quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

LOS SECRETOS MEJOR GUARDADOS DE MADRID


¿Nueva York?


No, Madrid. La fachada del Banco de España es uno de los edificios más conocidos de Madrid, no así su interior, que no desmerece en nada la magnificencia que se ve desde fuera. Aunque el Banco de España fue fundado en 1856 no ocupó la actual sede hasta finales de siglo, cuando se levantó este edificio en el mismo corazón de la ciudad. Por fuera es de estilo neoclásico con toques venecianos, por dentro se asemeja a estaciones de tren como la neoyorquina de Grand Central Station.

DIZ-ME ONDE MORAS...





Diz-me onde moras... (por Miguel Esteves Cardoso)



"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.

Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.

Nunca mais ninguém o viu.

Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!

Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.

Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.

Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos,
Murtosa, Angeja. ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.

Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...)

Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na Europa.

De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?

Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.

Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar.

Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho).

E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda,logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?

Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda.

Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso ?

Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?

É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra".

Ninguém é do Porto ou de Lisboa.

Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.

Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).

É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away...").

Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa.

Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!

Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros.

Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)

Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).


(Miguel Esteves Cardoso)

O SUDOKU PORTUGUÊS


Melhor que SUDOKU

Como é que isto há-de funcionar?

Muito melhor que SUDOKU, temos agora este passatempo publicado em DR.

Atenção: Tem força de Lei.

O art. 1º do Dec.-Lei 35/2010 de 15 de Abril começa da seguinte forma:



Os artigos 143.º e 144.º do Código do Processo Civil aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de Maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de Março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de Julho, pela Portaria n.º 439/74, de 10 de Julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de Maio, 165/76, de 1 de Março, 201/76, de 19 de Março, 366/76, de 15 de Maio, 605/76, de 24 de Julho, 738/76, de 16 de Outubro, 368/77, de 3 de Setembro, e 533/77, de 30 de Dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de Maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de Dezembro, 207/80, de 1 de Julho, 457/80, de 10 de Outubro, 224/82, de 8 de Junho, e 400/82, de 23 de Setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de Março, 242/85, de 9 de Julho, 381 -A/85, de 28 de Setembro e 177/86, de 2 de Julho, pela Lei n.º 31/86, de 29 de Agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de Março, 321 -B/90, de 15 de Outubro, 211/91, de 14 de Junho, 132/93, de 23 de Abril, 227/94, de 8 de Setembro, 39/95, de 15 de Fevereiro, 329 -A/95, de 12 de Dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de Setembro, 125/98, de 12 de Maio, 269/98, de 1 de Setembro, e 315/98, de 20 de Outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de Janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de Setembro, e 183/2000, de 10 de Agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de Outubro, e 323/2001, de 17 de Dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, e pelos Decretos--Leis n.os 38/2003, de 8 de Março, 199/2003, de 10 de Setembro, 324/2003, de 27 de Dezembro, e 53/2004, de 18 de Março, pela Leis n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de Março, pelas Leis n.º 14/2006, de 26 de Abril e 53 -A/2006, de 29 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de Janeiro, 303/2007, de 24 de Agosto, 34/2008, de 26 de Fevereiro, 116/2008, de 4 de Julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de Agosto, e 61/2008, de 31 de Outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de Novembro, e pela Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, passam a ter a seguinte redacção: .........................


Pode ser confirmado no site Diário da República.



http://dre.pt/pdf1sdip/2010/04/07300/0131401315.pdf

O QUE FOI ACRESCENTADO COM O 25 DE ABRIL


O QUE FOI ACRESCENTADO COM O 25 DE ABRIL



AFINAL FOI SÓ UM .............A............

Portugal, desde o séc. XX, tem estado sujeito a dois lemas:

No Estado Novo (1926-1974), o lema era : "Deus, Pátria e Família!"

Nesta democracia pós 25 de Abril, por espantoso que possa parecer, o lema tem sido praticamente igual, apenas aumentou... uma só letra:

De facto, o lema actual, e que se agravou com os vigaristas que nos tem (des) governado nas últimas décadas é :

"Adeus, Pátria e Família!"

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Louis Armstrong - Hello Dolly Live

OS NOVOS LADRÕES DE BANCOS


Os novos ladrões de bancos
por JORGE FIEL


DN 06 Janeiro 2011

Até para roubar bancos é preciso ter estudos, estar bem relacionado (a palavra-chave é networking) e familiarizado com as novas tecnologias. Olhem bem para o desgraçado destino dos dois brasileiros que no Verão de 2008 tentaram assaltar o balcão do BES de Campolide. Um acabou no cemitério e outro paraplégico. Uma tristeza!

Onde já lá vão os tempos de John Dillinger ou do romântico par Bonnie & Clyde. Agora, para roubar um banco não basta ter o cérebro povoado por uma pequena aglomeração de neurónios apenas habituados a orientarem actividades básicas como comer, dormir e disparar armas.

Hoje em dia, um bom ladrão de bancos precisa de uma licenciatura em Economia (ou Gestão), de ostentar no curriculum uma passagem pelo Governo ou pelo Banco de Portugal (as duas acumuladas ainda é melhor) e ser senhor de um cérebro habituado ao raciocínio indutivo e aos altos mistérios da especulação.

Excepção feita aos dois infelizes do assalto ao BES de Campolide, toda a gente sabe que já não há nas agências bancárias dinheiro vivo que se veja - e que as poucas notas que existem estão guardadas em cofres de abertura retardada.

Careca de saber isto, o gangue da retroescavadora optou, inteligentemente, por ir buscar as notas ao local onde os bancos as depositam para as fazer chegar aos clientes - as caixas multibanco. Em 2010, esta quadrilha roubou 16 ATM, entre o Alentejo e o Algarve, em golpes minuciosamente preparados, concretizados de madrugada após pedirem previamente emprestada uma retroescavadora com pá traseira, o modelo adequado ao fim em vista.

Na minha opinião, foi muito trabalho, bastante competência e uma enorme dose de risco de ser preso para um lucro relativamente modesto. Os 16 roubos terão rendido cerca de meio milhão de euros (a estimativa é 30 mil euros por multibanco). Ou seja, cada um dos quatro membros do gangue terá encaixado uns 125 mil euros.

Não é mau, mas é menos que os 148 mil euros de lucro que Cavaco obteve em 2003 com a venda de 105 378 acções da SLN (valorização de 140%), a holding que controlava a 100% o BPN e era gerida por Oliveira Costa (seu antigo secretário de Estado e ex-colega no Banco de Portugal) e por Dias Loureiro (seu ex-ministro e conselheiro de Estado).

Hoje em dia para roubar um banco é preciso estar lá dentro. No sentido literal, como no meu filme preferido sobre assaltos a bancos (Inside Man, de Spike Lee, com Clive Owen, Denzel Washington e Jodie Foster). Ou no sentido figurado, como é demonstrado em Inside Job, de Charles Ferguson, ou na dramática tragédia do BPN, que nos vai custar cinco mil milhões de euros, um realização de Oliveira Costa com Dias Loureiro num dos principais papéis.


A MORTE E OS IMPOSTOS



A morte e os impostos por Daniel Oliveira

Nos arredores de Lisboa, Augusta, que teria hoje 96 anos, morreu sem ninguém dar por nada. Nem família, nem amigos, nem serviços públicos.
Uma vizinha, e penas ela, bateu a todas as portas que pôde, por estranhar a sua ausência. Da família, da GNR, de todos, apenas a indiferença. Nem a segurança social, nem os serviços de saúde. Ninguém.
Era apenas uma velha num prédio de uns subúrbios. Passou oito anos a bater a portas. A burocracia impediu que alguém fizesse alguma coisa. A porta não podia ser arrombada. A GNR até gozou com a preocupação da vizinha. Coisas de velhos, terão pensado.

Mas Augusta, cidadã portuguesa, era também contribuinte. E aí deram por falta dela. Tinha uma dívida. Sem um único contacto, a frieza da máquina leiloou o seu apartamento. Quando os novos donos chegaram, a porta foi finalmente arrombada. E lá estava Augusta, morta no chão da cozinha.
Tinha morrido há oito anos sem que ninguém tivesse dado ouvidos à vizinha.

O que impressiona, para além da solidão que permite que alguém morra sem que ninguém dê por nada, é que o mesmo Estado que dá pelo não pagamento de uma dívida ao fisco não dê, não queira dar, pelo desaparecimento de um ser humano. Que o contribuinte exista, mas o cidadão não. Que quem tinha a obrigação de pagar impostos tenha deixado de existir nos seus direitos. A metáfora é macabra. Mas é poderosa. Este Estado que não se esquece - não se deve esquecer - de nós quando é cobrador, mas para quem não existimos quando nos é devida alguma atenção.

Diz-se que só há duas coisas certas na vida: a morte e os impostos.
Parece que para o Estado português só a segunda parte é verdadeira.

*Publicado no Expresso Online

A casa foi vendida por 30 000€ para pagar uma divida de menos de 1500€

1 MILHÃO NA AVENIDA DA LIBERDADE


1 milhão na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 ? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.


MAOMÉ ERA PEDÓFILO - La pedofilia en el islam

NÃO RIA - CONSELHOS DE HIGIENE

VEJA ATÉ AO FIM.............................................

Palácio Nacional da Pena - Sintra (documentário Parte I)

LOS SECRETOS MEJOR GUARDADOS DE MADRID





Los secretos mejor guardados de Madrid

¿Moscú?

No, Madrid. Hace poco más de cien años, entre 1902 y 1910, el arquitecto Fernando Arbós levantó en la calle de Alcalá la iglesia de San Manuel y San Benito. Es el mejor ejemplo de aquitectura neobizantina de la capital. Tiene planta de cruz griega y una cúpula en cuyas pechinas se representan los cuatro evangelistas. Durante la Guerra Civil se salvó de las llamas, pero sólo porque el Gobierno del Frente Popular decidió utilizarlo como almacén.

VIAJAR DE AVIÃO É SEGURO?


DEBATE

“Viajar de avião é seguro?”


· A sessão decorrerá no 18 de Fevereiro de 2011, pelas 18h30, na loja Fnac do Centro Colombo, na Av. Lusíada, em Lisboa


A Gradiva em colaboração com os autores do livro Voar sem Medo - Um guia prático para voar confiante e descontraído coordenado pela psicóloga e especialista em fobia de voo Cristina Albuquerque, vai realizar um debate sob o tema “Viajar de avião é seguro?” na loja Fnac do Centro Colombo, em Lisboa, no próximo dia 18 de Fevereiro às 18h30.


O debate contará com a participação de Jorge Leite, Director da Qualidade da TAP Manutenção e Engenharia e dos Comandantes António Santos Gomes e João Romão, especialistas em Segurança de Voo.


Ao debate seguir-se-á uma sessão de apresentação da obra Voar sem Medo - Um guia prático para voar confiante e descontraído, recentemente publicado pela Gradiva, coordenada pela psicóloga e especialista em fobia de voo Cristina Albuquerque, em co-autoria com um conjunto de profissionais, oriundos de várias áreas, desde a psicologia, passando pela pilotagem e tripulação de cabine, até à engenharia aeronáutica, contando, ainda, com a colaboração especial de um dos maiores especialistas internacionais nesta matéria, Lucas van Gerwen Psicólogo, Piloto e Director da VALK Foudation.

Voar sem Medo é o primeiro livro português, escrito por especialistas nacionais em que todas as vertentes relacionadas com o medo de voar são detalhadamente analisadas para que o leitor ultrapasse os seus receios e comece a retirar o máximo proveito de cada viagem aérea. Apresenta ideias sobre o que se pode fazer quando se é surpreendido por uma crise de ansiedade a bordo e contém sugestões muito específicas relativamente ao que deve fazer para não agravar o stress associado à viagem.

Uma obra, de leitura fácil e com descrição de casos práticos, em que os autores explicam como funcionam os mecanismos psicológicos que estão subjacentes ao medo de voar (causas e factores etiológicos, sintomas, sinais de alerta, comportamentos típicos, mecanismos de funcionamento e compreensão do que pode ter despoletado o problema em cada pessoa) e oferecem dicas e recomendações úteis para quem viajar de avião representa um problema.

Partindo do princípio que a falta de informação pode ser o detonador do medo, os autores abordam também os aspectos técnicos da aviação e das várias fases do voo. No livro Voar sem Medo é disponibilizada informação factual acerca de aspectos relacionados com os aviões e o transporte aéreo (estatísticas de acidentes aéreos, modo como funcionam as aeronaves, fases do voo, ruídos associados, explicação de fenómenos como a turbulência, informação sobre tópicos relacionados com a segurança de voo e a manutenção aeronáutica, etc.). Este tipo de informação pretende preencher o “vazio” criado pelo desconhecimento de como tudo funciona que, na ausência de informação, é muitas vezes ocupado e invadido por pensamentos e interpretações que não só geram como potenciam medo.

Voar sem Medo (Edição da Gradiva) é um livro que dissipa dúvidas, desmonta falsas crenças, elimina medos infundados e, sobretudo, reforça a confiança dos passageiros no transporte aéreo.

CERIMÓNIA DE ENCERRAMENTO DA SHANGHAI EXPO


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Louis Armstrong - When The Saints Go Marching In

Apedrejamento de mulheres no ISLAMISMO.

Sudão: Mulher chicoteada por usar calças - Terrivel e monstruoso

"DIÁRIO" DE SEBASTIÃO DA GAMA, O POETA DA ARRÁBIDA


CONVENTO DA ARRÁBIDA - SETÚBAL

Olá!


É já a partir da próxima semana que o leitor poderá encontrar nas livrarias a mais recente edição do Diário (Lisboa: Editorial Presença), de Sebastião da Gama, título que inaugura a colecção das suas "Obras Completas", que coordeno, em que serão incluídos os títulos já publicados e textos até hoje inéditos ou nunca publicados em livro.Relativamente a esta edição do Diário, as novidades resultam do facto de ser a primeira edição completa da obra que Sebastião da Gama legou (uma vez que as anteriores edições desta obra sempre omitiram partes do manuscrito por razões editoriais) e de ser uma edição anotada (por onde passam quase três centenas de notas de contextualização ou informação adicional).Não sendo uma edição crítica, esta edição do Diário é estabelecida a partir do original manuscrito do professor e poeta. Num total de 356 páginas, o volume integra, além do escrito de Sebastião da Gama, o estudo introdutório "Sebastião da Gama: A Voz do Poeta - Da Poesia e do Diário" (48 páginas), "Para uma cronologia de Sebastião da Gama" (16 páginas), o prefácio da primeira edição (1958) e um conjunto de sete anexos que Sebastião da Gama incluiu no seu diário.Obra que contém referências pedagógicas ainda hoje válidas, que dá voz aos alunos protagonistas da experiência lectiva vivida por Sebastião da Gama em Lisboa e em Estremoz, que é marcada pelo espaço de reflexão do professor perante as aulas leccionadas e perante o seu público, que dá uma imagem do que pode ser o professor de Português, que se afirma também como documento literário, este Diário bem deveria ter leitura obrigatória por parte de todos quantos se interessam pela causa da educação (independentemente do papel que aí desempenham).Em anexo, envia-se fotografia da capa desta edição do Diário.Entretanto, fica a informação que poderá passar a amigos e interessados: em 26 de Março (sábado), pelas 18h30, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal, esta obra terá apresentação pública feita pela Professora Doutora Clara Rocha e serão lidos textos do Diário pelo actor Fernando Guerreiro (que foi do Teatro de Animação de Setúbal).


Saudações amigas.


João Reis Ribeiro

HUMOR EM TEMPO DE CRISE



Saía o advogado do escritório, no seu carro, quando encontrou a sua secretária, à chuva, na paragem do autocarro. Ele parou e perguntou:
- Quer uma boleia?
- Claro... - respondeu ela, entrando no carro.
Ao chegarem ao edifício onde ela mora, ele parou o carro e ela convidou-o para entrar.
- Não quer tomar um cafezinho, um whisky, ou outra coisa?
- Não, obrigado, tenho que ir para casa...
- Vá lá, o doutor foi tão gentil comigo. Suba um pouquinho...
Ele aceitou e subiu.
No apartamento, ele tomava o seu whisky quando ela foi ao quarto e voltou, em roupa interior e muito sensual. Quem poderia aguentar? Ele não. Algumas horas de sexo depois, ele acabou por adormecer.
Por volta das 4 da madrugada, ele acordou e olhou para o relógio.
Grande susto!...
Pensou um pouco e disse:
- Empreste-me um pedaço de giz....
Colocou esse pedaço de giz atrás da orelha e foi para casa. Ao chegar, a mulher estava louca de raiva e ele começou a contar:
- Quando saí do trabalho dei boleia à minha secretária.
Depois de chegar a casa dela, ofereceu-me um whisky. Em seguida, foi para o quarto.
Voltou para a sala com uma lingerie lindíssima e após vários copos acabámos na cama e fizemos amor. Adormeci e acordei agora há pouco...
A mulher gritou-lhe:
- Seu mentiroso! Desavergonhado! Estiveste no bar a jogar "snooker" com os teus amigos. Nem sabes mentir! Até esqueceste o giz aí atrás da orelha...

ISTO É NO BRASIL OU EM PORTUGAL?‏

A IGNORÂNCIA DOS FILHOS DA NAÇÃO

SANTA IGNORÂNCIA!

Porquê?

De quem será a responsabilidade? De todos! Dos pais, dos avós, da escola, dos professores e, sobretudo, da Comunicação Social. É urgente explicar e transmitir aos vindouros o que foi o regime fascista de Salazar que, durante longos 48 anos, oprimiu e escravizou os povos português e africano das ex-colónias, deixando-os num tal atrazo que a maioria dos jovens hoje nem imagina.

É preciso que os jovens saibam que a liberdade de que gozam hoje se deve à coragem daqueles que fizeram o 25 de Abril. Coisas ridículas como a coca-cola e os isqueros foram durante muito tempo ilegais...dá para rir...

Se as televisões portuguesas dedicassem apenas 0,25% do tempo de antena, daquele que dedicam ao futebol e a discutir casos escabrosos, a falar da história nacional, estou certo que os portugueses estariam mais politizados, mais conscientes dos reais problemas de Portugal.

Para além do mais, parece faltar vontade à actual classe política ver discutidos conceitos de liberdade.

Quanto mais ignorantes melhor manipulados!

A ignorância é a porta de entrada dos políticos aventureiros e de outros males.

Quinta da Regaleira

SEIS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO POR DIA


DENUNCIE A CORRUPÇÃO E A FUGA AOS IMPOSTOS


(a página da PGR garante o anonimato a quem faz a denúncia).




A página do DCIAP na internete (http://simp.pgr.pt/dciap/-denuncias/den_criar.php) está concebida para recolher o máximo de informação. É possível carregar documentos que podem ser relevantes para a denúncia.


75% dos portugueses consideram que o combate à corrupção é ineficaz.


3% dos portugueses questionados admitiram ter pago um suborno nos três meses anteriores.


Neste momento há duas justiças em Portugal. Uma que é relativamente rápida a apanhar quem rouba 200 euros num supermercado e outra que não funciona em relação a crimes como a corrupção.


(Expresso de 12 de Fevereiro de 2011)

EGIPTO - A ERA MUBARAK ACABOU


Fazer cair Mubarak foi complicado e exigiu imensa coragem e imaginação política. Construir uma democracia será bastante mais difícil. A história mostra que a distância entre a liberdade e a tirania é curta.


O tsunami político mostra outra coisa que me parece importante - o colapso da credebilidade das autocracias árabes. Numa daquelas ironias políticas em que a história é fértil, este colapso está a ter lugar na precisa altura em que o cepticismo internacional em relação às virtudes das democracias liberais euroatlânticas é grande.


Há uns breves meses, a segunda década do século XXI prometia ser a década em que as autocracias apoiadas nos seus modelos de capitalismo de Estado iam ter finalmente a oportunidade de demonstrar às democracias liberais as suas capacidades políticas e económicas ao nível interno e externo.


Nas últimas semanas os manifestantes no Cairo disseram uma coisa diferente - o lugar da autocracia não é no palácio presidencial e nos gabinetes governamentais mas sim no Museu de Antiguidades Egípcias.


Os egípcios cansaram-se de ser súbditos e querem ser indivíduos com responsabilidades e direitos. Vêm aí novas regras políticas para o Egipto e para o mundo árabe.


(Excertos de um texto de Miguel Monjardino publicado no Expresso de 12-2-2011)

CAFÉ BRASIL - luciano pires


luciano pires disse...
Prezado Antonio, esse artigo publicado em seu blog é uma versão alterada por alguém de meu artigo original. O idiota transformou o que é um tapa na cara dos que estão entregando a indústria brasileira para os chineses, numa patriotada bocó. Peço que você reproduza o artigo original, como escrevi quando publiquei pela primeira vez em 2005. Está aqui: http://www.portalcafebrasil.com.br/artigos/artigos-estuprados

Grato

Luciano Pires
PS: não sou mais diretor da Dana desde Abril de 2008.

11 de Fevereiro de 2011 17:27

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De tempos em tempos alguns de meus artigos voltam a circular pela internet com autoria atribuída a terceiros. Mas o que me deixa realmente fulo é quando alguns estúpidos mexem no texto para “melhorar” e destroem o que escrevi. Um estupro literário, se me permitem a licença. E deixam meu nome ali! É como se mexessem com meus filhos!

Por isso estou republicando meu artigo mais violado, que recentemente voltou a circular com força depois de ser desfigurado por algum idiota. Dessa forma recupero o que foi escrito originalmente. Se você quiser ver a versão desfigurada, acesse http://bit.ly/gYQ2nI.

OS PREÇONHENTOS
Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto do qual o Brasil fabrica um milhão de unidades por ano, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões... A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante. Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas. Com preços que são uma fração dos praticados aqui.
Uma das fábricas chinesas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares. Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios, representam quase 600 dólares. Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios.

Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber.

Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder.

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que “agrega valor”: a marca. Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto “made in USA”. É tudo “made in China”, com rótulo estadunidense. Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas... Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas.

É o que chamo de “estratégia preçonhenta”.

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo. As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design. Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais. Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo. Só na China, que então aumentará seus preços, produzindo um “choque da manufatura”, como foi o choque do petróleo nos anos 1970. E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou. Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos... Uma inversão de jogo que terá o impacto de uma bomba atômica. Chinesa.

Nesse dia, os executivos “preçonhentos” tristemente olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos.

E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas.

Luciano Pires