CRISE EM PORTUGAL.... (VAMOS ACABAR COM OS DESVARIOS!!!!) Ora aqui vai outro importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. ACABOU O RECREIO! Orçamento do Estado: Todos os ''governantes'' de Portugal [a saber: os que se governam...ou as futuras "hipóteses"] falam em cortes das despesas e aumentos de impostos, gerando sacrifícios a todos nós.Ainda NÃO OUVI foi nenhum governante falar em: . Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados. . Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do erário público. . Acabar com os milhares de Institutos e Fundações Públicas que não servem para nada e têm funcionários e administradores com 2ºs ou 3ºs empregos e a ganharem fortunas. . Acabar com as empresas Municipais que para nada servem, com Administradores a auferir milhares de euros/mês,acumulando funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. Redução drástica das Câmaras Municipais e respectivas Assembleias. . Redução drástica das Juntas de Freguesia. . Acabar com o pagamento de 200 € por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas das Juntas de Freguesia. . Acabar com o Financiamento aos Partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem para conseguirem verbas para as suas actividades. . Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País. . Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e família. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos. . Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos às escolas, ir ao mercado, folias nocturnas, etc. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis. . Acabar com os "subsídios" de habitação e deslocação a deputados eleitos por círculos fora de Lisboa... que sempre residiram na Capital e nunca tiveram qualquer habitação nos circulos eleitorais a que concorreram! . Controlar os altos quadros "colocados" na Função Pública(pagos por nós...)que quase nunca estão no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total:HÁ QUADROS QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS PRÓPRIOS INTERESSES, QUE NÃO OS DO PÚBLICO E DE QUEM OS ELEGEU. . Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCEPESCAMENTE PAGOS,pertencentes às oligarquias locais do partido DO GOVERNO! . Acabar com os milhares de pareceres jurídicos e outros, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar. . Acabar com as várias reformas, acumuladas, por pessoa, de entre o pessoal do Estado e de entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. . Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP, com os juros devidos! . Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e quejandos, onde quer que estejam e recuperar essas quantias para os cofres do Estado. . Quem pode explicar porque é que o Presidente da Assembleia da República tem, ao seu dispor, dois automóveis de serviço? Deve ser um para a "pasta" e outro para a "lancheira"!... . E por aí fora... Se tudo o acima descrito fosse posto em prática no mais curto espaço de tempo, depressa recuperaríamos a nossa posição, sobretudo a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado .
segunda-feira, 4 de abril de 2011
OS POLÍTICOS SÃO OS ÚNICOS RESPONSÁVEIS PELA CRISE EM PORTUGAL.
ELEIÇÕES - CONFIRMA, OU DESCOBRE O TEU NÚMERO DE ELEITOR
ISTO É UM AUTÊNTICO SERVIÇO PÚBLICO!
Confirmem, a tempo e horas, para evitar chatices…
Confirme, ou saiba, o seu número de eleitor e o número e nome do local de votação. Vai ser preciso dentro em pouco.
Basta escrever o seu nome completo e data de nascimento (DD-MM-AAAA) – está incorporado um calendário e é só escolher o ano, o mês e o dia. Funciona e está actualizado. http://www.recenseamento.mai.gov.pt/
sexta-feira, 1 de abril de 2011
EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS (continuação)
Não poder com uma gata pelo rabo
Significado: Ser ou estar muito fraco; estar sem recursos.
Origem: O feminino, neste caso, tem o objectivo de humilhar o impotente ou fraco a que se dirige a referência. Supõe-se que a gata é mais fraca, menos veloz e menos feroz em sua própria defesa do que o gato. Na realidade, não é fácil segurar uma gata pelo rabo, e não deveria ser tão humilhante a expressão como realmente é.
Afogar o ganso
Significado: Relação sexual; masturbação.
Origem: No passado, os chineses costumavam satisfazer as suas necessidades sexuais com gansos. Pouco antes de ejacularem, os homens afundavam a cabeça da ave na água, para poderem sentir os espasmos anais da vítima.
Mal e porcamente
Significado: Muito mal; de modo muito imperfeito.
Origem: «Inicialmente, a expressão era "mal e parcamente". Quem fazia alguma coisa assim, agia mal e eficientemente, com parcos (poucos) recursos. Como parcamente não era palavra de amplo conhecimento, o uso popular tratou de substituí-la por outra, parecida, bastante conhecida e adequada ao que se pretendia dizer. E ficou " mal e porcamente", sob protesto suíno.» in A Casa da Mãe Joana, de Reinaldo Pimenta, vol. 1 (Editora Campus, Rio de Janeiro)
Fazer tijolo
Significado: Morrer.
Origem: Segundo se diz, existiu um velho cemitério mouro para as bandas das Olarias, Bombarda e Forno do Tijolo. O almacávar, isto é, o cemitério mourisco, alastrava-se numa grande extensão por toda a encosta, lavado de ar e coberto de arvoredo. Após o terramoto de 1755, começando a reedificação da cidade, o barro era pouco para as construções e daí aproveitar-se todo o que aparecesse. O cemitério árabe foi tão amplamente explorado que, de mistura com a excelente terra argilosa, iam também as ossadas para fazer tijolo. Assim, é frequente ouvir-se a expressão popular em frases como esta: 'Daqui a dez anos já eu estou a fazer tijolo'. in 'Dicionário de Expressões Correntes' ; Orlando Neves
Fila indiana
Significado: Enfiada de pessoas ou coisas dispostas uma após outra. Origem: Forma de caminhar dos índios da América que, deste modo, tapavam as pegadas dos que iam na frente.
Andar à toa
Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.
Origem: Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está "à toa" é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar.
Embandeirar em arco
Significado: Manifestação efusiva de alegria.
Origem: Na Marinha, em dias de gala ou simplesmente festivos, os navios embandeiram em arco, isto é, içam pelas adriças ou cabos (vergueiros) de embandeiramento galhardetes, bandeiras e cometas quase até ao topo dos mastros, indo um dos seus extremos para a proa e outro para a popa. Assim são assinalados esses dias de regozijo ou se saúdam outros barcos que se manifestam da mesma forma.
(continuaremos a publicar expressões idiomáticas na próxima semana)
FINANCIAL TIMES E A ANEXAÇÃO DE PORTUGAL PELO BRASIL
Colunista do FT explica proposta de anexação de Portugal pelo Brasil
Depois das reacções irritadas recebidas pelo jornal, um colunista do Financial Times defendeu as razões que o levaram a propor a 'anexação' de Portugal pelo Brasil como solução para os problemas de dívida de Portugal. "Era um texto muito curto. Pretendia ser um pouco humorístico. Era uma sugestão pouco convencional e, com certeza, não tinha a intenção de ofender a nação ou o povo português", explicou Edward Hadas, um dos escritores por trás da influente coluna, num vídeo disponibilizado hoje no site do jornal económico britânico Financial Times.
O texto, com o título "Portugal e Brasil: inversão de papéis", apresentava a proposta de "anexação" da antiga potência colonial pela antiga colónia, actualmente um gigante emergente, mas logo em seguida admitia que a nação europeia "seguramente não gostaria de perder estatuto".
A coluna provocou muitos comentários de leitores portugueses, muitos deles ofendidos com o texto e afirmando que, seguindo a mesma lógica, a Grã-Bretanha poderia tornar-se uma "província indiana". "O que pretendíamos é destacar as diferenças sobre como funciona o mundo actualmente", explicou Hadas no vídeo, no qual conversa com o principal responsável pela coluna, John Authers. "O Brasil é muito mais pobre que Portugal, per capita, mas é uma economia muito maior", explicou. "Poderia administrar o problema português absorvendo a sua dívida dentro do país", acrescentou, lembrando que Portugal representaria apenas 10% do Produto Interno Bruto (PIB).
De visita a Portugal, a presidente do Brasil, Dilma Roussef, assim como o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmaram ontem que o país está disposto a ajudar Portugal. "Estamos a estudar a melhor maneira de participar na recuperação da economia portuguesa. As nossas equipas têm um diálogo permanente e fluente sobre esta questão", declarou Dilma Rousseff numa entrevista ao jornal Diário Económico. "Uma das possibilidades é a compra de uma parte da dívida soberana portuguesa", destacou a presidente, que também mencionou a análise de "outras alternativas", como "a compra antecipada de títulos brasileiros actualmente nas mãos do governo português".
@SAPO/AFP
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA E A CRISE
A crise política começou e Cavaco não disse nada.
Sócrates ameaçou demitir-se e Cavaco nada disse.
Sócrates demitiu-se mesmo e Cavaco continua sem nada dizer.
Pergunto eu, não será melhor alguém passar lá em casa a ver se está tudo bem?
Nos dias de hoje todo o cuidado é pouco com idosos sozinhos em casa.
A CORAGEM DE MARINHO PINTO - UM DIA DESTES AS ELITES MATAM-NO!
Marinho Pinto, ...tenho que lhe dar os parabéns… ele disse na cara de todos os políticos, olhos nos olhos, aquilo que qualquer um de nós pensa.
Este discurso, na sessão solene da abertura do ano judicial, em qualquer país em que houvesse ainda um resquício de moralidade e vergonha implicaria que ou o Marinho Pinto ia preso por calúnias ou, no outro dia, rolariam muitas cabeças.
Isto foi dito na cara do Cavaco que se diz Presidente da República… e nada aconteceu! Porque talvez tenha o rabo bem trilhado.
quinta-feira, 31 de março de 2011
SOBRE O SOLDADO AMERICANO BRADLEY MANNING
O SOLDADO BRADLEY ANTES DE SER TORTURADO
E DEPOIS DE SER TORTURADO PELAS AUTORIDADES NORTE-AMERICANAS
Bradley Manning, o soldado suspeito de passar documentos àWikiLeaks, e por isso declarado "inimigo" da nação americana, está metido desde Agosto de 2010 numa cela com 6 m2 (3 x 2 m), sem luz natural, 23 horas por dia. Até agora podia dormir com roupa interior. O regime foi agravado, vai ter que dormir nu, mas, argumentam os responsáveis prisionais, para bem do próprio.
EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS (continuação)
Dose para cavalo
Significado: Quantidade excessiva; demasiado.
Origem: Dose para cavalo , dose para elefante ou dose para leão são algumas das variantes que circulam com o mesmo significado e atendem às preferências individuais dos falantes. Supõe-se que o cavalo, por ser forte; o elefante, por ser grande, e o leão, por ser valente, necessitam de doses exageradas de remédio para que este possa produzir o efeito desejado. Com a ampliação do sentido, dose para cavalo e suas variantes é o exagero na ampliação de qualquer coisa desagradável, ou mesmo aquelas que só se tornam desagradáveis com o exagero.
Dar um lamiré
Significado: Sinal para começar alguma coisa.
Origem: Trata-se da forma aglutinada da expressão «lá, mi, ré», que designa o diapasão, instrumento usado na afinação de instrumentos ou vozes; a partir deste significado, a expressão foi-se fixando como palavra autónoma com significação própria, designando qualquer sinal que dê começo a uma actividade. Historicamente, a expressão «dar um lamiré» está, portanto, ligada à música (cf. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa). Nota: Escreve-se lamiré , com o r pronunciado como em caro.
Memória de elefante
Significado: Ter boa memória; recordar-se de tudo.
Origem: O elefante fixa tudo aquilo que aprende, por isso é uma das principais atracções do circo.
Lágrimas de crocodilo
Significado: Choro fingido.
Origem: O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele chora enquanto devora a vítima.
(Amanhã continuaremos com mais expressões idiomáticas)
POEMA de Mercado Griel
FLORES Y VIDAS...
por Walter Mercado Griel
Junho 19 2009
Donde andas grano de arena perdida en los confines de las envolturas de algún viento ocasional.
Donde andas grano que besaste su cuerpo.
Donde estas grano hermoso con la marca de su cuerpo.
Constituyendo lunas oh estrellas en formaciones.
Conform.
COMENTÁRIO AO ROMANCE "A ESPECIARIA"
Joaquim De Lisboa Serra
31 de Março de 2011 às 16:54
Parabéns António Já acabei... A busca da ESPECIARIA continua!!!!
Quero felicitar-te pelo excelente enredo mas mais quero saudar o ESCRITOR pelo domínio da palavra! Parabéns.
É engraçado. Na na minha cabeça ia-se definindo um mapa por terrenos conhecidos e, quando escreves, na pág 100, "Benguela guinou bruscamente o volante do Willis para a direita, em direcção a Salazar..." eu dei comigo a vê-lo sair da estrada/picada que vem do Golungo Alto.
Tentei mesmo encontrar local para situar o Quartel Militar mas isso não consegui já que na página 106 o dás como ficando " a umas boas dezenas de quilómetros a Norte da cidade" para na página 127 precisares ficar " a vinte quilómetros".
Resumindo, um bom livro para matar a saudade a muitos "do tempo antigo" que ainda por cá andam e de interesse/estudo para os vindouros.
Um abraço JoaquimdeLisboa
quarta-feira, 30 de março de 2011
AS TRÊS PRIMA-DONAS PORTUGUESAS
Talvez houvesse quem ainda esperasse um milagre: o da transfiguração dos agentes políticos de primeira linha em estadistas de primeira água. Mas não há milagres destes na política portuguesa dos nossos dias. Para inverter a lógica perversa da bravata ou da indiferença, impostas pelo interesse particular dos protagonistas com poder de decisão neste processo - começando por Sócrates, Passos e Cavaco -, era preciso que cada um se armasse de uma boa dose de humildade. Só que nenhum deu mostras de perceber como a humildade pode ser a mais ousada demonstração de coragem.
Se houvesse dúvidas quanto à intencionalidade de Sócrates, ao esticar a corda para que partisse no ponto mais vantajoso para si próprio, o comportamento da última semana desfê-las completamente.
Revelando já dificuldade em suster a ânsia do partido pelos carros pretos do poder, o líder do PSD caiu no engodo de Sócrates ao recusar-se a negociar, sabendo perfeitamente que o desfecho do braço de ferro seria a queda do Governo. Não se percebeu muito bem se era isso, efectivamente, o que pretendia. Mas a falta de humildade e, neste caso, também de clarividência, colocaram-no na posição delicada de causador da crise, aos olhos do país e do mundo, dando a Sócrates o papel de vítima de uma oposição irresponsável.
Já do Presidente da República se esperaria que tivesse aproveitado o ensejo para explicar o que é a sua "magistratura activa". Esta deve ter sido a primeira crise política que se desenvolveu e culminou na demissão de um primeiro-ministro, sem que se ouvisse uma palavra do Presidente, a não ser para dizer que nada podia fazer. Também aqui faltou o rasgo e a grandeza...
A leitura só pode ser uma: o Presidente acompanhou com gosto a queda do Governo, pois era esse o seu objectivo não declarado do seu discurso de posse...
Todos estes comportamentos seriam legítimos noutras circuntâncias. Mas sucede que os líderes em causa são os mesmos que andam a dizer, há mais de um ano, que uma crise política em cima da crise da dívida pública seria o pior que podia acontecer a Portugal. Ora o pior está a acontecer.
Comportaram-se como prima-donas incapazes de ceder no seu orgulho e nas suas conveniências a favor do que eles próprios consideravam o interesse geral. Não podem agora esperar compreensão e aplauso de quem vai pagar duramente o preço da sua arrogância.
(Excertos de um texto de Fernando Madrinha, publicado no Expresso de 26 de Março de 2011)
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