tornando-a igual à da restante rede, eliminação das passagens de nível e requalificação de estações e apeadeiros.

Na sequência deste plano, em 2009, a CP lançou um concurso para a aquisição de 36 unidades múltiplas eléctricas bi-tensão, isto é, automotoras, no valor de 180 milhões de euros para a Linha de Cascais.

A crise económica internacional e os sucessivos cortes levaram o governo de Sócrates a anular o plano e a aquisição das novas automotoras. Neste quadro de ruptura de uma linha fundamental na área metropolitana de Lisboa, vai tudo por água a baixo. Em primeiro lugar, o projecto de a ligar à Linha de Cintura, o que permitiria chegar à Estação do Oriente em 54 minutos, sem transbordos, em vez dos 80 actuais, com mudanças de comboio. Em segundo lugar, a sua privatização no âmbito da reestruturação da CP, como está previsto no Memorando da troika e no programa do actual governo. Se a Linha de Sintra, por exemplo, é um negócio bastante atractivo para grupos privados, ninguém estará disposto a ficar com a concessão da Linha de Cascais sabendo à partida que são necessários muitos milhões de investimento para garantir o seu funcionamento a curto prazo. E como só o fornecimento de novas automotoras demora pelo menos cinco anos, o seu futuro é mais que negro.

Governo e CP estão bem conscientes de que o problema não tem uma solução fácil a curto e médio prazo. As ordens da troika são reduzir custos e cortar no endividamento das empresas públicas, nomeadamente no sector dos transportes, que atinge o valor astronómico de 20 mil milhões de euros. E mesmo em matéria de resultados operacionais, a situação é dramática. Em 2010, por exemplo, a CP teve um prejuízo de mais de 195 milhões de euros. Para agravar ainda mais este quadro, o número de passageiros nas linhas de Lisboa registou um ligeiro decréscimo em 2010. Com a ferrovia a atravessar uma crise, a Linha de Cascais está em coma.


ATENÇÃO AO NÃO PAGAMENTO DE PORTAGENS

Atenção ao não pagamento de portagens!‏


A partir de agora os processos deixam de ir a tribunal e são tratados como se fossem infracções tributárias. De um dia para o outro, após a notificação inicial pelo Instituto das Infra-estruturas Rodoviárias, os processos passam para a DGCI e rapidamente levam à penhora e venda electrónica do veículo.


http://www.min-financas.pt/comunicados/2011/acordo-entre-o-inir-e-a-dgci-viabiliza-a-cobranca-coerciva-pela-dgci-das-dividas-decorrentes-do-nao-pagamento-de-taxas-de-portagem

CIDADE DE VILNIUS - MULTA RADICAL CONTRA ESTACIONAMENTO PROIBIDO

Um autarca lituano adoptou uma estratégia insólita para evitar o estacionamento proibido de automóveis: abalroar os carros mal-estacionados com um tanque. A medida deve-se às queixas regulares de cidadãos sobre os "abusos" cometidos pelos condutores de carros desportivos. Veja o vídeo.

Arturas Zuokas, presidente da Câmara da capital lituana Vilnius, segue dentro de um tanque blindado e abalroa um Mercedes classe S, estacionado numa via destinada exclusivamente a ciclistas.

O dono do automóvel entra em cena alguns momentos depois e fica chocado pela destruição do seu carro. Zuokas cumprimenta-o e diz-lhe para não voltar a estacionar em ciclovias.

"Queria enviar uma mensagem clara às pessoas com carros luxuosos e caros que não podem estacionar onde quiserem, ignorando os direitos de peões e ciclistas", afirma o autarca de 43 anos.

O vídeo mostra ainda o carro a ser rebocado e o presidente da Câmara a varrer os vidros na rua.

NOTA: PARA QUANDO EM PORTUGAL A APLICAÇÃO DE MEDIDAS SEMELHANTES?

ESPANHA - MADRID - OS INDIGNADOS

"Indignados" realizam nova marcha em Madrid

Polícia e 1500 indignados enfrentam-se na Praça do Sol

Com um forte dispositivo policial nas Portas do Sol, em Madrid, centenas de simpatizantes do movimento 15M convocaram, durante a noite, uma marcha de protesto a realizar às 12 horas desta quinta-feira, a partir de outra praça madrilena, a Praça do Oriente.

Mais de mil simpatizantes do Movimento 15M iniciaram na noite de quarta-feira, em Madrid, uma marcha rumo às Portas do Sol, em protesto pela polícia ter despejado os seus acampamentos - após 79 dias de tolerância, segundo salienta o Ministério do Interior. Mas a marcha foi bloqueada por um forte dispositivo de segurança e os "indignados" impedidos de entrar naquela praça madrilena.

"Do norte ao sul, de leste ao oeste, a luta continua custe o que custar", gritaram os manifestantes durante a passeata, que começou na Praça de Atocha.

Durante a madrugada, os manifestantes decidiram realizar uma marcha, esta quinta-feira, às 12 horas (11 horas em Portugal continental), com partida da Praça do Oriente até às Portas do Sol.

Madrid prepara-se para a visita do Papa Bento XVI, entre os dias 18 e 21, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude. E o movimento atribui a acção policial a este acontecimento. O movimento 15M, que é conhecido assim por ter iniciado os seus protestos a 15 de Maio, convocou quarta-feira uma manifestação no centro da capital espanhola, e cerca de 1500 pessoas voltaram a sair à rua. Tal como na véspera, a estação do metro mais próxima da Porta do Sol encerrou ao final da tarde.

Na manhã de quarta-feira, a polícia desalojou 20 indignados que acampavam na Praça Mayor depois de, na noite anterior, o grupo ter voltado a ocupar, durante várias horas, as ruas do centro de Madrid.