
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
EMBAIXADA DO BRASIL:IMPROVÁVEL - BARBICHAS & CIA NO TIVOLI

Improvável - Barbixas & Cia no Tivoli
A Embaixada do Brasil em Lisboa tem o prazer de encaminhar a divulgação em anexo.
Chega a Portugal o espetáculo de Improviso mais famoso do Brasil.
Embaixada do Brasil em Lisboa - http://www.embaixadadobrasil.pt/
Chega a Portugal o espetáculo de Improviso mais famoso do Brasil.
Embaixada do Brasil em Lisboa - http://www.embaixadadobrasil.pt/
MÉDICOS DO MUNDO EM PORTUGAL

Porque lutamos contra todas as doenças, até mesmo a injustiça…
Nunca uma assinatura valeu tanto!
O acesso aos cuidados de saúde na Europa está longe de ser universal. Requerentes de asilo, migrantes indocumentados e respectivos filhos são excluídos devido a práticas discriminatórias. Portugal está no bom caminho, mas pode fazer mais e melhor. E em muito depende dos seus profissionais de saúde! O processo tarda apenas um minuto e pode fazer toda a diferença. Por uma nação mais justa. Adira a esta causa, divulgando e/ou participando. Descubra como…
Já se encontra disponível em http://www.medicosdomundo.pt/, desde finais do ano transacto, a DECLARAÇÃO EUROPEIA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE PARA UM ACESSO NÃO DISCRIMINATÓRIO AOS CUIDADOS DE SAÚDE (vide Anexo I). Mediante um gesto tão simples como aceder à homepage de Médicos do Mundo-Portugal qualquer profissional de saúde (requisito obrigatório para o efeito) poderá subscrever o supracitado documento. Para os restantes, a missão de divulgar e promover esta iniciativa juntos dos seus contactos é igualmente bem-vinda e essencial. Esta é uma iniciativa que está a ser levada a cabo em todos os países da União Europeia (EU) com o intuito de recolher o máximo de assinaturas – até dia 25 de Fevereiro - as quais se pretende que sejam apresentadas, já em Março, na Comissão Europeia, nomeadamente, perante o Conselho de Ministros. Por que razão?
Mesmo sendo Portugal um dos membros da UE cuja legislação [Despacho n.º 25 360/2001; Artigo 34.º do Decreto-Lei n.º 135/99, de 22 de Abril (vide Anexo II)] contempla condições mais abrangentes no que concerne ao acesso aos cuidados de saúde destinados ao referido grupo-alvo, um longo caminho há ainda por trilhar neste sentido. Desta forma, a citada Declaração Europeia, quando aplicada à realidade portuguesa, pretende que estas e outras leis relativas ao pelouro da Saúde, bem como a Orientação Técnica emitida pelo Conselho Directivo do Instituto da Segurança Social já em 2006 (vide Anexo III), sejam efectivamente cumpridas. É premente renovar mentalidades e alterar contextos, apelando à consciência individual. O papel de cada um é decisivo.
Dia “D”
“D” de Declaração Europeia dos Profissionais de Saúde Para Um Acesso Não Discriminatório aos Cuidados de Saúde, mas também de Direitos Igualitários. Este é o mote de um documento que foi lançado no passado dia 07 de Dezembro de 2010, aquando da conferência subordinada ao tema “Determinantes no Acesso aos Cuidados de Saúde”, sita no Auditório do Padrão dos Descobrimentos. A organização esteve a cargo de MdM-Portugal em parceria com um dos seus projectos, neste caso, o HUMA (Health for Undocument Migrants and Asylum seekers http://www.huma-network.org/). A ordem de trabalhos foi moderada por Fernanda Freitas, jornalista e apresentadora de “Sociedade Civil”, programa da RTP2, e contou com a presença de uma plateia composta por entendidos nestas matérias, como Altos Comissariados, Embaixadas, Associações e Instituições de cariz social, Universidades, Mediadores Interculturais, profissionais de saúde e outras entidades ligadas a esta área, entre elas a Direcção Geral de Saúde (DGS), e outros. No fundo, todos decisores, assim como o painel de oradores. Falamos de:
Dra. Rosário Farmhouse [Alta Comissária do ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural]; Dra. Cátia Palma (Representante da Direcção de MdM-Portugal); Dra. Cristina Santinho [Presidente do GIS – Grupo Imigração e Saúde]; Dra. Mª Teresa Tito Mendes [Presidente do CPR – Conselho Português para os Refugiados]; Dra. Sónia Dias – [Professora de Saúde Internacional do Instituto de Higiene e Medicina Tropical]. A título de curiosidade, o Dr. Gentil Martins, um dos nossos ilustres convidados, foi dos primeiros a assinar a Declaração Europeia.
ORGANIZADORES: PATROCINADORES:
Informações Adicionais:
Paulo Silva
Assessor Projecto HUMA
paulo.silva@medicosdomundo.pt
Rua Almirante Sarmento Rodrigues, Lote 9 – Piso 0, Loja Esq. 1900-269 Lisboa
– tel.+351 21 846 20 02 – fax. +351 21 846 20 02
http://www.medicosdomundo.pt/
Nunca uma assinatura valeu tanto!
O acesso aos cuidados de saúde na Europa está longe de ser universal. Requerentes de asilo, migrantes indocumentados e respectivos filhos são excluídos devido a práticas discriminatórias. Portugal está no bom caminho, mas pode fazer mais e melhor. E em muito depende dos seus profissionais de saúde! O processo tarda apenas um minuto e pode fazer toda a diferença. Por uma nação mais justa. Adira a esta causa, divulgando e/ou participando. Descubra como…
Já se encontra disponível em http://www.medicosdomundo.pt/, desde finais do ano transacto, a DECLARAÇÃO EUROPEIA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE PARA UM ACESSO NÃO DISCRIMINATÓRIO AOS CUIDADOS DE SAÚDE (vide Anexo I). Mediante um gesto tão simples como aceder à homepage de Médicos do Mundo-Portugal qualquer profissional de saúde (requisito obrigatório para o efeito) poderá subscrever o supracitado documento. Para os restantes, a missão de divulgar e promover esta iniciativa juntos dos seus contactos é igualmente bem-vinda e essencial. Esta é uma iniciativa que está a ser levada a cabo em todos os países da União Europeia (EU) com o intuito de recolher o máximo de assinaturas – até dia 25 de Fevereiro - as quais se pretende que sejam apresentadas, já em Março, na Comissão Europeia, nomeadamente, perante o Conselho de Ministros. Por que razão?
Mesmo sendo Portugal um dos membros da UE cuja legislação [Despacho n.º 25 360/2001; Artigo 34.º do Decreto-Lei n.º 135/99, de 22 de Abril (vide Anexo II)] contempla condições mais abrangentes no que concerne ao acesso aos cuidados de saúde destinados ao referido grupo-alvo, um longo caminho há ainda por trilhar neste sentido. Desta forma, a citada Declaração Europeia, quando aplicada à realidade portuguesa, pretende que estas e outras leis relativas ao pelouro da Saúde, bem como a Orientação Técnica emitida pelo Conselho Directivo do Instituto da Segurança Social já em 2006 (vide Anexo III), sejam efectivamente cumpridas. É premente renovar mentalidades e alterar contextos, apelando à consciência individual. O papel de cada um é decisivo.
Dia “D”
“D” de Declaração Europeia dos Profissionais de Saúde Para Um Acesso Não Discriminatório aos Cuidados de Saúde, mas também de Direitos Igualitários. Este é o mote de um documento que foi lançado no passado dia 07 de Dezembro de 2010, aquando da conferência subordinada ao tema “Determinantes no Acesso aos Cuidados de Saúde”, sita no Auditório do Padrão dos Descobrimentos. A organização esteve a cargo de MdM-Portugal em parceria com um dos seus projectos, neste caso, o HUMA (Health for Undocument Migrants and Asylum seekers http://www.huma-network.org/). A ordem de trabalhos foi moderada por Fernanda Freitas, jornalista e apresentadora de “Sociedade Civil”, programa da RTP2, e contou com a presença de uma plateia composta por entendidos nestas matérias, como Altos Comissariados, Embaixadas, Associações e Instituições de cariz social, Universidades, Mediadores Interculturais, profissionais de saúde e outras entidades ligadas a esta área, entre elas a Direcção Geral de Saúde (DGS), e outros. No fundo, todos decisores, assim como o painel de oradores. Falamos de:
Dra. Rosário Farmhouse [Alta Comissária do ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural]; Dra. Cátia Palma (Representante da Direcção de MdM-Portugal); Dra. Cristina Santinho [Presidente do GIS – Grupo Imigração e Saúde]; Dra. Mª Teresa Tito Mendes [Presidente do CPR – Conselho Português para os Refugiados]; Dra. Sónia Dias – [Professora de Saúde Internacional do Instituto de Higiene e Medicina Tropical]. A título de curiosidade, o Dr. Gentil Martins, um dos nossos ilustres convidados, foi dos primeiros a assinar a Declaração Europeia.
ORGANIZADORES: PATROCINADORES:
Informações Adicionais:
Paulo Silva
Assessor Projecto HUMA
paulo.silva@medicosdomundo.pt
Rua Almirante Sarmento Rodrigues, Lote 9 – Piso 0, Loja Esq. 1900-269 Lisboa
– tel.+351 21 846 20 02 – fax. +351 21 846 20 02
http://www.medicosdomundo.pt/
O CASO DE CARLOS CASTRO

João Caupers
Um caso sórdido ao gosto de uma informação reles
Destaque: Que raio se ensina nos cursos de comunicação e de jornalismo?
Não se lhe conhecia qualquer actividade social, intelectual, científica, artística ou política meritória ou, sequer, relevante. Era um personagem medíocre, de cujo perfil apenas pude recolher dois traços, que alguma comunicação social considerou merecedores de referência: era homossexual e era "cronista social".
O primeiro traço deveria ser completamente irrelevante, já que emerge da liberdade de orientação sexual, que apenas a cada um diz respeito. Todavia, considerada alguma prosa que a ocasião suscitou, terá tornado a vítima mais digna de dó – vá-se lá saber porquê!
O segundo, considero-o pouco menos que desprezível: significa que a criatura “ganhava” a “vida” a escrevinhar coscuvilhices e a debitar maledicências, chafurdando nos dejectos dos socialites.
A viagem que o levou a Nova Iorque tinha um óbvio móbil “romântico”, que a comunicação social preferiu apenas insinuar, não por pudor, mas porque a insinuação vende melhor do que a afirmação: tratava-se, simplesmente, de seduzir um jovem de 21 anos.
Quanto a este, também os seus motivos parecem evidentes: “pendurou-se” no idoso para, explorando as suas “inclinações”, beneficiar dos seus supostos contactos internacionais, iniciando uma carreira no mundo da moda.
Estavam, pois, bem um para o outro.
Nada me interessam os pormenores abjectos que rodearam o assassinato. Deixo-os aos media, lambendo os beiços com a sordidez da história, muito melhor do que o criador de qualquer reality show poderia inventar.
O que não posso deixar de lastimar é a falta de vergonha da nossa comunicação social, com destaque para as televisões: há uma semana que os noticiários das 8 abrem com dez ou quinze minutos da "tragédia". Não as imagens horríveis das cheias no Brasil – que ficaram sempre para depois – mas as imagens ridículas dos correspondentes em Nova Iorque, repetindo à exaustão o detalhe dos testículos cortados e a agressão com um televisor (?) – que deve ser um crime especialmente hediondo, aos olhos de quem trabalha para uma cadeia de televisão – e entrevistando em prime time advogados de sotaque extravagante e peritos forenses, para prognosticarem a acusação que irá ser feita ao homicida, ou recebendo no aeroporto os amigos, de ar compungido, do morto.
É para isto que serve a informação televisiva, incluindo a do canal público que nós pagamos: para preencher o espaço deixado vago pelo desaparecimento do jornal O crime.
Desculpem o desabafo: a informação televisiva tem mesmo de ser esta espécie de teledifusor de lixo? Que raio se ensina nos cursos de comunicação e de jornalismo?
E desculpem o excesso de aspas: servem para eu resistir à tentação do vernáculo menos próprio, chamando às coisas os nomes que às coisas são.
O primeiro traço deveria ser completamente irrelevante, já que emerge da liberdade de orientação sexual, que apenas a cada um diz respeito. Todavia, considerada alguma prosa que a ocasião suscitou, terá tornado a vítima mais digna de dó – vá-se lá saber porquê!
O segundo, considero-o pouco menos que desprezível: significa que a criatura “ganhava” a “vida” a escrevinhar coscuvilhices e a debitar maledicências, chafurdando nos dejectos dos socialites.
A viagem que o levou a Nova Iorque tinha um óbvio móbil “romântico”, que a comunicação social preferiu apenas insinuar, não por pudor, mas porque a insinuação vende melhor do que a afirmação: tratava-se, simplesmente, de seduzir um jovem de 21 anos.
Quanto a este, também os seus motivos parecem evidentes: “pendurou-se” no idoso para, explorando as suas “inclinações”, beneficiar dos seus supostos contactos internacionais, iniciando uma carreira no mundo da moda.
Estavam, pois, bem um para o outro.
Nada me interessam os pormenores abjectos que rodearam o assassinato. Deixo-os aos media, lambendo os beiços com a sordidez da história, muito melhor do que o criador de qualquer reality show poderia inventar.
O que não posso deixar de lastimar é a falta de vergonha da nossa comunicação social, com destaque para as televisões: há uma semana que os noticiários das 8 abrem com dez ou quinze minutos da "tragédia". Não as imagens horríveis das cheias no Brasil – que ficaram sempre para depois – mas as imagens ridículas dos correspondentes em Nova Iorque, repetindo à exaustão o detalhe dos testículos cortados e a agressão com um televisor (?) – que deve ser um crime especialmente hediondo, aos olhos de quem trabalha para uma cadeia de televisão – e entrevistando em prime time advogados de sotaque extravagante e peritos forenses, para prognosticarem a acusação que irá ser feita ao homicida, ou recebendo no aeroporto os amigos, de ar compungido, do morto.
É para isto que serve a informação televisiva, incluindo a do canal público que nós pagamos: para preencher o espaço deixado vago pelo desaparecimento do jornal O crime.
Desculpem o desabafo: a informação televisiva tem mesmo de ser esta espécie de teledifusor de lixo? Que raio se ensina nos cursos de comunicação e de jornalismo?
E desculpem o excesso de aspas: servem para eu resistir à tentação do vernáculo menos próprio, chamando às coisas os nomes que às coisas são.
Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa – Campus de Campolide – 1099-032 LISBOA
Tel: 213847400 Fax: 213847471 e-mail jc@fd.unl.pt
JOÃO CAUPERS - professor
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
VOLTA AO MUNDO DO NAVIO-ESCOLA SAGRES

Volta ao Mundo 2010 da Sagres - Fevereiro 2011
Caros amigos,
Este Sábado, dia 12 de Fevereiro, pelas 11h00, o GAMMA (Grupo de Amigos do Museu de Marinha) patrocina mais uma Conversa Informal no Museu de Marinha.
Após a sua Volta ao Mundo em 2010 o navio-escola Sagres está de volta, com as suas histórias.
O Comandante Proença Mendes, que comandou a embarcação, fará o relato da viagem.
A entrada é livre!
Participem e divulguem s.f.f.
Os interessados podem consultar no sítio do Museu de Marinha o programa para as próximas conferências.
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/GAMMA/Programa/
Caros amigos,
Este Sábado, dia 12 de Fevereiro, pelas 11h00, o GAMMA (Grupo de Amigos do Museu de Marinha) patrocina mais uma Conversa Informal no Museu de Marinha.
Após a sua Volta ao Mundo em 2010 o navio-escola Sagres está de volta, com as suas histórias.
O Comandante Proença Mendes, que comandou a embarcação, fará o relato da viagem.
A entrada é livre!
Participem e divulguem s.f.f.
Os interessados podem consultar no sítio do Museu de Marinha o programa para as próximas conferências.
http://museu.marinha.pt/Museu/Site/PT/GAMMA/Programa/
UMA LEOA MUITO ESPECIAL

Uma leoa muito especial, e seus filhotes!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://sorisomail.com/email/101388/uma-leoa-muito-especial-e-seus-filhotes.html
http://sorisomail.com/email/101388/uma-leoa-muito-especial-e-seus-filhotes.html
O Primeiro branco... a atravessar a África Austral... Quem foi, quem foi? Apreciem a mensagem de Mia Couto
(Sem comentários - para ler até ao fim. Em cima, foto de Silva Porto)O Primeiro branco
Sábado, 29 Janeiro 2011
Mia Couto .
O que se vê hoje em Portugal é o resultado de uma mistura não selectiva e uniforme de 10 por cento de pretos e 90 por cento de brancos num todo o homogéneo. Trata-se de, facto, de uma nova raça – uma raça que estagnou na apatia e nada produziu de novo em 400 anos de História.
Os portugueses são o povo mais atrasado da Europa porque há séculos que se misturam com os negros. Quem o afirma é o jornal National Vanguard Tabloid, publicação oficial de uma organização inglesa que defende a “pureza da raça branca”. É curioso que o editorial da publicação tenha escolhido Portugal como o exemplo dos malefícios da contribuição do “sangue negro” para as sociedades europeias e americanas. Racismo assim, às claras, é já muito pouco frequente. O caso é tão raro que vale a pena visitá-lo.
O jornal assenta a sua argumentação em “factos históricos”. Portugal recebeu os primeiros escravos negros em meados do século XV. Dezenas de anos depois, os negros já eram 10 por cento do total da população lisboeta. Essa percentagem viria a crescer para 13 por cento no século seguinte. A pergunta imediata é a seguinte: estes africanos que destino tiveram? Regressaram a África. A resposta é não. Eles foram absorvidos, misturaram-se do ponto de vista genético, social e cultural. Eles ajudaram a construir a Portugalidade. Introduziram valores e dados de cultura. A palavra minhoca é apenas uma de dezenas de outras marcas no domínio linguístico.
O autor de tal prosa racista do tal tablóide inglês não tem dúvida em identificar nesta mistura de raças e de culturas a razão daquilo que ele chama de “declínio da sociedade portuguesa. Passo a citar: Os portugueses eram, até então, uma raça altamente civilizada, imaginativa, inteligente e corajosa. Mas devido ao rápido crescimento da população negra e o correspondente declínio dos brancos (cujos machos estavam em viagem longe da Europa) todo esse património de pureza foi adulterado.
Falo deste caso como forma de reconhecer que os preconceitos rácicos são múltiplos e de múltiplas facetas. O mundo não obedece a uma fronteira simples que divide os racistas dos não racistas e que separa vítimas e culpados. Vale a pena, pois, continuar a citar as razões invocadas pelo “National Vanguard”, para a chamada degradação da cultura e enfraquecimento da raça :
O que se vê hoje em Portugal é o resultado de uma mistura não selectiva e uniforme de 10 por cento de pretos e 90 por cento de brancos num todo o homogéneo. Trata-se de, facto, de uma nova raça – uma raça que estagnou na apatia e nada produziu de novo em 400 anos de História.
A culpa desta estagnação, segundo estes neonazis, reside na liberdade com os portugueses se “cruzaram” com os africanos. Isso resultou numa mudança profunda do carácter e da psicologia da nação lusitana. O “National Vanguard” não tem nenhuma dúvida ao afirmar: “os portugueses do século XVII e os dos séculos seguintes são duas raças diferentes”.
Os articulistas advogam obviamente a favor da separação racial. Sociedades como a americana contiveram e contém uma percentagem considerável de negros. Mas essas “souberam” manter uma céptica fronteira entre os grupos raciais. Não houve cruzamento nem mestiçagens. Assim diz o jornal.
Foi essa separação que, segundo a racista publicação, ajudou a manter a capacidade de progresso em países como os Estados Unidos da América. E conclui: não existe evidência nenhuma que a integração dos negros e dos judeus tenham trazido alguma vantagem em qualquer parte do mundo.
Embora estas publicações sejam casos isolados e representem uma faixa desprezível da opinião pública, a verdade é que não é por acaso que o jornal escolheu Portugal como um caso paradigmático. Todos nos lembrarmos do que escreveu Kaulza de Arriaga, quando explicava as maiores capacidades dos europeus do Norte em relação aos do Sul. Os trópicos como evidência de degradação e desumanização é um estereótipo antigo. Essa atitude de arrogância não é sequer nova. Uma parte da Europa há muito que lança sobre Portugal um olhar distante e de superioridade racial. Portugal é, afinal, o país de Eusébio, de Ricardo Chibanga, de Sara Tavares.
Um episódio antigo ligado ao explorador britânico Livingstone ilustra bem como essa Europa olhava e olha para Portugal. Livinsgtone vangloriava-se ter sido o primeiro branco a atravessar a África Austral. Um dia alguém lhe chamou publicamente a atenção que isso não era verdade. Antes dele já o português Silva Porto tinha realizado tal travessia. Imperturbável, o inglês ripostou:
- Eu nunca disse que fui o primeiro homem a fazê-lo. Disse apenas que fui o primeiro branco.
Os portugueses são o povo mais atrasado da Europa porque há séculos que se misturam com os negros. Quem o afirma é o jornal National Vanguard Tabloid, publicação oficial de uma organização inglesa que defende a “pureza da raça branca”. É curioso que o editorial da publicação tenha escolhido Portugal como o exemplo dos malefícios da contribuição do “sangue negro” para as sociedades europeias e americanas. Racismo assim, às claras, é já muito pouco frequente. O caso é tão raro que vale a pena visitá-lo.
O jornal assenta a sua argumentação em “factos históricos”. Portugal recebeu os primeiros escravos negros em meados do século XV. Dezenas de anos depois, os negros já eram 10 por cento do total da população lisboeta. Essa percentagem viria a crescer para 13 por cento no século seguinte. A pergunta imediata é a seguinte: estes africanos que destino tiveram? Regressaram a África. A resposta é não. Eles foram absorvidos, misturaram-se do ponto de vista genético, social e cultural. Eles ajudaram a construir a Portugalidade. Introduziram valores e dados de cultura. A palavra minhoca é apenas uma de dezenas de outras marcas no domínio linguístico.
O autor de tal prosa racista do tal tablóide inglês não tem dúvida em identificar nesta mistura de raças e de culturas a razão daquilo que ele chama de “declínio da sociedade portuguesa. Passo a citar: Os portugueses eram, até então, uma raça altamente civilizada, imaginativa, inteligente e corajosa. Mas devido ao rápido crescimento da população negra e o correspondente declínio dos brancos (cujos machos estavam em viagem longe da Europa) todo esse património de pureza foi adulterado.
Falo deste caso como forma de reconhecer que os preconceitos rácicos são múltiplos e de múltiplas facetas. O mundo não obedece a uma fronteira simples que divide os racistas dos não racistas e que separa vítimas e culpados. Vale a pena, pois, continuar a citar as razões invocadas pelo “National Vanguard”, para a chamada degradação da cultura e enfraquecimento da raça :
O que se vê hoje em Portugal é o resultado de uma mistura não selectiva e uniforme de 10 por cento de pretos e 90 por cento de brancos num todo o homogéneo. Trata-se de, facto, de uma nova raça – uma raça que estagnou na apatia e nada produziu de novo em 400 anos de História.
A culpa desta estagnação, segundo estes neonazis, reside na liberdade com os portugueses se “cruzaram” com os africanos. Isso resultou numa mudança profunda do carácter e da psicologia da nação lusitana. O “National Vanguard” não tem nenhuma dúvida ao afirmar: “os portugueses do século XVII e os dos séculos seguintes são duas raças diferentes”.
Os articulistas advogam obviamente a favor da separação racial. Sociedades como a americana contiveram e contém uma percentagem considerável de negros. Mas essas “souberam” manter uma céptica fronteira entre os grupos raciais. Não houve cruzamento nem mestiçagens. Assim diz o jornal.
Foi essa separação que, segundo a racista publicação, ajudou a manter a capacidade de progresso em países como os Estados Unidos da América. E conclui: não existe evidência nenhuma que a integração dos negros e dos judeus tenham trazido alguma vantagem em qualquer parte do mundo.
Embora estas publicações sejam casos isolados e representem uma faixa desprezível da opinião pública, a verdade é que não é por acaso que o jornal escolheu Portugal como um caso paradigmático. Todos nos lembrarmos do que escreveu Kaulza de Arriaga, quando explicava as maiores capacidades dos europeus do Norte em relação aos do Sul. Os trópicos como evidência de degradação e desumanização é um estereótipo antigo. Essa atitude de arrogância não é sequer nova. Uma parte da Europa há muito que lança sobre Portugal um olhar distante e de superioridade racial. Portugal é, afinal, o país de Eusébio, de Ricardo Chibanga, de Sara Tavares.
Um episódio antigo ligado ao explorador britânico Livingstone ilustra bem como essa Europa olhava e olha para Portugal. Livinsgtone vangloriava-se ter sido o primeiro branco a atravessar a África Austral. Um dia alguém lhe chamou publicamente a atenção que isso não era verdade. Antes dele já o português Silva Porto tinha realizado tal travessia. Imperturbável, o inglês ripostou:
- Eu nunca disse que fui o primeiro homem a fazê-lo. Disse apenas que fui o primeiro branco.
POEMA A SALAZAR

Poema" dirigido a Salazar. Feito em 1934.
"Nunca precisámos de outra coisa!"
Conta-se que este poema foi dirigido ao Ministro da Agricultura do governo de Salazar, como forma de pedir adubos. Por mais estranho que pareça, o senhor que o escreveu não foi preso e Salazar até se fartou de rir (??!!!) quando o leu:
- E X P O S I Ç Ã O -
Porque julgamos digna de registo
a nossa exposição, senhor Ministro,
erguemos até vós, humildemente,
uma toada uníssona e plangente
em que evitámos o menor deslize
e em que damos razão da nossa crise.
Senhor: Em vão, esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.
Falta a matéria orgânica precisa
na terra, que é delgada e sempre fraca!
- A matéria, em questão, chama-se caca.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Se os membros desse ilustre ministério
querem tomar o nosso caso a sério,
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade.
E mijem-nos, também, por caridade!
O senhor Oliveira Salazar
quando tiver vontade de cagar
venha até nós solícito, calado,
busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo com sossego,
ajeite o cú bem apontado ao rego,
e... como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho!
A Nação confiou-lhe os seus destinos?...
Então, comprima, aperte os intestinos;
se lhe escapar um traque, não se importe,
... quem sabe se o cheirá-lo nos dá sorte?
Quantos porão as suas esperanças
n'um traque do Ministro das Finanças?...
E quem vier aflito, sem recursos,
Já não distingue os traques dos discursos.
Não precisa falar! Tenha a certeza
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provém da merda que juntarmos n'elas.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Adubos de potassa?... Cal?... Azote?...
Tragam-nos merda pura, do bispote!
E todos os penicos portugueses
durante, pelo menos uns seis meses,
sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente nos despejem trampa!
Terras alentejanas, terras nuas;
desespero de arados e charruas,
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sente a paixão nostálgica da merda...
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Ah!... Merda grossa e fina! Merda boa
das inúteis retretes de Lisboa!...
Como é triste saber que todos vós
Andais cagando sem pensar em nós!
Se querem fomentar a agricultura
mandem vir muita gente com soltura.
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala.
Venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade.
Formas normais ou formas esquisitas!
E, desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia à grande bosta,
de tudo o que vier, a gente gosta.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Pela Junta Corporativa dos Sindicatos Reunidos, do Norte, Centro e Sul do Alentejo
Évora, 13 de Fevereiro de 1934
O Presidente
- E X P O S I Ç Ã O -
Porque julgamos digna de registo
a nossa exposição, senhor Ministro,
erguemos até vós, humildemente,
uma toada uníssona e plangente
em que evitámos o menor deslize
e em que damos razão da nossa crise.
Senhor: Em vão, esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.
Falta a matéria orgânica precisa
na terra, que é delgada e sempre fraca!
- A matéria, em questão, chama-se caca.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Se os membros desse ilustre ministério
querem tomar o nosso caso a sério,
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade.
E mijem-nos, também, por caridade!
O senhor Oliveira Salazar
quando tiver vontade de cagar
venha até nós solícito, calado,
busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo com sossego,
ajeite o cú bem apontado ao rego,
e... como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho!
A Nação confiou-lhe os seus destinos?...
Então, comprima, aperte os intestinos;
se lhe escapar um traque, não se importe,
... quem sabe se o cheirá-lo nos dá sorte?
Quantos porão as suas esperanças
n'um traque do Ministro das Finanças?...
E quem vier aflito, sem recursos,
Já não distingue os traques dos discursos.
Não precisa falar! Tenha a certeza
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provém da merda que juntarmos n'elas.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Adubos de potassa?... Cal?... Azote?...
Tragam-nos merda pura, do bispote!
E todos os penicos portugueses
durante, pelo menos uns seis meses,
sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente nos despejem trampa!
Terras alentejanas, terras nuas;
desespero de arados e charruas,
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sente a paixão nostálgica da merda...
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Ah!... Merda grossa e fina! Merda boa
das inúteis retretes de Lisboa!...
Como é triste saber que todos vós
Andais cagando sem pensar em nós!
Se querem fomentar a agricultura
mandem vir muita gente com soltura.
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala.
Venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade.
Formas normais ou formas esquisitas!
E, desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia à grande bosta,
de tudo o que vier, a gente gosta.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Pela Junta Corporativa dos Sindicatos Reunidos, do Norte, Centro e Sul do Alentejo
Évora, 13 de Fevereiro de 1934
O Presidente
O CARALHO - O SABER NÃO OCUPA LUGAR

É do caralho
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, “CARALHO” é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas (também conhecida como gávea), de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de “castigo” para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo. O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão: “MANDAR PRO CARALHO”.
Hoje em dia, CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer: “ISTO É BOM PRA CARALHO”.
Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos: “Mas que CARALHO você está dizendo?”
Se nos aborrecemos com alguém ou algo, o mandamos pro CARALHO.
Se algo não nos interessa dizemos: “NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO”.
Se, pelo contrário, algo chama nossa atenção, então dizemos: “ISSO ME INTERESSA PRA CARALHO”.
Também são comuns as expressões:
Essa mulher é boa pra CARALHO (definindo a beleza);
Essa dona é feia pra CARALHO(definindo a feiura);
Esse filme é velho pra CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe pra CARALHO (definindo a distância);
Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos: “ESSE GAJO É DO CARALHO”.
Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “ESTAMOS INDO PRO CARALHO”.
Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos: “PORRA, POR ONDE CARALHO VOCÊ TEM ANDADO?”
Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”. É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que seu conteúdo o agrade pra CARALHO, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer “CARALHO”, ou mandar a alguém pro “CARALHO” com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
E tenha um dia feliz. “UM DIA DO CARALHO!” De preferência num "LUGAR DO CARALHO"!
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, “CARALHO” é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas (também conhecida como gávea), de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de “castigo” para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo. O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão: “MANDAR PRO CARALHO”.
Hoje em dia, CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer: “ISTO É BOM PRA CARALHO”.
Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos: “Mas que CARALHO você está dizendo?”
Se nos aborrecemos com alguém ou algo, o mandamos pro CARALHO.
Se algo não nos interessa dizemos: “NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO”.
Se, pelo contrário, algo chama nossa atenção, então dizemos: “ISSO ME INTERESSA PRA CARALHO”.
Também são comuns as expressões:
Essa mulher é boa pra CARALHO (definindo a beleza);
Essa dona é feia pra CARALHO(definindo a feiura);
Esse filme é velho pra CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe pra CARALHO (definindo a distância);
Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos: “ESSE GAJO É DO CARALHO”.
Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “ESTAMOS INDO PRO CARALHO”.
Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos: “PORRA, POR ONDE CARALHO VOCÊ TEM ANDADO?”
Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”. É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que seu conteúdo o agrade pra CARALHO, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer “CARALHO”, ou mandar a alguém pro “CARALHO” com um pouco mais de cultura e autoridade académica.
E tenha um dia feliz. “UM DIA DO CARALHO!” De preferência num "LUGAR DO CARALHO"!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A DEFESA DOS CONSUMIDORES - LUTE PELOS SEUS DIREITOS

Não é uma Brastemp? Sorte sua !
Nós consumidores desrespeitados temos que nos unir para fazer valer nossos direitos! Ajudem-me a divulgar.
http://www.youtube.com/watch?v=riOvEe0wqUQ
Uma amiga comprou uma máquina de lavar dessa empresa safada e não funcionava.
Telefonou um monte de vezes para o SAC dessa empresa safada, mas nunca foi atendida.
A desfaçatez só acabou quando eu liguei para os safados e ameacei publicar matéria paga no
Estadão, denunciando a safadeza dessa empresa safada.
Dois dias depois, trouxeram uma nova máquina.
Divulguem o vídeo acima.
É a única forma de botar um cabresto nessas empresas infames.
Nós consumidores desrespeitados temos que nos unir para fazer valer nossos direitos! Ajudem-me a divulgar.
http://www.youtube.com/watch?v=riOvEe0wqUQ
Uma amiga comprou uma máquina de lavar dessa empresa safada e não funcionava.
Telefonou um monte de vezes para o SAC dessa empresa safada, mas nunca foi atendida.
A desfaçatez só acabou quando eu liguei para os safados e ameacei publicar matéria paga no
Estadão, denunciando a safadeza dessa empresa safada.
Dois dias depois, trouxeram uma nova máquina.
Divulguem o vídeo acima.
É a única forma de botar um cabresto nessas empresas infames.
MARIA CAVACO SILVA, UMA REFORMADA QUE VIVE ÀS CUSTAS DO MARIDO

(Já aqui referimos esta notícia, mas nunca é demais recordar o humor do nosso presidente da república)
A casinha do Algarve e os 800 de reforma. É claro que isto são dados pessoais e ninguém teria nada que meter o bedelho, não fosse o caso do candidato ter pública e explicitamente referido a situação de a esposa "só" auferir 800 eur de reforma.
Difamação, não é?
Mas estranho é...
DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS DE MARIA CAVACO SILVA:
- CONTA À ORDEM NO BCP 882022 (1ª TITULAR) 21.297,61 EUROS;
- ACÇÕES NO BPI 6287;
- ACÇÕES NO BCP 70.475;
- BRISA 500;
- COMUNDO 12;
- ZON 436;
- JERONIMO MARTINS 15.000;
- DEPOSITO A PRAZO 350.000,00 EUROS VENCIMENTO 04/04/2011;
- OBRIGAÇÕES - BCP FINANCE 330 UNIDADES JUROS PERPÉTUA 4.239%;
- FUNDOS DE INVESTIMENTO FUNDO AVACÇÕES DE PORTUGAL 2.340 UNIDADES;
- MILLENIUM EURO CARTEIRA 4.324.138 UNIDADES;
- POJRMF FUNDES EURO BAND EQUITY FUND 118.841.510 UNIDADES;
- PPR 52.588,65 EUROS;
- BPI CONTA Nº 60933.5 DEPÓSITO À ORDEM 6.557 EUROS;
- DEPÓSITO A PRAZO 140.000,00 JURO 2,355% VENCIMENTO 21/02/2011;
- 70.000.00 EUROS JUROS 2.355% VENCIMENTO 20.03.2011.
Para uma reformada de 800 euros esta poupança é bestial...
AQUI ESTÁ UMA VERDADEIRA INVESTIDORA ....
PORTUGUESES, SIGAM ESTE EXEMPLO!
Difamação, não é?
Mas estranho é...
DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS DE MARIA CAVACO SILVA:
- CONTA À ORDEM NO BCP 882022 (1ª TITULAR) 21.297,61 EUROS;
- ACÇÕES NO BPI 6287;
- ACÇÕES NO BCP 70.475;
- BRISA 500;
- COMUNDO 12;
- ZON 436;
- JERONIMO MARTINS 15.000;
- DEPOSITO A PRAZO 350.000,00 EUROS VENCIMENTO 04/04/2011;
- OBRIGAÇÕES - BCP FINANCE 330 UNIDADES JUROS PERPÉTUA 4.239%;
- FUNDOS DE INVESTIMENTO FUNDO AVACÇÕES DE PORTUGAL 2.340 UNIDADES;
- MILLENIUM EURO CARTEIRA 4.324.138 UNIDADES;
- POJRMF FUNDES EURO BAND EQUITY FUND 118.841.510 UNIDADES;
- PPR 52.588,65 EUROS;
- BPI CONTA Nº 60933.5 DEPÓSITO À ORDEM 6.557 EUROS;
- DEPÓSITO A PRAZO 140.000,00 JURO 2,355% VENCIMENTO 21/02/2011;
- 70.000.00 EUROS JUROS 2.355% VENCIMENTO 20.03.2011.
Para uma reformada de 800 euros esta poupança é bestial...
AQUI ESTÁ UMA VERDADEIRA INVESTIDORA ....
PORTUGUESES, SIGAM ESTE EXEMPLO!
DICAS PARA FAZER AMOR NA 3ª IDADE

Bem sei que ainda falta muiiiiito…mas convém ir lembrando !!!!
DICAS PARA FAZER AMOR NA 3ª IDADE:
1. Use óculos. Certifique-se de que sua companhia está realmente na cama.
2. Ajuste o despertador para tocar dentro três minutos, só para caso de adormecer durante a performance.
3. Deixe telemóvel programado para o número da "EMERGÊNCIA MÉDICA"
4. Escreva na sua mão o nome da pessoa que está consigo na cama, para o caso de não se lembrar.
5. Fixe bem a dentadura para que ela não acabe por cair para debaixo da cama.
6. Tenha DORFLEX à mão. Isto, para o caso de você cumprir a performance!
7. Faça quanto barulho quiser. Os vizinhos também são surdos...
8.Nunca, jamais, pense em repetir a dose.
9. Não se esqueça de levar dois travesseiros para coloca-los sob os joelhos, para não forçar a artrose.
10. Se for usar camisinha, avise antes o piupiu que não se trata de touca para dormir, senão ele pode confundir.
11 . Ah! O mais importante, pode tirar a parte de baixo do pijama, mas fique com a de cima para não apanhar gripe.
(Estas dicas foram escritas em letras grandes para o auxiliarem na sua leitura)
DICAS PARA FAZER AMOR NA 3ª IDADE:
1. Use óculos. Certifique-se de que sua companhia está realmente na cama.
2. Ajuste o despertador para tocar dentro três minutos, só para caso de adormecer durante a performance.
3. Deixe telemóvel programado para o número da "EMERGÊNCIA MÉDICA"
4. Escreva na sua mão o nome da pessoa que está consigo na cama, para o caso de não se lembrar.
5. Fixe bem a dentadura para que ela não acabe por cair para debaixo da cama.
6. Tenha DORFLEX à mão. Isto, para o caso de você cumprir a performance!
7. Faça quanto barulho quiser. Os vizinhos também são surdos...
8.Nunca, jamais, pense em repetir a dose.
9. Não se esqueça de levar dois travesseiros para coloca-los sob os joelhos, para não forçar a artrose.
10. Se for usar camisinha, avise antes o piupiu que não se trata de touca para dormir, senão ele pode confundir.
11 . Ah! O mais importante, pode tirar a parte de baixo do pijama, mas fique com a de cima para não apanhar gripe.
(Estas dicas foram escritas em letras grandes para o auxiliarem na sua leitura)
HUMOR EM TEMPO DE CRISE - AUMENTO DA IDADE DE REFORMA

Os três bancários:
Três bancários próximos da reforma (90, 88 e 86 anos) de idade trabalhavam na mesma Sucursal.
Um dia o de 90 entra na Casa-forte da mesma, põe um pé dentro, faz uma pausa.... e grita:
- Alguém sabe se eu estava a entrar ou sair da Casa-forte?
O de 88 responde:
- Não sei, já desço aí para ver.... Começa a descer as escadas, faz uma pausa, e grita:
- E eu estava a subir as escadas, ou a descer?
O mais novo, de 86, que estava no "Back-Office" a fechar o caixa, abana a cabeça e pensa:
"Na verdade, espero nunca ficar assim tão baralhado" e, com este pensamento, bate três vezes na madeira do balcão e logo responde:
- Já vou ajudá-los, só um momento para ver quem está a bater à porta.
Três bancários próximos da reforma (90, 88 e 86 anos) de idade trabalhavam na mesma Sucursal.
Um dia o de 90 entra na Casa-forte da mesma, põe um pé dentro, faz uma pausa.... e grita:
- Alguém sabe se eu estava a entrar ou sair da Casa-forte?
O de 88 responde:
- Não sei, já desço aí para ver.... Começa a descer as escadas, faz uma pausa, e grita:
- E eu estava a subir as escadas, ou a descer?
O mais novo, de 86, que estava no "Back-Office" a fechar o caixa, abana a cabeça e pensa:
"Na verdade, espero nunca ficar assim tão baralhado" e, com este pensamento, bate três vezes na madeira do balcão e logo responde:
- Já vou ajudá-los, só um momento para ver quem está a bater à porta.
FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO=AL-QAEDA



711-2011. 1300 anos depois
por ANSELMO BORGES
29 Janeiro 2011
Na noite de 31 de Dezembro passado, a explosão de uma bomba diante de uma igreja cristã copta, em Alexandria, à saída da celebração do Ano Novo, causou 23 mortos e 79 feridos. Um grupo ligado à Al-Qaeda no Iraque, responsável pelo ataque sangrento da catedral de Bagdad em Outubro, já tinha apontado os coptas como alvo. Independentemente de quaisquer considerações ideológicas, políticas ou religiosas, é legítimo perguntar-se pelas consequências do incêndio que alastraria pelo mundo inteiro, se algo de semelhante acontecesse, diante de uma mesquita, no Ocidente.
Quem não anda completamente distraído já notou que há muito se observa um plano para acabar com os cristãos no Médio Oriente. Quem mais tem denunciado a situação são intelectuais ateus ou agnósticos, como Bernard-Henri Lévy ou Régis Debray. O último número de Philosophie Magazine faz notar que o novo objectivo da Al-Qaeda parece ser o de pôr as comunidades religiosas umas contra as outras, "passando por cima dos Estados". Começou no Iraque e estende-se ao Egipto e à Nigéria. Nesta estratégia, os cristãos do Oriente - "ângulo morto da nossa visão do mundo", segundo R. Debray - representam "um alvo ideal". Pela sua própria existência - "árabes não muçulmanos" -, "desmentem" a ideia de um choque entre civilizações fundadas na religião. Os cristãos "desempenham um papel insubstituível de traço de união e de mediador entre o exterior e o interior, o Ocidente e o Oriente", afirma Debray. Mas, por este andar, por quanto tempo?
A maior perseguição religiosa no mundo, hoje, é aos cristãos. Lembrando o atentado de Alexandria e a perseguição de diferentes comunidades cristãs, Nicolas Sarkozy, num discurso de Ano Novo perante as autoridades religiosas de França, declarou: "Não podemos tolerar o que cada vez mais parece ser um plano particularmente perverso de depuração religiosa no Médio Oriente."
Esquece-se frequentemente que esses cristãos nada têm a ver com as cruzadas ou outros tipos de perseguição ocidental, pois são originários desses países, aí presentes desde os tempos do cristianismo primitivo. Foi o que o Presidente francês também lembrou: "no Iraque como no Egipto, os cristãos do Oriente estão na sua casa e a maioria deles há 2000 anos", acrescentando: "não se pode aceitar que essa diversidade humana, cultural e religiosa, que é a norma na França, na Europa e na maior parte dos países ocidentais, desapareça dessa parte do mundo." "Os direitos que estão garantidos na nossa casa a todas as religiões devem ser reciprocamente garantidos noutros países."
Preocupado com sondagens que mostram que mais de um terço dos franceses e dos alemães consideram os muçulmanos como uma ameaça, Sarcozy pediu que se combata esse sentimento "irracional" com "o conhecimento mútuo e a compreensão do outro". "O islão nada tem a ver com o rosto repugnante desses loucos de deus que tanto matam cristãos como judeus, sunitas e xiitas. O terrorismo fundamentalista também mata muçulmanos."
Na noite de 31 de Dezembro passado, a explosão de uma bomba diante de uma igreja cristã copta, em Alexandria, à saída da celebração do Ano Novo, causou 23 mortos e 79 feridos. Um grupo ligado à Al-Qaeda no Iraque, responsável pelo ataque sangrento da catedral de Bagdad em Outubro, já tinha apontado os coptas como alvo. Independentemente de quaisquer considerações ideológicas, políticas ou religiosas, é legítimo perguntar-se pelas consequências do incêndio que alastraria pelo mundo inteiro, se algo de semelhante acontecesse, diante de uma mesquita, no Ocidente.
Quem não anda completamente distraído já notou que há muito se observa um plano para acabar com os cristãos no Médio Oriente. Quem mais tem denunciado a situação são intelectuais ateus ou agnósticos, como Bernard-Henri Lévy ou Régis Debray. O último número de Philosophie Magazine faz notar que o novo objectivo da Al-Qaeda parece ser o de pôr as comunidades religiosas umas contra as outras, "passando por cima dos Estados". Começou no Iraque e estende-se ao Egipto e à Nigéria. Nesta estratégia, os cristãos do Oriente - "ângulo morto da nossa visão do mundo", segundo R. Debray - representam "um alvo ideal". Pela sua própria existência - "árabes não muçulmanos" -, "desmentem" a ideia de um choque entre civilizações fundadas na religião. Os cristãos "desempenham um papel insubstituível de traço de união e de mediador entre o exterior e o interior, o Ocidente e o Oriente", afirma Debray. Mas, por este andar, por quanto tempo?
A maior perseguição religiosa no mundo, hoje, é aos cristãos. Lembrando o atentado de Alexandria e a perseguição de diferentes comunidades cristãs, Nicolas Sarkozy, num discurso de Ano Novo perante as autoridades religiosas de França, declarou: "Não podemos tolerar o que cada vez mais parece ser um plano particularmente perverso de depuração religiosa no Médio Oriente."
Esquece-se frequentemente que esses cristãos nada têm a ver com as cruzadas ou outros tipos de perseguição ocidental, pois são originários desses países, aí presentes desde os tempos do cristianismo primitivo. Foi o que o Presidente francês também lembrou: "no Iraque como no Egipto, os cristãos do Oriente estão na sua casa e a maioria deles há 2000 anos", acrescentando: "não se pode aceitar que essa diversidade humana, cultural e religiosa, que é a norma na França, na Europa e na maior parte dos países ocidentais, desapareça dessa parte do mundo." "Os direitos que estão garantidos na nossa casa a todas as religiões devem ser reciprocamente garantidos noutros países."
Preocupado com sondagens que mostram que mais de um terço dos franceses e dos alemães consideram os muçulmanos como uma ameaça, Sarcozy pediu que se combata esse sentimento "irracional" com "o conhecimento mútuo e a compreensão do outro". "O islão nada tem a ver com o rosto repugnante desses loucos de deus que tanto matam cristãos como judeus, sunitas e xiitas. O terrorismo fundamentalista também mata muçulmanos."
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