terça-feira, 9 de março de 2010

BENTO XVI - incógnito no Douro!




Pouca gente saberá que o Papa tem uma casa de campo no

Norte de Portugal e se veste de D. Maria para disfarçar.

Lá se vai o "segredo"... :-)

Afinal a catástrofe foi anunciada....!!

Conhecem aquele programa chamado Biosfera e aqueles sujeitos da QUERCUS que andam sempre com aquele "paleio" do Aquecimento Global e das alterações climáticas e mais uns quantos temas que parecem ou incomodar muito os nossos políticos e causar MUITO POUCO impacto em todos nós??


Percam um pouquinho de tempo a ver o vídeo, como eu fiz e talvez estas pessoas comecem a ser levadas bem mais a sério e comecem a ser ouvidas como deve ser!!

Agora pensem será que é só a natureza culpada.... parece-me que não!!



http://www.youtube.com/watch?v=aTf0h3nobAs&feature=player_embedded

DANIELA MERCURY NA OVIBEJA

Com mais de 12 milhões de discos vendidos em todo o mundo – e com dezenas de canções que se tornaram verdadeiros hinos da música popular brasileira -, Daniela Mercury é a estrela maior da programação cultural da 27ª OVIBEJA. A rainha do axé sobe ao palco do Pavilhão Multiusos da Grande Feira do Alentejo na noite de 1 de Maio. E não será de estranhar que boa parte do alinhamento do concerto passe pelos temas do seu mais recente álbum “Canibália”. (www.danielamercury.art.br)
Já os Blasted Mechanism, que tocam a 30 de Abril, são ilustres repetentes das “Ovinoites”. Este ano, aquela que é considerada, pelo seu visual e atitude em palco, a mais “extravagante” formação da nova música portuguesa traz a Beja as canções do último álbum de originais, “Mind at Large”, sem deixar de abordar os principais temas que fizeram dos Blasted Mechanism o verdadeiro “projecto artístico de música tocada por seres do outro mundo”, para utilizar palavras dos próprios. (www.blastedmechanism.com)
Estreantes no palco central da OVIBEJA são os Fonzie. Banda portuguesa de “punk-pop” que existe desde 1996 e que, a 29 de Abril, promete conferir “peso” às noites musicais da 27ª OVIBEJA. (www.fonzietime.com)
As “Ovinoites” têm início a 28 de Abril com o tradicional Espectáculo de Tunas. E todas as madrugadas há DJ’s a animar a pista do Pavilhão Multiusos: Frederico Barata (28/4); Christian F (29/4); Manuel Rendeiro (30/4) e Pedro Tabuada (1/%).

Gabinete de Imprensa 27ª OVIBEJA
www.ovibeja.com
Beja, 1 de Março de 2010

Crónica

Como crianças perdidas, os portugueses olham em volta e sentem medo. Medo das vozes que lhes segredam não haver presente, medo dos que garantem impossível o futuro. De entre todas, as vozes que mais angustiam são as que garantem não ter havido passado. Ou seja, não existimos!

Escura, sem estrelas, a noite é habitada por gritos de raiva, por expressões de ódio, numa agonia que, parece, apenas aqueles que estão fora dos círculos do poder sentem.

Dia após dia, ano após ano, Governos e Oposições, na sua eterna luta pelo poder, têm desbaratado recursos, dividido o país entre bons e maus, têm-se mostrado incapazes das reformas que coloquem, definitivamente, o pais fora do abismo da precariedade. E no entanto, quem escuta os diferentes actores políticos, ninguém parece ter culpas do estado a que se chegou. Manhosos, sabem que nós, o povo, temos memória curta, votamos por emoção, nunca por inteligência; sabem que somos como as bestas de carga, que, apesar dos maus tratos dos donos, acorrem pressurosas às suas vozes de comando.

Perante os problemas reais do país, o desemprego, a falência das empresas, a dramática emigração de jovens quadros que tantos recursos custaram aos contribuintes, a criminalidade, as reformas de miséria, a corrupção, a ineficácia do sistema judicial, os baixos salários, a pobreza, a ausência de valores éticos, a ausência de autoridade, a ausência de responsabilidade, o desrespeito pelas leis, o que fazem os políticos? Assobiam para o lado, todos, sem excepção.

Julgando-se donos da verdade, da sua verdade, apesar da História mostrar que não há verdades absolutas, os políticos recusam um Pacto de boa Governação, recusam uma Aliança de Esforços, uma Trégua que Silencie Antagonismos. Vemos, cada vez mais, que apostam no quanto Pior, Melhor. Dir-nos-ão que é assim o jogo da Democracia. Só que o jogo pode levar-nos à autofagia.

Neste momento fundamental, EM QUE ESTÁ EM RISCO A NOSSA SOBREVIVÊNCIA COMO NAÇÃO, exige-se comedimento aos agentes políticos e económicos. Basta de luta pela exclusividade do poder, de indemnizações obscenas para os gestores públicos, de lucros provocadores na Banca ( vejam-se os dividendos de 2009, que apesar de aumentarem em relação a 2008, geraram, através de artifícios legais, menos IRC para os cofres do Estado).

Como na primeira república, andamos a discutir o sexo dos anjos enquanto o inimigo se prepara para nos assaltar as muralhas. Apesar de velha, a dúvida sobre a qualidade sexual de tais divindades não tem solução. São questões de ética, responderão os jornalistas. Talvez tenham razão, mas em estado de guerra exige-se pragmatismo. É preciso vencer o combate antes de se saber quem tem razão. Sobrevivência? Exactamente! Que me interessa a mim, a nós, discussão tão filosófica, inventadas e sublimes questões, sabendo, como nós sabemos, que os anjos não passam de fantasias religiosas?

Acreditem, a nós interessam-nos madrugadas livres de pesadelos!

Um dia destes ainda aparece algum Profeta a prometê-la e apesar de o sabermos falso, acreditamos no devaneio.

AOC


NOTA: Perante a gravidade dos problemas reais deste país, alguém se lembrou de reclamar como imprescindível à democracia, a construção, por um milhão de euros, de uma bandeira da república e, mais recentemente, alterar o rosto do busto feminino do regime.

Tenham juízo, não são estas as soluções que esperamos dos políticos !






OS DOIS EREMITAS - Poema de Khalil Gibran



Numa montanha distante e solitária

viviam dois eremitas

que adoravam Deus

e se amavam mutuamente.


Ora esses eremitas

possuíam uma bilha de barro,

que era a sua única riqueza.


Certo dia

um mau espírito

penetrou no coração do eremita mais velho,

que foi ter com o mais novo

para lhe dizer:

- Há muito que vivemos juntos.

Agora temos de separar-nos.

portanto repartamos as nossas propriedades.


Então a tristeza

apoderou-se do mais novo,

que disse:

- Fico triste, meu amigo,

ao saber que vais deixar-me.

Mas se é essa a tua decisão

assim se faça.


Foi buscar a bilha de barro,

deu-a ao seu companheiro

e disse:

- Irmão, não a podemos repartir.

Fica com ela.


Mas o eremita mais velho respondeu:

- Não quero a tua caridade.

Ficarei apenas com o que me pertence.

A bilha deve ser repartida.


O mais novo respondeu:

- Se a partirmos

para que te servirá a ti

e para que me servirá a mim?


Se concordares comigo,

deitaremos sortes.


Mas o eremita velho

prosseguiu no seu intento:

- Ficarei apenas

com o que me couber por justiça,

e não quero confiar à sorte

nem a justiça nem os meus direitos.

Temos que dividir a bilha.


O eremita mais novo

não teve mais remédio que dizer.

- Faça-se o que desejas,

e já que não a queres,

vamos quebrá-la e reparti-la.


Mas então rosto do eremita mais velho

gritou, alterado pela ira:

- Maldito! Cobarde!


Não és então capaz de lutar?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Prisao VS Trabalho


No caso de teres algumas ideias baralhadas sobre estes dois ambientes,
isto deve ajudar a tornar as coisas um bocadinho mais claras !!!

NA PRISÃO Passas a maior parte do tempo numa cela de 3x3 metros.NO TRABALHO Passas a maior parte do temponum cubículo de 2x2 metros
NA PRISÃO Tens três refeições por dia completamente grátis.
NA PRISÃO Tens assistência médica e dental GRÁTIS NO TRABALHO Tens uma pausa para uma refeição, que tens que pagar.
NO TRABALHO Tens um seguro de saúde (que sai doteu salário) e que pode ou NÃO cobriros tratamentos de que precisas
NA PRISÃO Reduzem-te o tempose te portares bem. NO TRABALHO Dão-te mais trabalhose te portares bem.
NA PRISÃO O guarda fecha e abreas portas para ti. NO TRABALHO Muitas vezes tens um cartãode acesso e tens que abrire fechar as portas tu mesmo.
NA PRISÃO Podes ver TVe jogar o que quiseres. NO TRABALHO Podes ser despedido por ver TVe jogar no computador.
NA PRISÃO Tens uma retrete privativa. NO TRABALHO Tens que partilhar a retretecom gente que mija no assento.
NA PRISÃO Autorizam-te a recebera visita da tua família e amigos. NO TRABALHO Nem sequer admitemque fales com a tua família.
NA PRISÃO Todas as despesassão pagas pelos contribuintese não tens que trabalhar.NO TRABALHO Tens que pagar as despesas parair para o trabalho e deduzem taxasao teu salário para pagaros custos das prisões.
NA PRISÃO Passas o tempodentro das grades à espera de sair. NO TRABALHO Passas o tempo querendo sair e ir para a prisão.
NA PRISÃO Tens que aturar vigilantes sádicos. NO TRABALHO ...chamam-lhes directores.

Rosa Lobato Faria




Aos 77 anos, depois de uma semana de internamento num hospital privado. Foi colaboradora (dizendo poesias) de David Mourão-Ferreira em programas literários da televisão. Autora, entre outros, dosromances Flor do Sal, A Trança de Inês, Romance de Cordélia, OPrenúncio das Águas, ou mais recentemente A Estrela de Gonçalo Enes(ed. Quasi). Publicamos aqui a 'autobiografia' que escreveu para o JL há dois anos.
Autobiografia.
Quando eu era pequena havia um mistério chamado Infância. Nuncatínhamos ouvido falar de coisas aberrantes como educação sexual,política e pedofilia. Vivíamos num mundo mágico de princesasimaginárias, príncipes encantados e animais que falavam. A pior pessoaque conhecíamos era a Bruxa da Branca de Neve. Fazíamos hospitais paraas formigas onde as camas eram folhinhas de oliveira e não comíamos àmesa com os adultos. Isto poupava-nos a conversas enfadonhas eincompreensíveis, a milhas do nosso mundo tão outro, e deixava-noslivres para projectos essenciais, como ir ver oscilar os agriões nosregatos e fazer colares e brincos de cerejas. Baptizávamos as árvores,passeávamos de burro, fabricávamos grinaldas de flores do campo.Fazíamos quadras ao desafio, inventávamos palavras e entoávamosmelodias nunca aprendidas.
Na Infância as escolas ainda não tinham fechado. Ensinavam-nos coisasinúteis como as regras da sintaxe e da ortografia, coisas traumáticascomo sujeitos, predicados e complementos directos, coisas imbecis comoverbos e tabuadas. Tinham a infeliz ideia de nos ensinar a pensar e asurpreendente mania de acreditar que isso era bom.Não batíamos na professora, levávamos-lhe flores.
E depois ainda havia infância para perceber o aroma do suco das maçãstrincadas com dentes novos, um rasto de hortelã nos aventais, aangustia de esperar o nascer do sol sem ter a certeza de que viria(não fosse a ousadia dos pássaros só visíveis na luz indecisa daaurora), a beleza das cantigas límpidas das camponesas, o fulgor daspapoilas. E havia a praia, o mar, as bolas de Berlim. (As bolas deBerlim são uma espécie de ex-libris da Infância e nunca mais na vidahouve fosse o que fosse que nos soubesse tão bem).
Aos quatro anos aprendi a ler; aos seis fazia versos, aos noveensinaram-me inglês e pude alargar o âmbito das minhas leiturasinfantis. Aos treze fui, interna, para o Colégio. Ali havia muitasraparigas que cheiravam a pão, escreviam cartas às escondidas, esonhavam com os filmes que viam nas férias. Tínhamos a certeza de queo Tyrone Power havia de vir buscar-nos, com os seus olhos morenos,depois de nos ter visto fazer uma entrada espampanante no salão debaile onde o Fred Astaire já nos teria escolhido para seu par ideal.
Chamava-se a isto Adolescência, as formas cresciam-nos como asnecessidades do espírito, música, leitura, poesia, para mim sobretudoliteratura, história universal, história de arte, descobrimentos e oCamões a contar aquilo tudo, e as professoras a dizerem, aplica-te,menina, que vais ser escritora.
Eram aulas gloriosas, em que a espuma do mar entrava pela janela, amúsica da poesia medieval ressoava nas paredes cheias de sol, ay eucoitada, como vivo em gran cuidado, e ay flores, se sabedes novas,vai-las lavar alva, e o rio corria entre as carteiras e nelemolhávamos os pés e as almas.
Além de tudo isto, que sorte, ainda havia tremas e acentos graves.Mas também tínhamos a célebre aula de Economia Doméstica de ondesaíamos com a sensação de que a mulher era uma merdinha frágil, semvontade própria, sempre a obedecer ao marido, fraca de espírito quenão de corpo, pois, tendo passado o dia inteiro a esfregar o chão compalha de aço, a espalhar cera, a puxar-lhe o lustro, mal ouvia a chavena porta havia de apresentar-se ao macho milagrosamente fresca,vestida de Doris Day, a mesa posta, o jantarinho rescendente, e nemuma unha partida, nem um cabelo desalinhado, lá-lá-lá, chegaste, meuamor, que felicidade! (A professora era uma solteirona, mais sonhadorado que nós, que sabia todas as receitas do mundo para tirar todas asnódoas do mundo e os melhores truques para arear os tachos de cobreque ninguém tinha na vida real).
Mas o que sabíamos nós da vida real? Aos 17 anos entrei para aFaculdade sem fazer a mínima ideia do que isso fosse. Aos 19 casei-me,ainda completamente em branco (e não me refiro só à cor do vestido).Só seis anos, três filhos e centenas de livros mais tarde é queresolvi arrumar os meus valores como quem arruma um guarda-vestidos.Isto não, isto não se usa, isto não gosto, isto sim, isto seguramente,isto talvez. Os preconceitos foram os primeiros a desandar, assim comotodos os itens que à pergunta porquê só me tinham respondido porquesim, ou, pior, porque sempre foi assim. E eu, tumba, lixo, se semprefoi assim é altura de deixar de ser e começar a abrir caminho àsgerações futuras (ainda não sabia que entre os meus 12 netos secontariam nove mulheres). Ouvi ontem uma jovem a dizer, a revoluçãoque nós fizemos nos últimos anos. Não meu amor: a revolução que NÓSfizemos nos últimos 50 anos. Mas não interessa quem fez o quê. Épreciso é que tenha sido feito. E que seja feito. E eu fiz tudo,quando ainda não era suposto. Quando descobri que ser livre eraacreditar em mim própria, nos meus poucos, mas bons, valores pessoais.
Depois foram as circunstâncias da vida. A alegria de mais um filho,erros, acertos, disparates, generosidades, ingenuidades, tudo muitobom para aprender alguma coisa. Tudo muito bom. Aprender é a palavrachave e dou por mal empregue o dia em que não aprendo nada. Aindaespero ter tempo de aprender muita coisa, agora que decidi que aBíblia é uma metáfora da vida humana e posso glosar essa descobertaaté, praticamente, ao infinito.
Pois é. Eu achava, pobre de mim, que era poetisa. Ainda não sabia queestava só a tirar apontamentos para o que havia de fazer mais tarde. Aganhar intimidade, cumplicidade com as palavras. Também escreviacrónicas e contos e recados à mulher-a-dias. E de repente, aos 63anos, renasci. Cresceu-me uma alma de romancista e vá de escrever dezromances em 12 anos, mais um livro de contos (Os Linhos da Avó) e seteou oito livros infantis. (Esta não é a minha área, mas não sei porquê,pedem-me livros infantis. Ainda não escrevi nenhum que me procurassecomo acontece com os romances para adultos, que vêm de noite ou quandovou no comboio e se me insinuam nos interstícios do cérebro, e meatiram para outra dimensão e me fazem sorrir por dentro o tempo todo eme tornam mais disponível, mais alegre, mais nova).
Isto da idade também tem a sua graça. Por fora, realmente, nota-semuito. Mas eu pouco olho para o espelho e esqueço-me dessa história daimagem. Quando estou em processo criativo sinto-me bonita. É como setivesse luzinhas na cabeça. Há 45 anos, com aquela soberba muitofeminina, costumava dizer que o meu espelho eram os olhos dos homens.Agora são os olhos dos meus leitores, sem distinção de sexo, raça,idade ou religião. É um progresso enorme.
Se isto fosse uma autobiografia teria que dizer que, perto dos 30,comecei a dizer poesia na televisão e pelos 40 e tais pus-me a fazerumas maluqueiras em novelas, séries, etc. Também escrevi algumasdestas coisas e daqui senti-me tentada a escrever para o palco, que éuma das coisas mais consoladoras que existem (outra pessoa diriagratificantes, mas eu, não sei porquê, embirro com essa palavra). Nãohá nada mais bonito do que ver as nossas palavras ganharem vida, esangue, e alma, pela voz e pelo corpo e pela inteligência dos actores.Adoro actores. Mas não me atrevo a fazer teatro porque não aprendi.
Que mais? Ah, as cantigas. Já escrevi mais de mil e 500 e é uma das coisas mais divertidas que me aconteceu. Ouvir a música e perceber oque é que lá vem escrito, porque a melodia, como o vento, tem uma almae é preciso descobrir o que ela esconde. Depois é uma lotaria. Ou mecantam maravilhosamente bem ou tristemente mal. Mas há que arriscar e,no fundo, é só uma cantiga. Irrelevante.
Se isto fosse uma autobiografia teria muitas outras coisas paracontar. Mas não conto. Primeiro, porque não quero. Segundo, porque sóme dão este espaço que, para 75 anos de vida, convenhamos, não é excessivo.Encontramo-nos no meu próximo romance.

David volta dos EUA para Itália


(Clicar p.f)

Portugal é assim

Agora que já votou com o coração,
Leia e pense com a cabeça.
Será verdade que, para assegurar o custo da exploração do TGV Lisboa - Madrid, é necessário que ele seja utilizado anualmente por 7.000.000 de passageiros, dispostos a pagarem 100,00 euros por viagem?
Dizem que os aviões de baixo custo cobram 30,00 euros e demoram menos tempo.

Este é o pensamento político que temos(em Portugal), está em todas:

Estádios de futebol, hoje às moscas,· TGV, · novo aeroporto, · nova ponte, · auto-estradas onde bastavam estradas com bom piso, · etc. etc.

A quem na verdade serve tudo isto? PORTUGUESES, LEIAM AS LINHAS SEGUINTES E PENSEM
A QUEM VAI SERVIR O TGV ...
1. AOS FABRICANTES DE MATERIAL FERROVIÁRIO ( alemães, franceses e espanhóis )2. ÀS CONSTRUTORAS DE OBRAS PÚBLICAS E .. CLARO as espanholas3. AOS BANCOS QUE VÃO FINANCIAR A OBRA ... Finanças internacionais
OS PORTUGUESES FICARÃO - UMA VEZ MAIS - ENDIVIDADOS DURANTE DÉCADAS
POR CAUSA DE MAIS UMA OBRA MEGALÓMANA! !

Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos 'Alfa' por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.
Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas,· na qualidade do seu Ensino Superior, · nos seus museus e escolas de arte, · nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, · nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, constroem aeroportos em cima de pântanos,· nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.
O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).
É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos.
Tirar 20 ou 30 minutos ao 'Alfa' Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.
Para além de que, dado ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:
- 1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma); - mais 1.000 (mil) creches (a 1 milhão de euros cada uma);- mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de euros cada um).
E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.
Cabe ao Governo reflectir.
Cabe à Oposição contrapor.
Cabe-lhe a si Participar·

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A raça de um alentejano

Como é um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado. Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho.... E também não é bem judeu, nem bem cigano. Como é que hei-de explicar?É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão.
Dos amarelos, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie"; dos pretos, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida; dos judeus, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas; dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos; dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós; dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto; e dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.
O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada. Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças. Não é fácil fazer um alentejano. Por isso, há tão poucos.
É certo que os judeus são o povo eleito de Deus. Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus: nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade.
Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que «as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?

Era um descanso...

HOMENS, SEGUNDO VINÍCIUS DE MORAIS

Os Homens.
Os homens bons, são feios.
Os homens bonitos, não são bons.
Os homens bonitos e bons, são gays.
Os homens bonitos, bons e heterossexuais, estão casados.
Os homens que não são bonitos, mas são bons, não têm dinheiro.
Os homens que não são bonitos, mas que são bons e com dinheiro, pensam que só estamos atrás de seu dinheiro.
Os homens bonitos, que não são bons e são heterossexuais, não acham que somos suficientemente bonitas.
Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais, bons e têm dinheiro, são covardes.
Os homens que são bonitos, bons, têm dinheiro e graças a Deus são heterossexuais, são tímidos e NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!Os homens que nunca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa.
AGORA... QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?Moral da História:" Homens são como um bom vinho.
Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia pro jantar "ENVIE ISTO PARA:MULHERES INTELIGENTES QUE PRECISEM DAR UMAS RISADAS...E PARA HOMENS CAPAZES DE LIDAR COM ISSO!'Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas.'

Vinicius de Morais

Convite

Festa de Inverno no Espaço VOL, a 18 de Fevereiro, a partir das 21H30,
com um livro uma exposição e um concerto musical – Vemos, Ouvimos & Lemos.

Galardoado com o prémio literário José Saramago em 2009, João Tordo traz agora a Serpa o belíssimo romance As 3 Vidas, título que consolidou em definitivo este jovem autor no patamar maior das letras portuguesas. Trata-se de um livro envolvente que se passa entre o Alentejo e Nova Iorque e onde se procura responder à questão: quem é António Augusto Millhouse Pascal? Que segredos rodeiam a vida deste homem de idade, que se esconde do mundo num casarão de província, acompanhado de três netos insolentes, um jardineiro soturno e uma lista de clientes tão abastados e vividos, como perigosos e loucos? São estes os mistérios que o narrador, um rapaz de uma família modesta, vai procurar desvendar não podendo adivinhar que o emprego que lhe é oferecido por Millhouse Pascal se irá transformar numa obsessão que acabará por consumir a sua própria vida. Passando pelo Alentejo, por Lisboa e por Nova Iorque em plenos anos oitenta - época de todas as ganâncias - e, desvendando o passado turbulento do seu patrão - na Guerra Civil Espanhola e na Segunda Guerra Mundial -, As 3 Vidas é uma viagem de autodescoberta através do «outro». Cruzando a história sangrenta do século XX com a história destas personagens, este romance é também sobre a paixão do narrador por Camila, a neta mais velha de Millhouse Pascal, e sobre a procura pelo destino secreto que a aguarda; que estará, tal como o do seu avô, inexoravelmente ligado ao destino de um mundo que ameaça, a qualquer momento, resvalar da estreita corda bamba sobre a qual ela se sustém.João Tordo nasceu em Lisboa em 1975 num ambiente artístico. Filho do cantor Fernando Tordo e de Isabel Branco que sempre esteve ligada ao cinema e mais tarde à moda. Festa de Inverno no Espaço VOL em tons urbanos bem vincados pelas letras de João Tordo e também pelos arranjos de jazz electrónico e experimental do projecto Goran Titol, do compositor e livreiro André Ferreira (o André é o mentor da interessantíssima livraria “Ao Sabor da Leitura”, em Moura). Goran Titol editou em 2007 o seu primeiro álbum, “The Electric Salamander Days” e desde então tem trabalhado em conjunto com outros projectos experimentais e realizado sucessivos concertos. O próximo é a 18 de Fevereiro, no Espaço VOL. Nas paredes da Cafetaria e da Galeria de Arte do Espaço VOL vão estar dependuradas, entre 18 de Fevereiro e 14 de Março, inquietantes mas maravilhosas ilustrações de Ana Madureira. Que, para além do desenho, tem explorado caminhos no campo do teatro e da música. Actualmente investiga sobre o corpo na Formação Intensiva Acompanhada do CEM (Centro em Movimento), em Lisboa. Na Ilustração destacam-se a auto publicação das colecções cosido à mão (2003) e coração nas mãos (2009); a selecção para as Mostras Nacionais Jovens Criadores 2003, 2005, 2006, 2007 e 2009 e para a XIII Bienal de jovens artistas da Europa e Mediterrâneo, Puglia, Itália, 2008.

Os trabalhos mais recentes de Ana Madureira estão em alminhaldeia.blogspot.com

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CORAL LUÍSA TODI - SETÚBAL - ADMISSÕES




O Coral Luísa Todi está a preparar mais um regresso à "grande música", previsto para o seu tradicional Concerto de Aniversário", agendado para o dia 10 de Julho próximo. Para isso estamos a aceitar, em período extraordinário, admissões para novos coralistas. Se gostam de cantar, juntem-se a nós. Segue um cartaz em anexo que agradeço divulguem junto dos vossos contactos.

As noticias que a comunicação social não dá!!!!

Dr. Fernando Nobre

"Temos 40% de pobres"
III Congresso Nacional de Economistas

O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou hoje a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?" Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450 euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas reformas". "Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda. "Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir.... algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou Fernando Nobre. O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma". No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais". Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".

DEPUTADOS : VEJAM A DIFERENÇA

Não é DE ESTRANHAR, MAS é INTERESSANTE SABER...COMO TUDO é DIFERENTE...
Os deputados do Reino Unido, na "Mãe dos Parlamentos",
1 . não têm lugar certo para sentar na Câmara dos Comuns; 2 . não têm escritórios, nem secretários, nem automóveis; 3 . não têm residência (pagam pela sua casa em Londres ou nas províncias); detalhe: e pagam, todas as suas despesas, normalmente, como todo e qualquer trabalhador; 4 . não têm passagens de avião gratuitas, salvo quando ao serviço do próprio Parlamento. E o seu salário equipara-se ao de um Chefe de Secção de qualquer repartição pública.
Em suma, são SERVIDORES DO POVO.
A propósito, sabiam que, em Portugal, os funcionários Não Deputados que trabalham na Assembleia têm um subsidio equivalente a 80% do seu vencimento? Isto é, se cá fora ganhassem 1000,00 EUR lá dentro ganhariam 1800,00EU. Porquê? Profissão de desgaste rápido?!!

Devia-se começar, por algum lado, a "purgar" esta "parasitância política", por exemplo...!!!

E depois, vinha o "resto"...

Sebastião José Carvalho e Melo, volta, estás perdoado!!
Já agora, tragam umas rolhas, que o País está a afundar...!

Imagine(m)", por Mário "John Lennon" Crespo

00h30m

Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento.
Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade.
Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação. Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta.
Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.
Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático.
Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês. Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.
Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.
Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas. Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.
Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar.
Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins. I
maginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal.
Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos. Imaginem que país seremos se não o fizermos.

O que acontece quando uma orquestra se passa

http://www.youtube.com/watch?v=pI-PloJWbSk&feature=player_embedded

Sociedade e Geografia de Lisboa.

Começou ontem a funcionar o novo site da Sociedade e Geografia de Lisboa. Tem especial interesse para quem esteve no Ultramar.Quem tiver documentos, objectos ou fotos relacionados com a sua estadia em terras de além-mar e não saiba o que lhe fazer, pode colocá-los à guarda da SGL que os preservará.

domingo, 31 de janeiro de 2010

JÔ SOARES “DIZ” FERNANDO PESSOA NO TEATRO VILLARET




“Remix em Pessoa” em cena de 29 de Janeiro a 7 de Fevereiro de 2010 Jô Soares, o conhecido apresentador da TV Globo Portugal "diz" poemas de Fernando Pessoa de 29 de Janeiro a 7 de Fevereiro de 2010, no Teatro Villaret, em Lisboa.
O espectáculo é baseado no CD "Remix em Pessoa", gravado em 2007 e no qual Jô Soares apresenta 12 obras de Fernando Pessoa como "O Poeta é um fingidor...", "No dia em que festejava…", entre outras, ao som de uma selecção musical feita por Billy Forghieri que vai desde Bach, Hip Hop, Jazz, Rock, Valsas, Drum & Bass…
Ao vivo JÔ SOARES “diz” como só ele sabe Fernando Pessoa, com encenação e projecção de imagens ao som da selecção musical já referida. “Remix em Pessoa” já foi levado a palco com muito sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo. Depois de aclamado no Brasil, Jô Soares estreia o espectáculo em Lisboa, cidade que teria inevitavelmente de o acolher.
O mediático apresentador da TV Globo Portugal é um entusiasta e conhecedor da obra do poeta português desde os seus 14 anos. Jô Soares conheceu a obra de Fernando Pessoa durante uma viagem que fez a França e desde então nunca mais parou de ler a poesia do autor. Durante o espectáculo, Jô Soares "diz" os poemas de Fernando Pessoa, pois como ele próprio afirmou «prefiro “dizer” a declamar». “Porquê Pessoa? Porque Pessoa é essencial”, diz Jô Soares O espectáculo “Remix em Pessoa” é promovido pela TV Globo Portugal e por Espelho de Cultura, Produções Artísticas, Lda., entidade responsável também pela produção.
Os bilhetes estão à venda no Teatro Villaret – 21 353 85 86 Ticketline - 707 234 234, Fnac, Worten, El Corte Inglês, CC. Dolce Vitta, Ag. Abreu e Megarede.
Para mais informações poderá contactar:
Porter NovelliT: 21 313 61 05Sofia Farinha ou Marta Brazão

Sismo Haiti




O que falámos:

Há qualquer coisa de muito errado com o sismo do Haiti. Senão vejamos:

1 - A cobertura mediática exaustiva e esmagadora, tipo 11 de Setembro, incomparavelmente mais extensa do que a do sismo de Banda Aceh (grau 9) e do subsequente tsunami, onde morreram mais de 200.000 pessoas;

2- O envio maciço de tropas americanas armadas para o Haiti, como uma força de ocupação;

3 - O envolvimento de quase todas as mega-organizações globalistas, desde a ONU até à AMI, numa escala não vista aquando da catástrofe de Banda Aceh;

4 - A localização, a profundidade e a abrangência do sismo: aparentemente, localizou-se o epicentro mesmo junto à capital (ver o ficheiro Intensity.jpg), não tendo repercussões de monta para além de um raio de pouco mais de 50 Km, o que é inverosímil para um abalo desta magnitude. O que é facto é que não há notícias nem de estragos nem de vítimas na República Dominicana - que partilha com o Haiti a mesma ilha - ou em Cuba. Depois, o abalo dá-se longe das grandes falhas tectónicas que passam entre Cuba e o Haiti (ver Haiti sismo.jpg). Por fim, tanto o grande abalo como TODAS as réplicas se concentraram na mesma área, e a 10 Km de>profundidade, tal como numa série de outros sismos posteriores, do Irão à Argentina (ver Sismos TODOS a 10 Km de profundidade.doc). A probabilidade disto acontecer é muito remota.

Tudo isto dá que pensar. Repare-se que NENHUM dos «resorts» turísticos do Haiti ou da República Dominicana foi danificado, apenas a capital arrasada, tendo toda a energia do sismo sido aí descarregada. Há quem fale em arma> secreta, talvez uma deflagração nuclear subterrânea a grande profundidade (10 Km), com o intuito de fazer parecer um desastre natural, e a invasão ser travestida de «ajuda humanitária». É que 30.000 «marines» em armas não se poderão propriamente encaixar nessa classificação.
Um caso a investigar, e a estar alerta para sismos de área muito limitada, como este (recordemos que o de Lisboa, em 1755, teve o epicentro a 200 Km a> SW do cabo de S. Vicente, e o abalo arrasou praticamente Portugal (muito> maior que o Haiti) e parte de Espanha e Marrocos). Ou seja, teria o sismo do> Haiti sido verdadeiramente um «sismo» ou o abalo provocado por outros meios? E as dezenas de réplicas todas no mesmo sítio, à mesma profundidade, como o desabar parcial de uma mega-caverna deixada por uma explosão? Ficção? Ou coincidências incríveis?

O quadro da GUERNICA em 3D

Clicar no link abaixo para ver a infografia digital de Lena Giesekedo célebre painel de Pablo Picasso em 3D (c/Som) http://www.lena-gieseke.com/guernica/movie.html
Toda a gente conhece a Guernica, um painel pintado a óleo com 782 x351cm, que Pablo Picasso apresentou em 1937 na Exposição Internacional de Paris.
A tela, a preto e branco, representa o bombardeamento sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de Abril de 1937 por aviões alemães e actualmente está exposta no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
O pintor, que morava em Paris na altura, soube do massacre pelosjornais e pintou as pessoas, animais e edifícios destruídos pela força aérea nazi tal como os viu na sua imaginação.
Agora uma artista nova-iorquina, Lena Gieseke, que domina as mais modernas técnicas de infografia digital, decidiu propor uma versão 3D da célebre obra e colocá-la na Net sob a forma de um vídeo (ver relacionados no final do texto).
O resultado é fascinante e permite-nos visualizar detalhes que deoutro modo nos passariam despercebidos.Esta técnica inovadora revela-se um instrumento poderoso paracompreender melhor a forma de trabalhar do pintor e até o modo como funcionava a sua imaginação.

Visita virtual

Deixo-vos aqui um endereço de internet onde podem fazer uma viagem virtual ao Mosteiro dos Jerónimos. Nesta viagem terão a oportunidade de "entrar" em todas as áreas do referido mosteiro, bem como ver pormenorizadamente alguns dos seus elementos arquitectónicos, nomeadamente o túmulo de Vasco da Gama e de Luís de Camões.
Divirtam-se!

http://3d.culturaonline.pt/Content/Common/VirtualTour/Index.htm?id=75047666-4597-4a28-ae77-9b7567c4732b

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ESCÂNDALO

A propósito da notícia colocada neste Blogue sobre a deputada INÊS MEDEIROS, recomendo a leitura do comentário de "NUNO".
Obrigado.
AOC