terça-feira, 28 de janeiro de 2014

NINGUÉM CONTESTOU

Aprovado por unanimidade!. Ninguém na Assembleia da República contestou


 
Em situações limites, há unanimidade. Ai não?!
 
 
Ninguém na Assembleia da República, da direita à extrema esquerda, contestou.  
É ou não possível haver unanimidade? É sim, senhor: foram eles os beneficiários…
A notícia é mesmo verdadeira e vem no Diário da República.

O orçamento para o funcionamento da Assembleia da República foi já aprovado em 25 de Outubro passado, fomos ver e notámos logo, contudo já sem surpresa, que as despesas e os vencimentos previstos com os deputados e demais pessoal aumentam para 2014.

Mais uma vez, como é já conhecido e sabido, a Assembleia da República dá o mau exemplo do despesismo público e, pelos vistos, não tem emenda.

Em relação ao ano em curso de 2013, o Orçamento para o funcionamento da Assembleia da República para 2014 prevê um aumento global de 4,99% nos vencimentos dos deputados, passando estes de 9.803.084 € para 10.293.000,00 €.

Mais estranho ainda é a verba relativa aos subsídios de férias de natal que, relativamente ao orçamento para o ano de 2013, beneficia de um aumento de 91,8%, passando, portanto, de 1.017.270,00 € no orçamento relativo a 2013 para 1.951.376,00 € no orçamento para 2014 (são 934.106,00 € a mais em relação ao ano anterior!).

Este brutal aumento não tem mesmo qualquer explicação racional, ainda assim fomos consultar a respetiva legislação para ver a sua fórmula de cálculo e não vimos nenhuma alteração legal desde o ano de 2004, pelo que não conseguimos mesmo saber as causa e explicação para tanto..

Basta ir ao respetivo documento do orçamento da Assembleia da República para 2014 e, no capítulo das despesas, tomar atenção à rubrica 01.01.14, está lá para se ver.

Já as despesas totais com remunerações certas e permanentes com a totalidade do pessoal, ou seja, os deputados, assistentes, secretárias e demais assessores, ao serviço da Assembléia da República aumentam 5,4%, somando o total € 44.484.054.

Os partidos políticos também vão receber em 2014 a título de subvenção política e para campanhas eleitorais o montante de € 18.261.459.

Os grupos parlamentares ainda recebem uma subvenção própria de 880.081,00 €, sendo a subvenção só para despesas de telefone e telemóveis a quantia de 200.945,00 €.

É ver e espantar!

Caso tenham dúvidas é só consultarem o D.R., 1.ª Série, n.º 226, de 21/11/2013, relativo ao orçamento de 2014, e o D.R., 1.ª Série, n.º 222, de 16/11/2012, relativamente ao orçamento de 2013.
 
 
 

A CRISE ACABARÁ QUANDO...

Concha Caballero é licenciada em filosofia e letras, é professora de línguas e literatura. Entre 1993 e 2008 ocupou um lugar no parlamento da Andaluzia.
Deputada autonómica entre 1994 e 2008 foi uma das deputadas chave na aprovação da Reforma do Estatuto Autonómico da Andaluzia a que imprimiu um caracter mais social e humano do que, no principio, os grupos maioritários do parlamento pretendiam.
Actualmente colabora em diferentes meios de comunicação. Escreve sobre actualidade politica. Em 2009 publicou o livro “Sevilha cidade das palavras”.
 
“O dia em que acabou a crise!

Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários…

Um dia no ano 2014 vamos acordar e vão anunciar-nos que a crise terminou. Correrão rios de tinta escrita com as nossas dores, celebrarão o fim do pesadelo, vão fazer-nos crer que o perigo passou embora nos advirtam que continua a haver sintomas de debilidade e que é necessário ser muito prudente para evitar recaídas. Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos o acontecimento, que dispamos a actitude critica contra os poderes e prometerão que, pouco a pouco, a tranquilidade voltará à nossas vidas.

Um dia no ano 2014, a crise terminará oficialmente e ficaremos com cara de tolos agradecidos, darão por boas as politicas de ajuste e voltarão a dar corda ao carrocel da economia. Obviamente a crise ecológica, a crise da distribuição desigual, a crise da impossibilidade de crescimento infinito permanecerá intacta mas essa ameaça nunca foi publicada nem difundida e os que de verdade dominam o mundo terão posto um ponto final a esta crise fraudulenta (metade realidade, metade ficção), cuja origem é difícil de decifrar mas cujos objectivos foram claros e contundentes:

Fazer-nos retroceder 30 anos em direitos e em salários

Um dia no ano 2014, quando os salários tiverem descido a níveis terceiro-mundistas; quando o trabalho for tão barato que deixe de ser o factor determinante do produto; quando tiverem ajoelhado todas as profissões para que os seus saberes caibam numa folha de pagamento miserável; quando tiverem amestrado a juventude na arte de trabalhar quase de graça; quando dispuserem de uma reserva de uns milhões de pessoas desempregadas dispostas a ser polivalentes, descartáveis e maliáveis para fugir ao inferno do desespero, ENTÃO A CRISE TERÁ TERMINADO.

Um dia do ano 2014, quando os alunos chegarem às aulas e se tenha conseguido expulsar do sistema educativo 30% dos estudantes sem deixar rastro visível da façanha; quando a saúde se compre e não se ofereça; quando o estado da nossa saúde se pareça com o da nossa conta bancária; quando nos cobrarem por cada serviço, por cada direito, por cada benefício; quando as pensões forem tardias e raquíticas; quando nos convençam que necessitamos de seguros privados para garantir as nossas vidas, ENTÃO TERÁ ACABADO A CRISE.

Um dia do ano 2014, quando tiverem conseguido nivelar por baixo todos e toda a estrutura social (excepto a cúpula posta cuidadosamente a salvo em cada sector), pisemos os charcos da escassez ou sintamos o respirar do medo nas nossas costas; quando nos tivermos cansado de nos confrontarmos uns aos outros e se tenhas destruído todas as pontes de solidariedade. ENTÃO ANUCIARÃO QUE A CRISE TERMINOU.

Nunca em tão pouco tempo se conseguiu tanto. Somente cinco anos bastaram para reduzir a cinzas direitos que demoraram séculos a ser conquistados e a estenderem-se. Uma devastação tão brutal da paisagem social só se tinha conseguido na Europa através da guerra.

Ainda que, pensando bem, também neste caso foi o inimigo que ditou as regras, a duração dos combates, a estratégia a seguir e as condições do armistício.

Por isso, não só me preocupa quando sairemos da crise, mas como sairemos dela. O seu grande triunfo será não só fazer-nos mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.

Neste momento puseram o relógio da história a andar para trás e ganharam 30 anos para os seus interesses. Agora faltam os últimos retoques ao novo marco social: um pouco mais de privatizações por aqui, um pouco menos de gasto público por ali e “voila”: A sua obra estará concluída.

Quando o calendário marque um qualquer dia do ano 2014, mas as nossas vidas tiverem retrocedido até finais dos anos setenta, decretarão o fim da crise e escutaremos na rádio as condições da nossa rendição.”

Concha Caballero
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A CASA DOS FAVORES

*A CASA DOS FAVORES


APRESENTAÇÃO:
Os maiores grupos económicos portugueses dominam o Parlamento através das dezenas de parlamentares a quem garantem salários e consultadorias.

Estes deputados colocam-se na posição ambígua que decorre duma dupla representação: do povo que os elegeu e das empresas que lhes pagam.
Discriminando:
Assim, quando o deputado Miguel Frasquilho aparece a defender em público o Orçamento de 2014 em nome do PSD, fá-lo porque acredita que o Orçamento é bom para o País, ou porque este favorece a Banca, em particular o Grupo Espírito Santo ao qual deve obediência, enquanto funcionário?
A discriminação continua:
A promiscuidade é, infelizmente, a regra. O presidente da comissão de Segurança Social,
José Manuel Canavarro, é consultor do Montepio Geral, banco que actua na área da solidariedade.
E continua:
Na saúde, sector tão sensível, o deputado Ricardo Baptista Leite, é consultor da Glintt Healthcare, empresa fornecedora de hospitais.
Continua:
Na área da defesa, há interesses privados representados pelo actual presidente da Comissão de Defesa, Matos Correia, advogado no mesmo escritório que o seu antecessor na função, José Luís Arnaut, cujo principal sócio é o ex-ministro também da Defesa, Rui Pena.
E continua:
Na comissão de agricultura, Manuel Issac tutela, em nome do Parlamento, um ministério que, por sua vez, influencia a atribuição de subsídios a empresas agrícolas em que detém participações.
CONTINUA:
Também Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola e accionista da Zon, está representada no Parlamento, através do deputado Paulo Mota Pinto, administrador daquela empresa de comunicações.
Atenção os deputados supra mencionados são todos do PSD, com a excepção do Ministério da Agricultura, que obviamente é do tal Partido Unipessoal (PP/CDS). A lista é interminável e assustadora.
Mas, mesmo assim, no debate sobre regime de incompatibilidades que há dias teve lugar no Parlamento, os deputados que transformaram a Assembleia, a casa da democracia, num escritório de negócios e favores, nem se dignaram a aparecer para se justificarem. Para restaurar alguma higiene democrática, exige-se que os deputados promíscuos se decidam: abandonem os cargos que ocupam em empresas que recebem benesses do Estado ou saiam do Parlamento cuja dignidade arruínam.
Se o não fizerem de modo próprio, nem forem censurados pelos seus pares, terá chegado a hora de pedir uma investigação, a toda a Assembleia, pelo crime de tráfico de influências.
DESTES SENHORES NÃO SE PODE CONFIAR NO QUE DIZEM, MAS, APENAS NAQUILO QUE FAZEM!...
Paulo Morais - Professor universitário
(ex-membro do PSD)
 
* Assembleia da República.

NÃO CONFIO NA MINHA GERAÇÃO

Não confio na minha geração nem para se governar a si própria. E temo pela que se segue. 
Filhos do 25 de Abril
26/04/2013 | 00:02 | Dinheiro Vivo 




A geração que fez o 25 de Abril era filha do outro regime. Era filha da ditadura, da falta de liberdade, da pobre e permanente austeridade e da 4.ª classe antiga.
Tinha crescido na contenção, na disciplina, na poupança e a saber (os que à escola tinham acesso) Português e Matemática.
A minha geração era adolescente no 25 de Abril, o que sendo bom para a adolescência foi mau para a geração.
Enquanto os mais velhos conheceram dois mundos – os que hoje são avós e saem à rua para comemorar ou ficam em casa a maldizer o dia em que lhes aconteceu uma revolução – nós nascemos logo num mundo de farra e de festa, num mundo de sexo, drogas e rock & roll, num mundo de aulas sem faltas e de hooliganismo juvenil em tudo semelhante ao das claques futebolísticas mas sob cores ideológicas e partidárias. O hedonismo foi-nos decretado como filosofia ainda não tínhamos nem barba nem mamas.
A grande descoberta da minha geração foi a opinião: a opinião como princípio
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e fim de tudo. Não a informação, o saber, os factos, os números. Não o fazer, o construir, o trabalhar, o ajudar. A opinião foi o deus da minha geração. Veio com a liberdade, e ainda bem, mas foi entregue por decreto a adolescentes e logo misturada com laxismo, falta de disciplina, irresponsabilidade e passagens administrativas.
Eu acho que minha geração é a geração do “eu acho”. É a que tem controlado o poder desde Durão Barroso. É a geração deste primeiro-ministro, deste ministro das Finanças e do anterior primeiro-ministro. E dos principais directores dos media . E do Bloco de Esquerda e do CDS. E dos empresários do parecer – que não do fazer.
É uma geração que apenas teve sonhos de desfrute ao contrário da outra que sonhou com a liberdade, o desenvolvimento e a cidadania. É uma geração sem biblioteca, nem sala de aula mas com muita RGA e café. É uma geração de amigos e conhecidos e compinchas e companheiros de copos e de praia. É a geração da adolescência sem fim. Eu sei do que falo porque faço parte desta geração.
Uma geração feita para as artes, para a escrita, para a conversa, para a música e para a viagem. É uma geração de diletantes, de amadores e amantes. Foi feita para ser nova para sempre e por isso esgotou-se quando a juventude acabou. Deu bons músicos, bons actores, bons desportistas, bons artistas. E drogaditos. Mas não deu nenhum bom político, nem nenhum grande empresário. Talvez porque o hedonismo e a diletância, coisas boas para a escrita e para as artes, não sejam os melhores valores para actividades que necessitam disciplina, trabalho, cultura e honestidade; valores, de algum modo, pouco pertinentes durante aqueles anos de festa.
Eu não confio na minha geração nem para se governar a ela própria quanto mais para governar o país. O pior é que temo pela que se segue. Uma geração que tem mais gente formada, mais gente educada mas que tem como exemplos paternos Durão Barroso, Santana Lopes, José Sócrates, Passos Coelho, António J. Seguro, João Semedo e companhia. A geração que aí vem teve-nos como professores. Vai ser preciso um milagre. Ou então teremos que ressuscitar os velhos. Um milagre, lá está.
Pedro Bidarra
Publicitário, psicossociólogo e autor
Escreve à sexta-feira
Escreve de acordo com a antiga ortografia

A FOME NO MUNDO E O CEMITÉRIO DE AVIÕES


CANÇÃO DOS MENINOS DA SÍRIA


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

VAYA CON DIOS - DON`T BREAK MY HEART


CARTA AO PRESIDENTE CAVACO SILVA


 “Carta” publicada no Facebook por CARLOS PAZ
 (Prof. Universitário de Gestão)
============================== Meu caro Ilustre Prof. CAVACO SILVA,
Tomo a liberdade de me dirigir a V. Exa. através deste meio (o FACEBOOK), uma vez que o Senhor toma a liberdade de se dirigir a mim da mesma forma. É, aliás, a única maneira que tem utilizado para conversar comigo (ou com qualquer dos outros Portugueses, quer tenham ou não, sido seus eleitores).
Falando de “eleitores”, começo por recordar a V. Exa. que nunca votei em si, para nenhum dos cargos que o Senhor tem ocupado, praticamente de forma consecutiva, nos últimos 30 anos em Portugal (Ministro das Finanças, Primeiro Ministro, Primeiro Ministro, Primeiro Ministro, Presidente da República, Presidente da República).
No entanto, apesar de nunca ter votado em si, reconheço que o Senhor:

1) Se candidatou de livre e espontânea vontade, não tendo sido para isso coagido de qualquer forma e foi eleito pela maioria dos eleitores que se dignaram a comparecer no ato eleitoral;
2) Tomou posse, uma vez mais, de livre vontade, numa cerimónia que foi PAGA POR MIM (e por todos os outros que AINDA TINHAM, nessa altura, a boa ventura de ter um emprego para pagar os seus impostos);
3) RESIDE NUMA CASA QUE É PAGA POR MIM (e por todos os outros que AINDA TÊM a boa ventura de ter um emprego para pagar os seus impostos);
4) TEM TODAS AS SUAS DESPESAS CORRENTES PAGAS POR MIM (e pelos mesmos);
5) TEM TRÊS REFORMAS CUMULATIVAS (duas suas e uma da Exma. Sra. Dª Maria) que são PAGAS por um sistema previdencial que é alimentado POR MIM (e pelos mesmos);
6) Quando, finalmente, resolver retirar-se da vida política ativa, vai ter uma QUARTA REFORMA (pomposamente designada por subvenção vitalícia) que será PAGA POR MIM (e por todos os outros que, nessa altura, AINDA TIVEREM a boa ventura de ter um emprego para pagar os seus impostos).
Neste contexto, é uma verdade absoluta que o Senhor VIVE À MINHA CUSTA (bem como toda a sua família direta e indireta).
Mais: TEM VIVIDO À MINHA CUSTA quase TODA A SUA VIDA.
E, não me conteste já, lembrando que algures na sua “vida profissional”:
a) Trabalhou para o Banco de Portugal;
b) Deu aulas na Universidade.
 Ambos sabemos que NADA DISSO É VERDADE.
BANCO DE PORTUGAL: O Senhor recebia o ordenado do Banco de Portugal, mas fugia de lá, invariavelmente “com gripe”, de cada vez que era preciso trabalhar. Principalmente, se bem se lembra (eu lembro-me bem), aquando das primeiras visitas do FMI no início dos anos 80, em que o Senhor se fingiu doente para que a sua imagem como “futuro político” não ficasse manchada pela associação ao processo de austeridade da época. Ainda hoje a Teresa não percebe como é que o pomposamente designado chefe do gabinete de estudos NUNCA esteve disponível para o FMI (ao longo de MUITOS meses – grande gripe essa).
Foi aliás esse movimento que lhe permitiu, CONTINUANDO A RECEBER UM ORDENADO PAGO POR MIM (e sem se dignar sequer a passar por lá), preparar o ataque palaciano à Liderança do PSD, que o levou com uma grande dose de intriga e traição aos seus, aos vários lugares que tem vindo a ocupar (GASTANDO O MEU DINHEIRO).
AULAS NA UNIVERSIDADE: O Senhor recebia o ordenado da Universidade (PAGO POR MIM). Isso é verdade. Quanto ao ter sido Professor, a história, como sabe melhor que ninguém, está muito mal contada. O Senhor constava dos quadros da Universidade, mas nunca por lá aparecia, exceto para RECEBER O ORDENADO, PAGO POR MIM. O escândalo era de tal forma que até o nosso comum conhecido JOÃO DE DEUS PINHEIRO, como Reitor, já não tinha qualquer hipótese de tapar as suas TRAPALHADAS. É verdade que o Senhor depois o acabou por o presentear com um lugar de Ministro dos Negócios Estrangeiros, para o qual o João tinha imensa apetência, mas nenhuma competência ou preparação.
Fica assim claro que o Senhor, de facto, NUNCA trabalhou, poucas vezes se dignou a aparecer nos locais onde recebia o ORDENADO PAGO POR MIM e devotou toda a vida à sua causa pessoal: triunfar na política.
Mas, fica também claro, que o Senhor AINDA VIVE À MINHA CUSTA e, mais ainda, vai, para sempre, CONTINUAR A VIVER À MINHA CUSTA.
Sou, assim, sua ENTIDADE PATRONAL.
Neste contexto, eu e todos os outros que O SUSTENTÁMOS TODA A VIDA, temos o direito de o chamar à responsabilidade:
a) Se não é capaz de mais nada de relevante, então: DEMITA-SE e desapareça;
b) Se sente que é capaz de fazer alguma coisa, então: DEMITA O GOVERNO;
c) Se tiver uma réstia de vergonha, então: DEMITA O GOVERNO e, a seguir, DEMITA-SE.
Aproveito para lhe enviar, em nome da sua entidade patronal (eu e os outros PAGADORES DE IMPOSTOS), votos de um bom fim-de-semana.
Respeitosamente,
Carlos Paz

SABIA ISTO DA SÍRIA?

Sabia isto da Síria?
 
A família Assad pertence ao Islão tolerante da orientação Alawid.

As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens ao estudo, à
saúde e à educação.

Na Síria as mulheres não são obrigadas a usar burca. A Chária (lei
Islâmica) é inconstitucional.

A Síria é o único país árabe com uma constituição laica e não tolera
os movimentos extremistas islâmicos.

Cerca de 10% da população síria pertence a alguma das muitas
confissões cristãs presentes desde sempre na vida política e social.

Noutros países árabes a população cristã não chega a 1% devido à
hostilidade sofrida.

A Síria é o único país do Mediterrâneo que continua proprietário da
sua empresa petrolífera, que não quis privatizar.

A Síria tem uma abertura à sociedade e cultura ocidentais como nenhum
outro país árabe.

Ao longo da história houve cinco Papas de origem síria. A tolerância
religiosa é única na zona.

Antes da guerra civil era o único país pacífico da zona, sem guerras
nem conflitos internos.

A Síria é o único país árabe sem dívidas ao Fundo Monetário Internacional.

A Síria foi o único país do mundo que admitiu refugiados iraquianos
sem nenhuma descriminação social, política ou religiosa.

Bashar Al Assad tem um suporte popular extremamente elevado.

Sabia que a Síria possui uma reserva de petróleo de 2500 milhões de
barris, cuja exploração está reservada a empresas estatais?

Talvez agora consiga compreender melhor a razão de tanto intere$$e da guerra civil na Síria e de quem a patrocina ....

 

HUMOR EM TEMPO DE CRISE - IMITOSE A NOVA DOENÇA CONTAGIOSA

Nova doença, altamente contagiosa ...


Ver até ao FIIIIMMMMMM…
Nova doença, altamente contagiosa ...

Le geste fort de Cristiano Ronaldo : un don de 1,5 million d'euros aux enfants de Gaza

Le geste fort de Cristiano Ronaldo : un don de 1,5 million d'euros aux enfants de Gaza

PAULO PORTAS - UM HOMEM CONFUSO COMO MINISTRO DE PORTUGAL


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

SABIAM QUE O PAI DE EUSÉBIO NASCEU EM ANGOLA?

 
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=1061126

O GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL - AINDA DIZEM QUE O HOMEM NÃO CRIA EMPREGO

gabinete do 1º ministro de Portugal
 .O gabinete (não, não é do OBAMA ou do HOLLANDE, nem sequer da MERKEL!), é apenas do 1º Ministro português.
 COMPOSIÇÃO DO GABINETE DO ''NOSSO'' 1º-MINISTRO         
             

Função Nome Idade Nomeação Vencimento   
Chf,  Gabinete Francisco Ribeiro de Menezes 46 anos 06-08-2011
4.592,43   
Assessor Carlos Henrique Pinheiro Chaves 60 anos 21-06-2011
3.653,81   
Assessor Pedro Afonso A, Amaral e Almeida 38 anos 18-07-2011
3.653,81   
Assessor Paulo João L, Rêgo Vizeu Pinheiro 48 anos 11-07-2011
3.653,81   
Assessor Rudolfo Manuel Trigoso Rebelo 48 anos 21-06-2011
3.653,81   
Assessor Rui Carlos Baptista Ferreira 47 anos 21-06-2011
3.653,81   
Assessora Eva Maria Dias de Brito Cabral 54 anos 12-10-2011
3.653,81   
Assessor Miguel Ferreira Morgado 37 anos 21-06-2011
3.653,81   
Assessor Carlos A Sá Carneiro Malheiro 38 anos 01-12-2011
3.653,81   
Assessora Marta Maria N, Pereira de Sousa 34 anos 21-06-2011
3.653,81   
Assessor Bruno V de Castro Ramos Maçaes 37 anos 01-07-2011
3.653,81   
Adjunta Mafalda Gama Lopes Roque Martins 35 anos 01-07-2011
3.287,08   
Adjunto Carlos Alberto Raheb Lopes Pires 38 anos 21-06-2011
3.287,08   
Adjunto João Carlos A Rego Montenegro 34 anos 21-06-2011
3.287,08   
Adjunta Cristina Maria Cerqueira Pucarinho 46 anos 23-08-2011
3.287,08   
Adjunta Paula Cristina Cordeiro Pereira 41 anos 22-08-2011
3.287,08   
Adjunto Vasco Lourenço C P Goulart Ávila 47 anos 21-11-2011
3.287,08   
Adjunta Carla Sofia Botelho Lucas 28 anos 25-01-2012
3.287,08   
Técnica Especialista Bernardo Maria S Matos Amaral 38 anos 07-09-2011
3.287,08   
Técnica Especialista Teresa Paula Vicente de Figueiredo Duarte 44 anos 21-07-2011
3.653,81   
Técnica Especialista Elsa Maria da Palma Francisco 40 anos 16-01-2012
3.653,81   
Técnica Especialista Maria Teresa Goulão de Matos Ferreira 49 anos 18-07-2012
3.653,81   
Secretária pessoal Maria Helena Conceição Santos Alves 54 anos 18-07-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Inês Rute Carvalho Araújo 46 anos 18-07-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Ana Clara S Oliveira 38 anos 13-07-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Maria de Fátima M L Hipólito Samouqueiro 47 anos 21-06-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Maria Dulce Leal Gonçalves 52 anos 01-07-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Maria M, Brak-Lamy Paiva Raposo 59 anos 13-07-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Margarida Maria A A Silva Neves Ferro 53 anos 21-06-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Maria Conceição C N Leite Pinto 51 anos 21-06-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Maria Fernanda T C Peleias de Carvalho 45 anos 01-08-2011
1.882,76   
Secretária pessoal Maria Rosa E Ramalhete Silva Bailão 58 anos 01-09-2011
1.882,76   
Coordenadora Luísa Maria Ferreira Guerreiro 48 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Alberto do Nascimento Cabral 59 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Ana Paula Costa Oliveira da Silva 42 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Elisa Maria Almeida Guedes 47 anos 01-01-2012
1.500,00   
téc, administrativo Isaura Conceição A Lopes de Sousa 59 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo José Manuel Perú Éfe 60 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Liliana de Brito 50 anos 01-01-2012
1.500,00   
téc, administrativo Maria de Lourdes Gonçalves Ferreira Alves 61 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Maria Fernanda Esteves Ferreira 57 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Maria Fernanda da Piedade Vieira 61 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Maria Umbelina Gregório Fernandes Barroso 47 anos 01-01-2012
1.500,00   
téc, administrativo Zulmira Jesus G Simão Santos Velosa 47 anos 01-01-2012
1.506,20   
téc, administrativo Artur Vieira Gomes 53 anos 01-01-2012
1.600,15   
téc, administrativo Benilde Rodrigues Loureiro da Silva 58 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar Fernando Manuel da Silva 68 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar Francisco José Madaleno Coradinho 45 anos 01-01-2012
1.472,82   
Apoio Auxiliar Joaquim Carlos da Silva Batista 57 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar José Augusto Morais 51 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar Maria Lurdes da Silva Barbosa Pinto 58 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar Maria de Lurdes Camilo Silva 65 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar Maria Júlia R Gonçalves Ribeiro 58 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar Maria Natália Figueiredo 64 anos 01-01-2012
975,52   
Apoio Auxiliar Maria Rosa de Jesus Gonçalves 58 anos 01-01-2012
975,52   
Motorista António Francisco Guerra 52 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista António Augusto Nunes Meireles 61 anos 01-01-2012
2.028,28   
Motorista António José Pereira 48 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Arnaldo de Oliveira Ferreira 49 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Jaime Manuel Valadas Matias 52 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Jorge Henrique S Teixeira Cunha 52 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Jorge Martins Morais 46 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista José Hermínio Frutuoso 53 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Nuno Miguel R Martins Cardoso 37 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Paulo Jorge Pinheiro da Cruz Barra 40 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Rui Miguel Pedro da Silva Machado 42 anos 01-01-2012
1.848,53   
Motorista Vitor Manuel G Marques Ferreira 42 anos 01-01-2012
1.848,53   
    
Total/Mês € 149.486,76  
            
 
Resumo          
1 Chefe de Gabinete          
10 Assessores          
7 Adjuntos          
4 Técnicos Especialistas          
10 Secretárias Pessoais          
1 Coordenadora          
13 Técnicos Administrativos          
9 Apoio Auxiliar          
12 Motoristas          
             
            
E ainda dizem que o homem não cria emprego!... Ai, ai, não não cria!... "Tachos" à custa de todos nós, contribuintes!!! Apenas a módica quantia mensal de 150.000 euros...

A EUROPA AO LONGO DOS TEMPOS

Europa ao longo dos tempos!

OS RAPAZOLAS

O Jornalista Daniel Oliveira
 
 


"Há pessoas que tiveram uma vida difícil. Por mérito próprio ou não, ela melhorou. Mas ficaram para sempre endurecidas na sua incapacidade de sofrer pelos outros. São cruéis.
Há pessoas que tiveram 
uma vida mais fácil. Mas, na educação que receberam, não deixaram de conhecer a vida de quem os rodeia e nunca perderam a consciência de que seus privilégios são isso mesmo: privilégios. São bem formadas.
E há pessoas que tiveram a felicidade de 
viver sem problemas económicos e profissionais de maior e a infelicidade de nada aprendecom as dificuldades dos outros. São rapazolas. 
.


 

Pedro Passos Coelho


Não atribuo às 
infantis declarações de Passos Coelho sobre o desemprego nenhum sentido político ou ideológico.Apenas a prova de que é possível chegar aos 47 anos com a experiência social de um adolescente, acargos de responsabilidade com o currículo de jotinha,a líder partidário com a inteligência de uma amiba, a primeiro-ministro com a sofisticação intelectual de um cliente habitual do fórum TSF e a governante sem nunca chegar a perceber que não é para receberem sermões idiotas sobre a forma como vivem que os cidadãos participam em eleições.Serei insultuoso no que escrevo? Não chego aos calcanhares de quem fala com esta leviandade das dificuldades da vida de pessoas que nunca conheceram outra coisa que não fosse o "risco" Sobre a caracterização que Passos Coelho fez, na sua intervenção, dos portugueses, que não merecia, pela sua indigência, um segundo do tempo de ninguém se fosse feita na mesa de um café, escreverei depois. Hoje fico-me pelo espanto que diariamente ainda consigo sentir: 
Como é que este rapaz chegou a primeiro-ministro? 
Texto de Daniel Oliveira                                                                                                                                 
A propósito do dito... 
Nome: Pedro Passos Coelho Data de nascimento: 24 de julho de 1964 Formação Académica: Licenciatura em Economia pela Universidade Lusíada (concluída em 2001,
com 37 anos de idade)
Percurso profissional: Até 2004, 
apenas actividade partidária na JSD e PSD 
A partir de 2004 (
com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargos em empresas do amigo e companheiro de Partido, Eng.º Ângelo Correia, de quem foi diligente e dedicado moço-de-fretes, tais como:
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2007-2009) Presidente da HLC Tejo, SA;
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;
(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente, SA;
(2005-2009) Presidente da Ribtejo, SA;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;
(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;
(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo, SA.
 

E é este homem que:
- 
Nunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade!
- Mesmo sem ocupação profissional, só conseguiu 
terminar a Licenciatura (numa universidade privada) aos 37 anos de idade! 
     - Sem experiência de vida e de trabalho, conseguiu logo 
obter emprego como ADMINISTRADOR!
E 
se atreve a:
- Falar de mérito profissional e de esforço na vida!
- Pretender dar lições de vida a milhares de trabalhadores deste país que nunca chegarão a administradores de coisa alguma, mas que 
labutam arduamente há muitos anos, ganhando salários de sobrevivência! 

É esta amostra de homem que governa este País!
 
 

PORTUGAL - SALVAR CASINOS-AFUNDAR ESTALEIROS NAVAIS

Estoril Sol - Um caso escandaloso, um roubo!!!!!

MAIS UMA JOGADA PERMITIDA POR CAVACO & COMPANHIA. É só mais uma mas espero que um dia tudo isto possa vir a ser julgado pelo povo. 
Foram hoje (?) publicadas, no site da CMVM, as contas respeitantes a 30/09/2013   da  ?Estoril Sol?  ( Casinos do Estoril, de Lisboa-Expo, e da Póvoa de Varzim). Têm elementos muito curiosos:
       - A empresa fechou o 3º Trimestre com lucros de 1.258.281 ?;
       -As receitas diminuíram 5% face às da mesma data de 2012. No entanto, fazendo uma análise mais fina, constata-se que caíram 7% as respeitantes às ?slot-machines? e subiram 2% as respeitantes ao jogo bancado (bacará, gamão, etc);
       -No total de 137.771.294 ? de receita contabilizada, 42% respeitam ao Casino de Lisboa,37% ao Casino Estoril e 21% ao Casino da Póvoa;
       - Os benefícios fiscais recebidos ascendem a 2.333.516 ? ( 1,8% do total da receita e perto do dobro do lucro registado).Os benefícios foram atribuídos como apoio do Estado à renovação dos equipamentos de jogo e 405.000? como apoio do Estado à ?animação realizada?.
 
É bastante estranho! O Governo corta nas pensões mais baixas de viúvas e viúvos de poucas centenas de euros e concede benefícios de milhões para a renovação de ?slot machines? e para os espetáculos realizados nos Casinos!
E NÃO TEM DINHEIRO PARA SALVAR OS UNICOS ESTALEIROS NAVAIS DE PORTUGAL!

HÁ UM PAÍS ONDE A LEI NÃO É IGUAL PARA TODOS



Texto de Joaquim Vieira lido na Antena 1

Há um país onde a lei diz que todos são iguais, mas onde há uns
menos iguais do que os outros. Estes ajudaram a erguer o país,
e muitos até foram à guerra em nome desse mesmo país.
Mas agora são gente pacífica, de físico debilitado e cujas vozes não
chegam ao céu.
Não ameaçam ninguém, não paralisam o trabalho e já não cumprem os padrões de 
produtividade exigidos.Adoecem mais do que os outros, e são considerados um 
fardo para a sociedade pelo que custam em tratamentos.Não trabalham 
para pagar o que gastam, embora já antes tivessem trabalhado para pagar o
que recebem.O poder político desse país entende que vivem acima das suas
possibilidades e que por isso são uma dor de cabeça.Acha mesmo que seria
mais fácil governar se eles não existissem.
Conclui assim pela sua inutilidade, que estão a mais, que são descartáveis.
Não se importa de lhes dificultar o acesso à saúde, porque é indiferente que morram mais cedo.
Talvez seja até preferível, porque morrendo mais cedo ajudam a 
melhorar o exercício orçamental.
Sendo alvos fáceis e dóceis, sem capacidade contestatária e sem 
instrumentos de pressão, nada custa retirar-lhes direitos e regalias antes julgados vitalícios.
Sendo solidários e ajudando os familiares mais carenciados, não recebem em troca 
a solidariedade dos poderes públicos.
Pelo contrário, são os primeiros na linha de fogo, e quando o poder sente
alguma aflição financeira é a eles, e muitas vezes só a eles, que começa por 
retirar as verbas necessárias.
Mesmo que a suprema autoridade judicial se interponha, declarando ilegal tal
prática, os governantes não se sentem na obrigação de acatar a restrição, 
antes a contornam e insistem no mesmo.
E insistem retirando-lhes ainda mais verbas, e retirando a 
mais vítimas do que antes tinham feito.
Não dizem que aumentam o confisco, mas que estão a recalibrar. 
Dizem também que não é um imposto, quando tem toda a forma de 
um imposto – e um imposto agravado.
Um imposto que se aplica apenas ao tal grupo, e não a todos os contribuintes do país.
Esse grupo são os velhos, e o país, onde não há lugar para velhos, chama-se Portugal.
É um país descalibrado, onde manda muita gente sem calibre.



 
Joaquim Vieira (texto lido na Antena 1)
 
Joaquim Vieira nasceu em Leiria, em 1951.
Jornalista, ensaísta e documentarista, foi membro da direção de vários órgãos de informação (Expresso, RTP, Grande Reportagem).
Assinou a série em 10 volumes Portugal Século XX - Crónica em Imagens e dirigiu uma coleção de 18 fotobiografias (de que escreveu os volumes sobre Salazar, Marcelo Caetano, Almada Negreiros e Benoliel) e Crónica de Ouro do Futebol Português (cinco volumes) e ainda A Nossa Telefonia - 75 anos de Rádio Pública em Portugal.
Coautor de Mataram o Rei! - O Regicídio na Imprensa Internacional, República em Portugal!
O 5 de Outubro visto pela Imprensa Internacional e Os Meus 35 Anos com Salazar, escreveu Jornalismo Contemporâneo - Os Media entre a Era Gutenberg e o Paradigma Digital, Mocidade Portuguesa - Homens para um Estado Novo, A Governanta e Só um Milagre nos Salva.
Os seus mais recentes documentários intitularam-se Maior que o Pensamento e Os Mitos da República.
 

FOI HÁ POUCO TEMPO


DICIONÁRIO DE KIMBUNDO-PORTUGUÊS (ANGOLA)





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