quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
PRECISA-SE DE COLABORADOR PARA A LIGA PROTECÇÃO DA NATUREZA

A Liga para a Protecção da Natureza procura colaborador/a com dedicação a tempo parcial na área da Intervenção Política no Ambiente
A LPN - Liga para a Protecção da Natureza é uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA), fundada em 1948, que tem como objectivo principal contribuir para a conservação do património natural, da diversidade das espécies e dos ecossistemas.
A LPN - Liga para a Protecção da Natureza é uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA), fundada em 1948, que tem como objectivo principal contribuir para a conservação do património natural, da diversidade das espécies e dos ecossistemas.
Local de Trabalho: Sede da LPN, em Lisboa (com possibilidade de deslocações frequentes).
Regime horário: Tempo parcial (20h por semana).
Funções e Tarefas principais:
Elaboração de textos de divulgação e intervenção;
Elaboração e apoio a pareceres técnicos da LPN;
Elaboração de comunicados de imprensa da LPN;
Participação em reuniões em representação da LPN;
Preparação de candidaturas de representações da LPN e acompanhamento das respectivas representações;
Colaboração nas actividades dos grupos de trabalho da LPN e apoio pontual a representantes da LPN em comissões de acompanhamento.
Acompanhamento de processos de queixas e resposta a queixas e denúncias;
Requisitos:
Disponibilidade imediata
Formação superior de preferência em Ambiente;
Conhecimentos da legislação e politica ambiental;
Carta de condução válida;
Flexibilidade de horários;
Boa fluência oral e escrita das línguas portuguesa e inglesa;
Conhecimentos de informática na óptica do utilizador (Microsoft Office: Word, Excel, Powerpoint e internet).
Perfil
O candidato (m/f) deverá ser:
Organizado e responsável no cumprimento das tarefas atribuídas;
Motivação e boa capacidade de trabalho durante períodos intensivos;
Boa capacidade de comunicação com diferentes públicos e de representação institucional;
Carácter dinâmico, com iniciativa e capacidade de autonomia na realização de tarefas e dos objectivos propostos;
Criativo e com espírito de equipa;
Gosto pelo movimento associativo e pelo voluntariado.
Para apresentar a candidatura a esta vaga deverá:
Enviar curriculum vitae resumido (máximo 3 páginas, com indicação da experiência profissional detalhada) e carta de motivação (1 página A4), dirigidos por correio electrónico para sefa@lpn.pt ou por correio para o endereço “Liga para a Protecção da Natureza, Estrada do Calhariz de Benfica, 187, 1500-124 Lisboa”, com a referência “Candidatura a vaga de colaborador na área da Intervenção”;
A data limite de recepção de candidaturas é o dia 7 de Março até às 18h00 (incluindo as candidaturas enviadas por correio);
Após uma avaliação curricular prévia, os candidatos seleccionados serão chamados para a realização de uma entrevista.
Regime horário: Tempo parcial (20h por semana).
Funções e Tarefas principais:
Elaboração de textos de divulgação e intervenção;
Elaboração e apoio a pareceres técnicos da LPN;
Elaboração de comunicados de imprensa da LPN;
Participação em reuniões em representação da LPN;
Preparação de candidaturas de representações da LPN e acompanhamento das respectivas representações;
Colaboração nas actividades dos grupos de trabalho da LPN e apoio pontual a representantes da LPN em comissões de acompanhamento.
Acompanhamento de processos de queixas e resposta a queixas e denúncias;
Requisitos:
Disponibilidade imediata
Formação superior de preferência em Ambiente;
Conhecimentos da legislação e politica ambiental;
Carta de condução válida;
Flexibilidade de horários;
Boa fluência oral e escrita das línguas portuguesa e inglesa;
Conhecimentos de informática na óptica do utilizador (Microsoft Office: Word, Excel, Powerpoint e internet).
Perfil
O candidato (m/f) deverá ser:
Organizado e responsável no cumprimento das tarefas atribuídas;
Motivação e boa capacidade de trabalho durante períodos intensivos;
Boa capacidade de comunicação com diferentes públicos e de representação institucional;
Carácter dinâmico, com iniciativa e capacidade de autonomia na realização de tarefas e dos objectivos propostos;
Criativo e com espírito de equipa;
Gosto pelo movimento associativo e pelo voluntariado.
Para apresentar a candidatura a esta vaga deverá:
Enviar curriculum vitae resumido (máximo 3 páginas, com indicação da experiência profissional detalhada) e carta de motivação (1 página A4), dirigidos por correio electrónico para sefa@lpn.pt ou por correio para o endereço “Liga para a Protecção da Natureza, Estrada do Calhariz de Benfica, 187, 1500-124 Lisboa”, com a referência “Candidatura a vaga de colaborador na área da Intervenção”;
A data limite de recepção de candidaturas é o dia 7 de Março até às 18h00 (incluindo as candidaturas enviadas por correio);
Após uma avaliação curricular prévia, os candidatos seleccionados serão chamados para a realização de uma entrevista.
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LPN-Liga para a Protecção da Natureza
Sede Nacional/Main Office
Estrada do Calhariz de Benfica, 187
1500-124 Lisboa
Portugal
Telefone/Phone: +351-21 778 00 97
+351-21 774 01 55
+351-21 774 01 76
Fax: +351-21 778 32 08
Endereço electrónico/E-mail address: lpn.natureza@lpn.pt
Página electrónica/Webpage: http://www.lpn.pt/
LPN-Liga para a Protecção da Natureza
Sede Nacional/Main Office
Estrada do Calhariz de Benfica, 187
1500-124 Lisboa
Portugal
Telefone/Phone: +351-21 778 00 97
+351-21 774 01 55
+351-21 774 01 76
Fax: +351-21 778 32 08
Endereço electrónico/E-mail address: lpn.natureza@lpn.pt
Página electrónica/Webpage: http://www.lpn.pt/
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O DILEMA DE PEDRO PASSOS COELHO

Ante a iniciativa de moções de censura dos partidos da oposição, o PSD e Pedro Passos Coelho ficam perante um terrível dilema. Assim, se aprovam qualquer dessas moções proximamente interrompem o esforço que o país está a fazer para estabilizar as contas públicas e a economia e deixam o país à mercê dos mercados e da intervenção externa. Depois, que dizer na campanha eleitoral? Que retiram as medidas de sacrifício ou que as mantêm ou mesmo agravam? Se disserem que as retiram podem ganhar as eleições, mas perdem o apoio internacional e ficam com um país insuportavelmente reivindicativo. Se as mantêm ou agravam provavelmente perdem as eleições e Sócrates voltará ao poder reforçadíssimo. Por outro lado, se reprovam as moções e deixam Sócrates governar arriscam-se a que as medidas do Governo resultem e que em Outubro haja uma situação financeira aliviada e uma situação económica em recuperação (...). Isso pode levar a que nessa altura o derrube de Sócrates possa parecer um acto de pura sofreguidão de poder e Sócrates aproveitaria isso até à exaustão tornando o resultado das eleições problemático
(texto de Manuel da Silva e Sousa Lobo)
(texto de Manuel da Silva e Sousa Lobo)
HUMOR EM TEMPO DE CRISE

Um Alentejano foi de visita à China e comprou um par de óculos cheios de tecnologia, que permitiam ver todas as pessoas nuas.
Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres nuas...,
Fica encantado com a descoberta chinesa.
- Ponho os óculos..., só vejo mulheres nuas!
Tiro os óculos..., já as vejo vestidas!
Que maravilha! Isto sim é tecnologia!!!
E assim foi o Manel para o Alentejo, louco para mostrar a novidade à sua Maria.
No avião, maravilha-se ao máximo vendo as hospedeiras e as passageiras todas nuas.
Quando chega a casa, entra já com os óculos postos para abraçar a sua Maria toda nua.
Abre a porta de casa e vê a sua Maria a conversar com o vizinho, todos nus sentados no sofá.
Tira os óculos..., todos nus! Põe os óculos..., todos nus!
Tira os óculos..., todos nus! Põe os óculos..., todos nus!
E o Manel exclama:
Pronto, já avariaram!!! Estes produtos chineses são uma merda !
Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres nuas...,
Fica encantado com a descoberta chinesa.
- Ponho os óculos..., só vejo mulheres nuas!
Tiro os óculos..., já as vejo vestidas!
Que maravilha! Isto sim é tecnologia!!!
E assim foi o Manel para o Alentejo, louco para mostrar a novidade à sua Maria.
No avião, maravilha-se ao máximo vendo as hospedeiras e as passageiras todas nuas.
Quando chega a casa, entra já com os óculos postos para abraçar a sua Maria toda nua.
Abre a porta de casa e vê a sua Maria a conversar com o vizinho, todos nus sentados no sofá.
Tira os óculos..., todos nus! Põe os óculos..., todos nus!
Tira os óculos..., todos nus! Põe os óculos..., todos nus!
E o Manel exclama:
Pronto, já avariaram!!! Estes produtos chineses são uma merda !
REPORTAGEM SOBRE O CONCERTO DE RODRIGO LEÃO NO COLISEU
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Reportagem sobre o Concerto Rodrigo Leão - Coro de Câmara da ESML
1. http://www.canalup.tv/?menu=vp&id_video=2613#default
2. http://www.canalup.tv/?menu=vp&id_video=2614#default
2. http://www.canalup.tv/?menu=vp&id_video=2614#default
Joana Castro
LOS SECRETOS MEJOR GUARDADOS DE MADRID

¿París?
No, Madrid. La Escuela de Ingenieros de Minas de la calle Ríos Rosas fue inaugurada en 1893. El arquitecto ideó un edificio de planta rectangular estructurado en torno a un patio central con dos torreones rematados por cúpulas de estilo francés. El patio lo cubre una estructura de hierro y cristal. Todo el edificio rezuma influencia parisina.
No, Madrid. La Escuela de Ingenieros de Minas de la calle Ríos Rosas fue inaugurada en 1893. El arquitecto ideó un edificio de planta rectangular estructurado en torno a un patio central con dos torreones rematados por cúpulas de estilo francés. El patio lo cubre una estructura de hierro y cristal. Todo el edificio rezuma influencia parisina.
TÉCNICO ADMNISTRATIVO PARA A LIGA PROTECÇÃO DA NATUREZA (LPN)

A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) abre concurso para um Técnico Administrativo e Assistente de Coordenação (m/f)
A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) é uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA), fundada em 1948, que tem como objectivo principal contribuir para a conservação do património natural, da diversidade das espécies e dos ecossistemas.
A LPN abre concurso para o recrutamento de um(a) Técnico(a) Administrativo(a) e Assistente de Coordenação, em regime de contrato de trabalho por um período de 2 anos e nove meses, no âmbito de um projecto de conservação da natureza com financiamento comunitário.
Local de Trabalho:
Sede da LPN em Lisboa, com algumas deslocações pelo território do sudeste de Portugal.
Regime horário: Tempo inteiro.
Funções e Tarefas principais:
A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) é uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA), fundada em 1948, que tem como objectivo principal contribuir para a conservação do património natural, da diversidade das espécies e dos ecossistemas.
A LPN abre concurso para o recrutamento de um(a) Técnico(a) Administrativo(a) e Assistente de Coordenação, em regime de contrato de trabalho por um período de 2 anos e nove meses, no âmbito de um projecto de conservação da natureza com financiamento comunitário.
Local de Trabalho:
Sede da LPN em Lisboa, com algumas deslocações pelo território do sudeste de Portugal.
Regime horário: Tempo inteiro.
Funções e Tarefas principais:
· Secretariado e outras tarefas administrativas;
· Apoio à coordenação do projecto;
· Gestão e organização da correspondência;
· Contacto com os diferentes parceiros do projecto e outros interlocutores;
· Apoio na organização e gestão da contabilidade do projecto;
· Apoio na organização de reuniões, eventos e pedidos de orçamentos;
· Manutenção e inserção de conteúdos no website do projecto.
Requisitos:
· Disponibilidade imediata (início previsto para 1 de Abril de 2011);
· Formação superior na área de Secretariado, Administração e/ou Gestão, ou experiência profissional de pelo menos 3 anos na área de secretariado e gestão administrativa;
· Carta de condução válida;
· Possibilidade de efectuar deslocações para o Sudeste de Portugal;
· Flexibilidade de horários;
· Boa fluência oral e escrita das línguas portuguesa e inglesa;
· Bons conhecimentos de informática na óptica do utilizador (Microsoft Office: Word, Excel, Powerpoint e internet).
Perfil
O candidato (m/f) deverá ter:
· capacidade de abordagem organizada e metódica;
· conhecimentos básicos de contabilidade;
· boas capacidades de gestão e de comunicação;
· sensibilidade e motivação para o trabalho conjunto com diferentes interlocutores;
· iniciativa e capacidade de autonomia na realização de tarefas e dos objectivos propostos;
· responsabilidade no cumprimento do horário acordado e das tarefas atribuídas;
· motivação e boa capacidade de trabalho durante períodos intensivos.
Candidaturas
Até 2 de Março de 2011 às 17h00 (incluindo a recepção da candidatura na sede da LPN, para as candidaturas enviadas por correio);
PROCESSO DE CANDIDATURA:
Enviar Carta de Motivação (Max. 1 página A4) e Curriculum Vitae resumido (máximo 3 páginas A4 com indicação da experiência profissional detalhada), com a referência “Candidatura a Técnico de projecto de conservação da natureza” para:
lpn.natureza@lpn.pt e lince.abutre@gmail.com
ou
Liga para a Protecção da Natureza,
Estrada do Calhariz de Benfica, 187,
1500-124 Lisboa
Os candidatos (m/f) serão seleccionados, numa primeira fase, através da análise curricular e da sua experiência. Numa segunda fase, será agendada uma entrevista presencial apenas com os candidatos seleccionados. As entrevistas deverão previsivelmente ocorrer entre 14 e 18 de Março de 2011.
--
· Apoio à coordenação do projecto;
· Gestão e organização da correspondência;
· Contacto com os diferentes parceiros do projecto e outros interlocutores;
· Apoio na organização e gestão da contabilidade do projecto;
· Apoio na organização de reuniões, eventos e pedidos de orçamentos;
· Manutenção e inserção de conteúdos no website do projecto.
Requisitos:
· Disponibilidade imediata (início previsto para 1 de Abril de 2011);
· Formação superior na área de Secretariado, Administração e/ou Gestão, ou experiência profissional de pelo menos 3 anos na área de secretariado e gestão administrativa;
· Carta de condução válida;
· Possibilidade de efectuar deslocações para o Sudeste de Portugal;
· Flexibilidade de horários;
· Boa fluência oral e escrita das línguas portuguesa e inglesa;
· Bons conhecimentos de informática na óptica do utilizador (Microsoft Office: Word, Excel, Powerpoint e internet).
Perfil
O candidato (m/f) deverá ter:
· capacidade de abordagem organizada e metódica;
· conhecimentos básicos de contabilidade;
· boas capacidades de gestão e de comunicação;
· sensibilidade e motivação para o trabalho conjunto com diferentes interlocutores;
· iniciativa e capacidade de autonomia na realização de tarefas e dos objectivos propostos;
· responsabilidade no cumprimento do horário acordado e das tarefas atribuídas;
· motivação e boa capacidade de trabalho durante períodos intensivos.
Candidaturas
Até 2 de Março de 2011 às 17h00 (incluindo a recepção da candidatura na sede da LPN, para as candidaturas enviadas por correio);
PROCESSO DE CANDIDATURA:
Enviar Carta de Motivação (Max. 1 página A4) e Curriculum Vitae resumido (máximo 3 páginas A4 com indicação da experiência profissional detalhada), com a referência “Candidatura a Técnico de projecto de conservação da natureza” para:
lpn.natureza@lpn.pt e lince.abutre@gmail.com
ou
Liga para a Protecção da Natureza,
Estrada do Calhariz de Benfica, 187,
1500-124 Lisboa
Os candidatos (m/f) serão seleccionados, numa primeira fase, através da análise curricular e da sua experiência. Numa segunda fase, será agendada uma entrevista presencial apenas com os candidatos seleccionados. As entrevistas deverão previsivelmente ocorrer entre 14 e 18 de Março de 2011.
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O ESTADO A QUE O ESTADO CHEGOU

Gradiva lança em parceria com o Diário de Notícias
O ESTADO A QUE O ESTADO CHEGOU ,O VERDADEIRO RETRATO DE PORTUGAL
(GRANDE INVESTIGAÇÃO DN)
· O livro será lançado no próximo dia 24 de Fevereiro, pelas 18h30m, no El Corte Inglés em Lisboa e será apresentado por Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas.
Após a surpresa causada pela publicação no Diário de Notícias, em Janeiro, de um grande trabalho de investigação revelador da derrapagem financeira que se tem verificado em Portugal na última década, a Gradiva vai publicar esse diagnóstico realizado à economia nacional. A sistematização dos números do despesismo e a revelação dos gastos inúteis, agora em livro, permitirão uma análise fundamentada do estado a que o Estado português chegou.
A obra O Estado a que o Estado Chegou - O Verdadeiro Retrato de Portugal (Grande Investigação DN) resulta de uma grande investigação jornalística publicada pelo Diário de Notícias entre os dias 7 e 14 de Janeiro de 2011. O objectivo deste trabalho, o primeiro de um projecto mais vasto, é dar a conhecer o verdadeiro retrato do estado do País e o real peso do Estado na economia nacional. Pela primeira vez, num levantamento exaustivo, sistematizaram-se dados e elencaram-se números que nem o próprio Estado possui ou é capaz de fornecer.
A reacção nacional a esta investigação prova que um trabalho profundo e minucioso como este tem a capacidade de interessar os portugueses, de estimular o imprescindível exercício da cidadania. A partir deste retrato está dado o contributo do DN, a que, com a presente edição em livro, a Gradiva se associa, para uma reflexão objectiva por parte dos cidadãos em geral e dos líderes políticos, económicos e sociais em particular.
EQUIPA DE INVESTIGAÇÃO
MARIA DE LURDES VALE, 45 anos, jornalista, coordenadora da equipa de investigação, entrou para o Diário de Notícias em 1989 e desempenhou vários cargos de editoria na Redacção do jornal.
CARLOS DIOGO SANTOS, 23 anos, mestrando em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação no ISCTE, deu os primeiros passos no Diário de Notícias em 2009. Após uma curta passagem pela secção de Política – enquanto estagiário –, fixou-se na área de Segurança de onde saiu, no fim de 2010, para integrar a equipa de Grande Investigação.
JOÃO CRISTÓVÃO BAPTISTA, 27 anos, licenciado em Ciência Política pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Lisboa, iniciou carreira em 2006 no jornal 24 horas. Em 2010, ingressou na Redacção do Diário de Notícias, onde actualmente é jornalista na secção de Grande Investigação.
RUI PEDRO ANTUNES, 24 anos, licenciado em Jornalismo na Universidade de Coimbra, iniciou a sua carreira jornalística no Diário de Notícias em 2008, tendo desempenhado funções na editoria de Política até ao momento em que integrou a equipa de Grande Investigação.
SÓNIA SIMÕES, 28 anos, licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social, Lisboa, e pós-graduada em Criminologia, iniciou carreira em 2003 no jornal Correio da Manhã. Quatro anos depois, ingressou na secção Justiça do jornal 24 horas e, em 2009, no Diário de Notícias, onde actualmente é jornalista na secção de Grande Investigação.
RUI MARQUES SIMÕES, 26 anos, licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra, iniciou a carreira jornalística na Redacção do Porto do Diário de Notícias, em Setembro de 2007. Trabalhou na editoria de Desporto até ser integrado na recém-lançada equipa de Grande Investigação.
O ESTADO A QUE O ESTADO CHEGOU ,O VERDADEIRO RETRATO DE PORTUGAL
(GRANDE INVESTIGAÇÃO DN)
· O livro será lançado no próximo dia 24 de Fevereiro, pelas 18h30m, no El Corte Inglés em Lisboa e será apresentado por Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas.
Após a surpresa causada pela publicação no Diário de Notícias, em Janeiro, de um grande trabalho de investigação revelador da derrapagem financeira que se tem verificado em Portugal na última década, a Gradiva vai publicar esse diagnóstico realizado à economia nacional. A sistematização dos números do despesismo e a revelação dos gastos inúteis, agora em livro, permitirão uma análise fundamentada do estado a que o Estado português chegou.
A obra O Estado a que o Estado Chegou - O Verdadeiro Retrato de Portugal (Grande Investigação DN) resulta de uma grande investigação jornalística publicada pelo Diário de Notícias entre os dias 7 e 14 de Janeiro de 2011. O objectivo deste trabalho, o primeiro de um projecto mais vasto, é dar a conhecer o verdadeiro retrato do estado do País e o real peso do Estado na economia nacional. Pela primeira vez, num levantamento exaustivo, sistematizaram-se dados e elencaram-se números que nem o próprio Estado possui ou é capaz de fornecer.
A reacção nacional a esta investigação prova que um trabalho profundo e minucioso como este tem a capacidade de interessar os portugueses, de estimular o imprescindível exercício da cidadania. A partir deste retrato está dado o contributo do DN, a que, com a presente edição em livro, a Gradiva se associa, para uma reflexão objectiva por parte dos cidadãos em geral e dos líderes políticos, económicos e sociais em particular.
EQUIPA DE INVESTIGAÇÃO
MARIA DE LURDES VALE, 45 anos, jornalista, coordenadora da equipa de investigação, entrou para o Diário de Notícias em 1989 e desempenhou vários cargos de editoria na Redacção do jornal.
CARLOS DIOGO SANTOS, 23 anos, mestrando em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação no ISCTE, deu os primeiros passos no Diário de Notícias em 2009. Após uma curta passagem pela secção de Política – enquanto estagiário –, fixou-se na área de Segurança de onde saiu, no fim de 2010, para integrar a equipa de Grande Investigação.
JOÃO CRISTÓVÃO BAPTISTA, 27 anos, licenciado em Ciência Política pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Lisboa, iniciou carreira em 2006 no jornal 24 horas. Em 2010, ingressou na Redacção do Diário de Notícias, onde actualmente é jornalista na secção de Grande Investigação.
RUI PEDRO ANTUNES, 24 anos, licenciado em Jornalismo na Universidade de Coimbra, iniciou a sua carreira jornalística no Diário de Notícias em 2008, tendo desempenhado funções na editoria de Política até ao momento em que integrou a equipa de Grande Investigação.
SÓNIA SIMÕES, 28 anos, licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social, Lisboa, e pós-graduada em Criminologia, iniciou carreira em 2003 no jornal Correio da Manhã. Quatro anos depois, ingressou na secção Justiça do jornal 24 horas e, em 2009, no Diário de Notícias, onde actualmente é jornalista na secção de Grande Investigação.
RUI MARQUES SIMÕES, 26 anos, licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra, iniciou a carreira jornalística na Redacção do Porto do Diário de Notícias, em Setembro de 2007. Trabalhou na editoria de Desporto até ser integrado na recém-lançada equipa de Grande Investigação.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
LOS SECRETOS MEJOR GUARDADOS DE MADRID

¿Florencia?
No, Madrid. Las Escuelas Pías de San Fernando, en Lavapiés, fueron el primer colegio de los Escolapios que hubo en Madrid. El edificio, dedicado al santo patrón del entonces monarca Fernando VI, se construyó en el siglo XVIII y era una escuela para niños pobres. El 19 de julio de 1936 le metieron fuego, pero no fue reconstruido posteriormente. Mantuvo su estado de ruina hasta que en 2002 la UNED lo habilitó como biblioteca dejando visible parte de la ruina como recuerdo de la Guerra Civil.
No, Madrid. Las Escuelas Pías de San Fernando, en Lavapiés, fueron el primer colegio de los Escolapios que hubo en Madrid. El edificio, dedicado al santo patrón del entonces monarca Fernando VI, se construyó en el siglo XVIII y era una escuela para niños pobres. El 19 de julio de 1936 le metieron fuego, pero no fue reconstruido posteriormente. Mantuvo su estado de ruina hasta que en 2002 la UNED lo habilitó como biblioteca dejando visible parte de la ruina como recuerdo de la Guerra Civil.
A MORTE DA EXECUTIVA BEM-SUCEDIDA

A morte da executiva bem-sucedida
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- O céu, CÉU....?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?
- Exacto! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.
Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir, ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que havia mesmo batido a bota.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bónus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador..
- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Quem me chama?
A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?
- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistémica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num instante implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Accionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atractivo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exactamente, como funciona o Inferno...
Max Gehringer
(Revista Exame)
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- O céu, CÉU....?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?
- Exacto! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.
Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir, ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que havia mesmo batido a bota.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bónus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador..
- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Quem me chama?
A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?
- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistémica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num instante implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Accionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atractivo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exactamente, como funciona o Inferno...
Max Gehringer
(Revista Exame)
Mesquita Sheikh Zayed by Gwimma
TANTA RIQUEZA ESBANJADA E TANTOS MILHÕES DE SERES HUMANOS A MORRER À FOME. VAIDADE DE RELIGIOSOS E POLÍTICOS SOBRE O CORPO EXANGUE DOS POBRES.
COMO COMPREENDO, POR ISSO, AS REVOLTAS POPULARES NO EGIPTO, NA LÍBIA, NA TUNÍSIA, NA ARGÉLIA, E, JÁ AGORA, EM ROMA...
AS DIVINDADES NÃO EXIGEM AFRONTAS DESTA NATUREZA.
UM MINISTRO PORTUGUÊS E UM MINISTRO ANGOLANO

Um ministro português e um ministro angolano...
Um ministro Português recebeu em Lisboa um ministro Angolano e, o ministro português convidou-o a ir a sua casa.
O ministro angolano ficou espantado com a bela vivenda: Em bairro de luxo e com piscina.
Com a informalidade dos luandenses, pôs-se a fazer perguntas.
- Com um ordenado que não chega a mil contos limpos, como é que o meu amigo conseguiu tudo isto? Não me diga que era rico antes de ir para o Governo?
O ministro português sorriu, disse que não era rico. E, em jeito de quem quer dar explicações, convidou o angolano a ir até à janela.
- Está a ver aquela auto-estrada?
- Sim, respondeu o ministro angolano.
- Pois ela foi adjudicada por 100 milhões, mas, na verdade, só custou 90... disse o português, piscando o olho.
Semanas depois, o ministro português foi de viagem a Luanda. O angolano quis retribuir a simpatia e convidou-o a ir lá a casa. Era um soberbo palácio, com varandas viradas para o Mussulo, jardins japoneses e piscinas aquecidas em cascata...
O português nem queria acreditar, gaguejou perguntas sobre como era possível um homem público ter uma mansão daquelas.
O angolano levou-o à janela.
- Está a ver aquela auto-estrada?
- Não...!!!!
- Nem eu...
Um ministro Português recebeu em Lisboa um ministro Angolano e, o ministro português convidou-o a ir a sua casa.
O ministro angolano ficou espantado com a bela vivenda: Em bairro de luxo e com piscina.
Com a informalidade dos luandenses, pôs-se a fazer perguntas.
- Com um ordenado que não chega a mil contos limpos, como é que o meu amigo conseguiu tudo isto? Não me diga que era rico antes de ir para o Governo?
O ministro português sorriu, disse que não era rico. E, em jeito de quem quer dar explicações, convidou o angolano a ir até à janela.
- Está a ver aquela auto-estrada?
- Sim, respondeu o ministro angolano.
- Pois ela foi adjudicada por 100 milhões, mas, na verdade, só custou 90... disse o português, piscando o olho.
Semanas depois, o ministro português foi de viagem a Luanda. O angolano quis retribuir a simpatia e convidou-o a ir lá a casa. Era um soberbo palácio, com varandas viradas para o Mussulo, jardins japoneses e piscinas aquecidas em cascata...
O português nem queria acreditar, gaguejou perguntas sobre como era possível um homem público ter uma mansão daquelas.
O angolano levou-o à janela.
- Está a ver aquela auto-estrada?
- Não...!!!!
- Nem eu...
BENFICA, O GLORIOSO


Benfica e Google Criam Portal
E funciona mesmo......... ERA NATURAL, QUE DOIS COLOSSOS MUNDIAIS UNISSEM ESFORÇOS! O RESULTADO ESTÁ À VISTA!
ORA TENTA LÁ
Quem procura sempre alcança!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Google e Benfica estabelecem parceria, criando um motor de busca personalizado para o maior clube do mundo
http://www.slboogle.com/
Benfiquista que é benfiquista não usa o Google, usa o SLBOOGLE.
Passem este e-mail aos benfiquistas que conheçam :)
e já agora aos outros clubes eheheh quem é que tem uma versão Google só para si???
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ANGOLA - JORNALISTAS AMORDAÇADOS

Jornalistas amordaçados
Angola, onde morreram dois jornalistas em 2010, é o único país africano lusófono visado no relatório do Comité para a Proteção de Jornalistas, que questiona também o fim da postura crítica por três jornais independentes comprados por um grupo económico dominado por
figuras influentes do regime.
Uma das mortes referidas no relatório “Ataques à Imprensa em 2010”, apresentado em Nova Iorque, é a do jornalista togolês Stanislas Ocloo durante o Campeonato Africano de futebol em Janeiro de 2010, no atentado de rebeldes independentistas contra a seleção de futebol do Togo
em Cabinda, cuja cobertura independente o governo “procurou condicionar”, diz o CPJ.
Citando jornalistas angolanos, o CPJ diz que a Rádio Ecclésia foi pressionada, juntamente com a comunicação social detida pelo Estado, para não emitir os relatos dos seus repórteres no terreno sobre o atentado, e que o repórter da Voz da América, José Manuel Gimbi, foi ameaçado de morte.
Ainda em 2010, três jornais que “reportavam de forma ativa a corrupção no governo” –Angolense, A Capital e Novo Jornal – foram comprados por uma empresa desconhecida de nome Media Investments S.A., comentando- se localmente que a “cobertura tímida” após a aquisição mostra que está “aliada ao partido no poder”, o MPLA.
Em Agosto, um número de A Capital não chegou às bancas, incidente que a empresa proprietária atribuiu a um problema técnico, mas fontes locais do CPJ dizem que o motivo terá sido um artigo crítico de uma intervenção do presidente sobre habitação.
Graça Campos, ex-diretor do Angolense, relatou que o jornal enfrentava problemas financeiros porque o governo pressionava privados a não inserir publicidade, à semelhança do que faziam as entidades públicas.
Após a aquisição, o jornal voltou a ter publicidade estatal, disse ao CPJ.
O episódio mais violento registado pela organização não governamental é o homicídio de Alberto Graves Chakussanga, de 32 anos, a 5 de Setembro.
Apresentador de um programa semanal na Rádio Despertar, alinhada com a oposição, foi encontrado morto dentro de casa, alvejado pelas costas, em Viana, de onde desapareceu
apenas uma botija de gás.
Ainda em Setembro, um comentador da mesma rádio, António Alves da Silva (“Jójó”) foi esfaqueado depois de ter sido alvo de ameaças, aparentemente relacionadas com um comentário crítico à ausência dos temas da corrupção e criminalidade de um discurso presidencial.
Outro caso relatado é o dos disparos de que foi alvo a 22 de Setembro o repórter da TV Zimbo
Norberto Abias Sateko, que tinha noticiado de forma crítica a demolição de habitações na província da Huíla. Sateko foi ferido numa perna, e, tal como nos dois anteriores casos, ninguém foi detido, segundo “Ataques à Imprensa em 2010”.
Fora de Luanda, refere o CPJ, órgãos de informação “são raros” e os jornalistas “operam à mercê da polícia e administração local”, que muitas vezes “abusam da sua autoridade
para suprimir críticas”.
A organização relata ainda as dificuldades de jornalistas estrangeiros para obter vistos, acreditações ou autorizações para reportagens.
No que ao Novo Jornal diz respeito, o relatório do Comité para Protecção de Jornalistas peca por falta de informação e defeito de apreciação.
Primeiro porque nem o Novo Jornal nem a New Media, sua proprietária, foram comprados por qualquer Media Investments, segundo, e mais importante, a sua linha editorial não sofreu qualquer alteração de nenhuma ordem, mantendo-se igual desde a sua primeira edição,
já lá vão três anos!
figuras influentes do regime.
Uma das mortes referidas no relatório “Ataques à Imprensa em 2010”, apresentado em Nova Iorque, é a do jornalista togolês Stanislas Ocloo durante o Campeonato Africano de futebol em Janeiro de 2010, no atentado de rebeldes independentistas contra a seleção de futebol do Togo
em Cabinda, cuja cobertura independente o governo “procurou condicionar”, diz o CPJ.
Citando jornalistas angolanos, o CPJ diz que a Rádio Ecclésia foi pressionada, juntamente com a comunicação social detida pelo Estado, para não emitir os relatos dos seus repórteres no terreno sobre o atentado, e que o repórter da Voz da América, José Manuel Gimbi, foi ameaçado de morte.
Ainda em 2010, três jornais que “reportavam de forma ativa a corrupção no governo” –Angolense, A Capital e Novo Jornal – foram comprados por uma empresa desconhecida de nome Media Investments S.A., comentando- se localmente que a “cobertura tímida” após a aquisição mostra que está “aliada ao partido no poder”, o MPLA.
Em Agosto, um número de A Capital não chegou às bancas, incidente que a empresa proprietária atribuiu a um problema técnico, mas fontes locais do CPJ dizem que o motivo terá sido um artigo crítico de uma intervenção do presidente sobre habitação.
Graça Campos, ex-diretor do Angolense, relatou que o jornal enfrentava problemas financeiros porque o governo pressionava privados a não inserir publicidade, à semelhança do que faziam as entidades públicas.
Após a aquisição, o jornal voltou a ter publicidade estatal, disse ao CPJ.
O episódio mais violento registado pela organização não governamental é o homicídio de Alberto Graves Chakussanga, de 32 anos, a 5 de Setembro.
Apresentador de um programa semanal na Rádio Despertar, alinhada com a oposição, foi encontrado morto dentro de casa, alvejado pelas costas, em Viana, de onde desapareceu
apenas uma botija de gás.
Ainda em Setembro, um comentador da mesma rádio, António Alves da Silva (“Jójó”) foi esfaqueado depois de ter sido alvo de ameaças, aparentemente relacionadas com um comentário crítico à ausência dos temas da corrupção e criminalidade de um discurso presidencial.
Outro caso relatado é o dos disparos de que foi alvo a 22 de Setembro o repórter da TV Zimbo
Norberto Abias Sateko, que tinha noticiado de forma crítica a demolição de habitações na província da Huíla. Sateko foi ferido numa perna, e, tal como nos dois anteriores casos, ninguém foi detido, segundo “Ataques à Imprensa em 2010”.
Fora de Luanda, refere o CPJ, órgãos de informação “são raros” e os jornalistas “operam à mercê da polícia e administração local”, que muitas vezes “abusam da sua autoridade
para suprimir críticas”.
A organização relata ainda as dificuldades de jornalistas estrangeiros para obter vistos, acreditações ou autorizações para reportagens.
No que ao Novo Jornal diz respeito, o relatório do Comité para Protecção de Jornalistas peca por falta de informação e defeito de apreciação.
Primeiro porque nem o Novo Jornal nem a New Media, sua proprietária, foram comprados por qualquer Media Investments, segundo, e mais importante, a sua linha editorial não sofreu qualquer alteração de nenhuma ordem, mantendo-se igual desde a sua primeira edição,
já lá vão três anos!
(artigo publicado no NOVO JORNAL, de Angola, edição 161, de 18 Fevereiro 2011)
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